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terça-feira, 15 de abril de 2014

"SÍLVIO BEM-FEITO, BEM FEITO!"



Fátima Silva/João Caldeirinha
O antigo Primeiro-Ministro italiano foi sentenciado por fraude fiscal e terá de se deslocar pelo menos uma vez por semana ao local que for escolhido e aí permanecer durante 4 horas.

A Frase



Seja o assento no PSD ou a página inteira no Expresso, tudo Relvas acolhe com bonomia e o entusiasmo próprio da publicidade gratuita, do mais alto quilate. A prudência e os interesses do PSD convidá-lo-iam a eclipsar-se do espaço público durante muitos anos - mas quanto mais o "facilitador de negócios" aparecer em lugares de destaque, mais os seus negócios ficam facilitados. A maior parte do país, claro, vê Relvas e emborca sais de fruto; só que Relvas também não quer voltar a ter nada com a maior parte do país: "Confessou em privado que nunca voltará a lugares que o obriguem a apresentar declarações de rendimentos". Tamanha frontalidade e descaramento são quase comoventes.
João Miguel Tavares, Público

No Expresso: Assunção Esteves, possidónia.

A questão agrava-se, porque a criatura, para além de possidónia, é pífia.
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A maneira como se move ou anda nos corredores da Assembleia, e se calhar na rua, se é que se sujeita andar a pé na via pública (ainda não tem liteira nem sédia gestatória...), para dar um ar blasé (sei lá!...) e as expressões faciais são paradigmáticas de um ser recheado de inconseguimentos... e de outras palavras fora do comum (ou do léxico) para impressionar...
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As declarações proferidas a propósito da presença ou não dos militares da «Associação 25 de Abril» na sessão dos 40 anos da Revolução, no conteúdo e no tom, são bem a definição do inconseguimento com que exerce as funções de segunda figura do Estado.
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Trata os cidadãos em causa e os que a escutam como imbecis desprezíveis. Como ousam importunar Sua Excelência?
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Houve convite como nos outros anos, "o resto não existe". Brilhante na réplica aos visados e na resposta a uma pergunta!!!
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E como se não chegasse a insolência e a falta de polimento, acrescentou, se queriam usar da palavra "o problema é deles!".
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Só faltou recomendar-lhes que fossem a  alguma outra parte ou bater com a mão na anca e dizer queriam?!!!
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Citando Santo Agostinho, adaptando, a exemplo de um membro do Governo, também poderemos dizer Assunção locuta causa finita, colocando o nome da criatura no lugar de Roma... sempre dá alguma grandeza...

Assunção Esteves, possidónia. 
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Assunção Esteves é uma personagem no sentido plano e caricatural do termo.  Nos romances, as Assunções surgem nos capítulos secundários para dar um colorido sociológico ou histórico ao cenário onde a personagem principal actua.
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Ora, a nossa Assunção Esteves representa o colorido cómico de um certo Portugal, o Portugal da comédia snob, do nariz empinado por questões de nascimento. Sim, é o Portugal que brinca aos pobrezinhos, mas também é o Portugal que quer brincar aos riquinhos. Assunção Esteves encaixa na segunda espécie.
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Julgo que aqueles que brincam aos pobrezinhos têm uma palavra gira para descrever esta segunda categoria: possidónios.   Palavra giríssima, sei lá.
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A segunda figura do estado recusa admitir que o seu pai era alfaiate.  Aquilo que devia ser motivo de orgulho é motivo de vergonha.  Como é evidentíssimo, a filha de um pobrezinho não pode chegar ao topo, é contranatura.
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Apesar da origem humilde, Assunção Esteves aceitou o ethos pseudo-aristocrático da "Lesboa" que se repete em todas as povoações portuguesas com mais de, vá, 10 habitantes.   E a mutação não se ficou por aqui.  Segundo uma peça da Sábado, a Presidenta tem aquela obsessão típica pelo luxo.  Ele é roupa de alta-costura, ele é carteiras que custam 10% da sua reforma (valor da pensão: 7200 euros por 10 anos de trabalho), ele é um corrupio de assessores que trata como escravos coloniais, ele é gastos sumptuários: assim que chegou à Presidência da Assembleia, Assunção Esteves mudou a casa de banho do seu gabinete para não usar a mesma retrete do antecessor.  Que magno problema viu Assunção Esteves no bumbum de Jaime Gama?
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Os regimes mudam, mas este Portugal não morre. A comédia social parece que tem o dom da imortalidade. Tal como em 1950, ainda temos fidalgos a viver em bolhas sem qualquer contacto com a realidade.  E, tal como em 1950, ainda temos fidalgos wannabe que querem à força brincar aos riquinhos para depois brincarem aos pobrezinhos.   País giríssimo, sei lá.
Henrique Raposo
In: Expresso

