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quarta-feira, 8 de abril de 2009

NOTICIAS DA SELVA DOS HUMANOS



O Engenheiro disse, está dito, o PS apoia mesmo o Cherne para um novo mandato como presidente da Comissão Europeia. Apaga-se a sua cumplicidade na morte de centenas de milhares de pessoas quando da ilegal invasão do Iraque e a sua subserviência ao "Diabo", como tão bem o descrevia o Chavez. Apaga Portugal como apaga a Europa, como já apagaram nopassado quando caucionaram a sua actuação ao permetirem-lhe ocupar o cargo que ocupa. Rei morto, rei posto, fazem-se agora uns sorrisos e uma vénias ao Obama e tudo volta oa mesmo só que sob as ordens de um novo dono. Quem consegue passar por tudo isto e ainda aparecer sorridente na, como a sua mulher o definiu, cara de Cherne e garantir mais uma temporada bem paga onde pode pavonear toda a sua vaidade como Marioneta da Europa dos ricos, mostra bem a flexibilidade da sua espinha.Queremos mesmo fazer parte desta Europa? Não eramos um povo orgulhoso, um povo que presava a sua identidade e cultura? Aceitamos que façam e falem assim em nosso nome? Honestamente, não me sinto bem a ser representado por tal gente. Não prestam.
Da nossa avença KAOS

Da Lama saiem imaculadas...


09 Abril 2009 - 09h00 (Correio da Manhã-9.04.09)
Da Vida Real
País f
eio. Há uma guerra que foi surda e hoje é ensurdecedora contra o Ministério Público. Há que fazer algumas perguntas e situar a coisa.
Porque é que o Governo, desde o primeiro dia, pediu tanto a demissão de Souto Moura?
Que concretos telefones estão inscritos no envelope 9 que causaram tanto incómodo? Que chamada? De quem para quem?
Porque é que o Código Penal e o Código de Processo Penal foram revistos à medida do Processo Casa Pia?
Porquê a rápida aprovação da Lei de Política Criminal e da Lei de Execução de Política Criminal, subordinando a referida política e os seus executores ao Governo?
Porquê a pressa na revisão do Estatuto do Ministério Público, com poderes para deslocar Magistrados e nomeações de confiança?
Porquê tanta pressão?
Porque é que a Polícia Judiciária não depende de quem é suposto "mandar" na investigação – o Ministério Público – e sim do Governo?
Enquanto isto acontece, há escova branqueadora a percorrer o regime.
Com franqueza, com tanta questão difícil, dura e que condiciona o nosso futuro, era evitável tanta conversata inútil ou pérfida. Agora vêm o discurso e a prática branqueadora. Já basta o que basta, para andarmos a ouvir muitos dos que incentivaram a entrada de toxicidades várias na nossa Sociedade, por exemplo a defesa de certas securitizações, até de empresas públicas ou o apoio a situações de imoralidade óbvia de certos concelhos de administração de instituições públicas, ou ainda a certos agentes políticos, virem agora "dar-nos lições" ou falar-nos de grandes obras que (não) deixaram e (não) fizeram, exibindo umas negras asinhas pintadinhas de branco. Mas há quem tenha memória e eu, infelizmente, tenho-a em demasia. A verdade é que os casos de branqueamento se sucedem. É extraordinário as vezes que algumas personagens aparecem recicladas. Da lama saem imaculadas.
Francamente, com lavagem de personagens não vamos a lado nenhum. Tem de terminar o tempo em que as teias de influências políticas, económicas e mediáticas permitem manter uma imagem de seriedade de quem o não é ou mesmo da sustentabilidade eterna de dúvidas, sejam elas de que sector forem (económico, político, judicial). Este quadro de fundo da Sociedade Portuguesa não permite que nos centremos no essencial. Estou a falar mesmo do essencial, isto é, da nossa viabilidade social.
A guerra ao Ministério Público não terá nada a ver com o branqueamento que anda por aí?
Paula Teixeira da Cruz, Advogada



RESTOS DA CIMEIRA G20
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Eles disseram que Ian Tomlinson morreu de causa natural... Claro que morreu depois de ser atirado, covardemente, pelas costas aos chão por um "bobi" (policia inglês). O video mostra bem a o que se passou antes de partir desta para melhor.

