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quinta-feira, 31 de março de 2011

FRANCE24: O QUE ESCREVEM DE NÕS LÁ FORA

Com um déficit de mais pesado do que o esperado, Portugal reuniu-se com um revés
Déjà malmené par les marchés et les agences de notation, le Portugal a connu jeudi un nouveau revers après l'annonce d'un déficit plus lourd que prévu en 2010, alors que son gouvernement démissionnaire estime ne pas avoir la "légitimité" pour négocier un plan de sauvetage.
Já agredidas pelos mercados e as agências de notação, Portugal sofreu outro revés quinta-feira após o anúncio de um déficit de mais pesado do que o esperado em 2010, quando seu governo demitiu Tribunal não tinha "legitimidade" para negociar um resgate.
En dépit de l'engagement du gouvernement à ramener le déficit public à 7,3% du PIB fin 2010, le déséquilibre des comptes publics s'est élevé à 8,6% du PIB en raison de la prise en compte de 3 milliards d'euros de dépenses supplémentaires, a annoncé jeudi l'Institut national des statistiques (Ine).
Apesar do compromisso do governo de reduzir o défice para 7,3% do PIB no final de 2010, o desequilíbrio das contas públicas foi de 8,6% do PIB, devido à inclusão de 3.000 milhões de euros em gastos adicionais, disse quinta-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE).

AFP - Já agredidas pelos mercados e as agências de notação, Portugal sofreu outro revés quinta-feira após o anúncio do que o esperado do défice mais pesados ​​em 2010, quando seu governo demitiu Tribunal não tinha "legitimidade" para negociar um plano de resgate.

Apesar do compromisso do governo de reduzir o défice para 7,3% do PIB no final de 2010, o desequilíbrio das contas públicas foi de 8,6% do PIB, devido à inclusão de 3.000 milhões de euros em gastos adicionais, disse quinta-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Excluindo a intervenção do Estado na esteira da crise financeira de 2008 nos bancos BPN e BPP, ea perda de três empresas de transporte público, o déficit Português foi de 6,8% do PIB, no entanto, INE disse.


"Apesar dessas alterações metodológicas, a meta de 2011 não está em perigo", foi rápido para assegurar o ministro das Finanças Fernando Teixeira dos Santos, que pretende reduzir o défice para 4,6% do PIB este ano .

Depois de um desequilíbrio recorde em 2009, analisou quinta-feira 9,3-10% do PIB, o governo de minoria socialista implementou vários trens de medidas de austeridade, mas a dívida pública continuou a crescer no ano passado 159500000000 € (92,4% do PIB), segundo o INE.

Já preocupado com a solvência dos países, os mercados se tornaram mais tensas desde a demissão na semana passada do primeiro-ministro, José Sócrates, repudiou com a rejeição pelo Parlamento de um novo plano de austeridade fiscal destinado a evitar o recurso à ajuda externa.

Mas se o cenário de uma emergência financeira, como a Grécia ea Irlanda no ano passado, parece inevitável aos olhos dos analistas, o ministro das Finanças disse quinta-feira que o governo não tinha renunciado "legitimidade "a negociação de condições.

Reunião da semana passada em Bruxelas, os líderes europeus estavam dispostos a ajudar "condicional" em Portugal, lançando um fundo de ajuda cujo montante foi estimado em 75 mil milhões de euros os ministros das Finanças líder área do euro, Jean-Claude Juncker.

Imediatamente após a queda do governo, as agências de notação de risco Fitch e notas Standard and Poor's o gradiente de vários entalhes Portugal por causa dos riscos para a capacidade de financiamento do país.


No rescaldo, os juros cobrados pelos investidores dispararam para níveis não vistos desde a adesão de Portugal à zona euro. Quinta-feira às 16:44 GMT, a taxa de obrigações a dez anos situou-se em 8,200%, 8,000% contras para quarta-feira de fechamento.


Apesar deste contexto adverso, o Português dívida Agência na sexta-feira anunciou uma "edição especial de" títulos de um ano para levantar um montante indicativo de 1,5 bilhões de euros.

