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quinta-feira, 17 de março de 2011

JOÃO SEVERINO: "QUE PAÍS É ESTE?"

Que país é este?

Que país é este onde as pessoas andam tristes, desmoralizadas, preocupadas, desesperadas e pressionadas?

No espaço de uma semana mais de quarenta amigos e conhecidos perguntaram-me se os bancos iam falir, se os hospitais deixavam de as tratar, se as escolas iam fechar, se os professores iam ser despedidos, se os cursos tal e tal vão acabar, se a violência vai para as ruas, se pode haver golpe de estado, se pode haver guerra civil, se podem matar o Cavaco, se as partículas radioactivas do Japão chegam cá, se podem ficar sem as pensões, se o euro vai acabar, se a GNR e a PSP podem virar-se contra as Forças Armadas, se os arguidos do Face Oculta vão presos, se o Paulo Portas recebeu dinheiro pela compra dos submarinos, se o Santana Lopes recebeu dinheiro do Casino Lisboa, se José Sócrates recebeu dinheiro do Freeport, se Angola, Venezuela e Líbia é que têm estado a injectar dinheiro na CGD, se, se, se... uma quantidade de perguntas que parece absurda mas que demonstra o estado de espírito das pessoas que andam preocupadas, tristes e desesperadas.

Que país é este onde os políticos dos vários partidos com assento na Assembleia da República não se entendem nem para tomar um café para aprovar alguma coisa em uníssono?

Políticos que ainda desesperam mais os seus compatriotas com questiúnculas constantes numa demonstração global de que o patriotismo passou a ser uma treta. Hoje dizem uma coisa, amanhã o oposto. Hoje atacam o adversário, amanhã mostram-se abertos a negociações ou a diálogos. Hoje querem eleições, amanhã querem o contrário porque será a bancarrota do país.

Sabem que mais, vou tentar esquecer por uns tempos esta rapaziada que tanto mal nos tem feito e que está a matar dezenas de portugueses atingidos por depressão, preocupação, desmoralização e insatisfação.



ESTE "CABRÃO" SÓ PENDURADO PELOS PÉS NUMA FIGUEIRA...!!!

Um gajo sem vergonha nenhuma!!!

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AS ACUMULAÇÕES DA MULHER DO SENHOR MINISTRO

Este blogue nada tem com os desejos de acumulações da senhora sua esposa do senhor ministro. Porém daqui vai a sugestão para a prendada senhora que em tempo de crise acumule uns objectos, famosos, de louça das Caldas.
CASO

Mulher do ministro da Justiça exige mais acumulações

A procuradora Maria da Conceição Correia Fernandes, mulher do ministro da Justiça, Alberto Martins, pediu novamente para ser paga por acumulação de serviços, depois da hierarquia ter vetado os anteriores pedidos.

A mulher do governante chegou a receber 72 mil euros, em 2010, após Um despacho do ex-Secretário de Estado da Justiça, João Correia, que contrariou pareceres do Ministério Público.

JAPÃO: "RÉQUIEM" DEDICADO ÀS VÍTIMAS DO TSUNAMI

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PORTUGAL: A “CANALHA” RELES QUE NOS TEM GOVERNADO



Outro nome não temos para avaliar os que nos têm governado desde que em Portugal foi implementada a liberdade naquele desgraçado dia, para o futuro dos portugueses, 25 de Abril de 1974.
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A canalha colocou em causa, não só, a integridade e a soberania territorial como o futuro das novas gerações portuguesas.
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A canalha oportunista aí está, todos os dias, a discutir política para a melhoria de vida dos portugueses e cada dia mais fome vai havendo por Portugal.
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A canalha movimenta-se por aí na maior e os portugueses impávidos e serenos, como o “patego” olha o balão quando o parceiro do lado lhe indica o dedo para a atmosfera e onde não há balão nenhum mas ar e vento.
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A canalha colocou Portugal, como um velho, a morrer aos pedaços.
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E morrerá e não tarda porque a canalha principiou a destruir Portugal em Abril de 1974.
José Martins

PARA A MUDANÇA E ENCHER A BARRIGA AOS PORTUGUESES


MIGUEL URBANO RODRIGUES: RADICALISMO E REVOLUÇÃO DA LINGUAGEM DE SÓCRATES

Radicalismo e Revolução na linguagem de Sócrates

Miguel Urbano Rodrigues

17.Mar.11 :: Colaboradores

Neste artigo, Miguel Urbano Rodrigues chama a atenção para a ignorância da História revelada por José Sócrates no discurso sobre a moção de censura ao seu governo.

