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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

É SEMPRE AVIAR!


24 Dezembro 2009 - 00h54 - Correio da Manhã

António Costa: Dívida de 16 milhões

A EPUL deve à Câmara de Lisboa 16 milhões de euros, disse o presidente da autarquia ao ‘CM’. Ontem, o executivo aprovou um perdão de 9,5 milhões de euros à empresa.
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P.S. Todo o bom pai perdoa a filhos. A EPUL é uma filha da Câmara Municipal de Lisboa. Nos 9 e tal milhões perdoados devem estar umas valentes almoçaradas e umas viajenzitas à estranja. Só perde quem tem!

CHINA E VENEZUELA ESTREITAM RELAÇÕES

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O presidente venezuelano, Hugo Chávez, congratulou-se com o ministro da Comissão Nacional de Reforma e Desenvolvimento da China, Zhang Ping.- EFE
.O presidente venezuelano, Hugo Chávez, congratulou-se com o ministro da Comissão Nacional de Reforma e Desenvolvimento da China, Zhang Ping.- EFE -
Venezuela e China aprofunda relações após a assinatura de 11 acordos
PDVSA terá de corresponder, em 2010, as remessas de petróleo a Pequim

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MAYE PRIMEIRA - Caracas -- 24/12/2009 (El País)
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Não importa quanto tempo leva para chegar os navios com o produto.
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O Governo da Venezuela tem surgido nos últimos anos para diversificar seus mercados para a venda de petróleo.
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Sob esta premissa, o presidente, Hugo Chávez, assinaram ontem um novo contrato pelo qual a companhia petrolífera estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA) terá que corresponder, em 2010, as remessas de petróleo para a China e outros combustíveis, de 230.000 para 500.000 barris por dia .
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O acordo é parte de um pacote de 11 acordos de cooperação assinados no mesmo dia em que os governos em Caracas e Pequim, o mais importante deles, em termos de energia

ENTÃO COMO É? ESTAMOS MESMO À BEIRA DE SERMOS UNS "TANGAS"?

A bancarrota na Grécia e em Portugal

por Ricardo Reis, Publicado em 21 de Dezembro de 2009
Portugal vai entrar em bancarrota? Provavelmente não, mas essa probabilidade era zero há uma década e é hoje bem alta
1. A relevância das taxas de juro
Quando um Estado gasta mais do que as suas receitas (um défice),

1. A relevância das taxas de juro
Quando um Estado gasta mais do que as suas receitas (um défice), tem de pedir emprestada a diferença. Em vez de irem a um banco, os países vendem obrigações do tesouro em leilão. Estes papéis rendem ao seu portador uma quantia fixa dentro de um certo período, e são vendidos a quem estiver disposto a pagar mais. Se eu ganho o leilão oferecendo 900 euros hoje por uma obrigação que rende mil euros daqui a um ano, a taxa de juro que o Estado português paga é 10%.
Entretanto, há um mercado activo e líquido onde todos os dias posso vender este papel a outra pessoa. Se uns dias depois vendo a obrigação por 950 euros, ficamos a saber que se o Estado tivesse feito um novo leilão nesse dia, a taxa de juro cairia para 5%. O preço neste mercado permite por isso aferir a taxa de juro que o Estado enfrenta todos os dias.
As taxas de juro mudam e são diferentes de país para país em função do risco das obrigações. Existem dois riscos numa dívida do Estado. Primeiro, o risco de o Estado declarar bancarrota. Nos países desenvolvidos, isto acontece raramente. Portugal já não o faz desde 1892; a Grécia, desde 1893; e a Alemanha, desde 1932. Segundo, existe o risco de o Estado imprimir dinheiro e gerar inflação. Embora a quantia a pagar seja a mesma na moeda do país, o seu valor real na perspectiva de um estrangeiro passa a ser menor. A inflação ou, equivalente, a desvalorização da moeda é uma forma disfarçada de renegar o pagamento da dívida. Portugal nos anos 80 e 90 fazia- -o frequentemente. Por isso, quando o Estado português pedia emprestado, pagava uma taxa de juro bem mais alta do que a cobrada à Alemanha.
Com a entrada no euro, este segundo risco desapareceu. Portugal e a Alemanha passaram a ter a mesma moeda, e o controlo da inflação passou para as mãos do Banco Central Europeu. O BCE é independente dos Estados para nunca ceder à tentação de criar inflação para lhes resolver problemas fiscais. A figura 1 mostra a taxa de juro anual paga pela Alemanha nas obrigações a 10 anos entre 2002 e 2007, assim como a taxa paga por outros países da zona euro, incluindo Portugal. Eliminado o risco da inflação, e sendo remoto o risco de bancarrota, com o euro Portugal passou a pagar quase a mesma taxa de juro que a Alemanha.
Para apreciar quão extraordinário isto é, no gráfico está também a taxa de juro paga pelo Reino Unido. O mero risco de desvalorização da libra levou a que Portugal durante estes 6 anos pagasse bem menos pelas suas dívidas do que os honrados súbditos de Sua Majestade, apesar da sua reputação secular de bons pagadores.