O IGCP tem também a questão de até 7 bilhões de euros de dívida de curto prazo durante o segundo trimestre, incluindo 750 milhões dólares a um bilhão de euros em Bilhetes do Tesouro, aos sete e 12 meses próxima quarta-feira.


A agência de endividamento também informou que planeja usar "instrumentos de financiamento alternativas», enquanto Portugal terá de pagar 4.200 milhões das dívidas a vencer no dia 15, então o 4,9 adicionais bilhões 15 de junho

Para fazer isso, o país poderia recorrer a "canais privados de dívida, empréstimo direto de bancos ou buscar investimentos de outros países", como a China ou o Brasil, afirmou à imprensa quinta-feira.

O VIGARISMO POLÍTICO DE DOIS "MALANDROS"

Fora com esta gente voraz e mentirosa

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Fora com esta gente.Fora com este primeiro-ministro incapaz e pernicioso que se recusa a obter ajuda externa do mesmo passo que vai contraindo empréstimos a juros de 8%.Fora com este Sócrates pusilânime que combina em segredo com o BCE e a senhora Merkel medidas extraordinárias sobre as costas dos portugueses, enquanto critica o diagnóstico de crise do presidente e diz que está tudo bem.

Fora com o hipócrita que fulmina todas as soluções de sustentabilidade aos gritos de «estão a matar o Estado Social!!!» e todos os dias vai cortando salários, pensões, benefícios de saúde, subsídios de desemprego, e subindo impostos, subindo impostos, subindo impostos.Fora com os poltrões que chamam - num PEC 4 que na véspera juraram ser desnecessário - «poupança automática das famílias» ao 13.º mês que pretendem confiscar.

Rua com os desgraçados que planeiam estender a taxa de 23% de IVA aos bens essenciais e mascaram a intenção em palavras cobardes e retorcidas.Fora, abaixo, rua com o pior ministro das Finanças da Europa, esse Santos relapso e contumaz, incapaz de acertar numa previsão, de inscrever com rigor um índice, de ter contas sem buracos.Fora com o farsante que lança alcavalas sobre rendimentos de 1500 euros, enquanto vai proclamando pela boca de um pobre diabo gastos para amanhã de mais de 12 mil milhões num comboio e outro tanto na 3.ª auto-estrada entre Lisboa e Porto.Rua com estes comediantes, capazes de rifar no estrangeiro o que negociaram com cenho carregado mas sem pinga de seriedade cá dentro.

Abaixo esta gente manhosa, dissimulada, sem palavra, que classifica de sectário e impróprio qualquer alerta sobre a nossa emergência, e carrega no dia seguinte a canga sobre os Portugueses, subterraneamente, às escondidas, para dar a sua nefasta terapêutica à doença que negou na véspera.Fora com esta assanhada e vil torpeza que opõe burocracias e autoritarismo aos candidatos ao subsídio de 1000 euros para que descontaram, e fazem escorrer milhões e carros de luxo por sobre os boys nas empresas públicas deficitárias, os boys nos grupos de estudo, os boys nas comissões de análise, os boys nas fundações, os boys nas assessorias, os boys a quem pedem pareceres e consultorias.

Rua com eles, e rua também com a ala dissidente que acha que estas são políticas de direita - estes puros resultados das políticas de esquerda, o keynesianismo de pacotilha, a estatização da economia, a bastidorização das negociatas, a apparatchikização de todos os contratos. Fora com esta gente desclassificada, que negoceia em segredo com os seus donos lá fora, se baba depois com os seus elogios, e depois traz os elogios dos donos consigo na miserável sacola para chantagear oposições, instituições, e povo.Fora com esta gente. Rua! Viva a instabilidade! Toda a instabilidade é melhor que uma estabilidade infestada de vermes.Rua com eles. Viva a crise política! José Mendonça da Cruz