Ao definir como irresponsáveis e perigosos os movimentos radicais e as rupturas revolucionárias, o Primeiro-Ministro demonstrou desconhecer que grandes avanços da humanidade resultaram precisamente de revoluções que destruíram a ordem social pré-existente. Esclarece aliás que Sócrates errou o alvo, pois o Bloco de Esquerda não é radical, nem revolucionário.

Acompanhei com paciência, tédio e desconforto as intervenções de José Sócrates no debate sobre a moção de censura apresentada pelo Bloco de Esquerda.

Sei que a intimidade com o significado das palavras é sempre escassa no discurso do Primeiro-Ministro. Mas não escrevo para comentar o seu estilo oratório, que traz à memória personagens de Eça.

O que motiva esta reflexão é o anátema que lançou sobre duas palavras: radicalismo e revolucionário.

Pronunciou ambas quase irado, com desprezo, para qualificar atitudes e ideias que identifica como perigosas e socialmente condenáveis. Foi enfático quando declarou o radicalismo e a opção revolucionária irresponsáveis com aquilo que para ele é a democracia.

Quando na bancada do PS uma ovação quente saudou a sentença socrática, distanciei-me durante uns momentos do discurso.

A sua fala lançou-me numa breve meditação. Fiz um esforço para imaginar o jovem Sócrates durante as jornadas do 25 de Abril, quando o povo português nas ruas construía história, como sujeito. Desisti.

Mas, conhecedor das limitações culturais do Sócrates adulto, e da sua ignorância da História como mãe das ciências, perguntei-me se algum assessor lhe terá falado da influência decisiva e positiva que tiveram para o avanço da humanidade rupturas sociais inseparáveis da vitória de movimentos e rebeliões radicais e revolucionários.

A lista seria muito extensa. Citarei apenas alguns exemplos.

No século XVI o povo da Holanda lutou durante décadas recorrendo às armas pela sua independência contra os ocupantes espanhóis. Aos revolucionários das províncias rebeladas chamavam-lhes em Madrid hereges, loucos, irresponsáveis. Mas os holandeses venceram e fizeram do seu país durante décadas a maior potência naval e financeira do mundo.

No século XVII, quando as classes oprimidas se levantaram na Inglaterra contra a monarquia corrupta de Carlos I e o rei corrupto foi decapitado, Cromwell foi satanizado como monstro sanguinário. Mas a Revolução de 1648, promoveu reformas políticas radicais, que assinalaram o início de uma era de progresso.

A Revolução Francesa de 1789 suscitou a indignação e a hostilidade das forças conservadoras de toda a Europa. As decisões radicais da Convenção, tomadas em benefício do povo, mobilizaram contra a França as monarquias feudais. Mas o clamor de «liberdade, igualdade, fraternidade», criminoso para os opressores, transpôs as fronteiras da Europa, e os ideais da Revolução Francesa impuseram-se e mudaram a vida da humanidade.

Contra a Revolução Russa de Outubro de 1917, uniram-se as forças reaccionárias da Europa, América e Ásia. Semi-destruída pela guerra, famélica, a Rússia revolucionária foi invadida e saqueada pelas potências da Entente. Uma campanha mundial feroz apresentou a jovem república soviética como sucursal do inferno. Mas a Revolução, cuja primeira meta era a construção do socialismo, defendeu-se vitoriosamente da ofensiva imperialista, venceu. Não houve calúnia que no Ocidente capitalista não fosse bolçada contra o partido de Lenine e o ideal humanista do comunismo. Mas hoje até os historiadores da burguesia reconhecem que as grandes conquistas sociais dos trabalhadores europeus não teriam sido possíveis sem o medo do comunismo, a ideologia que se propunha a erradicar da Terra a exploração do homem pelo homem.

Radicais e revolucionários foram também os dirigentes do Terceiro Mundo que na segunda metade do século XX recorreram à luta armada para exigir a independência dos seus povos na Ásia e na África.

