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sábado, 2 de julho de 2011

JOÃO SEVERINO: "RECADO PARA O COSTA DO INTENDENTE"

lisboa é um lixo


> As ruas de Lisboa estão insuportáveis. As calçadas só servem para torcer os pés, para estacionar carros, para os cães cagarem, para deixar de qualquer maneira os recipientes do lixo a transbordar e os ecopontos (inexistentes) a servirem de lixeiras de bairro. A Câmara Municipal de António Costa e do Zé é uma vergonha. Eles estão-se a marimbar para quem os elegeu. Depois das promessas e do poleiro é difícil apresentarem missão cumprida a contento. Os turistas indicam o que acabámos de referir como a grande nódoa da capital portuguesa. A imagem reporta-se a esta noite, num local perto de dois hotéis. Mais palavras para quê?...


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ASSIM VAI O COELHO NA SUA TOCA DE SÃO BENTO

Um prendinha para o Sr.Ministro


Um pagamento extra de IRS no valor de 50% do 13º mês foi o cartão de visita deste governo no primeiro dia em que se apresenta no Parlamento. Dizem-nos ser um imposto "extraordinário" e "preventivo", não vão as coisas correr mal. Nós, mais realistas sabemos que só podem correr mal e ou me engano muito ou ainda vão concluir que os outros 50% também têm de ser taxados. O Ministro Vitor Gaspar agradece.


Uma proposta para a Europa

O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, lançou em Bruxelas a sua proposta de orçamento plurianual 2014-2020 da União Europeia. A Comissão pretende diversificar as suas "fontes de financiamento próprias" e avança com propostas fracturantes, como a criação de "impostos genuinamente europeus".
Em cima da mesa estão várias opções. Uma delas é a introdução do "IVA europeu (1%) que renderia 41 mil milhões de euros por ano". Outra opção é lançar um imposto europeu sobre actividades e transacções financeiras e a UE pode também arrecadar receitas nos leilões de licenças de emissão de CO2, ou lançar taxas sobre o transporte aéreo ou a energia. Criar um imposto europeu sobre as sociedades é outra das hipóteses. O financiamento deverá manter-se nos 1000 biliões de euros a sete anos apesar de o Parlamento Europeu pretender um aumento de 5%.

Olhando para a austeridade que dizem estar a varrer toda a Europa e sobretudo aos sacrifícios pedidos aos países periféricos, tenho uma proposta a fazer. Se consideram que os poucos direitos laborais e salariais que ainda restam são regalias insustentáveis num mundo competitivo então que acabem com todas e todos os países europeus assumam as leis que regem os políticos e funcionários da Comissão Europeia sejam a plicadas a todos. Conhecemos os salários que recebem, sabemos que não pagam impostos, que se podem reformar ao fim de nove anos de trabalho com reformas avantajadas, etc. Prescindimos das nossas "regalias" e aceitamos em troca os "direitos" deles. É que esta gente vive muito bem à custa de muitos que vivem muito mal. E ainda nos querem impôr mais um imposto só para lhes encher a pança.


Feliz Natal Sr. Coelho



Andaram a debater o Programa de governo e de medidas concretas, qual vai ser o aumento do IVA, em quanto vão reduzir a TSU, que benefícios fiscais vão ser cortados e tantas outras nada se sabe. Ficam todas para estudar. Mas, bastou lançarem para o ar que a execução orçamental está a correr mal para numa noite o Passos Coelho decidir cortar com 50% do subsidio de Natal. A cada nova má noticia para o Ministério das Finanças lá virá mais uma má noticia para todos nós. A minha única dúvida é que número devo chamar ao próximo PEC; PEC5 ou PEC1 DC (depois do Coelho).

MÓNACO: ALBERTO E CHARLENE

Os noivos apresentaram-se muito mal na cerimónia... Dá-me a impressão que houve discussão, entre eles, antes. Uma noiva deprimida e um Alberto confrangido e de ar cansado. Daqui muitas felicidades aos nubentes e que não passe mais pela cabeça da Charlene (Gata Borralheira) de fugir para as sua orígens, África do Sul, ao Príncipe Alberto.  