O PEC V e o desprezo de José Sócrates pelo Presidente e pela Constituição

O acordo socialista de protectorado Veja-se a declaração conjunta de Durão Barroso e Jean-Claude Trichet sobre Portugal no final da cimeira dos dezassete países da Zona Euro, em Bruxelas, na noite de 11-3-2011. O Governo terá anunciado, em nome de Portugal, e sem consulta, nem sequer informação ao Presidente da República, e nas costas do povo, medidas políticas de conteúdo desconhecido, que irá detalhar num documento a apresentar em Abril («o Governo comprometeu-se com uma agenda de reformas estruturais de longo alcance»). A menção de que «o acompanhamento das políticas será supervisionado de perto pela Comissão Europeia, em ligação com o Banco Central Europeu, no contexto de vigilância reforçada» sugere que Portugal já está debaixo do controlo das instituições europeias (Comissão Europeia e Banco Central Europeu). A intervenção do Banco Central Europeu parece ser uma condição alemã. E foi este acordo de protectorado que o Governo, sublinho, firmou sem consultar, em informar o Presidente da República, nem discutir o assunto na Assembleia da República... As notícias ainda são escassas sobre o acesso dos países em dificuldades de tesouraria a crédito de emergência. Sócrates não quer pedir socorro financeiro para evitar o controlo apertado do FMI e perder o resto da face política perante os portugueses, tentando o acesso ao dinheiro sem dizer que o pede... Mas não parece que o Banco Central Europeu seja mais suave, ou leviano, do que o FMI...

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Uma das marcas indeléveis do consulado de José Sócrates é o desprezo pelas outras instituições do Estado, um prolongamento do desprezo pelos outros. Não é somente má educação, pois essa cada um tem a que tomou e não tem culpa original de não ter recebido mais, ainda que na chegada à maturidade se possa corrigir a falta com a emulação das maneiras sociais: é um desprezo seu, e do cargo que temporariamente ocupa, pelas competências e funções dos outros órgãos.

Não lembra ao Diabo, mas lembrou-se ele de desrespeitar o protocolo e não ser o primeiro, como lhe obriga o cargo, a cumprimentar o Presidente, em 9-3-2011, após a sua tomada de posse - e depois de um discurso que não lhe agradou. Os socialistas fizeram críticas absurdas ao discurso de tomada de posse, ponderado e prudente, do Presidente da República sobre os desígnios nacionais, chegando ao nível estratosférico de pretender que estaria em causa, devido a desse discurso, o regular funcionamento das instituições democráticas - o que dizer, então, do discurso de Sampaio de que havia mais vida além do orçamento ou do apoio de Soares ao nóvel «direito à indignação»?... Porém, no dia seguinte, Sócrates decidiu apresentar em Bruxelas, num Conselho Europeu e na cimeira dos países da Zona Euro, assumindo, em nome do Estado português - que não representa sózinho! -, o compromisso de um novo plano de austeridade intitulado «Actualização Anual do Programa de Estabilidade e Crescimento: Principais linhas de orientação» (sic), ou seja, o quinto PEC num ano (desde Março de 2009), anunciado em Lisboa pelo seu ministro das Finanças («Portugal's government Friday pledged a fresh batch of measures to reduce spending and boost revenue», relatou o WSJ, de 11-3-2011), sem discutir o assunto com o Presidente da República, nem sequer o informar do que ia jurar fazer!... Agora sim, ficou ferido o «regular funcionamento das instituições democráticvas. Ainda por cima, a reacção dos mercados às medidas prometidas num novo pacote de austeridade foi levar a taxa de juro a cinco anos das obrigações do Estado português ao nível dos 8%, na tarde de 11-3-2011. Classificar a atitude do primeiro-ministro de surreal não ajuda; interessa é dizer que o seu desprezo viola a Constituição da República e constitui um acto inaceitável de desrespeito institucional e de ofensa ao Estado de direito que tem de ser oficial e formalmente rejeitado. Então, o primeiro-ministro preveniu na véspera, 10-3-2011, o líder da oposição, Pedro Passos Coelho, e despreza o Presidente da República que a Constituição lhe exige informar?!... Recordo o que a Constituição da República Portuguesa manda, para lá da competência do Presidente da República na promulgação de decretos e ratificação de acordos internacionais:

