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segunda-feira, 14 de março de 2011

AS ROLHAS DOS NOSSOS CORTICEIROS







ARÁBIA SAUDITA ENVIA TROPAS PARA BHARAIN

Estados do Golfo enviou tropas para acabar com os tumultos no Bahrein
Les États du Golfe envoient des troupes pour mettre fin à l'agitation au Bahreïn
Ao enviar tropas no Bahrein, países do Golfo Pérsico, temem uma desestabilização da região, pretende, com isto, enviar uma mensagem forte para os manifestantes. A oposição, alegando principalmente das reformas política interna.
Por Perrine Mouterde (texto) France24

Cerca de 150 caminhões, veículos blindados e cinqüenta outros veículos - jipes, ambulâncias ... - Chegaram na segunda-feira à tarde, no território do Bahrein. Eles cruzaram a ponte de 25 milhas de comprimento que liga a pequena ilha com o seu vizinho grande e poderoso, a Arábia Saudita.

A Ordem do regime do Bahrein, o Conselho de Cooperação do Golfo (GCC), composto por seis estados da região, enviou milhares de soldados sauditas para acabar com o movimento de protesto contra a dinastia sunita Al-Khalifa, no poder desde o século XVIII, em Manama.

Segundo uma fonte saudita autorizou, sua missão é "proteger as instalações do governo. Os Emirados Árabes Unidos também anunciou o envio de tropas. A oposição, imediatamente denunciou a "ocupação" estrangeira ", uma conspiração contra o povo do Bahrein e desarmou uma violação das convenções internacionais."

Efeitos desestabilizadores sobre a Arábia Saudita

Criado em 1981, os Estados do CCG permite aos seus membros para intervir militarmente em seus vizinhos em caso de problemas de segurança e defesa, diz Hichem Karoui, pesquisador do Centro para o Estudo do Oriente Contemporâneo e autor do livro intitulado "Onde A Arábia Saudita está indo? ".

"Nos anos 1990, eles apoiaram o Kuwait durante a invasão do Iraque ao lado dos seus aliados ocidentais", lembra ele. Desde o início do movimento de protesto no Bahrein, de reuniões de ministros dos negócios estrangeiros da região são realizadas regularmente. Arábia Saudita quer mostrar que não vai permitir as manifestações ".

Porque o reino wahabita, o potencial de contágio do movimento de protesto do Bahrein de fato representa um problema. " Os sauditas têm sua própria minoria xiita , que está localizado em uma região rica em petróleo, disse Hichem Karoui. Eles não querem ouvir falar de democracia nestes dias. Se a monarquia constitucional no Bahrein está se tornando uma realidade, por que "Não é impor na Arábia Saudita?"

Maioria no país, os xiitas no Bharein têm apelado para início de Fevereiro de importantes reformas políticas, incluindo o aumento dos poderes do Parlamento, uma reforma do governo ou uma mudança no mapa eleitoral. Eles também se sentem discriminados pelo governo, sunita. A facção mais radical da oposição, poderá até mesmo pedir um fim à monarquia. 17 de fevereiro de sete manifestantes foram mortos pelo exército Bahrein . Este fim de semana, confrontos violentos eclodiram novamente no centro da capital, Manama .

Se os manifestantes exigem mudanças políticas e sociais do que religiosos, os regimes do Golfo são, eles próprios, uma leitura geo-estratégica. Para a análise de U. S. Stratfor site que compartilha este ponto de vista, é mesmo verdade Batalha entre Teerã e Riad, que é jogado no território do Bahrein. A derrubada do governo pelo movimento xiita enfraqueceria a posição militar dos EUA na região (os Estados Unidos têm uma base militar no Bahrein) e demonstrar o poder de peritos iranianos escrever.

