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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

OS NOSSOS MAIS HONRADOS HOMENS DE PORTUGAL E NO SEU MELHOR!


Passa isto e fá-lo circular por PortugalPara avivar a memória a quem, por norma, não anota!!!
POR MIM, NÃO DEIXAREI DE AVIVAR A MEMÓRIA DOS ESQUECIDOS !...
Um dos Motivos porque o Governo se tornou fiador de 20 mil milhões de euros de transacções intra bancárias......???
Os de hoje, vão estar como gestores de Banca amanhã, pois os de ontem, já estão por lá hoje.
Correcto???? Se pensa que não, vejamos:


EIS A LISTA :
Fernando Nogueira:
Antes -Ministro da Presidência, Justiça e Defesa
Agora - Presidente do BCP Angola
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José de Oliveira e Costa: (O TAL QUE ESTEVE NA GAIOLA)
Antes -Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Agora -Presidente do Banco Português de Negócios (BPN)
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Rui Machete: (AGORA NINGUÉM O OUVE)
Antes - Ministro dos Assuntos Sociais
Agora - Presidente do Conselho Superior do BPN; (o banco falido, é só gamanço)
Presidente do Conselho Executivo da FLAD
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Armando Vara: (AQUELE A QUEM O SUCATEIRO DAVA CAIXAS DE ROBALOS)
Antes - Ministro adjunto do Primeiro Ministro
Agora - Vice-Presidente do BCP (demissionário a seu pedido, antes que levasse um chuto no cú)
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Paulo Teixeira Pinto: (o tal que antes de trabalhar já estava reformado)
Antes - Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
Agora - Presidente do BCP (Ex. - Depois de 3 anos de 'trabalho',
Saiu com 10 milhões de indemnização !!! e mais 35.000EUR x 15 meses por ano até morrer...)
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António Vitorino:
Antes -Ministro da Presidência e da Defesa
Agora -Vice-Presidente da PT Internacional;
Presidente da Assembleia Geral do Santander Totta - (e ainda umas 'patacas' como comentador RTP)
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Celeste Cardona: (a tal que só aceitava o lugar na Biblioteca do Porto se tivesse carro e motorista às ordens - mas o vencimento era muito curto)
Antes - Ministra da Justiça
Agora - Vogal do CA da CGD (QUE MARAVILHA - ORDENADO PRINCIPESCO - O ZÉ PAGA)
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José Silveira Godinho:
Antes - Secretário de Estado das Finanças
Agora - Administrador do BES (VIVA O LUXO)
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João de Deus Pinheiro: (aquele que agora nem se vê)
Antes - Ministro da Educação e Negócios Estrangeiros
Agora - Vogal do CA do Banco Privado Português (O TAL QUE DEU O BERRO).
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Elias da Costa:
Antes - Secretário de Estado da Construção e Habitação -
Agora - Vogal do CA do BES (POIS CLARO, AGORA É BANQUEIRO)
-------------------------------------------------------------------------------------------------Ferreira do Amaral: (O ESPERTALHÃO, QUE PREPAROU O TERRENO)
Antes - Ministro das Obras Públicas (que entregou todas as pontes a jusante da Vila Franca de Xira à Lusoponte)
Agora - Presidente da Lusoponte, com quem se tem de renegociar o contrato (POIS CLARO, À TRIPA FORRA).
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etc etc etc...
O que é isto ?
Cunha ?
Gamanço ?
É Portugal no seu esplendor .
...e depois até querem que se declarem as prendas de casamento e o seu valor.
Já é tempo de parar esta canalha nojenta !
Não te cales, DENUNCIA!

Passa isto e fá-lo circular por Portugal.

(Eu faço a minha parte. Por mim estes sangue-sugas já os tinha posto a trabalhar na estiva...)

RUI UNAS: EU SOU O PM (JOSÉ SÓCRATES)

Youtube - Cláudia Semedo e Rui Unas
teste

Vídeo: Rui Unas e Cláudia Semedo cantam versão de música de Rihanna

O apresentador voltou a gravar uma versão de uma música internacional adaptada ao nosso país. Unas contou com Cláudia Semedo para cantar "Eu Sou o PM". Veja o vídeo!