«Artigo 201.º (Competência dos membros do Governo) 1. Compete ao Primeiro-Ministro: c) Informar o Presidente da República acerca dos assuntos respeitantes à condução da política interna e externa do país»

Numa situação normal, este desprezo pela Constituição deveria ter como sanção a demissão imediata do Governo pela sua indecência e má figura. Mas o País atravessa, por culpa principal dos pecos socialistas (cinco PECs num ano...) uma situação de emergência. Portanto, quem comeu a carne - comissões, tachos, contratos, etc., etc. - que roa os ossos:

1. O Governo PS deve apresentar na Assembleia o novo PEC detalhado (não vale dizer, como na página 5 deste PEC V no que respeita às despesas e receitas de capital, «aumento de receitas através de mais concessões»...) e pedir formalmente à União Europeia o pedido de socorro financeiro que evite a ruptura de pagamentos, numa confissão do fracasso da política que livremente escolheu.

2. Tal como os demais partidos, o PSD não pode aprovar previamente qualquer medida do Governo, nem viabilizar este PEC ruinoso, esperando que este apresente o documento detalhado na Assembleia da República, reservando a sua posição para depois da análise do documento, não caindo novamente na asneira do tango contra-natura.

3.Após o pedido de socorro financeiro, e de apresentação do PEC V detalhado na Assembleia da República, o Governo deve ser derrubado, por manifesta incompetetência, falta de sentido patriótico ao arruinar o País sem conseguir evitar o pedido de apoio externo e desrespeito pela Constituição, seja através de uma moção de confiança, seja, se não tiver a coragem de o fazer, através de uma moção de censura dos partidos da oposição.António Balbino Caldeira

O TEIXEIRA DOS SANTOS RASTEIRADO!

"O país foi rasteirado no esforço que estava a fazer" Ontem Em entrevista ao "Jornal Nacional" da TVI, o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, afirmou estar "de consciência tranquila" em relação ao trabalho que fez no Governo. Confrontado com a necessidade de Portugal ter de recorrer ao FMI, Teixeira dos Santos afirmou que "o Governo não pode pedir ajuda externa porque não tem legitimidade para o fazer neste momento" e que ficara "desautorizado" com a rejeição pela Assembleia da República do seu programa de estabilidade e crescimento. "Não é questão do ónus de quem pede a ajuda externa", adiantou. O ministro das Finanças considerou que o país "foi rasteirado no esforço que estava a fazer" para tentar sair da crise e acusou os partidos da oposição de "não terem querido negociar o PEC", afirmando que a queda do Governo resultou da "sua ambição pelo poder" e que foi esta mesma ambição que "precipitou a crise". Teixeira dos Santos não acredita que Portugal esteja em situação de banca-rota, recusando o fracasso das suas políticas e afirmando estar "de consciência tranquila" em relação ao trabalho que fez. O ministro mostrou-se consciente de ter tomado medidas impopulares mas finalizou, afirmando ter feito "o que considerei ser melhor para o país".

Comentário de um leitor do DN É preciso descaramento ao dizer "o país foi rasteirado no esforço que estava a fazer", o esforço era cairmos na situação económica em que nos encontramos e fazer desta desgraça um segredo. Este Governo tem mentido nos números e na péssima situação a que conduziu o país. Se não tivesse havido o chumbo do PEC4, era o faz de conta. Sócrates foi até hoje o pior Primeiro-Ministro da democracia portuguesa. Quem é que poderia aprovar um PEC com a actual situação, era para acabar de hipotecar o país. Parafraseando Marques Mendes o balanço do Governo parece "cadastro" de "delinquente político. Os outros é que os rasteiraram? Haja seriedade política, é tudo tão claro que não há como transferir culpas a outros o nome é Sócrates.

É preciso lata.