"Riade está aterrorizado do Irão"

"A situação é mais complicada do que isso, porém Stéphane Lacroix, um professor na Sciences Po Paris e especialista na Arábia Saudita. Os xiitas do Bahrein não estão diretamente alinhados com o Irã, seria muito fácil de ver a mão de Teerã por trás dos protestos. vítimas de discriminação, os xiitas têm razões legítimas para se rebelar. Mas essa retórica será usado para montar os sunitas contra os manifestantes. "

Devemos temer uma escalada na região? Segundo Stephane Lacroix, a demissão do primeiro-ministro poderia ajudar a acalmar os manifestantes - se não o mais radical da oposição xiita. Wefaq maioria do partido na oposição tradicionalmente opera numa lógica de conciliação com o poder e poderia ter um papel moderador. "Agora que o sangue correu, o Wefaq no entanto, não podemos ceder sem grandes medidas de compensação pelo regime", disse Stéphane Lacroix.

"Ao chamar a Arábia Saudita para ajudar o regime do Bahrein quer mostrar que os manifestantes que ele tem aliados poderosos, diz ele. Mas este é também um passo para trás, enquanto que as monarquias do Golfo pequena tentativa de emancipar-se do seu poderoso vizinho. "

PORTUGAL TRAGÉDIA DA POBREZA ENVERGONHADA

CHOCANTE: CONFISSÃO DE UM PROFESSOR LER POR FAVOR

A POBREZA ENVERGONHADA PODE ESTAR AO NOSSO LADO!...ENQUANTO ALGUNS GASTAM À TRIPA FORRA O QUE PERTENCE AO POVO!!!!.........
NÃO FIQUE CALADO, SINTA-SE ANTES INDIGNADO, E FALE.

SE CALHAR AO SEU LADO EXISTE ALGO IDÊNTICO, ABRA OS OLHOS E FALE.......O Diário do Professor Arnaldo - A fome nas escolas

Publicado em 19 de Novembro de 2010 por Arnaldo Antunes
Ontem, uma mãe lavada em lágrimas veio ter comigo à porta da escola. Que não tinha um tostão em casa, ela e o marido estão desempregados e, até ao fim do mês, tem 2 litros de leite e meia dúzia de batatas para dar aos dois filhos.

Acontece que o mais velho é meu aluno. Anda no 7.º ano, tem 12 anos mas, pela estrutura física, dir-se-ia que não tem mais de 10. Como é óbvio, fiquei chocado. Ainda lhe disse que não sou o Director de Turma do miúdo e que não podia fazer nada, a não ser alertar quem de direito, mas ela também não queria nada a não ser desabafar.

De vez em quando, dão-lhe dois ou três pães na padaria lá da beira, que ela distribui conforme pode para que os miúdos não vão de estômago vazio para a escola. Quando está completamente desesperada, como nos últimos dias, ganha coragem e recorre à instituição daqui da vila - oferecem refeições quentes aos mais necessitados. De resto, não conta a ninguém a situação em que vive, nem mesmo aos vizinhos, porque tem vergonha. Se existe pobreza envergonhada, aqui está ela em toda a sua plenitude.

Sabe que pode contar com a escola. Os miúdos têm ambos Escalão A, porque o desemprego já se prolonga há mais de um ano (quem quer duas pessoas com 45 anos de idade e habilitações ao nível da 4ª classe?). Dão-lhes o pequeno-almoço na escola e dão-lhes o almoço e o lanche.

O pior é à noite e sobretudo ao fim-de-semana. Quantas vezes aquelas duas crianças foram para a cama com meio copo de leite no estômago, misturado com o sal das suas lágrimas...
Sem saber o que dizer, segurei-a pela mão e meti-lhe 10 euros no bolso. Começou por recusar, mas aceitou emocionada.

Despediu-se a chorar, dizendo que tinha vindo ter comigo apenas por causa da mensagem que eu enviara na caderneta.
Onde eu dizia, de forma dura, que «o seu educando não está minimamente concentrado nas aulas e, não raras vezes, deita a cabeça no tampo da mesma como se estivesse a dormir».
Aí, já não respondi. Senti-me culpado. Muito culpado por nunca ter reparado nesta situação dramática.
Mas com 8 turmas e quase 200 alunos, como podia ter reparado?