CN/Activa.pt 31 Jan. 2011

À primeira vista quase parece Rihanna, mas é mesmo Cláudia Semedo. A atriz aceitou o desafio de Rui Unas, no programa 'A Última Ceia', para gravar uma versão de 'Love the way you Lie' de Rihanna e Eminem. "Eu sou o PM" mostra Rui Unas vestido José Sócrates e Cláudia Semedo com uma peruca vermelha. Veja o vídeo!

CASA DA COELHA: "TODOS AS PESSOAS SÃO SÉRIAS QUANDO NÃO SE RIEM...!!!


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Escritura da casa da A. da Coelha... Não, não, não!!! O sr é sério!!!! Afinal ainda está para nascer duas vezes alguém mais sério que ele! (um ultraje para quem é realmente sério!)
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Escritura da casa da A. da Coelha... Não, não, não!!! O sr é sério!!!! Afinal ainda está para nascer duas vezes alguém mais sério que ele! (um ultraje para quem é realmente sério!)
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Ps - se quiserem saber tudo, consultem o site da Presidência da República :)
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A foto da escritura está bloqueada na Visão e não foi possível inserir aqui. Mas vai o texto e comentários da revista e de Cavaco..
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No dia 9 de Julho de 1998, a notária Maria do Carmo Santos deslocou-se ao escritório de Fernando Fantasia, na empresa industrial Sapec, Rua Vítor Cordon, em Lisboa, para registar uma escritura especial. O casal Cavaco Silva (cerimoniosamente identificados com os títulos académicos de "Prof. Dr." e "Dra.") entregava a sua casa de férias em Montechoro, Albufeira, e recebia em troca da Constralmada - Sociedade de Construções Lda. uma nova moradia no mesmo concelho. Ambas foram avaliadas pelas partes no mesmo valor: 135 mil euros. Este tipo de permutas, entre imóveis do mesmo valor, está isento do pagamento de sisa, o imposto que antecedeu o IMI, e vigorava à época.
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Mas a escritura refere, na página 3, que Cavaco Silva recebe um "lote de terreno para construção", omitindo que a vivenda Gaivota Azul, no lote 18 da Urbanização da Coelha, já se encontrava em construção há cerca de nove meses. Segundo o "livro de obras" que faz parte do registo da Câmara Municipal de Albufeira, as obras iniciaram-se em 10 de Outubro do ano anterior à escritura, em 1997. Tal como confirma Fernando Fantasia, presente na escritura, e dono da Opi 92, que detinha 33% do capital da Constralmada, que afirmou, na quinta-feira, 20, à VISÃO que o negócio escriturado incluía a vivenda.
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"A casa estava incluída, concerteza. Não há duas escrituras." Fantasia diz que a escritura devia referir "prédio", mas não é isso que ficou no documento que pode ser consultado no cartório notarial de António José Alves Soares, em Lisboa, e que o site da revista Sábado divulgou na quarta-feira à tarde.
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Ou seja, não houve lugar a qualquer pagamento suplementar, por parte de Cavaco Silva à Constralmada. A vivenda Mariani, mais pequena, e que na altura tinha mais de 20 anos, foi avaliada pelo mesmo preço da Gaivota Azul, com uma área superior (mais cerca de 500 metros quadrados), nova, e localizada em frente ao mar. Fernando Fantasia refere que Montechoro "é a zona cara" de Albufeira e que a Coelha era, na altura, "uma zona deserta", para justificar a avaliação feita.
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A Constralmada fechou portas em 2004. Fernando Fantasia não sabe o que aconteceu à contabilidade da empresa. O empresário, amigo de infância e membro da Comissão de Honra da recandidatura presidencial de Cavaco Silva, não se recorda se houve "acerto de contas" entre o proprietário e a construtora.
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"Quem é que se lembra disso agora? A única pessoa que podia lembrar-se era o senhor Manuel Afonso [gerente da Constralmada], que já morreu, coitado..."
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No momento da escritura, Manuel Afonso não estava presente. A representar a sociedade estavam Martinho Ribeiro da Silva e Manuel Martins Parra. Este último, já não pertencia à Constralmada desde 1996, data em que renunciou ao cargo de gerente. Parra era, de facto, administrador da Opi 92.
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Outro interveniente deste processo é o arquitecto Olavo Dias, contratado para projectar a casa de Cavaco Silva nove meses antes de este ser proprietário do lote 18. Olavo Dias é familiar do Presidente da República, por afinidade, e deu andamento ao projecto cujo alvará de construção foi aprovado no dia 22 de Setembro de 1997.
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A "habitação com piscina" que ocupa "620,70 m2" num terreno de mais de1800, é composta por três pisos, e acabou de ser construída, segundo os registos da Câmara a 6 de Agosto de 1999. A única intervenção de Cavaco Silva nas obras deu-se poucos dias antes da conclusão, a 21 de Julho de 1999, quando requereu a prorrogação do prazo das obras (cujo prazo caducara em 25 de Junho).
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A família Cavaco Silva ocupa, então, a moradia, em Agosto. A licença de utilização seria passada quatro meses depois, a 3 de Dezembro, pelo vereador (actual edil de Albufeira, do PSD) Desidério Silva, desrespeitando, segundo revela hoje a edição do Público, um embargo camarário à obra, decretado em Dezembro de 1997, e nunca levantado.
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A VISÃO não conseguiu obter nenhum comentário do Presidente da República.
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Aprendam com o nosso Presidente, pois ele, só vai estar mais cinco anitos.....