2. O período pós-2008
No segundo gráfico vê-se a diferença entre as taxas de juro pagas pela Grécia, Irlanda, Itália, Espanha e Portugal e a taxa de juro paga pela Alemanha desde 1 de Janeiro de 2008. De um diferencial médio de 0,12% entre 2002 e 2007, estes países passaram a pagar desde então taxas de juro acima das alemãs, que na sexta-feira chegaram aos 2,7% para a Grécia. No início de 2009, Portugal pagou mais 1,58% do que a Alemanha, um número tão assustador que me levou a escrever uma coluna no "Expresso" intitulada "O verdadeiro pânico".
Este número revela que os investidores punham uma probabilidade séria de Portugal entrar em bancarrota. Se isto acontecesse, ninguém mais quereria emprestar a Portugal, o que forçaria medidas draconianas que eliminassem em absoluto o défice. As tentativas de controlo das contas públicas dos últimos 4 anos mostram que isto só seria possível com cortes drásticos nos salários dos funcionários públicos, e talvez mesmo a eliminação de programas como o rendimento social de inserção.
Uma alternativa à bancarrota é a saída da zona euro, a recuperação do escudo, e a desvalorização imediata da nova moeda. Esta hipótese é menos plausível. Em primeiro lugar, agora que a dívida portuguesa foi contraída em euros, desvalorizar o escudo só ajudaria se a dívida fosse reformulada em escudos, o que é complicado em termos legais. Para além do mais, desvalorizar o escudo viria com inflação nos dois dígitos, e os muitos produtos importados a que estamos habituados saltariam para preços proibitivos. As dívidas das empresas portuguesas no estrangeiro, denominadas em euros, explodiriam, levando a falências em catadupa e a uma subida em flecha do desemprego. Por fim, o Estado não conseguiria achar investidores a quem vender novas obrigações, forçando o mesmo ajuste repentino das contas públicas. Deixar o euro evitaria a bancarrota formal, mas teria consequências mais graves.

3. Crise financeira e contágio
Como pode este cenário catastrófico ser visto pelo mercado como provável? Antes de imaginar histórias nebulosas de malvados especuladores, relembre-se que qualquer pessoa pode comprar obrigações do tesouro portuguesas. Se você acha que o mercado está errado nesta avaliação, deve aproveitar-se da taxa de juro apetecível neste instante.
Umas semanas depois do meu artigo no "Expresso", tive de discutir numa conferência académica o novo trabalho de Carmen Reinhart e Kenneth Rogoff (acabado de sair em livro). Estes dois autores documentaram a história das muitas crises financeiras dos últimos 200 anos. Uma das suas conclusões é de que quase todas as crises levam à bancarrota dos Estados com contas públicas mais frágeis. A crise financeira de 2008-09 e os nossos falhanços sucessivos em controlar as contas públicas explicam a percepção de bancarrota revelada pelas taxas de juro.
Mesmo assim, a primeira bancarrota seria provavelmente na Grécia. A Irlanda também estava em perigo, mas depois de medidas corajosas para controlar o défice nas últimas duas semanas, a sua taxa de juro caiu a pique. A Grécia tem uma dívida pública maior do que Portugal (em parte devido à aventura dos Jogos Olímpicos e do novo aeroporto de Atenas), um défice maior, e uma história recente marcada por truques contabilísticos de fazer corar até os nossos políticos. No último mês, os gregos recusaram tomar medidas de controlo do défice, continuando a endividar-se a grande ritmo.
Mas se a Grécia seria a primeira, isto não devia tranquilizar Portugal. A 18 de Agosto de 1998, a Rússia declarou bancarrota. Nas semanas seguintes, países tão diversos com o Brasil, o México e até a Região Administrativa de Hong Kong tiveram sérias dificuldades em encontrar compradores para a sua dívida pública. Estes países tinham finanças públicas em melhor estado do que Portugal. Uma olhada rápida à figura 2 mostra que se a Grécia cair, a pressão cairá de seguida sobre Portugal, Espanha e Itália.
Pode prever-se com certeza este contágio? Não, o contágio nas crises ainda é um tema difícil de explicar ou prever. Por exemplo, a Argentina declarou bancarrota em Dezembro de 2001 e, com a excepção do Uruguai, praticamente não houve contágio. É difícil, no entanto, não ter insónias sobre o assunto.