Nós portugueses não esquecemos que os patriotas da Guiné-Bissau, de Cabo Verde, de Angola, de Moçambique eram, nos anos da guerra colonial, qualificados pelo fascismo de bandidos e assassinos. Mas, transcorridos poucos anos, os seus dirigentes, dormiam no palácio dos antigos reis de Portugal e, aplaudidos com respeito, discursavam na Assembleia da Republica onde hoje, arrogante, se exibe na tribuna o politiqueiro que enxovalha o nome do grego Sócrates.

ALVO ERRADO

Na sua catilinária contra o radicalismo e a ideia de revolução, o Primeiro-ministro não se limitou, a demonstrar o seu desconhecimento da Historia.

Errou o alvo ao colar os rótulos de extremista, radical, revolucionário ao partido que apresentara a moção de censura ao seu governo.

Não cabe no propósito deste artigo proceder a exegese ideológica do Bloco Esquerda. Mas julgo útil esclarecer que identifico nele um movimento ao qual se aplica um comentário de Lenine ao definir organizações similares como «pequeno burgueses enraivecidos». Vejo no Bloco de Esquerda um partido ruidoso, mas progressivamente integrado no sistema e, por isso, acarinhado pelos media ditos de referência.

Para finalizar, recordo que o Primeiro-ministro usou e abusou da palavra democracia e, em mais um exercício de cretinismo parlamentar, afirmou com empostação ser de centro-esquerda.

Admito que no seu conflito com o significado das palavras seja incapaz de compreender que em Portugal, embora esteja em vigor uma Constituição democrática, ela não é cumprida e o povo suporta uma ditadura de classe de fachada democrática. Quanto ao centro-esquerda, a confidência envolve o reconhecimento de uma leve mudança de rumo. Não há muito o seu partido proclamava ser de esquerda.

Mas, cabe perguntar, o que é em Portugal o centro-esquerda? Nada. José Sócrates é um político de direita.

Creio expressar uma evidência ao lembrar que uma parcela ponderável do povo português identifica nele o primeiro-ministro mais reaccionário desde o 25 de Abril.

Vila Nova de Gaia, 11 de Março de 2011

MÁRIO SOARES:...GOVERNO ALEMÃO,QUE PARECE QUERER "GERMANIZAR" A EUROPA...

Triste Europa

por MÁRIO SOARES

1. Para quem há mais de cinquenta anos, como eu, é um europeísta convicto, a situação de decadência anunciada da União Europeia, sem valores - incluindo os comunitários, como a unidade, a solidariedade e a igualdade de todos os Estados membros -, representa uma imensa tristeza. Para além da falta de uma resposta concertada e conjunta à crise financeira e económica, as "receitas" propostas que corroem alguns dos Estados membros e a manifesta paralisia em matéria político-diplomática.

Vem-me agora à memória, com alguma frequência, a célebre frase do grande Alexandre Herculano, quando, numa fase quase final da sua vida, comentava a situação portuguesa, aos seus amigos, exclamando: "Isto dá-me vontade de morrer...

Não é, obviamente, o meu caso, considerado optimista. Tento reagir, com realismo, como é meu dever, com a maior isenção e preocupado acima de tudo com o nosso país. Mas não é fácil, dado o clima de incerteza quanto ao futuro da União, a sobranceria do Governo alemão, que parece querer "germanizar" a Europa, e o facto de não haver comparação possível entre a generalidade dos grandes líderes europeus do passado e o egoísmo nacionalista dos de hoje.

A União Europeia - note-se - nesta fase é profundamente conservadora. Basta lembrar que entre os 27 Estados membros que a integram só três se reclamam do socialismo democrático ou da social-democracia e, mesmo assim, com poucas convicções.

Ora o mundo está em grandes transformações, em todos os continentes. É uma evidência. A Internet e os novos meios informáticos - como a "primavera árabe" está a demonstrar - põem nas mãos dos cidadãos instrumentos de comunicação que lhes permitem formas, quase imediatas, de intercâmbio de ideias e de actuação que, no passado, levavam anos ou meses a amadurecer.

O capitalismo especulativo, sem valores éticos - que a crise financeira revelou, no seu pior -, está desacreditado, como os mercados especulativos, que só pensam no lucro, ignoram a crise, as pessoas, e põem Estados muitas vezes seculares, como o português, em tremendas dificuldades.