TAILÂNDIA: ABRE UMA CASA DE PASTEIS DE BELÉM

A nossa mentira de 1 de Abril. Para o ano há mais! Até lá com um abraço
Famoso pastel de Belém
O estabelecimento que faltava em Banguecoque com produtos, genuinos, portugueses.
António Cambeta um português amigo e ligado à Tailândia, por afetos, inaugura dentro de dias, na Avenida Lard Prao (Grande Banguecoque), uma casa de produtos, genuinamente portugueses, onde o principal, entre outras especialidades, o famoso Pastel de Belém.
O evento, agendado para o dia 5 do corrente mês pelas 6 horas da tarde, com a presença de Sua Excelência o Embaixador de Portugal Jorge Torres Pereira; Dr. Nuno Caldeira da Silva, Conselheiro Político, em representação da Delegação da Comissão da União Europeia em Banguecoque; o treinador de futebol português, Henrique Calisto, recentemente contratado pelo clube de Banguecoque Muang Thong United e toda a comunidade portuguesa residente na capital tailandesa.
O discurso, de abertura, será proferido pelo Dr. Jorge Morbey (vindo propositadamente de Macau), historiados e especialista das coisas portuguesas na Ásia e Oriente subordinado ao tema: "A importância do Pastel de Belém na Divulgação da Portugalidade na Ásia e Oriente".
João Guedes, meritoso jornalista da TDM (Televisão de Macau) e historiador, de voz maviosa e impar ao microfone, fará a apresentação da sua recente obra: "Os Ex- Piratas do Palácio de Santa Sancha e Ligações Estreitas aos Pasteis de Belém"
António Cambeta, adquiriu, em “franchise”. o segredo da receita da famosa confeitaria portuguesa, de Belém, fundada em 1833, para que o pastel tenha, precisamente, a mesma qualidade do fabrico de orígem.

Em Belém permaneceu durante um mês. a receber treino, Manuel Campos, um especialista na arte de confeccionar boa comida, para o grupo gastronómico, português,residente em Banguecoque, que ficará a chefiar o fabrico dos pasteis, queques, pão de ló, bolo rei, doce da Teixeira, bola de carne, cujo ingrediente, principal, é proveniente do "porco pata negra" do Alentejo.

Em parte-time (dado que é funcionário da Embaixada Portuguesa em Banguecoque) tomou a seu cargo Marco do Vale (sobejamente conhecido nos meios femininos, artísticos e televisivos da capital) de selecçionar, através de "casting", o pessoal composto de 12 "belas" jovens tailandesas que vendem, aos clientes no balção, a doçaria e servem, nas 12 mesas, do salão, o pastel de Belém e saborear uma chávena de café expresso "Delta" do qual António Cambeta é o agente para o Reino da Tailândia e no futuro expandi-lo do sul ao norte do país.

O estabelecimento, esmeradamente, decorado, pela “Art Living”, propriedade do empresário e velho residente na Tailândia, o açoriano, Eng. Rui Belo. Os "rabiscos" das paredes são obra do famoso arquitecto, macaense, Carlos Marreiro.
De Macau, onde António Cambeta tem vivido ao longo de cerca de meio século e reformado, presentemente, de oficial da Marinha do território, chegam os jornalistas, para reportar o evento, Hélder Fernandes da Rádio Macau, para inserir a inauguração, como reportagem, no seu programa, popular, “Rua das Mariazinhas”; os jornalistas, Gilberto Lopes, director, apoiado por Miguel Brandão cuja reportagem de imagem está a seus cargo, com dois operadores de câmara, para passar, o filme, no programa da TDM, (Televisão de Macau): “Os Grandes, Ignorados, Portugueses, na Ásia”.

Da Agência Lusa o jornalista José Costa Santos; Tribuna de Macau, o director, Dr. Rocha Dinis; Macau Hub (pela impossibilidade da presença de Gonçalo César de Sá) o jornalista Fernando Correia.