A NOSSA MARIA MERECE - É UM ESCÂNDALO

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E, antes de José Sócrates abandonar o poder vai ser um aviar de enfiar técnicos, com contratos de 4 anos nas embaixadas, como conselheiros de qualquer coisas... Com ordenados de “fartazana” e arrumar, assim, os amiguinhos/as.

A nossa Maria Merece - É um escândalo.

A "nossa Maria" merece...

De acordo com O Correio da Manhã, Maria Monteiro, filha do antigo Ministro António Monteiro e que actualmente ocupa o cargo de adjunta do porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros vai para a Embaixada portuguesa em Londres.
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Para que a mudança fosse possível, José Sócrates e o ministro das Finanças descongelaram a título excepcional uma contratação de pessoal especializado. Contactado pelo jornal, o porta-voz Carneiro Jacinto explicou que a contratação de Maria Monteiro já tinha sido decidida antes do anúncio da redução para metade dos conselheiros e adidos das embaixadas.
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As medidas de contenção avançadas pelo actual governo, nomeadamente o congelamento das progressões na função pública, começam a dar frutos. Os sacrifícios pedidos aos portugueses permitem: -assegurar a carreira desta jovem de 28 anos que, apesar da idade, já conseguiu, por "mérito próprio" e com uma carreira "construída a pulso", atingir um nível de rendimento mensal superior a 9000 Euros.
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É desta forma que se cala a boca a muita gente que não acredita nas potencialidades do nosso país, os zangados da vida que só sabem criticar a juventude, ponham os olhos nesta miúda. A título de curiosidade, o salário mensal da nossa nova adida de imprensa da embaixada de Londres daria para pagar as progressões de 193 técnicos superiores de 2ª classe, de 290 Técnicos de 1ª classe ou de 290 Assistentes Administrativos.
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O mesmo salário daria para pagar os salários de, 14 jovens como a Maria, das categorias acima mencionadas. Só que estes jovens ao contrário da Maria, não têm destes padrinhos, e tiveram submeter-se a concurso, também ao contrário da Maria já estão habituados a ganhar pouco e devem habituar-se a ser competitivos. "A nossa Maria merece".
Também a título de exemplo, seriam necessários os descontos de IRS de 92 Portugueses com um salário de 500 Euros a descontarem à taxa de 20%.
Novamente, a nossa Maria merece!
Merece em nome do Progresso.
Merece em nome do grande Choque Tecnológico!
E sobretudo a "nossa Maria"
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Merece por fazer parte desta cambada de padrinhos e de ladrões.