A globalização é um fenómeno irreversível - é evidente - mas está cada vez mais desregulada, o que torna imprevisível o futuro. As desigualdades entre pessoas e entre os Estados têm vindo a agravar-se perigosamente. O neoliberalismo, como ideologia, revelou-se um fracasso colossal, como há duas décadas foi a queda do comunismo, suscitando a mesma surpresa geral.

As rupturas são, portanto, inevitáveis e irão com certeza surgir, de surpresa, quando menos se esperar, como tem estado agora a ocorrer no mundo árabo-muçulmano.

É incontestável que a União Europeia, vista antes como um projecto político-social, invejável, original, de paz e de bem-estar, para todos, está hoje à deriva e sem rumo. Os seus dirigentes actuais, esmagadoramente conservadores, estão a perder contacto com a realidade e as populações, numa espécie de autismo político, que conduz ao descrédito, numa primeira fase, e depois à revolta. Perigosa situação!

Os actuais dirigentes europeus, e, em especial, os alemães e os franceses, que os seguem, obedientemente, negam-se a compreender que as receitas economicistas que impõem a certos Estados membros, longe de lhes resolverem as dificuldades, as complicam, até porque os conduzem, necessariamente, à recessão: mais desemprego, mais precariedade do trabalho, menos investimentos, crescimento zero e, em vez de progresso, regressão...

No mundo actual, para haver crescimento, como Barack Obama disse, na sua posse (mas ainda não conseguiu impor, inteiramente), é necessário um novo paradigma. Isto é: um novo modelo de crescimento. Introduzir regras e valores no capitalismo, pondo as pessoas acima dos mercados e estes submetidos a princípios éticos, o que implica a abolição dos paraísos fiscais e da economia virtual.

Numa palavra: a economia real submetida à política e não o contrário. Ora, a verdade é que os actuais dirigentes europeus se recusam a ver a realidade e prosseguem ignorando a própria crise e deixando impunes os seus responsáveis. A prazo, se não houver mudanças, esta situação vai tornar-se intolerável e vamos assistir, não tenho dúvidas, a grandes convulsões.

Portugal nesta Europa

2. Não somos, ao contrário do que alguns pensam e dizem, um país pequeno, sem recursos e condenado à decadência. Temos uma história gloriosa, com altos e baixos, é certo, mas que nos demonstra o contrário. Em alguns períodos não temos sabido governar-nos. É verdade. Mas é útil, para o futuro, aprender a distinguir o trigo do joio, os honestos dos pecadores e não nos deixarmos cair no derrotismo masoquista, em que alguns se comprazem.

Criticar é fácil e protestar, mais ainda. É legítimo, aliás, em democracia, criticar e protestar, desde que o façam pacificamente. Mas agir, desinteressada e conscientemente, é melhor, desde que seja em função de uma alternativa, coerente, eficaz e estruturada, tendo uma visão do futuro, inserida num mundo em mudança. É o caminho para podermos sair do atoleiro em que nos encontramos.

É preciso informar completamente os portugueses da situação em que estamos, para os poder mobilizar. O que não tem sido feito suficientemente pelos responsáveis. O Presidente da República, no seu discurso de posse, insistiu neste ponto. Mas omitiu que a crise portuguesa actual foi causada e continua a ser, altamente influenciada, pela crise internacional e, em especial, pela europeia. Ora isso constituiu uma falha inaceitável, mesmo que não tenha sido voluntária.

O primeiro-ministro tem-se esforçado, na resolução da crise, com um zelo patriótico e uma energia pessoal absolutamente excepcionais. Mas cometeu erros graves: não tem informado, pedagogicamente, os portugueses, quanto às medidas tomadas e à situação real do País. Nos últimos dias, negociou o PEC IV sem informar o Presidente da República, o Parlamento e os Parceiros Sociais. Foram esquecimentos imperdoáveis ou actos inúteis, que irão custar-lhe caro.

Avisou tão só o líder da Oposição, após a reunião de Bruxelas, pelo telefone. A resposta pública foi-lhe dada no discurso que Passos Coelho proferiu, em Viana do Castelo, muito didáctico, e foi negativa: "Não conte com o PSD para aceitar as novas medidas (negociadas/impostas?) pelos líderes da Zona Euro, reunidos no dia 11 de Março, em Bruxelas." Assim se abre, ao que parece, uma crise política, a juntar às outras que a precederam: financeira, económica (estamos a entrar em recessão), social, ambiental e de valores.