É este o Portugal de sucesso dos nossos governantes. É este o Portugal dos nossos filhos.É este o Portugal de sucesso e orgulho do Sócrates!!!!Divulguem e não se cansem de divulgar por esse mundo fora... Não se calem... Pode ser que chegue à assembleia da República das Bananas! Perguntem ao Sócrates e aos Boys se têm passado muita fome e quem é que lhes paga a gasolina e os fatos comprados em Nova Iorque! Ainda há professores que não fizeram greve! Eu fiz e faço já outra se for preciso!



BHARAIN - BRUTALIDADE DA POLÍCIA DO EMIR

Atenção: as imagens do video abaixo podem impressionar e semsibilizar os menos preparados a ver cenas violentas.

JOSÉ SÓCRATES: "QUEREM DAR-LHE O PONTAPÉ-NO-CU!"

E lembre-se meu Povo... Não montem o cadafalso... A pena de Morte foi abolida há muitos anos em Portugal. Levem, levem baldes de merda (bem diluída) mal cheirosa e atirem-lhe com baldadas!

Manifestação espontânea à porta do Parlamento

por Ricardo Paz Barroso, Publicado em 14 de Março de 2011 Actualizado há 3 horas. Cerca de 20 cidadãos estão concentrados à porta da Assembleia da República para pedir a demissão do primeiro-ministro. São esperados cerca de meia centena.
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José Maria Barcia, 20 anos, esperava do discurso de José Sócrates um anúncio de demissão. Mas o primeiro-ministro "trocou-lhe" as voltas e o estudante de Ciências Políticas da Universidade Católica não hesitou: plantou-se à porta do parlamento e começou a convocar pessoas para esta manifestação espontânea.
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Pelas 23h00, José Barcia já teria,segundo o próprio, reunido cerca de 20 pessoas e contava ainda com a chegada de mais 30, essencialmente estudantes universitários, "de várias áreas e faculdades".
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A ideia é serem "recebidos por alguém que ouça o nosso pedido de demissão deste governo". José Barcia afirmou ao i que vai ficar a noite toda à porta do parlamento, "mesmo que fique aqui sozinho, pois não tenho coragem de pedir às pessoas que me acompanhem neste acto". O estudante explicou ao i que este protesto nada tem a ver com a vaga de protestos fomentada pelo movimento Geração à Rasca. "Não estamos à rasca, nem temos questões ligadas ao desemprego, mas estamos muito preocupados com a situação política e económica actual . Este primeiro-ministro não é a solução para crise que o país atravessa", concluiu.
Fonte Jornal i


A RTP E OS SEUS LIXOS PUTRIFICADOS

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O CAMIÃO DO LIXO DE "BOYS", CHUPAM-CHPAM!

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Uns felizes contentes!
Clique na imagem para a levar ao tamanho normal



O NOSSO BALDE,POLÍTICO,DO LIXO SEM POSSIBILIDADE DE RECICLAGEM


Sócrates situa PSD na origem de crise política à vista
publicado 20:51 14 março '11
O Governo vai apresentar uma resolução sobre o PEC e a Oposição é "livre" para abrir uma crise política, disse Sócrates André Kosters, Lusa
O primeiro-ministro dirigiu-se esta segunda-feira à noite ao país para endossar ao “principal partido da Oposição” a responsabilidade pela eventual abertura de uma crise política em Portugal, sustentando que as medidas de austeridade a inscrever no próximo Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) suscitaram aplausos em Bruxelas e “equívocos em Portugal”. Quanto à possibilidade de deixar a chefia do Governo, José Sócrates escusou-se a “antecipar cenários”. Fonte do texto: RTP
Grafia da responsabilidade deste blogue

O BALDE DO LIXO CASEIRO


A grafia é da responsabilidade deste blogue...

