Translator

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

REQUIEM PARA O SENHOR SILVA DE BELÉM...TADINHO DELE!

Assassinato ou suicidio?

Hoje é o dia em que faço o funeral ao Sr. Silva após o seu haraquiri com as famosas escutas em Belém. A ser verdade que foi da sala do Presidente que saiu a ordem para lançar a noticia de que o governo andava a escutar Belém e se provar que tudo isto foi feito para beneficiar e contribuir para a campanha da “asfixia democrática” da Manelinha, ao Sr. Silva só lhe resta a possibilidade de resignar ao cargo. Acabou a independência devida a um Presidente, falhou nas suas funções ao não defender a democracia e o dever de isenção. Paz à sua alma. Se não for verdade, então temos de concordar que os Sócretinos estão muitos anos-luz à frente do Manuelinos na forma de fazer politica suja. Seja um ou outro caso, queremos ver o assunto esclarecido pois ficaremos sempre a ganhar. Um deles terá de ser corrido do poder e por isso exigimos que o Procurador, sempre tão solicito para investigar os alunos que têm telemóveis nas aulas ou alguém que espirre no passei publico, investigue o caso e acuse os culpados. Não como no caso do envelope nove ou dos voos da CIA, em que tudo se arrastou para depois a montanha parir um rato, mas acusando os culpados para que nos vejamos livres deles de uma vez por todas.
Avença KAOS

E A PROMESSA COMUM DE VIDA COMEÇOU A RIR!

A CEGADA DE TERÇA-FEIRA - 22.09.09

Em fim é o que há hoje para destacar. Esperamos que até domingo ainda haja algo de interesse para a gente se deliciar com o desenrolar da "Cegada". Mas o males de uns é o bem de outros. E lá está na melhor o José Carlos Vieira (que conheço muito bem nas andanças de assessorias de "pescadas" graúda) de Macau etc.etc. e tal.

Cavaco Silva afasta Fernando Lima do cargo
O Presidente da República afastou Fernando Lima do cargo de responsável pela assessoria para a Comunicação Social, que passará a ser desempenhado por José Carlos Vieira.
Comentar Ler comentários (909) Público






Sócrates requere abertura de processo contra jornalista João Miguel Tavares
O primeiro-ministro, José Sócrates, requereu a abertura de instrução do processo que moveu contra o jornalista João Miguel Tavares, noticia hoje o blogue da TSF "Governo Sombra". Público


Os dois velhos virosos "jagunços"


Campanha PSD
«Alegre e Soares são cúmplices da claustrofobia democrática»
Por Sofia Rainho
Paulo Rangel, o vencedor das eleições europeias, entrou hoje na campanha do PSD, em Viseu, com um discurso que empolgou uma sala a abarrotar de sociais-democratas e que teve Soares, Alegre e BE na mira
...
SOL

A IRREVERÊNCIA POLÍTICA DE KAOS

Música Celestial

Voto no CDS é "música celestial", avisa Marcelo Rebelo de Sousa.
Marcelo Rebelo de Sousa, “o Professor”, veio defender a bipolarização do voto nas próximas eleições no Sócrates e na Manuela Ferreira Leite. Como não quer o Sócrates aconselha o voto na Manelinha e avisa-nos que o voto noutros partidos é votar Sócrates. Como diz, o voto na Manelinha “não cai do céu” e “o resto é música celestial”.
Quando era criança e fui confrontado com a Religião, sempre estranhei a crueldade das história que contava, com um Deus castigador, que ordenava a um pai que matasse o seu filho como prova da sua obediência, que provocava dilúvios, matando milhões, para castigar o homem e muitas outras. Pior, a falta de fé conduzir-nos-ia inevitavelmente para um inferno de crueldade e sofrimento eterno. Também agora quando votar, me prometem o céu da Manelinha ou me condenam ao inferno Sócretino. Se na altura a aquele daquele Deus não me assustou, também agora a deste professor não me convence.


Um pacto com o Diabo


A Assembleia da República, em Lisboa, foi hoje o ponto de confluência de centenas de professores — mil, segundo a polícia, e 1500 a dois mil, segundo a Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino — que antes se tinham concentrado frente ao Ministério da Educação, contra a política educativa do Governo, e ao Palácio de Belém, “contra o silêncio do Presidente da República”. A manifestação, a última antes das eleições, foi convocada por três dos movimentos independentes nascidos da contestação ao modelo de avaliação docente, que deixaram sobretudo um apelo: “Votem em quem quiserem, menos no Partido Socialista de Sócrates”. Um cartaz resumia a ideia: “Se Sócrates se candidatar ao governo do inferno, nós votaremos no diabo”.
Desde o momento que os Socretinos na figura da Sinistra Ministra chegou ao poder e começou o seu ataque à escola publica e aos professores que me coloquei ao lado da sua luta pela dignidade e por uma escola que transforme os meus filhos em cidadãos e não em mão de obra barata para servir os grandes grupos económicos. Afastei-me quando comecei a ver que muitos pareciam esquecer os verdadeiros problemas para a trocarem por uma luta pessoal e partidária. Esta frase, em que aceitam fazer pactos com o diabo só para derrotar um homem e não uma politica, convence-me que fiz bem. Como dizia a canção de Sérgio Godinho, “para melhor está bem, para pior já basta assim”.
Avença KAOS

A "CEGADA" DE SEGUNDA-FEIRA EM IMGENS





Fotos RTPi

PODERIA LÁ FALTAR A TERNURA DO MÁRIO?