E agora? Ao invés do que parece, tudo ainda pode acontecer. Porque os Partidos da Oposição - todos - não querem ir para o Governo, nem assumir responsabilidades, numa situação que não é agradável para ninguém. O Presidente da República, perante o impasse criado, vai dissolver o Parlamento e provocar eleições? Para cairmos, no pior momento, numa campanha eleitoral, como a última presidencial, com as culpas atiradas uns aos outros, sem tratarmos dos problemas nacionais? E para quê? Para chegarmos, talvez, a resultados, mais ou menos, idênticos? Mas se o não fizer, deixa que o Governo - e o PS, o que é mais grave - fiquem a fritar em lume brando? Com que vantagem para o futuro?

As informações (poucas) que me chegaram da reunião de Bruxelas indicam que houve pela parte da União dos Estados da Zona Euro um pequeno passo em frente, incluindo, obviamente, a Senhora Merkel. Mesmo implicando as questões laborais, dadas as pressões dos Sindicatos europeus. Sócrates, entre os seus pares, foi dos que mais combateram quanto ao alargamento das competências do futuro Fundo Europeu. Foi importante e positivo. Mas tudo ficou em carteira, adiado, para debater ainda na próxima reunião dos dias 24 e 25 do corrente mês. Zapatero escreveu uma carta de aceitação prévia e, ao que me disseram - vale o que vale -, ficou bastante calado na reunião.

Quando o que seria importante era que os dois Estados ibéricos exigissem uma política europeia convergente e falassem no mesmo sentido. Dar-lhes-ia, em termos europeus, uma importância redobrada. Temos connosco a Comunidade Ibero-Americana e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Não é pequena coisa, em termos europeus.

Veremos o que se passará nas duas próximas semanas, que serão decisivas para a União Europeia e, seguramente, também, para Portugal.

A geração à rasca

3. Entretanto, realizaram- -se em várias capitais de diferentes distritos, incluindo Lisboa e Porto, manifestações da chamada "geração à rasca", contra o desemprego e a precariedade do trabalho e, como se previa, contra o Governo, os políticos em geral, alguns conhecidos empresários, gestores públicos, juízes e promotores do Ministério Público... Conforme os gostos, as frutrações ou a raiva dos participantes interrogados, pelas televisões e as rádios.

Foram manifestações perfeitamente ordeiras que mostraram o desespero que se vive e em que participaram muitos milhares de pessoas de todas as idades. Curiosamente tantos idosos e gente de meia-idade, mulheres e homens, como jovens. Em certos momentos, com um ar de festa, a lembrar as manifestações espontâneas do 25 de Abril. Os jovens mais pobres - desempregados e imigrantes - dos arredores das grandes cidades, poucos participaram, estranhamente, em comparação com os jovens com cursos superiores, sem emprego, filhos em geral das classes médias, que disseram querer emigrar.

Foi uma manifestação que merece um estudo sociológico aprofundado e isento. Mas que o Governo, nas dificuldades do presente, não pode nem deve menosprezar. É um sinal tremendo que deve ser tomado em conta. Tanto mais que, estrategicamente, os professores também se manifestaram, no mesmo dia; os condutores de veículos pesados entraram em greve no dia seguinte e por tempo indeterminado; e no dia 19, salvo erro, a Intersindical (CGTP/IN) tem convocada uma grande manifestação. Perante tais sinais os responsáveis não devem encolher os ombros, como habitualmente. São expressões múltiplas de um mal-estar social e político que está a levedar, vai intensificar-se, mas contém energias que podem ser úteis. Pode ser muito perigoso.

Compreendamos que não é só a juventude que está à rasca - a palavra pegou -, é o País, no seu conjunto, que está à rasca! Há que ter consciência da situação em que estamos - sobretudo o Governo, os Partidos e os movimentos cívicos democráticos - e agir, rapidamente, em conformidade. Antes que seja tarde.

VISITA AO VELHO SENHOR DE BELÉM

A visita a Belém

Nesta quinta-feira Passos Coelho vai a Belém fazer uma visita ao Sr. Silva. Embora não gostem um do outro, ambos querem correr com o Sócrates mas nenhum sabe como ou tem coragem para o fazer. Sócrates abriu-lhes a porta para o governo cair daqui a menos de um mês. Vão aproveitar?