A MOEDA EURO: " DEU NUM GRANDE CU DOS PAÍSES,MEMBROS, POBRES

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"É a pergunta que hoje toda a gente faz desta ou de outra maneira mais simpática (“Como assegurar o futuro do euro”? Que mais não é que: “Como salvar o euro?”).
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Exactamente por o euro ter constituído um grande logro para todos – inclusive para a Alemanha que dele tem tirado a maior vantagem -, é que hoje não é preciso ter especiais conhecimentos de economia, nem de moeda, para se perceber que uma moeda comum a vários Estados independentes não pode existir nas condições em que o euro foi criado, se desenvolveu e hoje vive.
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Mais cedo ou mais tarde – e é isso que já está a acontecer com vários Estados por muito que se tente escondê-lo – verificar-se-á que uma moeda comum criada num mercado que na prática, sob vários aspectos (em teoria em todos), funciona como um mercado interno, só pode existir se atender às particularidades, especificidades e níveis de desenvolvimento das economias dos respectivos Estados e dispuser dos meios e mecanismos adequados para esse efeito.
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Independentemente de qualquer vontade perversa, mas antes como consequência natural do funcionamento da actividade económica, se por força da hegemonia económica de um deles, ou de mais que um, a moeda servir apenas a política desse ou desses Estados – isto é, se atender apenas à específica natureza das economias hegemónicas – os outros Estados não têm qualquer hipótese de continuar nesse conjunto, arrastando a sua saída, e os problemas que a ela inevitavelmente estarão ligados, o fim da moeda única.
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Começando pelo princípio. A moeda única foi um logro, porque quem a impôs (a França) na base de uma decisão puramente política acreditou que essa era a decisão económica e politicamente correcta para compensar a inevitável reunificação alemã que a Rússia já não tinha força para impedir, que a América acabou por aceitar quando teve a garantia de que a Alemanha não abandonaria a NATO e que a Inglaterra verdadeiramente nunca quis.
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A França estrebuchou, Mitterrand pôs em prática todo o seu maquiavelismo político e até alguma ostensiva inabilidade quando foi a Berlim Leste tentar adiar o que já estava consumado, e acabou por fazer com Kohl o “negócio da moeda única” supondo que assim amarrava a Alemanha e a sua economia à Europa unida.
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E até é verdade que, nos anos economicamente duros da “assimilação” da reunificação, a França tirou mais partido da moeda única do que a Alemanha, na medida em que viu consideravelmente aumentadas as suas exportações além-Reno. O que ninguém na altura ninguém percebeu foram as consequências do que se estava a criar. Acreditou-se que, com um banco central feito à imagem do Bundesbank e duas ou três regras vagamente restritivas relativas ao défice e à dívida, se assegurava a perenidade de uma moeda que “iria ajudar a unir” decisivamente a Europa.
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Como se a economia de um país em sistema capitalista fosse algo que se pudesse reconduzir ao papel económico do Estado que, aliás, por força das correntes ideológicas vigentes, não deixava de se reduzir drasticamente a cada dia que passava. Mas mesmo que não fosse o caso. Passou a haver um “novo mundo” para os bancos e as empresas que nenhum Estado podia controlar. Do outro lado do Atlântico, renomados economistas americanos, com óbvia grande experiência do que é uma moeda única num enorme espaço económico constituído por estados federados, sempre puseram muitas dúvidas ao êxito de tal empresa.
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Mas como tudo estava aparentemente a correr bem e o euro, a partir de determinada altura, até passou, em cotação, a superar o dólar, ninguém lhes ligou por cá. A euforia reinava por todo o lado. Estados que sempre tiveram balanças de pagamentos deficitárias e que conheciam o penoso caminho da busca de divisas para fazer face aos défices das suas balanças comerciais diziam e ouviam dizer que agora esse problema “não se punha” porque temos todos a mesma moeda.
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Ou seja, davam a entender que o problema se resolveria uma pouco à semelhança do que até então se resolvia o endividamento interno. “Um pouco à semelhança” e não do mesmo modo, porque agora não poderiam criar moeda, já que havia um banco central, que não dependia exclusivamente de nenhum deles, e tinha como principal missão o controlo dos preços, ou seja, da inflação. Mas, à parte isso, tudo igual.