Para representar o Turismo do Governo de Macau, junta-se, a agradável presença, o director Eng. João Manuel Antunes.
Anima, a inauguração do evento, a Tuna Macaense, interpretando poemas do Adé escritos no dialeto macaense o "Patuá"
Daqui os desejos de bom sucesso na venda do Pastel de Belém e outras especialidades portuguesas, ao meu amigo do “peito” António Cambeta.
José Martins
Trecho em video executado pela Tuna Macaense que se recomenda ouvir

SÓCRATES: UM DESAGRADÁVEL CONTRA TODOS

O QUE DIZEM OS ESPANHOIS DELE...!!! Um desagradável contra todos

José Sócrates, Primeiro Ministro de Portugal


Dia 31/03/2011
O primeiro ministro Português é como um maestro, a toda velocidade pela estrada, no sentido oposto estão convencidos de que todos os outros motoristas que cometem erros.
Os governos europeus e instituições da UE assumiram que Portugal não podia superar a crise sem o apoio financeiro, mas José Sócrates, contraria todos, dizendo que o país possa superar seus problemas em seus próprios méritos.
Após ser derrotado no Parlamento, pediu demissão e lançou seu partido, o socialista a toda a velocidade para a oposição liberal-conservadora, esperar até ao último minuto e a boa sorte permitindo que as sondagens, retornar vitorioso.

Na última cimeira europeia em Bruxelas, na sexta-feira, surpreendeu muitos quando se dedicou a apertar as mãos para cumprimentar todos os jornalistas antes de se sentar para explicar na sua versão do que aconteceu no Conselho.

Dada a sua reputação legendária como hostil, o gesto poderia ser interpretado como uma espécie de despedida, tendo em conta que para a próxima cimeira é possível que as eleições tenham sido devolvidos para a oposição. "Você pode ter certeza que estou indo embora" esclareceu mais tarde ", embora eu tenho a certeza de que o seu jornal é o que está querendo."

Sócrates não só é plenamente consciente de tudo que é dito sobre ele nos jornais de Lisboa (e que você vê também alguns de Madrid), mas está convencido de que muitos dos problemas vêm do fato de não ter o que sempre não teve as coisas do jeito que você mais gostaria.

Nessa mesma audiência atacou sem muito disfarce as perguntas embaraçosas, embora eles concordaram com as opiniões que foram expressadas por outros chefes de governo em salas adjacentes, "causando especulações com perguntas lhe estão fazendo, Portugal não precisa de qualquer ajuda e se o que você quer é acabar com a especulação, é pueril acreditar que vai acontecer se pedir ajuda. "

Portugal vai enfrentar a expiração de um número de embalagens de dívida no montante de 9.000 milhões de euros nos próximos três meses na campanha eleitoral, precisamente porque Sócrates forçou o Parlamento não aprovar o plano de cortes de gastos que tinham sido acordados com as instituições da UE.

Uma vez que o líder socialista é primeiro-ministro, a dívida do país tem vindo a aumentar drasticamente. Somente em 2010 teve que pedir emprestado 51 mil milhões de euros, trinta por cento face ao ano anterior e 50 por cento mais do que seu antecessor.

O interesse tem de pagar para novos empréstimos estão cada vez maiores e os mais recentes leilões foram skimming-over l-8 por cento de juros. No entanto, Sócrates alega ter dinheiro para pagar essas obrigações, o reembolso seria reduzir, substancialmente, a pressão financeira sobre o país.

Para acreditar Sócrates deve desconsiderar as partes mais importantes de sua biografia. Não só isso, iniciou sua carreira política como fundador da juventude do Partido Social Democrata (conservador), mas porque, como militante socialista, a carreira de fraca privada no sector da construção na década de 80 foi um dos mais desastrosos do tempo . Teve que se retirar porque o conselho da cidade da Guarda, onde trabalhou, por unanimidade, negou provimento a ele antes de lhe choveram demandas da má qualidade os seus projectos.

Sua forma escandalosa para obter um diploma de engenheiro, tendo em conta que quatro das cinco disciplinas são ministradas por um professor que, em seguida, deu um cargo importante no governo de presidente de uma universidade privada em Lisboa, que acabou sendo fechada, precisamente pelo acúmulo de irregularidades que apareceram para investigar o escândalo, ou que alguns dos poucos testes que continha em seu arquivo o fax do gabinete do primeiro-ministro ou o título que ostenta a data de emissão em um domingo, não o impediu de aparecer na televisão para defender a sua honra e acusando seus adversários de fazer um plano para prejudicá-lo.