INTERESSANTE VER


"CHACHADA - FORA COM OS GRAXAS, DE LAMBER BOTAS"

 
"EXPRESSÕES POPULARES"

"A CHACHADA - A ESCANDALOSA MANIPULAÇÃO POLÍTICA"


Chegaram a Portugal dois caramelos que ninguém conhecia e de um momento para outro são levados a herois! Um como outro viveram, no tal proclamado por eles exílio, a expensas das esmolas da União Soviética. Naquela altura qualquer chico que chegasse do estrangeiro e por conveniência política poderia ser colocado no púlpito da  praça pública como heroi!!!

"CONHECER AS MÁFIAS CASEIRAS"

  Clique em baixo
Eu sei que continua a haver pessoas se recusam a acreditar que existe corrupção em Portugal. Mas certamente ao ver o video, não restarão dúvidas. Estamo...

segunda-feira, 14 de abril de 2014

A Frase

Sabemos que o volume da dívida portuguesa é um novelo sem fim. Que permite todas as novelas. Nunca será paga nestes termos. Ou haverá perdão de parte da dívida, ou haverá renegociação dos juros. Todos o sabem. Todos temem ser açoitados por dizê-lo em voz alta. Mas, como em épocas anteriores, o que interessa aos credores é que Portugal continue a ser um cliente certo. Mesmo que pague tarde e a más horas. Mesmo que abdiquem de parte da dívida, desde que os juros compensem o risco. O resto é fogo-de-artifício político para entreter aqueles que realmente são chacinados com os impostos que pagam os desvarios políticos: os portugueses.
Fernando Sobral, Jornal de Negócios

"O BURRO DO DIA"



    
Paulo Portas

O famoso projecto de reforma do Estado que Portas elaborou não passa de um farrapo intelectual que ninguém levou a sério. Mas como coordenador da área económica e em véspera de eleições Portas tem de dar a cara, até porque até agora nem se ouviu uma palavra do Lambretas sobre as pensões.
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Sem forma de explicar o seu silêncio desde a última avaliação da troika, Paulo Portas acha que pode iludir os portugueses sugerindo que os cortes dos salários e das pensões são uma reforma do Estado que ele coloca em discussão e não algo que esteve desde sempre nos planos de Passos Coelho.
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Em todo este espectáculo só se lamenta que os partidos da oposição tenham aceite entrar neste espectáculo manhoso.
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«O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, começa a receber, a partir das 9h15, os partidos políticos para discutir a Reforma do Estado.
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Fonte do gabinete do ministro explicou à Lusa que os encontros, que arrancam com o PS, terão lugar na sala do Governo na Assembleia da República. Seguem-se PCP, BE, CDS e PSD. Os Verdes só serão recebidos amanhã.
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O Guião da Reforma do Estado foi apresentado a 30 de Outubro de 2013 por Paulo Portas, que, na ocasião, disse querer discutir esse documento orientador com os partidos e os parceiros sociais.
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"É um documento que tem quatro capítulos, cerca de 110 páginas úteis", declarou então Paulo Portas, que deixou a garantia de que se tratava de uma "proposta aberta" e que carecia de "consensualização".Só depois de um "diálogo", com partidos e parceiros sociais, que se poderá traduzir em alterações ao documento, é que este voltará a Conselho de Ministros, prometeu o vice primeiro-ministro.» [DE]

"CHACHADA - OS ENDIREITAS DE PORTUGAL"


Só conhecemos um e legendado no grupo. Era, então, a rapaziada que pretendia derrubar o regime do Prof. António de Oliveira Salazar. Os coitadinhos, mártires e vítimas das pisadelas da bota cardada do velho e honesto, estadista, beirão. Os componentes do grupo vergar a espinha não era com eles e viam na política uma forma de estar na vida e dar ao dente.Alguns ainda por andam a "xupar" sumarentas reformas e outros partiram para a companhia dos pés juntos. Uma autêntica, histórica, desgraça em 104 anos..... houveram duas revoluções em Portugal e estas não mais foram do que alimentar o oportunismo político. Não há uma sem duas e duas sem três... Venha lá a terceira!!!!