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E aqueles outros Estados que viviam permanentemente angustiados com a inflação, tinham doravante a garantia de que com um banco central à alemã esse flagelo deixaria de existir. Enfim, apenas vantagens! O que aconteceu silenciosamente ao longo dos anos conhece-se muito bem agora pelo barulho que está a fazer. Situação que a crise financeira de 2008 apenas pôs a nu, e em certa medida agravou, mas que já existia.
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A economia mais competitiva e as economias que mais de perto a acompanharam foram-se impondo no grande espaço económico comum expulsando para o caixote do lixo da história os aparelhos produtivos dos Estados que não tinham (por desvantagem competitiva) capacidade para concorrer com elas num mercado livre. Por outro lado, os Estados, as empresas e os cidadãos (ou as famílias, como os economistas gostam de dizer) foram-se endividando por razões aparentemente diferentes mas no fundo reconduzíveis ao mesmo denominador comum: crédito barato e necessidade de rentabilidade do capital.
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Os Estados endividaram-se para cumprir as funções que são as suas, embora nem sempre pelas melhores razões. Alguns, que sempre foram deficitários, agravaram os seus défices, porque, como o crédito era barato e o “problema das divisas estava resolvido”, era altura de fazer obra e servir clientelas que, se não perpetuavam no poder os governos que as decidiam, pelo menos lhes asseguravam uma longa duração.
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Outros, que até nem eram por aí além deficitários, viram-se por força da crise “obrigados” a assumir despesas (sociais, de estímulo económico e de resgate) que antes não suportavam. Por seu turno, os bancos endividam-se para conceder crédito às empresas e às famílias. As empresas contraíram dívidas para financiar actividades económicas viradas para sectores onde a concorrência externa não se fazia sentir, mas que simultaneamente não geravam recursos provenientes de rendimentos externos.
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Ou seja: a dívida contraída fora do país , por quem emprestou às empresas ou pelas próprias empresas, agravava-se tanto mais quanto mais estas actividades se desenvolviam. Empurradas pelo crédito barato, as famílias gastavam acima dos seus previsíveis rendimentos (cada vez mais falíveis dada a crescente precariedade do emprego) para comprar produtos produzidos por aquelas empresas, nomeadamente casas, mas também – e em grande escala – para consumo.
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O dinheiro, por seu turno, era emprestado por quem tinha excesso de liquidez proveniente dos excedentes comerciais e era barato, porque, como existia em quantidades excedentárias relativamente às necessidades das economias que o geravam, tornavam-no num bem pouco escasso. Esta foi a “ratoeira” que nem aqueles que dela mais beneficiaram à época da criação da moeda única sequer suspeitaram – o que também nos dá uma ideia muito correcta do que é a “ciência” económica.
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E hoje? Hoje é o que se sabe: os que emprestaram o dinheiro sem qualquer racionalidade económica querem recebê-lo por inteiro e depressa, tanto mais que muitos ou quase todos os bancos que o fizeram estão numa situação económica muito difícil. Ou seja, precisam de muitos milhares de milhões para se recapitalizarem. E então acham que a via mais segura para atingir esse objectivo – agora que o dinheiro é escasso – é através de draconianas medidas de austeridade.
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As medidas draconianas que os Governos dos Estados credores (entenda-se: bancos alemães, alguns franceses e mais uns poucos) impuseram aos devedores traduzem-se como toda a gente sabe em políticas altamente restritivas, que agravam o desemprego, geram a recessão e não impedem, antes agravam, a constante subida dos juros.
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Como estas políticas são objectivamente contraproducentes para combater a crise e subjectivamente incomportáveis pela generalidade dos agentes económicos, a consequência previsível da sua reiteração seria a bancarrota dos Estados endividados, a falências das empresas em geral e dos bancos em particular, e o lançamento no desemprego e na miséria de milhões de pessoas.
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E é por isso que, com estas políticas, o euro não tem futuro. Nenhum futuro, como muito em breve se constatará. "

CHOCANTE - "NÃO HÁ PALAVRAS PARA DEFINIR A DESGRAÇA QUE SEGUE EM PORTUGAL"

LINHA DE APOIO

SOS com mais chamadas por problemas económicos

Número de chamadas relacionadas com dificuldades económicas estão a aumentar, segundo os responsáveis desta linha de apoio.