No entanto, é agora é o dinheiro. Um monte de dinheiro e a falhar em potencial um país inteiro. O presidente do Eurogrupo, do Luxemburgo, Jean Claude Juncker, e ele fez as contas e garante que Sócrates precisava de um socorro de mais de 70.000 milhões de euros para garantir o pagamento de uma dívida que, aliás, é mais nas mãos de bancos espanhóis.

É impossível não ter falado sobre isso na reunião que Sócrates realizou na quinta-feira com a chanceler Angela Merkel, que está finalmente a ter as chaves para o mecanismo de apoio de caixa financiera, mas Sócrates recusou-se a revelar o conteúdo da conversa: "Eu não vou permitir de revelar o conteúdo da entrevista, em privado, entre a Chanceler Angela Merkel e por mim."
Pelo menos desta vez não passou Merkel como líder da oposição em Portugal, o conservador Pedro Passos Coelho, que após uma experiência difícil, mesmo com o primeiro-ministro tem vindo a perceber que não reencontro com Sócrates se sem a presença de testemunhas. "

Post it ao cuidado do futuro primeiro-ministro*

(José Sócrates por razões óbvias não encaixa neste perfil)

1º Ninguém o obrigou a ser primeiro-ministro. Quis ser primeiro-ministro. Logo não se queixe.

2º Não se esqueça que é muito mais simples para si deixar de ser primeiro-ministro do que para o país ver-se livre de um primeiro-ministro.

3º Não confunda liderança com usurpação de competências. As pessoas que aceitam fazer parte do seu governo não são o prolongamento do seu ego e em muitas matérias, para não dizer em todas, têm mais saber do que o primeiro-ministro. Futebolisticamente falando um primeiro-ministro é como um treinador: um bom treinador é aquele que transforma um conjunto aleatório de jogadores numa equipa.

4º Não se esqueça que quanto mais obcecado viver com o que se diz de si mais dependente vai ficar de jornalistas e comentadores. E um primeiro-ministro dependente de jornalistas e comentadores é um primeiro-ministro que não só não governa como vive sob a suspeição e a tentação de controlar o que se diz dele.

5º É aos portugueses e não aos jornalistas que deve prestar esclarecimentos.

6º Por mais que lhe custe acreditar e por mais injusto que lhe possa parecer foi escolhido para governar e não para dizer mal da oposição.

7º Ser primeiro-ministro é uma circunstância transitória para si mas o que é transitório para si pode tornar irremediável muita coisa na vida dos portugueses. Não complique vidas que já não são fáceis.

8º Por princípio, duvide.

9º Também por princípio ouça muito.

10º Quando já tiver ouvido o que houver para ouvir e tiver duvidado o suficiente de tudo o que ouviu, ou seja quando estiver certo do que vai decidir, decida. E não se esqueça que não existem decisões consensuais. Existem sim boas decisões e más decisões. Decisões fundamentadas e decisões demagógicas. Se tiver razão, o tempo será seu aliado.

11º Antes de assinar o que quer que seja informe-se, estude e pense.

12º Nunca culpe os outros pelos seus erros e falhas.

13º Se o seu sonho é ser aclamado por todos e não ser criticado por ninguém demita-se enquanto é tempo.

14º Não se desculpe com as crises. Ser político é precisamente isso: gerir o inesperado mantendo um mínimo de princípios e assegurando os rituais institucionais que nos separam da choldra. Se os políticos não souberem fazer isto, um director-geral não só bastava como fazia melhor trabalho.

15º Não se esqueça que são os portugueses quem lhe paga o ordenado, o motorista, os telemóveis de serviço, a segurança e todas as restantes coisas. São também os portugueses quem paga ao seu governo e são ainda os portugueses quem sustenta os programas, projectos, obras, reformas e tudo o mais que o seu governo vai aprovar.