4. Respostas postiças
Como sempre, quando o problema é sério, surgem argumentos postiços que menorizam a questão. Primeiro, pode olhar-se para a figura 2 e notar que o Reino Unido está a pagar a mesma taxa de juro que Portugal. Mas o Reino Unido tem a libra, Portugal o euro. A taxa de juro inglesa reflecte o risco (normal) de desvalorização da libra em relação ao euro; a taxa de juro portuguesa reflecte exclusivamente o risco de bancarrota.
Segundo, pode esperar-se que os países ricos da zona euro, como a Alemanha e a França, venham em nosso socorro. Mas partir daqui para concluir que não há problema é um disparate. Se os alemães pagarem as nossas dívidas por nós, não o farão sem contrapartidas. Vão exigir que os portugueses ponham as contas em ordem, de forma a pagarem o favor e evitarem futuros problemas. Isto é precisamente o que faz o FMI. Quem viveu em Portugal durante as intervenções do FMI sabe quão draconianas são as medidas para pôr as contas em ordem. Como descreveu Luís Campos e Cunha no "Público" há poucos dias, Portugal transformar-se-ia num protectorado da Alemanha
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5. Conclusões
Portugal vai entrar em bancarrota? Provavelmente não. Mas a possibilidade de isso ocorrer era praticamente zero há uma década e hoje é bem alta. Uma simples chance em cem de renegarmos as nossas dívidas pela primeira vez desde 1892 é assustadora.
Como qualquer pessoa afundada em dívidas, Portugal tem duas opções. Uma é ganhar mais dinheiro com um aumento no crescimento económico. Há uma década que Portugal não cresce. A outra é corrigir o défice público, o que nesta altura de recessão só tornaria a vida dos portugueses ainda mais difícil. Se Portugal tem estas escolhas dolorosas só tem de se culpar a si mesmo pela irresponsabilidade do crescimento do Estado e pela acumulação de dívida pública nos últimos 20 anos.
No mínimo, exige-se aos nossos governantes que tranquilizem os nossos credores com intenções claras, apoiadas por medidas concretas, de controlo das finanças públicas e promoção do crescimento económico. Continuar a esconder o problema dos portugueses, entretendo-os com telenovelas de insultos na Assembleia da República e temas fracturantes no topo da agenda só levará mais depressa ao precipício.

O FIO DA NAVALHA DO MÁRIO CRESPO E OS SEUS APOIOS

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Grande RS, quem escreve assim, que nunca lhe doam as mãos!
Isto conforme diz um amigo nosso, tem de haver:
O "emplastro" com um abraço