"40 ANOS DE CHACHADAS - JORGE SAMPAIO"


O Jorge era isto, antes de 1974, de quando foi um dos fundadores do Partido Socialista....

Até escreveram mimos ao Jorge....
Pois foi assim... todos pelo Jorge... Oferecer, em 1996, um calendário aos portugueses era um presente porreiro....
O casal Sampaio em traje de grande gala....
Em Maio de 2005, a Direcção-Geral do Património afectou a Casa do Regalo à Secretaria-Geral da Presidência da República para nela se vir a instalar o gabinete do ex-Presidente da República Dr. Jorge Sampaio, tendo-se solicitado à DGEMN um estudo e projecto de reabilitação da Casa do Regalo, dada a necessidade de se proceder a obras de conservação e restauro do edifício (as últimas tinham sido feitas em finais da década de ’60 e em 1991-93).
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NOTA: "Porra a política compensou ou não?"

Debates "Portugal depois da troika"


Durante esta semana, a Antena 1 realiza cinco debates sobre o que mudou em Portugal três anos depois do início do programa de assistência financeira. Serão abordados os mais variados temas como o trabalho, a segurança social, as finanças, a economia e a sociedade. Sempre depois das notícias das quatro da tarde, escute as diferentes perspetivas de um plano que deixa marcas. A edição é do jornalista Alexandre David, com produção de Ana Neves Almeida.

SEM PONTA DE "CAGAÇO"


Vale a pena ouvir este homem! Não perca!!!!!
video
 

MEDIDAS DO GOVERNO PARA AUMENTAR A NATALIDADE. CAVACO SILVA TENS AÍ A RESPOSTA


"O Presidente da República, Cavaco Silva, está preocupado com a desertificação do Interior do País, preocupação que registou numa visita de dois dias ao distrito da Guarda. Para o efeito, deslocou-se aos concelhos da Guarda e Gouveia. No fim da iniciativa, questionou--se: “Por que é que nascem tão poucas crianças?  O que é preciso fazer para que nasçam mais crianças em Portugal?”  Em jeito de desabafo, o Chefe de Estado frisou:  “Eu não acredito que tenha desaparecido nos portugueses o entusiasmo por trazer novas vidas ao Mundo”. FONTE
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Para ler a peça completa clique AQUI

Portugal: A GRANDE FARSA, A PLASTICINA E OS CHEQUES



Fernando Santos – Jornal de Notícias, opinião

Tristonhos e na sua esmagadora maioria sem dinheiro para mandar cantar um cego, os portugueses assistem a uma insuportável peça de teatro construída entre o cómico e o trágico. Obviamente responsáveis pela descredibilização do sistema político, os autores e os artistas - principais e secundários - são maus a fazer de conta. 
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Consoante posicionados no Poder ou na Oposição, adotam gestos e verve de plasticina, acabando por ser previsíveis e só coincidentes num interesse: esconder a verdade, custe o que custar, com o único desígnio de gerir os ciclos eleitorais, ora atirando as dificuldades para trás do biombo ora propondo o impossível ou fazendo-se de mortos - a forma mais simplista de a alternância democrática lhes fazer cair benesses no colo.
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O acumulado de erros históricos é pertença do coletivo nacional, quanto mais não seja pela ingenuidade, inércia e legitimação sucessiva de uma miríade de facilidades. Normal seria existir entretanto um ato de contrição e um esforço de entendimento em pontos essenciais para retirar o país do atoleiro em que se meteu. 
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Mas não. E jamais será possível recuperar parte da dignidade e da autonomia sem mazelas dolorosas para o povo, mesmo e quando sujeito à compreensão da comunidade internacional, incluindo-se nela os financiadores, até os mais agiotas.

A franqueza transformou-se num bem raro.