EGIPTO-ÚLTIMOS DESENVOLVIMENTOS


Slogans escritos nas paredes do Cairo no domingo

"Será que em Susan, Hosni caiu"
As paredes exteriores da sede do PND, o partido no poder, não escaparam os slogans dos manifestantes. À direita, em vermelho, uma mensagem para a primeira-dama. (Foto: Marc Daou, enviado especial FRANCE 24 no Cairo)
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Egípcios desafiam o toque de recolher, Mubarak solicitou o apoio do Exército Os manifestantes, o sétimo dia de protestos violentos que deixaram mais de uma centena de mortos, prometeram resistir à partida do Presidente Hosni Mubarak. O destino do último agora parece depender do exército.Por FENWICK Gallagher , Enviado Especial, no Cairo (vídeo)
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Despacho (texto) REUTERS - Os opositores, Hosni Mubarak, passou uma noite no centro do Cairo na segunda-feira e prometeu protesto até a saída do presidente egípcio, cujo destino agora parece depender do exército.
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Os tanques não deixar as ruas da capital
Por Carlotta RANIERI , 31/01 às 07:30

"O Exército tem de escolher entre o Egipto e Mubarak", disse um banner implantado em Tahrir Square, no centro da capital, onde os manifestantes compartilhada alimentos com os soldados mobilizados para restaurar a ordem.

Os protestos violentos que ocorrem no Egito durante seis dias, foram mais de uma centena de mortos e os dois lados estão agora em um impasse. Mais desafiador e mais difícil a situação parece insustentável Mubarak.

A nomeação de um Primeiro-Ministro e Vice-Presidente não foram considerados como respostas suficientes por parte dos manifestantes que pediam a renúncia do presidente simplesmente está no poder há 30 anos.

Suas promessas de reforma econômica, visando a contenção da inflação, criar empregos e reduzir o fosso entre ricos e pobres, não tiveram o efeito desejado.

Os manifestantes convocaram uma greve geral segunda-feira e anunciou uma marcha chamada "manifestação de milhões" na terça-feira para conseguir os seus requisitos de ponto para a democracia.

Os Estados Unidos, que têm prestado assistência a vários bilhões de dólares para seu aliado desde a chegada do Egito de Mubarak no poder, continuar a observar a situação com preocupação.

Washington teme uma repetição de um cenário semelhante ao da revolução iraniana. Barack Obama apelou domingo para uma "transição ordenada" e se reuniu com líderes de países aliados na região.

Mas uma autoridade sênior dos EUA, o sentimento entre os assessores de Barack Obama para questões de segurança é que a era Mubarak é longo. No entanto, Bush acredita que seu país não deve interferir na situação por causa das conseqüências negativas que essa intervenção possa ter.

O almirante Mike Mullen, chefe das forças armadas dos EUA, no domingo, saudou o "profissionalismo" das forças armadas egípcias abstiveram-se de embarcar em uma repressão sobre dissidentes. Por seu turno, o ministro egípcio da Defesa, chamou seu colega EUA, Robert Gates.

ElBaradei coloca seu peso para trás

O ex-chefe da Força Aérea, Mubarak foi consultado neste domingo que seus líderes militares parecem ter seu destino em suas mãos.

Segundo um analista, o Ocidente tem muito que se baseou na capacidade de Mubarak para permanecer no poder. Esta situação está mudando, investidores e políticos são acumulados por nervosismo.


No A: O que El Baradei?

Samir AITA, editor do Le Monde Diplomatique, as edições em árabe, 31/01 às 08:00

A oposição egípcia, no qual estão os Irmãos Muçulmanos parece se voltar para o ex-diplomata Mohamed ElBaradei.

Vencedor do Nobel da Paz por seu trabalho como chefe da AIEA, ElBaradei disse que foi mandatado pela oposição para negociar a transição para um governo de unidade nacional e à dificuldade de contato com o exército.

Ele também pediu aos americanos para parar o seu apoio a Mubarak.