Os dois ternos abraçam-se e... (beijos não houveram) o cansado Mário: "SÓCRATES É FIXE".
PS a duas vozes num acordo pós-eleitoral com o Bloco
por JOÃO PEDRO HENRIQUESHoje
No dia em que Mário Soares fez o povo socialista gritar "Sócrates é fixe!", os socialistas dedicaram especial atenção ao Bloco de Esquerda. É o tudo por tudo nos apelos à "concentração de votos"
O Bloco de Esquerda ocupou ontem um lugar central na campanha do PS - uma campanha que vai crescendo em mobilização e entusiasmo, nalguns sítios já roçando a histeria (aconteceu numa "arruada" em Gondomar), e à qual se juntou o fundador do partido, Mário Soares.
Mário Soares, precisamente, fez parte da questão bloquista dos socialistas, fazendo declarações aos jornalistas, num almoço-comício em Matosinhos, contrárias aos vários apelos de "concentração de votos no PS" que Sócrates foi multiplicando ao longo do dia, passado nos distritos do Porto e de Aveiro.
Questionado sobre a possibilidade de entendimentos futuros do PS com o partido de Francisco Louçã, respondeu: "Não me agrada nem me deixa de agradar. Mas não me repugna nada". Isto dado que o PS "tem condições para ganhar, embora talvez não com maioria absoluta". Nas mesmas declarações, qualificou de forma sucinta Manuela Ferreira Leite: "Uma desgraça." E também falou das alegadas escutas aos assessores presidenciais: "Do Presidente da República não falo, sou membro do Conselho de Estado."
Logo a seguir, no mesmo local, os jornalistas eram convocados para uma declaração do porta-voz do partido. João Tiago Silveira queria dizer que "o Bloco de Esquerda é uma miragem". E que as suas propostas "não resistem à realidade". Recorrendo a números divulgados pelo Expresso, afirmou que o programa de nacionalizações proposto por Louçã custaria o IRS pago por todos os contribuintes em cinco anos: "51 mil milhões de euros." "Francisco Louçã tem de optar: ou quer gastar em nacionalizações ou em apoios sociais." A seguir carregou tintas nos apelos ao voto útil: "Cada voto na miragem é um voto na direita."
A declaração era inteira e assumidamente dirigida ao BE e só questionado pelos jornalistas é que João Tiago Silveira falou do PCP, argumentando da mesma forma: votar nos comunistas é dar a vitória à direita.
Ao fim da tarde, na Praça D. João I - que quase encheu, providenciando aos socialistas o maior comício desta campanha -, o ataque ao BE ficou por conta do ministro das Finanças (e número dois na lista do PS pelo círculo do Porto), Teixeira dos Santos. Segundo disse, "a esquerda radical deixou cair a máscara". "Querem ir buscar às famílias portuguesas mais mil milhões de euros. Meus amigos, este é o ataque fiscal mais forte de que há memória na nossa história. Isto não é uma pedrada, isto é um verdadeiro bloco atirado às famílias e à classe média portuguesa."
A estrela do comício foi Mário Soares. O líder histórico do PS pôs a multidão a gritar "Sócrates é fixe! Sócrates é fixe!" - recriando o grito que marcou a sua vitória nas presidenciais de 1986 ("Soares é fixe!"). Pediu uma "vitória muito confortável" para o seu partido. E, no que pareceu uma indirecta a Manuel Alegre, garantiu: "Eu sempre fui fiel ao PS.".
Aos qualificativo de "desgraça" que tinha atribuído a Manuela Ferreira Leite, acrescentou outros dois: "fanática" e "irresponsável" por ser uma "economista que confunde a crise de 2003 [nacional] com a crise actual [mundial]". Esforçou-se por passar atestados de competência a Sócrates: "O nosso secretário-geral e primeiro-ministro aprendeu muito com esta crise." E vitimizou-o: "Ninguém, nenhum político desde o 25 de Abril, foi tão injuriado como José Sócrates". Também não esqueceu a "asfixia democrática" denunciada pelo PSD: "Em nome do passado digo: a nós ninguém nos dá lições de democracia."
-
P.S. O horror dos horrores o Mário e o Manel poeta! As prostitutas tanto se amam como se odeiam...
Fonte: Diário de Notícias