Amarrado a acordos e fiscalização internacional da qual depende a passagem de cheques, o país dispõe apenas de duas vias - e não mais... - para sobreviver. Ou amocha e cumpre os tratados a que se associou (sem referendo) e os documentos assinados em estado de necessidade, ou faz uma rutura de consequências imprevisíveis em nome de uma pretensa independência perdida. Poderá sempre tentar um jogo de influência junto dos parceiros de desdita, mas ficará à mercê da boa vontade.
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A grande pecha - ou farsa? - reside na falta de explicação das razões pelas quais Portugal ou se amanha orgulhosamente só (como diria o outro...) ou não tem remédio e está obrigado a ir a despacho - até para encontrar alternativa à inviabilização de políticas pelo único patamar de Poder (ainda) respeitado, o Tribunal Constitucional.
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Teatrais, os senhores da política portuguesa propõem decisões como se dispusessem de autonomia para tal. E não dispõem. Esconder propostas ou berrar contra o respetivo conteúdo logo que descoberto é apenas um dos seus atos trágico-cómicos.
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O tempo atual, por exemplo, é marcado pela celeuma em torno da apresentação em Bruxelas do Documento de Estratégia Orçamental (DEO), balizado pela obrigatoriedade de fazer cortes para cumprir parâmetros de défice para 2015 e, um pouco cruzado pela mesma temática, por documento da União Europeia no qual estão definidos pressupostos para tornar reduções de pensões e reformas em definitivas e, já agora, parametrizar novos cálculos de valores pela indexação à demografia e ao comportamento da Economia. É um horror o país pôr-se assim, de cócoras?

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Pois. Uns fazem de conta, abespinhados, e outros assobiam para o ar. Mentem, ora com os dentes todos, ora por omissão.
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Os erros do passado - cometidos por todos - transformaram Portugal num protetorado. Recuperar a independência tem um preço elevadíssimo e seria bem mais útil os artistas confrontarem-nos com os prós e os contras das ações necessárias para tal.

"NO TEMPO DA CHACHADA - MÁRIO SOARES"




Poucos sabiam quem ele era quem. O pintor, meu comprovinciano, Abel Manta dedicou-lhe esta caricatura com a legenta  "Zé (já muito descontraído): Vamos lá vêr que presentes bocê me traz de Paris". Mário Soares regressou a Portugal de Paris, do exílio dourado e é aplaudido como um heroi de feitos de nada. Foi o tudo o que desejou ser dentro da política e dizem "porreiramente" na vida.
José Martins

"NO TEMPO DA CHACHADA"


Sou um, dos ainda vivos, que assistiu à grande “chachada” do 25 de Abril de 1974. Era então um jovem na casa dos 39 anos e já com 16 anos no lombo, em África, repartidos por Angola, Moçambique e Rodésia do PM, branco, Ian Smith. 
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Não cheguei ao aeroporto da Portela, em Lisboa, com o estatuto de retornado e com a ajuda dos da “puta que os pariu” do IARN  que concediam uns tostões aos desgraçados, dos portugueses abandonados, que tiveram que fugir de Angola e Moçambique com a roupinha do corpo para salvarem a pele. 
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Pois eu cheguei a Lisboa com mil dólares, americanas, e uma caixa de ferramenta de mecânico para ganhar a vida, se necessário, debaixo de uma árvore a reparar carros. 
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Passados 4 dias de regressar ao Porto estava a trabalhar na arte para os lados de Ramalde de Pereiró com o ordenado, estipulado pelo sindicato dos metarlúgicos, de 8 contos.
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Cheguei dois anos, depois, da Revolução do Cravos e no meu país que eu tinha deixado 16 anos antes  estava uma autêntica "merda". 
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Havia comunistas infiltrados em todos os cantos. A companhia que me empregou possuía 24 trabalhadores e deste conteúdo só os dois patrões (pai e filho) e eu não éramos comunistas. 
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Estive, apenas 8 meses em Portugal e parti novamente para agarrar os cornos do mundo porque o mundo, Portugal que fui encontrar já nada havia para agarrar. 
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Passados 40 anos portugal está tal qual (talvez pior...) como o que a imagem acima o transmite.