JAPÃO: "HIPOCRESIA NO ENCOBRIMENTO DE RADIAÇÕES NUCLEARES"


Encobrimento dos impactos devastadores da radiação nuclear: Estabelecer uma rede para monitorar radiação formada por cidadãos de todo o mundo
por Washington's Blog

Se pudéssemos confiar nos governos japonês e americano para nos informar de qualquer perigos, não teríamos de ser tão vigilantes.

Mas dado o encobrimento do governo americano da gravidade do desastre petrolífero da BP, do risco saúde para os nova-iorquinos após o 11/Set e numerosas outras questões de saúde , teremos de instruir-nos nós próprios.

Exemplo: o chefe da saúde pública dos EUA (U.S. Surgeon General) recomendou que os residentes da Costa Oeste que se abastecessem de iodeto de potássio , ao passo que outros responsáveis do governo disseram que é desnecessário porque os níveis de radiação não serão bastante altos. Mas nenhum governo revelou leituras de radiação na Costa Oeste, de modo que não podemos verificar por nós próprios se sim ou não actualmente há qualquer perigo. Ver isto e isto .

Como observa a ABC News, peritos dizem que o Japão tem um longo historial de encobrimentos nucleares.

O New York Times destaca :

Os diferentes materiais nucleares que são relatados em acidentes nucleares no Japão vão desde o relativamente benigno ao extremamente inquietante.

O problema central em avaliar o grau de perigo é que as quantidades de várias fugas radioactivas para o ambiente agora são desconhecidas, pois são os ventos e outros factores atmosféricas que determinam como a radioactividade será dispersa em torno das centrais atingidas.


A BBC informa (rolar a coluna à esquerda):

O engenheiro japonês Masashi Goto, que ajudou a desenhar o vaso de contenção para o núcleo do reactor de Fukushima, afirma que a concepção não era suficiente para aguentar terramoto ou tsunami...

Na verdade, disse Goto:

"É difícil dizer, mas haveria uma fusão do núcleo (core meltdown). Se as varetas caírem e misturarem-se com água, o resultado seria uma explosão de material sólido como um vulcão a propagar material radioactivo. Uma explosão de vapor ou de hidrogénio provocada pela mistura propagaria resíduos radioactivos a mais de 50 km. Além disso, esta seria multiplicada. Há muitos reactores na área de modo que haveria muitos Chernobyls.
E Goto acusou o governo japonês de reter deliberadamente informação vital que permitiria a peritos externos ajudar a resolver os problemas:

Exemplo: não tem havido informação suficiente acerca do hidrogénio que está a ser expelido. Não sabemos quanto foi expelido e quão radioactivo era.



O antigo editor do Japan Times – Yoichi Shimatsu – declara que após uma reunião de alto nível do governo, "as agências japonesas não já estão a divulgar reportagens independentes sem a aprovação prévia do topo" e que a censura do que realmente está a ocorrer na instalação está a ser efectuada sob o Artigo 15 da Lei de Emergência. A França também está a acusar o Japão de subestimar a ameaça nuclear.

E o Haarertz observa :

Uma vez que o governo japonês não tem proporcionado informação precisa a respeito da possível ameaça apresentada pela explosão na central nuclear de Fukushima, peritos em Israel e no estrangeiro estão divididos sobre o âmbito do desastre as ramificações para o ambiente.

Há algumas redes muito incompletas de monitoração em tempo real tais como esta e esta . Mas o número de monitores e muito pequeno e incompleto e é difícil saber quem dirige as redes.

Assim, devemos aproveitar o poder da Internet a fim de nos instruirmos.

Como?

É simples... Toda a gente que tenha um contador Geiger pode apresentar um fluxo de dados na web tal como este rapaz:


.

(e estes outros ).

Assegure que informa a sua localização (cidade, estado e país) a fim de que as pessoas saibam onde está, o fabricante e o modelo do seu contador Geiger e as unidades de radiação que estão a ser contadas (isto é, contagem por minuto, milli-roentgens por hora ou micro-sieverts por hora ).