Editorial - DN 09-04.09
Como desprezamos o projecto europeu


Ontem5 comentários
A querela em que o PS se deixou envolver em torno do apoio à recandidatura de Durão Barroso como presidente da Comissão Europeia revela, antes de mais, o desprezo com que os partidos portugueses olham para a Europa. Bem podem bater com a mão no peito e dizer que as questões europeias são estruturantes que, depois, o espectáculo a que se prestam revela exactamente o contrário. Este debate é pois de uma enorme pobreza. Em vez de se discutir o rumo e o sentido que o processo de construção europeia deve ter, o PS opta por fulanizar a questão e recorre a um argumentário nacionalista que remete para segundo plano a política europeia. "Obviamente, apoiamos Durão Barroso porque é português", faz parte dessa retórica. Ou seja, é um mau argumento, nacionalista, fulanizado e sem substância. Nesta matéria não interessa que projecto europeu queremos, não conta que rumo e que impulso devemos dar à Europa. O que importa, verdadeiramente, é que o presidente da Comissão Europeia seja português. Mas há uma segunda questão relevante, neste debate irrelevante. A quem compete a indicação do nome do futuro presidente da Comissão. De acordo com os tratados, compete ao partido mais votado no Parlamento Europeu a indicação de um candidato. E a verdade é que ninguém acredita, nem mesmo os socialistas - apesar de em democracia não haver eleições ganhas à partida -, que o Partido Popular Europeu deixe de ser a maior família política representada em Estrasburgo. Posto isto, ao PS e ao Governo português não restará outra alternativa que não seja apoiar Durão Barroso.

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jpgjpg (Comentário de um leitor do DN)
08 Abr 2009, às 16:34 - Portugal - Porto
Entretanto, 7300 euros é o que cobra o socialista Tony Blair por minuto (minuto...) de conferência. Ganhou 16,6 milhões de euros desde Junho de 2007 com as suas palestras neo-progressistas. Mas este é o socialista que invadiu e destruiu o Iraque, provocando centenas de milhares de mortos e de mutilados. É este o grande inspirador do nosso Pinócrates, que representa a comunidade internacional no Médio Oriente (não tendo no entanto esboçado uma crítica que fosse aquando do recente massacre de 1500 mulheres e crianças em Gaza por parte dos seus amigos falcões israelitas). É este o vanguardista esclarecido, como o nosso "engenheiro Freeport", que se prepara para ser aclamado pela Internacional Socialista para ocupar o lugar de primeiro Presidente Permanente da União Europeia. E este execrável Tony Blair, que tal como o Menino de Ouro do PS foi cúmplice nos vôos da tortura da CIA, como a srta. Ana Gomes bem sabe, esse Blair criminoso merece ser recompensado pelos socialistas. Blair não é "um dos expoentes do neoliberalismo e do servilismo mais abjecto dos dirigentes europeus à Administração Bush de má memória"? Enfim, histórias de cama que terminaram mal dos tempos do ÉME-ERRE-PUM-PUM.