16º Não se esqueça que tudo aquilo que lhe pedem que dê, licencie, autorize, aprove, não é seu. É do povo. Ou para ser pago por ele.

17º Nunca, mas nunca, diga que a situação é melhor do que aquilo que realmente é.

18º Não tenha a presunção de que vai fazer tudo bem. Mas recordo que há duas coisas que não pode fazer: uma delas é comprometer a democracia. A outra é tornar-se um problema para o país. A partir daí não há retorno. A sua queda será a única saída possível.

19º Respeite as instituições. Cumpra os rituais da democracia. Dê às palavras o seu valor. São o formalismo e o rigor que asseguram o mínimo de dignidade e auto-estima aos países, sobretudo se estes forem pequenos e pobres.

20º Não confunda o povo com o eleitorado nem o seu partido com o país e muito menos a sua pessoa com Portugal.

21º Não brinque aos legisladores. A lei dever servir as pessoas e não servir-se delas.

22º Nunca esqueça que um dia vai deixar de ser primeiro-ministro e pense sempre que esse dia vai chegar mais cedo do que imagina.

*PÚBLICO

AS SUAS NOTÍCIAS DO DIA 31.3.11

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã Rodriguez Zapatero: Longe de Portugal Augusto Santos Silva: Comando de Oeiras ‘Perdidos na Tribo’, TVI Trancoso: Ferida em colisão Almada: Homem cai de miradouro

Capa do Público Público MNE da Líbia revela demissão em Inglaterra Ruptura/FER desmente saída do Bloco de Esquerda Reforçada a investigação aos ataques informáticos ao Nasdaq Obama quer reduzir um terço das importações de petróleo em dez anos Obama autoriza operações secretas na Líbia
Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias
Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias
Capa do i i Sócrates juntou a sua esquerda à esquerda de Lula da Silva Funcionários do ICNB obrigados a sair antes das 19h00 GNR ou PSP. Afinal, quem faz a segurança do aeroporto de Beja? Cem jovens com menos de 15 anos abortaram em 2010 Concertação Social. PSD quer manter acordo alcançado pelo governo
Capa do Diário Económico Diário Económico Mais de dois terços das empresas não pagaram IRC FCP reúne com Júlio Magalhães para novo Porto Canal RTP dissolve direcção de informação da RTP N Sporting vai ter auditoria externa às suas contas Luís Duque entra hoje na Academia
Capa do Jornal Negócios
Jornal Negócios Queda do Governo trava reforma do arrendamento urbano PSD quer agilizar despejos mas só para novos contratos Consumidores menos pessimistas na véspera do Governo cair Carris vai dispensar mais pessoal em 2011 Eletrobras pode vir a ser novo accionista de referência da EDP
Capa do Destak Destak FC Porto-Sporting marcado para a noite de domingo, 17 de Abril A melhor viagem de finalistas é na neve! O Carteiro Paulo está a chegar Cinemateca obrigada a reduzir oferta de Abril a três sessões diárias Jaime Fernandes convidado para dirigir RTP África e RTP Internacional

Capa do A Bola A Bola Nem só o futebol morre com o Estrela Benfica e Sporting de olho em Danilo Rúben Micael entre o sonho e a realidade no dragão Cinco anos para atingir o topo Tribunal impede greve no campeonato espanhol
Capa do Record Record Claque de Miguelito dá força ao Vitória Agarrar Baiano é sonho impossível Preço de Bruno Teles não é tema de discussão Azuis regressam no próximo sábado ao Pau de Fio Cléber volta à baliza
Capa do O Jogo O Jogo Taça da Escócia: Motherwell vence Dundee United por 3-0 e está nas “meias” Sporting vence Leões de Porto Salvo por 6-2, com grande exibição de Cardinal Torneio de Miami: Mardy Fish venceu David Ferrer e está nas meias-finais Serie A: Pato, Boateng e Van Bommel voltam ao lote de opções de Allegri Daniel Alves: “É quase impossível jogar no Real Madrid depois de jogar no Barcelona”