José Martins

domingo, 13 de abril de 2014

"TRAGÉDIA LUSA... FOME EM PORTUGAL!"

"NÃO HÁ NADA A FAZER...."


Alguns países adiam-se, outros destroem-se

por Sérgio de Almeida Correia, em 14.04.14

"O Estado português investiu muito dinheiro na minha formação, no liceu, na faculdade, e na formação de outras pessoas, para eu agora estar a dar aulas a alunos e alunas ingleses e de outros países. 
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Faço-o numa universidade inglesa onde o meu currículo e a minha formação são apreciados. Lá estão a reconhecer esta formação que foi financiada pela população portuguesa e cujos frutos não podem vir para a Portugal. 
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Estou lá, em cada dia que passa, com muito pesar, porque sinto que a minha geração tem um contributo para dar a Portugal. Tenho muita pena de ter tido de ir lá para fora. Não vou negar que lá há condições de trabalho óptimas, e isso é aliciante. 
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Mas não estou a devolver o meu conhecimento ao país que me formou e que ajudou a financiar a minha formação." - Maria do Mar Pereira, 32 anos, professora na Universidade de Warwick (Reino Unido), vencedora do Prémio Internacional para o Melhor Livro em Investigação Qualitativa feito entre 2010 e 2014, Público, 14/04/2014
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Enquanto isso, em Macau, Nuno Crato discute, à porta fechada, o futuro da Escola Portuguesa. E promete reforçar a cooperação com o Instituto Politécnico de Macau para criar mais oportunidades para os estudantes aprenderem a língua portuguesa. Tudo se conjuga, pois, para que as promessas continuem e os poucos recursos que temos prossigam a sua saída pela janela mais próxima sem qualquer garantia de retorno.

Autoria e outros dados (tags, etc)

"TONY CARREIRA - O LOUCURAS EM PARIS!"


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Paulo Dentinho
Tony Carreira deu um grande concerto em Paris para apresentar ao vivo o seu ultimo disco. Um trabalho onde canta em dueto com músicos franceses. Reportagem do correspondente Paulo Dentinho.

"A SÃOZINHA DA BANHARIA"


Portugal: A SÃOZINHA DA BANHARIA NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA?

A Sãozinha lá  se espalhou outra vez. Quando abre a boca até parece que foi nascida na Banharia, repleta de caragos, de alhos e bugalhos. 
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Quanto se sabe esta Sãozinha não é filha do murcão que andava a vender os vira-vento lá pelo mercado do Bulhão, que pela surra também vendia preservativos (camisas de vénus) numas caixas que pareciam de fósforos mas não eram. 
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Ele tinha uma filha Sãozinha, lá isso tinha, mas não esta. De certeza, porque essa Sãozinha faleceu tuberculosa. Outros tempos, também muito difíceis graças ao salazarismo. 
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O pai, esse tal murcão era um enorme desbocado, o seu léxico era constituído por palavrões dizeres e respostas inadequadas, desrespeitosas. Por isso não cativava nem fazia amigos fora dos seus iguais. 
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O que fazia sempre que abria a boca era inimigos ou, pelo menos, quem o abominasse. A Sãozinha, ao que se presume, não é filha daquele murcão, por isso não aprendeu com ele, nem deve ter nascido na Banharia (cá pelo Porto). 
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Pois se calhar não. Mas olhem que até parece que sim. E é ela a segunda figura da República Portuguesa. Que vergonha. 
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Pensando bem, afinal, a Sãozinha e Cavaco (primeira figura) até fazem um bom par-de-jarras. Ou de bestas. “O problema é deles”, disse a Sãozinha, já agastada, sobre a fala ou não fala dos Capitães de Abril. 
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Esqueceu-se a Sãozinha que graças  a esses Capitães de Abril é que ela enche os alforges de euros e mordomias escandalosas e que só por eles, pela sua ação em 25 de Abril de 1974 – juntamente com o povo português e os partidos anti-fascistas então na clandestinidade – é que ela, a Sãozinha, se senta na cadeira de Presidente da Assembleia da República. 
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E que por isso é que os seus correlegionários do PSD e do CDS têm oportunidade de andar a brincar ao faz-de-conta da democracia. 
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Desbocada como o murcão dos vira-vento. Carago, Sãozinha, deixou de ser pobre à custa do 25 de Abril e da política mas olhe que é muito mal agradecida. 
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Até parece que nasceu mesmo na Banharia e que faz garbo disso quando abre a boca e solta bacoradas indignas do seu cargo político. Valha-a a santinha das mulheres da vida da Banharia. 
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Ao menos isso e uma barra de sabão para lavar essa boca. Pode lá ser, a Sãozinha ressuscitar e agora estar toda finória (quando não abre a boca) na AR. E até reformada aos 42 anos. Que sorte. Ou será que nojo?