Mário Crespo "passou-se" (?)
Não, não creio que se tenha "passado", creio sim que está a tentar lançar o alerta que afinal palhaços estamos a ser todos nós, já que acabamos por ser coniventes na palhaçada em que se transformou este país, deixando que autênticos bandoleiros sejam legitimados como governantes votando, neles como se fossem os salvadores da Pátria, quando não passam de verdadeiros criminosos que, em qualquer país com um mínimo de decência, já teriam sido julgados e punidos por aqueles, que todos os dias sofrem na carne os seus desmandos- o Povo.
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Já que não temos coragem para pendurar esta gajada ( o que é pena ) pelo pescoço, nos candeeiros das nossas aldeias, vilas e cidades, pelo menos em futuras eleições que ninguém vote, para pelo menos não lhes darmos o aval de "falar" em nosso nome.
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Não tenho qualquer receio de ser acusado de apelo à desobediência civil, já que só assim, poderemos de facto ter voz activa no nosso destino.
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Estes gajos são piores que os ladrões do tempo da outra senhora, e só a tiro conseguimos ver-nos livres destes parasitas que hoje ainda tentam roer os poucos ossos que nos restam. Todos, incluindo a pseudo livre comunicação social, tentam enganar-nos com notícias "trabalhadas" para nos convencer que fazem o seu melhor par nos defender de todos os "males", quando na realidade a única preocupação que têm é encher os bolsos deles e dos apaniguados, com o que hoje já nos faz falta para sobreviver.
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Sócrates, Isaltinos, Varas, Felgueiras, Cavacos, Loureiros e tantos, tantos outros deveriam ser passados pelas armas de pelotões de fuzilamento, já que só com o desaparecimento físico desta praga poderíamos pensar num mundo novo com um mínimo de esperança. Já que infelizmente não o podemos fazer, fico-me pelo meu apelo de boicote total a qualquer futura eleição. Dizia-se a seguir ao 25 de Abril que " o Povo unido, jamais será vencido" mas hoje esse mesmo Povo não passa de uns vencidos que têm de prestar vassalagem a esta nova classe de ditadores de pacotilha a quem nós, na nossa boa fé entregamos o poder.
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Infelizmente Zeca Afonso já não está entre nós, mas gostaria de saber que Vampiros escreveria hoje. Espero que não haja medo de fazer circular este mail, já que me responsabilizo integralmente pelo que escrevi.
Manuel Ribeiro da Silva

PAZ, AMOR NO DIA HOJE. NADA DE GULA E USE A TEMPERANÇA.

LISBOA: NEM SÓ DE ESPANHA NOS CHEGA MAU VENTO...!!!

Mas também há uns gajos, porreiros, de la que mostram que Lisboa é linda!

CONVERSA, PREVISÍVEL, ENTRE O VINHO E O LEITE

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OS DESAFINADOS

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Vão nos dando música desafinada e fifiana.

A DIÁLOGO ENTRE DUAS FRUTAS

Clique e divirta-se!

A PRENDINHA DE NATAL

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PGR nega acesso a certidões relativas a escutas que envolvem José Sócrates no âmbito do processo "Face Oculta"

Lisboa, 23 Dez (Lusa) - O procurador-geral da República informou hoje que não autoriza o acesso às certidões do processo Face Oculta relativas a escutas telefónicas que envolvem o primeiro-ministro, José Sócrates.

Pinto Monteiro refere, em comunicado enviado às redacções, que se impõe o "acatamento" da decisão do presidente do Supremo Tribunal de Justiça, que decidiu considerar nulas todas aquelas certidões, "razão pela qual não é possível facultar o acesso".

À MARGEM: Cá para mim não me interessa mesmo nada ouvir as escutas e certamente uma "peixeirada" de palavras menos o tratar dos assuntos de Estado.

Bem na mente dos portugueses a "barracada" das escutas, do caso Casa Pia entre o Ferro Rodrigues (já não me lembra o nome do outro) em que na conversa que foi trazida a pública o que se ouviu foram palavras "rascas" onde no diálogo entrou a palavra "caguei-me"!

Sendo assim eu também me "caguei" para as escutas entre o Sócrates e o Vara.

José Martins

VACINAS: A GRANDE NEGOCIATA..

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Há países a quererem cancelar entrega de vacinas
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Publicado em 18 de Dezembro de 2009

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Espanha e Alemanha tentam renegociar com laboratórios redução das encomendas, apesar de o contrato não prever. Portugal pode seguir-se

São os primeiros países a voltar atrás nas encomendas feitas para a pandemia. A Espanha e a Alemanha estão a negociar com os laboratórios a possibilidade de cancelar ou devolver as doses de vacinas contra a gripe A que sobrarem devido à fraca adesão das populações. Em Portugal, a ministra Ana Jorge tem referido até agora apenas o alargamento da imunização a faixas que inicialmente não estavam cobertas. Mas a renegociação com o fornecedor pode vir a ser analisada na reunião sobre o assunto marcada para a próxima semana.

O contrato assinado no Verão entre a GlaxoSmithKlein e os diferentes países para o fornecimento da Pandemrix não prevê qualquer renegociação. Mesmo assim, os países estão confrontados com um problema: desde que a Agência Europeia do Medicamento decidiu que basta uma dose para imunizar um adulto, em vez das duas previstas inicialmente, as vacinas são mais do que a encomenda.