Há pessoas que ligam para a linha SOS Voz Amiga porque já não sabem o que fazer para conseguir sustentar a família. Outros contactam os voluntários porque, perante o desespero e a solidão, ponderam seriamente suicidar-se.

Leia mais pormenores no e-paper do DN.


ESTE "RAPAZOLA" COMPLETAMENTE DOIDO!

Demência total


O país desaba, as condições deterioram-se, a esperança desvanece-se, o futuro torna-se mais negro a cada dia que passa, e o Engenheiro passa como se nada se passasse. Anuncia novas medidas de austeridade, mais cortes em salários e pensões, mais impostos, menos apoios sociais com a maior naturalidade pouco tempo depois de ter anunciado outras que resolveriam o problema. Ofende-se quando lhe chamam de incompetente e desleixado como se as evidências o não mostrassem claramente. Já não vive na realidade mas num limbo de inconsciência e de demência que não pode continuar. O nosso futuro exige-o. Mas, o mais grave é que o nosso futuro exige que se mude não só estes políticos, exige que se mude o sistema e se abandonem estas politicas capitalistas e parece que muitos o não querem ver. Trocar este por outro que faça igual não altera nada.

ESTE "RAPAZ" SEGUE DOIDO PELO PODER...!!!

O respeitinho é muito bonito


Passos Coelho afirmou que não vai viabilizar as novas medidas do PEC por considerar uma falta de respeito o mesmo ter sido apresentado à União Europeia sem primeiro o anuncio ter sido feito ao Parlamento, Parceiros Sociais e Presidente da Republica. A mim parece-em bem mais importante o conteúdo do PEC que a forma e era por aí que deveria ser chumbado no Parlamento. Mas, todos sabemos que o PSD não tem outras soluções para resolver os problemas de Portugal e por isso também eles, se algum dia chegarem ao poder irão apresentar muito mais PEC's. A Sra. Merkel manda e eles terão de obedecer. Afinal são duas faces da mesma moeda.
Alguém vê alguém neste país a discutir outras formulas e outras soluções? Dizem que o governo tem de falar verdade, mas todos sabemos que isso não alterará nem as politicas nem as consequências. Há outros caminhos e há outras soluções, o que não há é a coragem de as discutir. Políticos e os comentadores tudo têm feito para nos provar a inevitabilidade daquelas que agradam ao poder.