Graça Pádua – Balneário Público

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"CURTINHA DA LAURINDINHA BORRADA"



"Não há contradição, ó meu amigo estou a preparar a saída da troika"


"COPA DO MUNDO - CU DO BRASIL"


O que os outros acham do Brasil

Saiu no NYT de hoje


TRADUÇÃO DO ARTIGO PELA GOOGLE
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O sistema de metrô de Salvador, Brasil , está entre os projetos de construção dispendiosos , iniciado durante um boom econômico , que definharam . A construção teve início mais de 10 anos atrás , mas o sistema nunca funcionou .  
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Por Daniel Berehulak para o The New York Times

PAULISTANA , Brasil 12 de abril de 2014
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Brasil arado bilhões de dólares na construção de uma ferrovia em todo sertão , apenas para o projecto há muito adiado a ser vítimas de catadores de metal. Curvilíneas novos edifícios públicos projetados pelo famoso arquiteto Oscar Niemeyer foram abandonados logo após ser construído. Houve até um U.F.O. malfadada museu construído com recursos federais . Seus restos esqueléticos agora sentar-se como um navio perdido entre as ervas daninhas.
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Como sprints Brasil para se preparar para a Copa do Mundo , em junho, ele foi executado contra um catálogo de atrasos , algumas causadas por acidentes de construção mortais nos estádios , e excesso de custos . É a construção de sistemas de ônibus e trens para os espectadores que não serão terminados até muito tempo depois que os jogos são feitos.
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Mas os projetos da Copa do Mundo são apenas uma parte de um problema maior nacional lançando uma cortina de fumaça sobre grandes ambições do Brasil : uma série de projetos luxuosos concebidos quando o crescimento econômico foi de afluência que agora estão abandonadas, paralisadas ou descontroladamente acima do orçamento.
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Os empreendimentos foram destinados a ajudar a impulsionar e simbolizam ascensão aparentemente inexorável do Brasil . Mas agora que o país está a vadear através de uma ressaca pós -boom , eles estão expondo os líderes da nação à crítica fulminante , alimentando pretensões de gastos desnecessários e incompetência , enquanto os serviços básicos para milhões permanecer fraco. Alguns economistas dizem que os projetos problemáticos revelar uma burocracia paralisante , a alocação de recursos e irresponsável bastiões de corrupção.
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Grandes protestos de rua foram destinadas a novos estádios caros que estão sendo construídos em cidades como Manaus e Brasília, cujo insignificante bases de fãs está quase certo para deixar um mar de cadeiras vazias após os eventos da Copa do Mundo terminar, aumentando as preocupações que ainda mais branco elefantes emergem do torneio.
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Brasileiros para casa após o posto abandonado por um teleférico a intenção de ir ao seu favela morro no Rio de Janeiro. O prefeito montou na 32 milhões dólares teleférico em 2012 , mas não tem funcionado desde então. Crédito Daniel Berehulak para o The New York Times
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" Os fiascos estão se multiplicando , desordem revelando que é lamentavelmente sistêmica ", disse Gil Castello Branco , diretor do Contas Abertas , um grupo de vigilância brasileiro que analisa os orçamentos públicos . "Nós estamos acordando para a realidade de que imensos recursos foram desperdiçados em projetos extravagantes , quando nossas escolas públicas ainda são uma bagunça e esgoto ainda está em nossas ruas . "
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A lista crescente de projetos de desenvolvimento com problemas inclui uma rede de 3,4 bilhões dólares de canais de concreto no sertão atormentado pela seca do Nordeste do Brasil - que deveria ser concluída em 2010 - , bem como dezenas de novos parques eólicos ociosas pela falta de linhas de transmissão e hotéis de luxo inacabadas que aflige o horizonte de Rio de Janeiro .
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Economistas consultados pelo banco central do país ver a economia do Brasil crescendo apenas 1,63 por cento neste ano, uma queda de 7,5 por cento em 2010 , tornando- 2014, o quarto ano consecutivo de crescimento lento. Enquanto uma crise econômica aqui ainda parece uma possibilidade remota , os investidores estão cada vez mais pessimistas. Standard & Poors cortou rating de crédito do Brasil no mês passado , dizendo que espera um crescimento lento persistir por vários anos.