P.S. - Fotos retiradas da RTP, com a dévida vénia

AMANHÁ HÁ ELEIÇÕES NA TAILÂNDIA

ESCLARECIMENTO: Este blogue não está vocacionado para interferir na política da Tailândia, apenas inseriu o discurso do líder do Partido Democrata Senhor Abhisit Veijjajiva. Minha mulher e minha filha, amanhã, vão votar e seus votos serão dirigidos ao candidato que suas consciências lhe permitir. José Martins
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Ao líder do Partido Democrata Abhisit Vejjajiva são lhe oferecidas rosas por partidários antes do comício do seu partido e o final da campanha eleitoral na Royal Plaza ontem. CHANAT KATANYU
 
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O Partido Democrata lançou ontem o seu comício, final, no Royal Plaza, tendo como objectivo as acusações dirigidas ao seu rival, inimigo, Thaksin Shinawatra.
 
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O líder do Partido Democrata criticou a política do Partido Pheu tailandês e preparar-se para limpar o nome do primeiro-ministro, deposto, Thaksin e dar-lhe de volta  46.000 milhões que lhe foram apreendidos.
 
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A campanha foi organizada sob o lema''O Futuro da Tailândia sob o mesmo Céu''e a transmissão do rali foi retransmitida para as nove principais províncias: Chiang Mai, Sukhothai, Ubon Ratchathani, Udon Thani, Rayong, Phetchaburi, Surat Thani , Nakhon Si Thammarat e Narathiwat.
 
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Primeiro-Ministro e líder democrata Abhisit Vejjajiva apareceu no palco para  um grande encontro com seus apoiantes, ontem à noite, sob chuva.
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Antes de seu discurso, o vídeo transmitiu o Sr. Abhisit, dizendo que suas funções como primeiro-ministro estão prestes a acabar, mas as do público, em geral, estão prestes a começar, uma referência ao dever das pessoas para votação de amanhã.Após o vídeo, o Sr. Abhisit disse que não aceitou a visão de que o povo tailandês são divididas.
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''Na verdade, os Tais vivem sob o mesmo céu. Nós não sentimos que há uma divisão. Povo tailandês não querem qualquer divisão,''Sr. Abhisit disse. Ele disse que tinha gasto mais de 40 dias viajando para conhecer pessoas de todo o país e tornou-se ciente das dificuldades existentes e  das suas diferentes necessidades, o seu desejo de viver melhor e desfrutar de segurança em suas vidas também.
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Povo tailandês quer maior renda e educação de qualidade para seus filhos, disse ele.
Sr. Abhisit disse que seu governo tinha trabalhado arduamente para resolver estas questões nos últimos dois anos e o governo tem cumprido sua promessa de empurrar para a educação livre.
 
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O governo nunca ignora os idosos como evidenciado pelo seu esquema de pagamentos de pensões. Falando sobre o mérito do esquema do governo de garantir a colheita de preços, o Sr. Abhisit disse que a maioria dos agricultores têm tido um sentimento de insegurança e injustiça por um longo tempo, mas com o regime em vigor, eles deixarão de sofrer perdas.
 
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Sr. Abhisit disse que o país tem de avançar e povo tailandês tem que decidir a escolher entre o Democratas eo Partido Pheu tailandês. Sr. Abhisit afirmou que as camisas vermelhas deixaram claro, dois anos atrás, que eles trariam de volta para casa Thaksin. Propósito, guiado pelo Partido Pheu tailandês, permanece inalterado até hoje.
''Uma política nunca muda. Que é como Thaksin pensa, Pheu tailandês'', disse o Sr. Abhisit.
 
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Sr. Abhisit disse que não iria parar de criticar o Partido Pheu tailandês por querer ajudar Thaksin. ''Meu dever é apontar os factos. Eu não vou parar de falar enquanto  Thaksin não párar 'pensar',''Sr. Abhisit disse. Sr. Abhisit também criticou Pheu tailandês por supostamente tentar devolver  46.000 milhões de baht a Thaksin.
Esta não é a visão de um partido político para o bem do país e do povo, o Sr. Abhisit disse.
 
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Os 46.000 milhões de baht podem ser gastos para cobrir os pagamentos de pensões a idosos, as despesas médicas de milhões de pessoas e as taxas de educação para as crianças, o Sr. Abhisit disse. Ele disse que é errado colocar apenas uma importância individual acima de todas as pessoas do país.Os chefes dos democratas são as pessoas em todo o país, e não de um em Dubai, Sr. Abhisit disse.
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Ele disse que os eleitores devem pensar por si próprios nas eleições de amanhã, se eles querem recompensar as pessoas que semearam a divisão no país.
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Se eles querem que o país avance, os Democratas devem ter sua escolha, o Sr. Abhisit disse.
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Transcrito e tradução livre do jornal Bangkok Post