ElBaradei havia sido alvo de críticas da oposição por ter passado muito tempo no exterior, onde, lançou uma campanha para exigir a reforma política no ano passado.

Mas estão presentes entre os manifestantes domingo, ele colocou todo seu peso e sua vontade política na balança internacional de um desafio no momento é falta de liderança.

DIÁRIO DE BORDO
"Mubarak um faraó"
"Eu acho que é um bom rapaz. Ele não estava preparado para o que acontece. Mas tudo que eu quero é que não temos um novo rei ", disse Nabil Rami, 39, um empresário que acamparam Tahrir Square. "Precisamos de um sistema de governo que é democrático, a longo prazo", acrescenta.

Adicional tropas militares foram mobilizados nos municípios de tranquilizar as pessoas preocupadas com saques. A agência oficial de notícias informou que iria retomar as patrulhas de polícia.

"Nos próximos dias, a segurança ea estabilidade são restaurados", disse um militar de Suez. "Vamos permitir que as manifestações nos próximos dias.

"Todo mundo tem o direito de expressar sua opinião. Estamos ouvindo e tentando ajudar e satisfazer todas as partes. Nós não estamos aqui para impedir que alguém. É o nosso povo ", acrescenta.


AS SUAS NOTÍCIAS NO DIA 31.01.11

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Presidente do STJ recusa recurso
Braga: Pânico durante o jantar
Marcelo R. de Sousa: Desvaloriza Silvino
Jerónimo de Sousa: Ataque ao BE
Alberto João Jardim: Sociedades secretas

Capa do Público Público

Consórcio angolano pode vir a reforçar capital na Coba
Governo recua na criação de novos centros de emprego
Sorteio do Joker (5/2011)
Chave do Totobola (5/2011)
Confrontos entre cristãos e muçulmanos causam 35 mortos na Nigéria

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Rebelo de Sousa defende demissão de Rui Pereira
Partidos exigem ao TC revisão da Lei do Financiamento
Quase17 mil licenciados candidatos a fazer os censos
Quando estava preso recebeu 7500 cartas
PSD menos "liberal" no novo ciclo

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Mubarak pede promoção da democracia
Câmara de Matosinhos voltar a dar refeições às crianças nas férias
Ninhos de cegonhas retirados da A25
Expressões faciais à lupa
Egipto: Multidão tenta deixar um país em convulsão

Capa do i i

Quinta agrícola recebe prémio de empreendedorismo
Primeiro político gay a casar é de direita e chegou a liderar a JSD
Funcionários de Bruxelas prejudicam Portugal?
Economia Social. PSD quer estatuto próprio para organizações sociais
"Todas as esquerdas perderam". Bloco e PCP em guerra pós-presidencial

Capa do Diário Económico Diário Económico

Pecados e virtudes do novo Código
A escolha entre o Brasil e Angola
CMVM prossegue com adaptação de cortes salariais
Vender dívida ou o País?
PSD não acolhe fim das indemnizações para contratos a prazo

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

EDP corta expansão nos EUA pela primeira vez
Patrões agradecem novos apoios mas querem mais benefícios fiscais
Toshiba estuda tecnologia para bloquear PC com ajuda da TMN, Vodafone e Optimus
Governo deixa cair pagamento a prestações da taxa de Justiça
Troço do TGV Poceirão-Caia custa 1.550 milhões ao Estado em 40 anos

Capa do Oje Oje

BES reforça participação na PT
Anacom admite partilha de rede
Porto de Sines saneia dívida de 78 milhões
Lucro do La Caixa cai com provisões
Microsoft mantém lucro no trimestre

Capa do Destak Destak

Super Bock Super Rock traz Arcade Fire a Portugal este Verão
Oito portugueses "retidos" no aeroporto do Cairo há 24 horas
Jesus satisfeito promete equipa para ganhar clássico no Dragão
Urgência hospitalar em 'drive-in'
Fascinação

Capa do A Bola A Bola

«Ainda posso dar muito mais» - Fernández
Falcao alimenta a dúvida; Hulk de prevenção
Kléber é o escolhido para substituir Liedson
Bruno Cepeda é reforço
Igor Pita é reforço