Agora, estudam formas de minimizar os prejuízos de ficar com vacinas na prateleira. A ministra da Saúde alemã, que encomendou 50 milhões de doses, adiantou à Reuters que alguns estados estão em negociações com a Glaxo, mas que até agora não há resultados. E, em Janeiro, o governo federal vai tentar vender parte das remessas a outros países. Caso haja interessados.

Em Espanha, onde as autoridades compraram doses para 40% da população, "há várias hipóteses em estudo, uma delas vender as vacinas nas farmácias", refere o governo. É uma espécie de tudo por tudo para não perder dinheiro. Só contando com estes dois países, a devolução das embalagens em excesso representaria uma perda de 15% das receitas previstas pelos laboratórios que desenvolveram o produto (a Glaxo, a Novartis e a Sanofi-Aventis). Outros países que encomendaram vacinas para toda a população, ou para a esmagadora maioria, como a Noruega, estão a doar doses à Organização Mundial de Saúde para serem distribuídas pelos países pobres.

Se no início da campanha de vacinação, a adesão já foi difícil, a redução de casos que tem ocorrido nas últimas semanas e o fim da primeira onda poderão ser um novo factor dissuasor para a população e uma dor de cabeça acrescida para as autoridades. Até agora, o discurso oficial português é o de que nada se perde e as pessoas poderão ser vacinadas mesmo depois do Inverno. Mas há quem questione um investimento de 45 milhões de euros feito com a pandemia.

Miguel Oliveira da Silva, presidente do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, defende que "é consensual que se exagerou nas encomendas". "Não sei se o contrato prevê renegociação, mas se outros estados o estão a fazer por alguma razão será". E lembra que o prejuízo das contas da saúde triplicou este ano e "45 milhões de euros gastos com a epidemia foi excessivo".

Até há uma semana, Portugal tinha recebido 311 mil doses e utilizado cerca de 240 mil. As outras que faltam para chegar aos seis milhões são esperadas para os primeiros três meses de 2010.

Qual a sua reacção: ImportanteDivertidoAssustadorEscandalosoIncrívelInovador.Tags: gripe a, vacinas.
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À MARGEM: Tudo que está acontecer já se previa. As massas foram esclarecidas acerca da propaganda que foi feita à pandemia da gripe A.

O mesmo já tinha acontecido com a "Gripe das Aves" que fez (teria sido a causa?) cerca de duas centenas de vítimas mortais.

Porém as vítimas foram as galinhas, os patos e outras aves que milhões delas foram abatidas inocentemente.

O capitalismo quando se vê em apuros inventa, faz lhe publicidade para balançar os seus dinheiros.

O diabolismo existe e este pode ser na propaganda de gripe, outros males ou mesmo bombas para matar gente.

José Martins

AS SUAS NOTÍCIAS DE HOJE 23.12.09

Capa do Correio da ManhãCorreio da Manhã

Fidel Castro: Morte em 2010
António Conceição: Técnico no Belenenses
Advogados: Demissão em bloco
Brasil: Bebé cai de 7.º andar
Cavaco Silva: Desejo de Feliz Natal

Capa do PúblicoPúblico

Loja da Rohde transformada em centro de emprego
Sonangol tem mil milhões de dólares para expandir operações em 2010
Di Maria estreou-se a marcar pela Argentina
Horácio Roque detém 57 por cento do Banif
Aval do Estado a empréstimo ao BPP sem garantias reais suficientes

Capa do Diário de NotíciasDiário de Notícias

Mau tempo: Estragos causados pelas inundações no Porto
120 milhões para reabilitar edifícios
30 crianças por dia sofrem intoxicações
Ajuste de contas leva a rixa que acaba com um morto à facada
Alemão morto após assalto

Capa do Jornal de NotíciasJornal de Notícias

Mau tempo/Oeste: Accionado plano municipal de emergência
Mau tempo: Três indivíduos isolados pela subida da ribeira Geraldos em Beja
Mau tempo/Oeste: Forte temporal arranca muitos telhados e postes na zona de Torres Vedras
Meteo: Madeira e onze distritos de Portugal Continental sob aviso laranja devido ao vento e chuva - IM
Jamaica: Quarenta feridos em acidente de avião norte-americano - Media


Capa do ii

Há países a quererem cancelar entrega de vacinas
Ministério Público pede 25 anos de cadeia para "Pidá"
Candidatura de Santana Lopes ao PSD: "nem pouco mais ou menos"
Loureiro dos Santos: "Vamos continuar a ver guerras. A nossa paz é ilusória"
Deputados garantem que a Constituição não será entrave para o casamento gay