O "MANEL" DAS ARÁBIAS

O Manel Pinho, o ministro da economia Portugal, do Algarve e das arábias, continua com os máximos esforços para que o caso da Quimonda se resolva e que os quase dois mil empregados não sigam para o desemprego.
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Vai dizendo que podem estar totalmente seguros que o governo está a fazer todos os esforços para que a Qimonda não venha a ser desactivada.
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Nós até entendemos as boas intenções do Manel Pinho e o trabalhão que tem sido levado acabo pelo Basílio Horta do AICEP.
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Estes dois "fixes" continuam andar por aí a dar uma no cravo e outra na ferradura a vender a sua mercadoria, deteriorada, cuja a finalidade é manterem-se nos "lugarzitos" de ir ganhando a vidinha que está a ficar muito má...
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Correia da Manhã de 08.04.09
Sérgio Lemos Ministro garante estar a acompanhar situação da Qimonda08 Abril 2009 - 20h19
Manuel Pinho sublinha esforço para salvar empresa
Ministro em contacto com responsáveis da QimondaO ministro da Economia, Manuel Pinho, assegurou esta quarta-feira que tem estado nos últimos dias em "contacto muito próximo" com os responsáveis da Qimonda na Alemanha, no sentido de tentar encontrar uma solução para a unidade portuguesa de Vila do Conde.
Durante uma visita ao parque eólico do Caramulo, o governante não quis comentar a proposta apresentada pelo empresário Paulo Tomás e a notícia do ‘Jornal de Negócios' que dava conta de uma retirada de cerca de 150 milhões de euros da filial de Vila do Conde por parte da Qimonda na Alemanha.
'O que podem estar totalmente seguros é que o esforço que o Governo tem feito para acompanhar de perto esta questão não pode ser maior', afirmou Manuel Pinho, acrescentando que nos últimos dias tem estado 'em contacto muito próximo com os máximos responsáveis na Alemanha'.
'Vamos tentar encontrar uma solução para uma situação que é dificílima e que tem a ver com a viabilidade de uma empresa e, portanto, é algo que nos ultrapassa', sustentou
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O CONSTÂNCIO É DADO PELO CDS ALDRABÃO


Não é surpresa nenhuma o Vitor Constância faltar à verdade. O Vitor é político há muitos anos... Ora um politico, como é sabido, quando fala verdade cai-lhe um braço. O Vitor ainda é dono dos dois. Com isto verdade vai-te embora e viva a mentira!

PARA BERLUSCONI NÃ HÁ DRAMA


Mas afinal qual é o problema para o Berlusconi: "As vítimas acampadas, ao relento, perdendo familiares e os bens, o "ragazo" de cara com várias operações plásticas disse-lhes que se sentissem como que a passar um fim-de- semana num parque de campismo"!
Este "mafiosão" precisava sim que fosse engolido pelos escombros, motivado pelo terramoto e que atingisse o palácio onde vive.
José Martins

Público - 08-06-09
Itália
Sismo: Berlusconi pede aos sobreviventes que encarem a situação como "um fim-de-semana no parque de campismo"

08.04.2009 - 09h18 Agências
O primeiro-ministro italiano voltou às declarações polémicas. Referindo-se às vítimas do sismo que na passada segunda-feira abalou a região centro de Itália e aos milhares de desalojados que estão provisoriamente acomodados em tendas, Silvio Berlusconi disse para encararem a situação como "um fim-de-semana no parque de campismo".“Não lhes falta nada. Têm cuidados médicos, comida quente... Claro que o actual lugar de abrigo é provisório, mas há que encarar a situação como um fim-de-semana no parque de campismo”, respondeu Berlusconi à cadeia de televisão alemã N-TV.O sismo já provocou pelo menos 250 mortos, segundo o mais recente balanço divulgado hoje pela Protecção Civil, citada pela agência Ansa.O número de feridos (cerca de mil) e de sem-abrigo (17.000) mantém-se inalterado desde o mais recente balanço fornecido pelo centro de coordenação de socorro de L'Aquila e pela Protecção Civil.Berlusconi prometeu ontem a reconstrução da região afectada pelo abalo. Depois de visitar a cidade de L'Aquila, comprometeu-se com as vítimas, anunciando a constituição de "fundos para garantir às vítimas hipotecas com taxas de juro mais baixas" e a determinação do Executivo em "proporcionar todos os recursos necessários" a uma população acossada pela crise financeira e pela Natureza, com a ajuda de todos os particulares que entretanto se mobilizaram.O primeiro-ministro renunciou, porém, visitar pessoalmente as áreas mais atingidas da cidade de L'Aquila, ao contrário do que tinha anunciado anteriormente.