Quando bastantes pessoas fizerem isto, teremos uma rede cidadã a monitorar radiação e não teremos de confiar na falta de informação vinda de governos.

The CRG grants permission to cross-post original Global Research articles on community internet sites as long as the text & title are not modified. The source and the author's copyright must be displayed. For publication of Global Research articles in print or other forms including commercial internet sites, contact: crgeditor@yahoo.com

O original encontra-se em
http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=23743

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

GERAÇÃO RASCA - ESTA MESMO À RASCA!


25 de Abril de 1974. Estes ainda não eram rasca... Os filhos deles é que foram depois os da "geração rasca". Os portugueses sempre, desde que existem, foram criados à lambada. As árvores quando crescem devem ser amparadas para subirem direitas... E os "tugas" quando jovens devem ser endireitados à estalada, umas vergastadas no traseiro e que se lixe a liberdade. Esta só serve para os "passáros" porque nascerem livre e não abusam da liberdade.
Vale a pena ler e meditar…

Não sei quem escreveu o texto abaixo, mas subscrevo o mesmo sem qualquer hesitação. Por isso reencaminho para todos os meus amigos recomendando vivamente a sua leitura.

Acreditem que VALE A PENA LER .

Geração à Rasca - A Nossa Culpa
Um dia, isto tinha de acontecer.
Existe uma geração à rasca?
Existe mais do que uma! Certamente!
Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida.
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Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações. A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo. Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.
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Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor. Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse.
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Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada. Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.
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Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A vaquinha emagreceu, feneceu, secou. Foi então que os pais ficaram à rasca. Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado. Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.
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São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.
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São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar. A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.
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Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados. Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.
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Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
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Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
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Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras. Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável. Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada. Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.
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Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos! Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).
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Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.
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E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!! Novos e velhos, todos estamos à rasca. Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
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Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles. A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la. Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam. Haverá mais triste prova do nosso falhanço? Pode ser que tudo isto não passe de alarmismo, de um exagero meu, de uma generalização injusta.
Pode ser que nada/ninguém seja assim.

TAILÂNDIA: FRIO MATA IDOSO NO NORTE DE MOÇAMBIQUE

  • Publicado em: 17/03/2011 às 15:49
  • Notícias online:
A polícia encontrou Thongsuk Boon em que se encontram fora de uma casa vestindo apenas uma camiseta e um par de shorts com algumas garrafas de licor branco ao lado dele.

A temperatura na província de Phitsanulok caiu de 33 graus Celsius para 16 graus Celsius desde a noite de quarta-feira.

De acordo com o Departamento de Meteorologia, uma área de cerca de intensa pressão de alta da China está cobrindo a Tailândia ea oeste através mudou-se para cobrir a região norte.

Trovoadas, vento forte e queda de temperatura de 2-3 graus Celsius são esperados em muitas partes do país.

À MARGEM: Frio na Tailândia, em Março, é raro, assim como chuvas, quando estas já vieram, sob trovoadas, um mês antes, com alguma intensidade. Algo de mal segue no planeta terra... Hoje de manhã, os termómetros colocados no exterior e interior, de minha casa, em Banguecoque, acusavam 20 graus dentro de casa e 15 no jardim cuja temperatura é demasiada baixa e a população ressente-se dado não estar habituada.

SUBMARINADA COM TODOS



Paulo Portas: DCIAP investiga
O Ministério Público está a investigar o líder do CDS, Paulo Portas, e o seu núcleo duro no Ministério da Defesa, no âmbito da compra dos submarinos, avançou ontem a revista ‘Visão’.

AS SUAS NOTÍCIAS DO DIA 17.3.11

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Helicópteros lançam água sobre reactor 3 de Fukushima
“Foi dramático tudo tremia”
Paulo Portas: DCIAP investiga
Sacavém: Atropela irmãos e foge
Cascais: 30 mil euros em água

Capa do Público Público

PGR deve esclarecer já se Portas é ou não investigado no caso dos submarinos, diz Ricardo Rodrigues
Totoloto: Chave
Abrantes Mendes assume que Scolari “é um alvo irrealista”
Procurador diz que PGR o quer punir por “delito de opinião”
Navegabilidade no Douro posta em causa por falta de bóias de sinalização

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

PS quer que PGR esclareça se Portas é ou não investigado
Prova de vida
Serviços públicos obrigados a aceitar mediação
Presidente do Supremo quer apoio judiciário fora da Ordem
Militar desaparece no rio após aposta com colegas