VARA - A UNHA COMPRIDA DO DEDO MINDINHO




Vara - A unha comprida do dedo mindinho
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Corria o ano de 2004 (por aí) estava eu a ver o noticiário na televisão e apareceu-me um tipo de blazer e cabelo à pato bravo que quer parecer queque, com a legenda em rodapé: Ministro da Juventude e Desporto. “Deve ter sido futebolista, ou jogador de basquete, ou qualquer coisa assim na área do desporto” pensei eu. Mas aí reparei que o dito senhor tinha a unha do dedo mindinho comprida. E reparei porque ele, ao ser parado por uma repórter, levou a mão à altura do rosto, em ângulo recto, e limpou vigorosamente o ouvido com a unha. “Oh diabo!” pensei, “é mas é pato bravo”.
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Porque vou-lhes dizer, nem na altura do PREC, nem quando a classe trabalhadora esteve a uma unha negra do poder, eu tinha visto um ministro limpar o ouvido com a unha comprida do dedo mindinho. Fiquei seriamente preocupado. Mal sabia eu. O fulano era nem mais nem menos do que Armando Vara, pós-graduado e licenciado (por essa ordem) da nossa praça, subsecretário de secretário, secretário, ministro – um homem com uma carreira política meteórica e um tanto disléxica: afinal de contas, o que é que um funcionário da CGD em Vinhais, Trás-os-Montes, com o 12º ano, sabe de Administração Interna, Juventude, Desporto e Prevenção Rodoviária?
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Mas essa escalada de elevador pelas escadas do Poder foi apenas a primeira parte da vida deste fura-vidas. Terminou com um escândalo incómodo, relacionado com uma tal Fundação para a Prevenção da Segurança Rodoviária – mas a simpática e eficiente Justiça portuguesa arquivou o processo por falta de provas.
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A segunda parte é a vida Armando António Martins Vara como grande gestor da banca. Pelo menos aí pode dizer-se que estava no seu elemento, pois com certeza que conseguia contar maços de notas com presteza, ajudado por aquela unha do dedo mindinho. Começou na Administração da Caixa Geral de Depósitos, esse poço sem fundo onde caem todos os ex-políticos. E três dias antes de entrar na CGD já era licenciado. Dois anos depois passava a vice-presidente do maior banco português, o Millennium, com pelouros suficientes para meia dúzia de pessoas.
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Helás! Salários sumptuosos não lhe tiraram o apetite por dinheiro pequeno. No processo Face Oculta constam de envelopes com 15 mil euros, caixas de robalos e almoços em restaurantes meia leca. E assim chegamos à terceira parte da vida e obra de Armando António: Presidente do Conselho de Administração da cimenteira Camargo Corrêa África. A ida para Angola podia lembrar um pouco o desterro dos degredados no século XIX, que iam cumprir pena nas colónias com a ideia que as doenças tropicais os matassem.
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Mas os tempos africanos mudaram, claro. Angola é hoje em dia uma powerhouse de desenvolvimento, a precisar de cimento, muito cimento. No meio da nomenklatura de Luanda, e com os métodos de negócio que lá se praticam, Vara está como um peixe na água. A última vez que ouvi falar de dele foi há poucos dias. Testemunhas e intervenientes concordam que Vara adentrou pelo Centro de Saúde de Alvalade, passou à frente de vinte velhinhos reformados e exigiu da médica um atestado de saúde, depressa porque tinha de apanhar o avião.
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Um dos velhinhos, José Francisco Tavares, pai de seis filhos, apresentou queixa contra ele - coitado, acha que Vara é um cidadão igual aos outros, processável. Conhecendo os modos da Justiça, não me surpreenderia se num ano ou dois o Tavares não visse a reforma penhorada para pagar um processo por difamação.
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Agora, uma coisa eu já tinha reparado, ao ver Vara dois dias antes, à saída do tribunal onde decerto será declarado inocente por falta de provas: o homem já cortou a unha do dedo mindinho. Aprendeu. Agora é que ele vai arrasar.
José Couto Nogueira

GOLFE EM PORTUGAL: "ISTO CHEIRA-ME A ESTURRO...FAVORECIMENTO AOS BOYS DO DESPORTO DOS RICOS...!!!


Sócrates foi sensível a argumentos do sector.
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Praticantes poderão pagar apenas 6% de imposto, em vez dos 23% actuais. Solução passará por nova interpretação da lei.
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Os campos de golfe deverão voltar a ser tributados à taxa reduzida de IVA, de 6%, em vez dos 23% que são obrigados a praticar desde o início do ano, com a entrada em vigor do Orçamento do Estado (OE) para 2011.
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A mudança surge num momento em que o Governo prepara medidas de austeridade que também atingirão o IVA.