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Longos trechos da ferrovia Transnordestina no nordeste do Brasil , iniciada em 2006 , encontram-se deserta. O projeto tem deslocado moradores, que não foram pagos por suas terras destruídas. Crédito Daniel Berehulak para o The New York Times
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Fazendo matérias mais difícil para o governo , é um ano eleitoral, com uma pesquisa no mês passado , mostrando apoio à administração da presidente Dilma Rousseff caindo para 36 por cento de 43 por cento em novembro, como condições econômicas fracas persistem.
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Os apoiadores de Dilma afirmam que o gasto público tem trabalhado , ajudando a manter o desemprego em níveis historicamente baixos e prevenir o que teria sido uma desaceleração econômica muito pior se o governo não bombeado seus recursos consideráveis ​​no desenvolvimento de infra-estrutura.
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Luiz Inácio Lula da Silva , mentor político de Dilma e antecessor na presidência , colocou muitos dos projetos de infra-estrutura onerosa em movimento durante sua administração , de 2003 a 2010. Em uma entrevista recente , ele reconheceu que alguns dos empreendimentos estavam enfrentando longos atrasos . Mas ele afirmou que , antes que ele tomou posse , o Brasil tinha ido por décadas sem investir em projetos de obras públicas , de modo que o país essencialmente teve que começar do zero.
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" Ficamos por 20 anos sem fazer ou o desenvolvimento de todos os projetos de infra-estrutura pública ", disse Lula . "Não tínhamos projetos na gaveta. "
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Ainda assim, um coro crescente de críticos argumenta que a incapacidade de concluir grandes projetos de infraestrutura revela deficiências no modelo de capitalismo de Estado do Brasil .
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Primeiro , dizem eles, o Brasil dá extraordinária influência a uma teia de empresas estatais , bancos e fundos de pensão para investir em projetos mal-aconselhado . Em seguida, outros bastiões dos vastos projetos aleijado burocracia pública com auditorias e ações judiciais .
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Dinheiro Federal foi para construir um museu extraterrestre em Varginha, no sudeste do Brasil, onde os moradores afirmaram ter visto um extraterrestre em 1996. Cães vadios agora abrigo em sua carcaça enferrujada . Crédito Daniel Berehulak para o The New York Times
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A plataforma de observação de altura , projetado pelo famoso arquiteto Oscar Niemeyer, paira sobre um parque em Natal, Brasil , que foi inaugurada em 2008, mas logo foi abandonado. Crédito Daniel Berehulak para o The New York Times
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" Alguns empreendimentos nunca mereceu o dinheiro público em primeiro lugar ", disse Sérgio Lazzarini , economista do Insper , uma escola de negócios de São Paulo , apontando para os milhões de financiamento do Estado para a reforma do Hotel Glória , no Rio , de propriedade até recentemente por um magnata da mineração , Eike Batista . O projeto foi deixado inacabado , incapaz de abrir a Copa do Mundo , quando o império de negócios do Sr. Batista desmoronou no ano passado.
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" No caso de projetos de infra-estrutura que merecem o apoio do Estado e obtê-lo ", continuou o Sr. Lazzarini , "há a difícil tarefa de lidar com os riscos que o próprio Estado cria. "
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A Transnordestina , uma ferrovia iniciada em 2006 aqui no nordeste do Brasil , ilustra algumas das armadilhas que assolam projetos grandes e pequenos. Prevista para ser concluída em 2010 a um custo de cerca de US $ 1,8 bilhão, a estrada de ferro , destinada a esticar mais de 1.000 milhas , agora deverá custar pelo menos US $ 3,2 bilhões, com mais financiamento de bancos estatais. Funcionários dizem que deve ser concluída por volta de 2016.