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Nova operação de emergência para evitar fusão nuclear em Fukushima
Antecipar legislativas custa 18 milhões
Tribos dão apoio incondicional ao líder da Líbia
Já morreram cinco trabalhadores da central nuclear e 22 ficaram feridos
Banco do Japão já injectou 300 mil milhões de euros na economia nipónica

Capa do i i

Abertura do ano judicial. Todos insistem na separação de poderes
"As novas leis laborais justificam o recurso à moção de censura"
Governo dramatiza. Silva Pereira já fala em "ruptura financeira"
Face Oculta. A novela das trocas e baldrocas do Mercedes-Benz
PEC: Sócrates reúne-se quinta-feira com grupo parlamentar do PS

Capa do Diário Económico Diário Económico

Erros a não cometer no IRS
Cavaco avalia hipóteses para que exista um Governo sólido
O ‘Dia D’ da política será quarta-feira
“Governo terá de intervir nos bancos e nas empresas públicas”
Moody’s pode voltar a rever em baixa o ‘rating’

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Balsemão defende que ERC deveria ser integrada na Anacom
Central de Cervejas e Heineken Espanha reforçam cooperação
Amorim encrava compra polémica da Subercentro por capitais marroquinos
Empresa nasce para aproveitar a revolução dos "smartphones"
Portugal arrisca não ter dinheiro para pagar dívidas em Junho

Capa do Oje Oje

Factoring - Exportações com mais segurança
Sonae vai para Angola e Turquia
Economistas prevêem "bailout" até Junho
Finantia paga dividendos com acções
Parmalat à beira da fusão em Itália

Capa do Destak Destak

Real Madrid bate Lyon por 3-0 e passa aos quartos
Processo é "muito mais amplo" do que enterrar um troço - Câmara de Almada
Treinador do PSG assume postura ofensiva contra o Benfica
Iron & Wine gravam 'One More Try' melhor do que a original
Carro colhido por comboio de mercadorias em passagem de nível faz três feridos

Capa do A Bola A Bola

Porto e Braga escreveram carta à UEFA e à FIFA
Estoril Open «à rasca» (com vídeo)
Saviola escapa a punição da SAD
Messi nega «doping»
Momento da verdade

Capa do Record Record

El Mago no comando de um grupo motivado
Vem aí novo patrão
Fernando volta ao onze e levanta dúvida central
CAN'2011: Djalma e Mateus chamados por Vidigal
Jovem Mika vai ser lançado... aos leões

Capa do O Jogo O Jogo

Claude Puel: “Dou os meus parabéns ao Real Madrid”
Japão confirma presença na Argentina
Ancelotti: “Nós na realidade nem precisávamos de marcar esta noite”
José Eduardo Simões quer que o público seja o 12º jogador na luta pelo Jamor
Mourinho: “Falhar os quartos-de-final seria um fracasso”

TAILÂNDIA: GOVERNO PRONTO PARA RESGATAR TAILANDESES NO BHARAIN

O Ministério dos Negócios Estrangeiros está pronto a evacuar mais de 3.300 Thais de Bahrain, se a agitação no país piore, subdiretor do Departamento de Informação diretor-geral Jetsada Katawethin disse nesta quinta-feira.

Sr. Jetsada disse que os planos de evacuação tinha sido elaborado após manifestantes anti-governo e as forças de segurança do estado enfrentaram violentamente na capital, Manama.

Tanques do exército Bahrain bloqueam as ruas que levam à Praça Pérola, na capital Manama em 16 de março de 2011. (AFP)

A embaixada da Tailândia em Manama aconselhou os Thais no país do Oriente Médio para permanecer dentro de suas casas e evitar chegar perto dos locais de protesto, ele disse.

"Se a situação piorar, os Thais no Bahrain serão evacuados através de Mina Salman ou portas Khalifa, ou serão tomadas para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos em vôos fretados", disse ele.

Pelo menos cinco manifestantes foram mortos na quarta-feira, quando policiais do Bahrain disparou bombas de gás lacrimogêneo e esmagou o acampamento do protesto em Manama na quarta-feira, provocando a indignação muçulmana xiita da região.

Bahrean é governada por uma minoria monárquica sunita.