Capa do Record Record

Adrien: «Quero ter mais visibilidade no futebol português»
Brasileiro Kardec pedido ao Benfica
Final antecipada será agora na Luz
Henrique era o desejado
Consistência versus talento

Capa do O Jogo O Jogo

Nelson Évora começa época aquém das expectativas
Luis Suarez a um passo do Liverpool
Jim O'Brien demitido dos Indiana Pacers
Nelson (Osasuna): "Gostava de voltar à selecção"
Fernandéz e Jardel satisfeitos com a estreia

LISBOA: A DEGRAGAÇÃO DOS RELÓGIOS ANTIGOS




O desinteresse dos políticos pelo património nacional, neste caso concelhio

Património
Relógios públicos de Lisboa andam ao deus-dará
Mais de metade dos relógios públicos antigos de Lisboa estão parados. Quem o diz é o investigador do tempo Fernando Correia de Oliveira, que atribui o abandono a que muitas destas peças históricas estão votadas à relação "doentia" que os portugueses têm com o tempo. Por Ana Henriques (texto) e Miguel Manso (fotografia)
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Ao lado, o relógio da Torre do Galo construído pelo fabricante de Mafra José da Silva no século XVIII

Em baixo à esquerda, o primeiro relógio público de Lisboa, na Sé. A máquina medieval veio de França, acompanhada de um relojoeiro

Em baixo à direita, o relógio do Arco da Rua Augusta, de finais da década de 1930. Foi fabricado por um grande mestre português, Manuel Francisco Cousinha

Em cima, o relógio de sol da Sé que já serviu para acertar o relógio de carrilhões existente na mesma torre

Em cima à direita, a funcionar na perfeição, o relógio da hora legal, no Cais do Sodré, é o único cem por cento fiávela Fernando Correia de Oliveira, investigador da história do tempo e da relojoaria, aponta o mecanismo da Torre do Galo, na Ajuda, como um exemplo doabandono a que estão votados os relógios públicos antigos de Lisboa.
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Pormenor: a torre barroca encimada por um catavento em forma de galo fica a uma escassa centena de metros do Palácio da Ajuda, sede do Instituto do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar) e do Ministério da Cultura. Visto de fora, o edifício de pedra com mostradores em todas as faces parece simplesmente por recuperar.