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Mas com os locais de trabalho abandonados por causa de auditorias e outros contratempos meses atrás e em torno de Paulistana , uma cidade no Piauí , um dos estados mais pobres do Brasil , mesmo que o cronograma parece otimista. Longos trechos onde trens de carga já deveriam estar em execução estande deserta . Vaqueiros de arame , ou vaqueiros, rebanho bovino na sombra de pontes ferroviárias fantasmagóricas que se erguem 150 pés acima vales ressecada.
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Crianças jogavam futebol , à esquerda, na estação de teleférico abandonado no Rio, construído sobre seu antigo playground. No nordeste , à direita, uma casa deserta sentou à sombra de pilares da ferrovia Transnordestina . Crédito Daniel Berehulak para o The New York Times
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" Os ladrões estão saqueando metal a partir dos locais de trabalho ", disse Adailton Vieira da Silva , de 42 anos , um eletricista que trabalhou com milhares de outros antes do trabalho interrompido no ano passado. " Agora não são apenas estas pontes deixados no meio do nada. "
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Ministro dos Transportes do Brasil , César Borges, expressou irritação com os atrasos na finalização da ferrovia , que é necessário para o transporte de safras de soja para o porto . Ele listou as burocracias que atrasam projetos como a Transnordestina : o Tribunal de Contas da União ; Gabinete da Controladoria-Geral ; uma agência de protecção do ambiente; um instituto de proteger o patrimônio arqueológico; agências que protegem os direitos dos povos indígenas e descendentes de escravos fugidos ; e do Ministério Público, um corpo de promotores independentes.
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Ainda assim, o Sr. Borges insistiu: " Projetos chegar atrasado em países ao redor do mundo, não apenas o Brasil. "
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Lula , que supervisionou o início dos trabalhos na Transnordestina há oito anos, foi franco sobre o papel de seu Partido dos Trabalhadores , uma vez que a oposição no Congresso Nacional do Brasil , na criação de tais atrasos. "Criamos uma máquina , uma máquina de fiscalização , que é a maior máquina de supervisão em todo o mundo ", disse ele , explicando como o seu partido ajudou a criar um sistema labiríntico de auditorias e controles ambientais antes que ele e Dilma foram eleitos .
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"Quando você está na oposição , que pretende criar dificuldades para aqueles que estão no governo ", disse Lula . " Mas nos esquecemos de que talvez um dia nós vamos tomar posse. "
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Um jovem vaqueiro tendiam vacas abaixo de uma ponte ferroviária Transnordestina abandonado. A ferrovia parou foi considerado necessário para o transporte de safras de soja para o porto . Crédito Daniel Berehulak para o The New York Times
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Alguns economistas afirmam que a forma como o Brasil está investindo pode estar a dificultar o crescimento em vez de apoiá-lo. As autoridades incentivado as empresas de energia para construir parques eólicos , mas dezenas não pode operar porque faltam linhas de transmissão para conectar a rede elétrica. Enquanto isso , os fabricantes se preocupem com potencial racionamento de energia elétrica como reservatórios de hidrelétricas secam em meio a uma seca.
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Outros empreendimentos públicos sentar vago. Autoridades em Natal, no nordeste do Brasil , gastou milhões em edifícios onduladas projetados pelo Sr. Niemeyer , abrindo-os em 2006 e 2008, mas abandonaram -los quase que imediatamente , permitindo posseiros a ocupar algumas áreas. ; as autoridades agora dizem que não têm planos para renovar os edifícios .  
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Outro projeto de Niemeyer, a torre de televisão 30000000 dolares transmissão em Brasília projetado como uma flor futurista, permanece inutilizada dois anos após a sua inauguração .

Depois, há o museu extraterrestre em Varginha , uma cidade no sudeste do Brasil , onde os moradores afirmaram ter visto um extraterrestre em 1996. Funcionários garantiu verbas federais para a construção do museu, mas agora tudo o que resta do projeto inacabado é a carcaça enferrujada do que parece como um disco voador.

"Esse museu ", disse Roberto Macedo, economista da Universidade de São Paulo, " é um insulto a ambos os extraterrestres e os seres terrestres como nós que pagam a conta de mais um projeto não entregar. "