AS SUAS NOTÍCIAS DO DIA 14.3.11

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

CM: Capa publicitária
Porto: Acidente grave na VCI
Matosinhos: Mulher atropelada
Rio Tinto: Menor em carro furtado
Coimbra: Assalta supermercado

Capa do Público Público

PSG empata, CSKA Moscovo vence
Marcelo diz que Sócrates abriu uma crise política que vai levar a eleições
Jorge Jesus: "Só faltou ter ganho"
Benfica não consegue melhor do que empatar em casa com o último
Barcelona empata em Sevilha

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

SOS com mais chamadas por problemas económicos
Pais consideram inaceitável greve aos exames
Assembleia vai gastar mais 2,2 milhões com pessoal
Doentes deixam 10.000 euros/mês por pagar nas farmácias
Turismo toma conta de aldeia onde crime deixou só 3 habitantes

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Empresários e camionistas no Carregado para assinalar paralisação
Resgatadas 50 pessoas que ficaram presas pela neve na Madeira
GNR vai de Lisboa a Braga combater tráfico
Futuro mapa autárquico pode ter menos mil freguesias
Pastores esperam e desesperam por indemnizações

Capa do i i

Passos Coelho também fala aos jovens
Face Oculta. Juiz decide hoje quem vai a julgamento
Continente e ilhas. Cocaína continua a entrar na Europa por Portugal
Não basta sair à rua é preciso saber para onde
PS estica a corda e responsabiliza PSD pela instabilidade

Capa do Diário Económico Diário Económico

A dependência dos camionistas
Um País à rasca
Terramoto abala estabilidade orçamental do Japão
Apple terá vendido 600 mil novos iPad em apenas dois dias
Habituem-se!

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

ERC vai ouvir Nuno Santos para decidir se este será director da RTP
Licenciamento das renováveis em Portugal leva nota negativa
China absorve calcário luso e impulsiona preço oito vezes
A nova muralha da China é uma feira feita de pedra para conquistar o mundo
"Crise funcionou como oportunidade para as mediadoras"

Capa do Oje Oje

Medidas dividem economistas
Inflação em Fevereiro caiu ligeiramente
Combustíveis voltam a subir esta semana
PIB contrai 0,3% no quarto trimestre
Sonangol reforça para 14,59% no BCP

Capa do Destak Destak

Más notícias: não somos senhores do mundo
Três centrais nucleares em risco no Japão
Vice-presidente do Belenenses acusa PSP de agressão "bárbara"
Charlie Sheen com espectáculo ao vivo
Vieira da Silva: “Paralisação pode pôr em causa funcionamento de espectros importantes da nossa economia”

Capa do A Bola A Bola

«Não caiam no conto do vigário» - Pereira Cristóvão
«Não vou esquecer o Frederico Gil» - Martina Hingis
Incentivo especial: poder ser campeão na Luz
Mariano Barreto vive dias de incerteza no Bahrein
Jesus e (ainda) a expulsão de Javi García: «Parabéns ao observador por ter escrito aquilo que aconteceu»

Capa do Record Record

Viragem à esquerda
El Tigre ataca a presa favorita
Um remate à baliza é mínimo da época
Oficialização da lista
Bruno Ribeiro dá folga prolongada

Capa do O Jogo O Jogo

Sporting: Zeferino Boal desiste e junta-se à lista de Abrantes Mendes
Liga (síntese): PSG deixa-se empatar pelo Montpellier mas mantém quinta posição
Liga (síntese): Nápoles vence em Parma e pressiona Inter
Jorge Jesus: “Tínhamos de assumir este risco”
Liga (síntese): Barcelona cede empate em Sevilha e vê Real Madrid aproximar-se

ESTE PAÍS PRECISA DE MERDA! MUITA,MAS MUITA MERDA!

Vão ver que continua muito actual !


Vitor de Sousa na RTP 2

Se não viram ao vivo ou em directo no referido programa, aproveitem e vejam agora!...

Liguem o som e oiçam este regalo...

É um texto de 1934 lido por Vítor de Sousa no programa "Sempre em pé" da RTP 2, no dia 8 de Janeiro ! Depois, aproveitem e vejam (ou revejam) os anexos...

http://www.youtube.com/watch?v=MxjBof_WfpM&eurl=http://www.rtp.pt/wportal/sites/tv/sempreempe/sempre_08012008.php