O especialista explica no entanto que, no interior da torre, o mecanismo de ferro do relógio está ligado a um complexo sistema de carrilhões assente em estrados de madeira que podem desmoronar-se a qualquer momento, até porque houve aqui um incêndio há algumas décadas.
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Trata-se de um dos exemplares mais interessantes da relojoaria grossa nacional, observa, fabricado por um exímio mestre relojoeiro do Convento de Mafra no séc. XVIII, José da Silva. Fazia parte da Real Barraca, as instalações em madeira que D. José mandou fazer depois de o terramoto de 1755 o ter feito fugir da zona do Terreiro do Paço. O estado a que chegou "é chocante", diz Fernando Correia de Oliveira.
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Igualmente preocupante é a situação dos relógios públicos existentes nos hospitais do centro de Lisboa que irão ser desmantelados. O desconhecimento do seu valor pode ditar a destruição. O especialista fala de um pequeno carrilhão ao abandono no Hospital de S. José, que não está sequer à vista, e num relógio com sino numa torre num pátio no Hospital dos Capuchos: "Este património desconhecido pode ir todo parar ao lixo." Outro perdeu-se para sempre, como os relógios florais da rotunda do aeroporto. "Um dizia "bem vindo" e outro "boa viagem". Foi tudo destruído."
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"Há uma insensibilidade e um desprezo quase total dos poderes públicos perante estas questões", descreve. O facto de os técnicos do património terem uma formação habitualmente ligada apenas à história da arte pode ajudar a explicar o desinteresse. "Toda a Europa estima os seus relógios; são considerados património colectivo." Mesmo mostradores de madeira pintada existentes em países com climas bem mais rigorosos que o português, como a Alemanha, são mantidos em condições, prossegue. A que se deve a atitude nacional? "É o nosso desmazelo e a nossa má relação com o tempo exacto, a que não damos valor."
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Mesmo instituições que dantes mantinham as suas máquinas a funcionar de forma irrepreensível, como os Correios, já não têm o mesmo cuidado. Que o diga o relógio da estação da Praça D. Luís, junto ao mercado da Ribeira. O mostrador amarelado e os ponteiros parados no tempo desfiguram a solenidade do torreão em que mora desde os anos 50. Não está sozinho no seu infortúnio: no vizinho Largo de S. Paulo, um dos mostradores da igreja já nem ponteiros tem.
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A CP é das poucas entidades que continuam a manter bons padrões de funcionamento, nota Fernando Correia de Oliveira. Por vezes, os mecanismos foram retirados dos seus lugares originais e colocados nos núcleos museológicos que a empresa tem espalhados pelo país. A Fundação Portuguesa das Comunicações podia fazer algo de semelhante com o espólio dos antigos CTT, Marconi e TLP que tem armazenado, sugere. Em vez de o ter depositado nos armazéns, longe da vista do público, poderia aproveitar os diferentes relógios que tem para criar um núcleo museológico do tempo.
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Um pouco adiante, o fracasso do restauro do relógio do Arco da Rua Augusta é exemplar de como, mesmo havendo um mecenas, um processo que tinha quase tudo para correr bem pode emperrar. O relógio do arco marca agora a hora certa. Por quanto tempo? É impossível saber. Ainda há cinco dias estava parado. As oscilações de humor duram-lhe desde 2007, altura em que a Torres Joalheiros empreendeu uma missão de mecenato com a marca de alta relojoaria Jaeger-LeCoultre para financiar o restauro desta e doutras peças notáveis de Lisboa há muito adormecidas.
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A reentrada em funcionamento de um mecanismo que se encontrava parado há anos foi feita numa cerimónia que contou com a presença da ministra da Cultura e de vários outros responsáveis pelo património - o que não impediu que, escassos dias mais tarde, o mostrador já registasse um atraso de dez minutos. Mais de três anos e de 36 mil euros depois, valor da verba paga pelos mecenas, o problema não está resolvido. O mestre relojoeiro que consertou o maquinismo - produzido pelo seu avô no final da década de 1930 para substituir o original, que tinha deficiências de funcionamento - chegou a queixar-se de que o Igespar nem sempre lhe facultava a chave que lhe permitia aceder ao arco para fazer a manutenção regular do aparelho.
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Em relógios mecânicos, como é o caso, e ainda por cima numa zona de alguma humidade por causa da proximidade do rio, os pequenos acertos periódicos feitos pelo relojoeiro são indispensáveis. O peso dos ponteiros de um sistema desta dimensão também contribui para os desacertos. A estes desentendimentos somaram-se os danos provocados pelas obras que o Estado resolveu a seguir fazer no edifício, com o intuito de o abrir de forma permanente ao público - o que, apesar de estar previsto no protocolo com a Torres, nunca sucedeu até hoje.
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"O relógio ficou num estado deplorável por causa da poeira resultante da limpeza da pedra", recorda Paulo Costa Dias, da empresa benemérita. Seguiu-se nova reparação. A Torres disponibilizou-se para patrocinar o restauro de mais dois relógios monumentais, o da Sé e o do Mosteiro de S. Vicente de Fora. "Mas sentimo-nos menos motivados depois do falhanço da Rua Augusta", admite o mesmo responsável, que continua à espera que o relógio volte a trabalhar em condições para avançar para mais mecenatos.
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Talvez não seja fácil. "Este relógio nunca funcionou bem", diz Fernando Correia de Oliveira. E revela um segredo bem guardado: durante a II Guerra o relógio foi munido com um sistema de sirenes, que avisariam os habitantes caso Lisboa viesse a ser bombardeada.