Capa do Diário EconómicoDiário Económico

Ford ultima venda da Volvo a grupo chinês
Avião da American Airlines parte-se em dois
Governo e sindicatos retomam hoje negociações sobre estatuto e avaliação
Hulk e Sapunaru suspensos preventivamente
Dicas para entrar em 2010 com o pé direito


Capa do Jornal NegóciosJornal Negócios

Rio Tinto acorda venda da Alcan por 1,4 mil milhões de euros
Acções asiáticas sobem com sinais de que a economia está a melhorar
As notícias em foco na edição de hoje, dia 23 de Dezembro, no Negócios
Venda de acções pela Zon sem impacto nos resultados
Accionistas são soberanos na decisão de venda de acções próprias da Zon

Capa do OjeOje

Parecer do TC sobre Conta Geral do Estado é hoje entregue a Jaime Gama
Wall Street encerra em alta puxada por indicadores imobiliários
Agenda de 23 de Dezembro
Sonangol tem mil milhões para investir
Obras do TGV arrancam já em 2010

Capa do DestakDestak

Rage vencem corrida pelo primeiro lugar das tabelas
Membros da Comissão de Formação demitem-se por divergências com bastonário
Hulk e Sapunaru suspensos preventivamente
Ikea pede devolução de cadeira de criança por defeito
Acidente coloca dois carros em chamas e pára IC19

Capa do 24 Horas24 Horas


Capa do A BolaA Bola

Tony na primeira linha para reforçar a defesa
Monterrey disponível para negociar Humberto Suazo
José Dinis perto de treinar o ASA
«Ainda ninguém falou comigo» - Bolatti
Zidane revela sonho... Real

Capa do RecordRecord

Fiorentina na corrida por Mario Bolatti
O goleador inesperado
Ruben Micael só por 5 milhões
Pavilhão parado
Exigências recusadas

Capa do O JogoO Jogo

Vieira promete reforços em Janeiro, além de Kardec
Wenger: "Van Persie não vai jogar de novo nesta época"
Adjunto de Maradona considera o resultado frente à Catalunha é "injusto"
Schumacher assina pela Mercedes
Magalhães vence Babo e "bisa" título africano

CONTINUO PORTUGUÊS O REI DO BACALHAU NO REINO DA TAILÂNDIA

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Não há mal de pobreza de bacalhau que dure nem riqueza que ature.
Já algumas vezes me referi que por muitos anos me quedei um "pobre" de bacalhau na Tailândia.
Neste Reino e porque não há comunidade portuguesa, os centros comerciais não importam o "fiel amigo".
Está assim o bacalhau arreigado, desde há vários séculos, à cultura dos portugueses.
Sem um prato de bacalhau e uma batatas cozidas, regadas com azeite, a ceia de consoada de um português no mundo, mesmo que a mesa seja farta das mehores iguarias, a tristeza, invade o português e com esta as lembranças das ceias, em família, antes de emigrar para o outro lado do mundo.
Na minha mesa de ceia de Natal, desde que vivo na Tailândia há três décadas nunca me haja faltado o fiel amigo que amigos, que ainda felizmente tenho, me enviam de Macau e de Portugal.
Estas, consideradas pessoas, sempre se lembraram de mim pela quadra do Natal.
Este ano três, meus velhos amigos, invadiram-me a minha dispensa de bacalhau: O jornalista Fernando Correia de Macau, o António Pedroso Lima e o Fernando Oliveira de Portugal.
Mas hoje, um dia antes da ceia de consoada, recebi, de Macau, mais um volume com bacalhau e outras lembranças da minha estimada amiga de há 20 anos (os meus amigos são amigos de duas décadas), Drª Leonor Seabra, uma proeminente historiadora das "coisas" históricas entre Portugal e a Tailândia.
Mas amanhã, logo cedo chega a minha a casa, um velho residente na Tailândia, o Manuel Campos, que vai preparar a ceia de consoada para um grupo de patrícios, portugueses, que comigo e minha família se juntarão, à minha mesa e cearmos a verdadeira, consoada, à portuguesa.
Durante a ceia aventarei a hispótese de fundarmos a "Academia do Bacalhau" da Tailândia.
Uma boa ceia de consoada e que sejam muitos felizes no ano 2010 que se aproxima.
José Martins