Paulo Costa Dias diz que os problemas estruturais do edifício da Sé são outro obstáculo ao restauro daquele que é o primeiro relógio público de Lisboa, e que está igualmente parado. Com um único ponteiro, o das horas, não era máquina de grande precisão, mas na Idade Média isso também não tinha grande importância. Inicialmente nem sequer tinha mostrador.
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"Não era para mostrar as horas, era para as bater, com os sinos", explica Fernando Correia de Oliveira. Era através dele que mouros e judeus sabiam que era altura de recolherem aos seus bairros, cujas portas se fechavam às 18h para só reabrirem às 7h do dia seguinte. O investigador chama a atenção para um pequeno quadrado que está a meio da torre da Sé. Passa quase despercebido, até porque a numeração já se encontra apagada, mas é um relógio de sol. Era por ele que na Sé se acertava o mecanismo dos carrilhões.
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E quem quiser saber as horas mesmo certinhas é ir ao Cais do Sodré. Na esquina das agências europeias, o relógio da hora legal transmite o tempo oficial emitido pela única entidade habilitada para o fazer - o Observatório Astronómico da Ajuda (através de um "diálogo" entre computadores, um instalado na Tapada da Ajuda, outro na guarita do Cais do Sodré). "Ao fim de muitos anos e também de muitas peripécias, parece que finalmente o relógio está a servir para o que foi criado. É só pena não ter ponteiro dos segundos", diz Fernando Correia de Oliveira.
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O PÚBLICO tentou obter junto de diversas entidades explicações para a existência de tantos relógios mortos cidade fora. Os Correios de Portugal dizem que não há nada a fazer no caso da Praça D. Luís. "O relógio está avariado e não tem arranjo.Há dois anos que sabemos isso", refere o assessor de imprensa dos CTT, Fernando Marante.
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Já o Igespar remeteu todas as explicações para a Direcção Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo, que não conseguiu responder em tempo útil. Questionada sobre se o instituto tem nos seus quadros pessoal especializado neste tipo de património, a sua porta-voz, Maria Resende, respondeu: "Não tem nem tinha que ter, na medida em que, sempre que se torna necessário, recorre a outras entidades com técnicos na área em questão."
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Fernando Correia de Oliveira lamenta a falta de especialistas na reparação da relojoaria grossa. A meia dúzia que ainda existe fá-lo por tradição familiar ou vem da Marinha, instituição onde os cronómetros nunca deixaram morrer este ofício. Pelas suas contas, mais de metade dos relógios públicos antigos de Lisboa estão parados. Em cima, o relógio da estação dos Correios da Praça D. Luís, da década de 1950. Os CTT dizem que sabem há dois anos que está avariado, mas que não tem arranjo

EGIPTO: GOVERNO DA TAILÂNDIA PREPARA VÔO PARA EVACUAR SEUS CIDADÃOS

EGIPTO

Bangkok prepara vôo para evacuar Thais encalhado no Cairo

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros tailandês está a negociar com companhia aérea tailandesa para despachar um vôo fretado para o Cairo para evacuar Thais encalhado no Aeroporto Internacional de Cairo depois da violência fatal no Egito.


O vôo especial é esperado sair de Banguecoque para o Cairo em cerca de meia-noite, de hoje, mas as autoridades tailandesas precisam pedir autorização para entrar no espaço aéreo egípcio, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores Thanee Thongpakdee disse hoje segunda-feira.

Cerca de 80 Thais estão aguardam, ansiosos, no aeroporto do Cairo, mas apenas 45 pretendem regressar a casa, acrescentou o porta-voz e que o resto são na sua maioria trabalhadores, que querem voar para a Europa e Líbia.

Equipes de funcionários da Embaixada da Tailândia, no Cairo, ofereceram comida e outras necessidades para a Thais encalhados no aeroporto.

As situações particularmente Cairo, no Egito ainda são preocupantes, disse ele. Pelo menos 100 pessoas morreram e outras milhares de feridos durante a violência que começou há cerca de uma semana atrás. Os manifestantes pediram ao presidente Hosni Mubarak, que tem estado na posição por 30 anos, para resignar do cargo.

Manifestantes egípcios pediram uma "marcha de um milhão" na terça-feira, amanhã, no Cairo para marcar uma semana desde o início dos maiores protestos contra o governo em três décadas.