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domingo, 28 de agosto de 2011

IGREJA CATÓLICA DE KANCHANABURI - BEATA MUNDI REGINA

IGREJA CATÓLICA DE KANCHANABURI - O CELEBRANTE ERGUENDO A HÓSTIA

IGREJA CATÓLICA DE KANCHANABURI - REFLEXÃO DEPOIS DO TOMAR O CORPO DO SENHOR

IGREJA CATÓLICA DE KANCHANABURI - EXPRESSÃO REAL DE FÉ

IGREJA CATÓLICA DE KANCHANABURI - NÃO HÁ RAPAZES MAUS

IGREJA CATÓLICA DE KANCHANABURI - RECEBENDO O PÃO DO SENHOR

IGREJA CATÓLICA DE KANCHANABURI - A CAMINHO DA CELEBRAÇÃO DA MISSA DOMINICAL

IGREJA CATÓLICA DE KANCHANABURI - A PECADORA CONFESSA-SE

IGREJA CATÓLICA DE KANCHANABURI - REZANDO A VIRGEM MARIA

A MÃO NO MUNDO DA VIRGEM

CARLOS DO CARMO: "E ESTE AGORA VIROU POLÍTICO...!!!"

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Não tenho simpatia por este fadista, como não tenho pelo senhor Silva. Mas não deixo de escrever que o fadista, antes do 25 de Abril de 1974 era o "menino do fado", contratado pelo governo de Salazar. Lá estava o menino fadista, em Lourenço Marques, a inaugurar e actuar na exposição da FACIM. Que se vá encher de moscas este menino que o que ele quer sei o eu... LULAS!
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31 entrevistas em Agosto - Carlos do Carmo
"Merecemos mais do que este homem que é Presidente"
Hoje
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É a marca registada do fado, com uma carreira de décadas em Portugal e presença em espectáculos por todo o mundo. Se para Carlos do Carmo a beleza do 25 de Abril está embaciada, a reeleição de Cavaco Silva para a Presidência choca-o pela ausência de uma magistratura eficiente e de responsabilidade histórica nos próprios actos: solicitar aos portugueses o regresso às pescas e à agricultura que, enquanto primeiro-ministro, apagou da estrutura produtiva do País. Não se acha fatalista ou sente saudade, prefere palavras como perda ou vazio
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Entre o fado e a política, Carlos do Carmo chama ao 25 de Abril, "uma data bonita" - "Foi um clarão que traz consigo a esperança de ver resgatar a dignidade de um povo e de acreditar que juntos íamos fazer qualquer coisa". Mas a realidade desiludiu-o: "Foi essa a esperança que tive e na qual acreditei durante alguns anos, até ver que a política é uma coisa muito delicada".
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Tanto que hoje não se revê no País. E explica: "Vou tão somente falar de uma pessoa: Aníbal Cavaco Silva. Que foi primeiro-ministro deste país quando entraram vagões de dinheiro e nunca o ouvi dizer 'Este dinheiro tem que ser pago'! Quando era primeiro-ministro, a nossa agricultura foi vendida a pataco, as nossas pescas foram vendidas a pataco, a nossa indústria quase desapareceu (...)
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É tão fácil bater em Guterres, em Santana Lopes, em Durão Barroso ou em Sócrates. Não quero centrar-me numa pessoa e dizer 'Eis aqui o bode expiatório disto tudo', pretendo é alertar os portugueses que têm esta tendência para ter um paizinho, só que precisamos é de ter um paizinho sério. E merecemos mais do que este homem, que foi primeiro-ministro e que é Presidente da República!"
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Mas também de música se fala nesta entrevista, lembrando que Carlos do Carmo foi o primeiro português a gravar um CD, falando do sucesso das novas intérpetres de fado - todas mulheres... - e recordando o Festival da Canção de 1976, que também teve conotações políticas.

Leia a entrevista na íntegra no e-paper do DN.

31 entrevistas em Agosto é uma rubrica do "Made in Portugal": durante os 31 dias deste mês de Agosto o DN publicará 31 entrevistas a figuras portuguesas, que falarão do País que temos e daquele que queremos. Todas as entrevistas serão conduzidas pelo jornalista João Céu e Silva. AMANHÃ: Francisco Moita Flores

ENA PÁ TANTO CHEFE HAVIDO PARA TÃO POUCO DINHEIRO!!!

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Mas o mau da fita é que nós o povo, a arraia miúda, os morcões os "piolhosos" temos que pagar grandes reformas a esta "gajada (para mim não têm outro nome) que nos foram ´fodendo´ o nosso viver...!!! Chamar a isto máfia siciliana ou da camorra é violento, mas posso afirmar que isto é a máfia da nossa "canalhada" oportunista e gosmista.
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35 anos de democracia, 20 ministros das Finanças. A turma do funcionalismo
Publicado em 27 de Agosto de 2011
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A maioria nunca soube o que é uma empresa privada. Conheciam a carreira docente e as empresas públicas
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35 anos de democracia, 20 ministros das Finanças. E a esmagadora maioria nunca conheceu outra realidade senão a da carreira docente e o casulo quente e doce da administração pública, empresas e instituições do Estado. Praticamente todos marcados por uma experiência de grau ZERO no funcionamento de uma empresa privada, praticamente todos marcados por uma visão de funcionalismo público.
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Tivemo-los em número significativo vindos da actividade política como rampa para cargos no sector público. Alguns podem gabar-se de uma imponente experiência no ensino e investigação, especialistas nas áreas teóricas das finanças e economia, antes de iniciar o percurso na administração pública e assumir a pasta das Finanças. Uma tradição que tem o seu santo patrono naquele ilustre professor de Santa Comba Dão, que agarrou forte e feio na gestão das finanças públicas sem ter nunca que se preocupar com o percurso dos ovos que lhe trazia à mesa a dona Maria.
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Desta panóplia de teóricos, autênticas virgens poupadas às exigências cruas da economia real, destaca-se Eduardo Catroga, este sim experimentado no desporto radical que é assumir a gestão de empresas privadas.
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São conhecidos os casos daqueles que depois de abandonar os gabinetes ministeriais abraçam importantes cargos administrativos em empresas públicas e privadas. Frequentemente, a vida corre-lhes até muito bem, para a maioria a saída da actividade pública significou enriquecimento. Mas mesmo aí, nem sempre saem do âmbito das administrações de bancos e empresas ligadas ao sector público.
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São velhos hábitos adquiridos que não querem mudar.
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E é caso para nos perguntarmos se temos direito alguma vez a queixar-nos do desempenho de um ministro das Finanças, quando sabemos que nos cargos que assumiu não teve nunca que arriscar, com as decisões que tomava, a sorte própria e da família, unicamente a dos contribuintes.
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Temos sido governados por professores e funcionários públicos. Não estamos afinal tão longe do espírito que animava o sonho socialista e as economias centralizadas, onde estava tudo seguro, protegido, garantido, pelos séculos dos séculos. Para os governantes, família e amigos. Os eleitores que aguentem - estamos aqui para servir de cobaias e pára-choques.
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Veja a lista:
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Medina Carreira
I Governo Constitucional, de Mário Soares (1976)
Iniciou a carreira profissional como técnico fabril de fundição de aço. Dedicou-se à advocacia, à consultoria em empresas e à docência universitária. Negociou com o FMI um empréstimo a Portugal de 750 milhões de euros.
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Vitor Constâncio
II Governo Constitucional de Mário Soares (1978)
Foi secretário de Estado do Planeamento, nos I e II Governos Provisórios (1974-75), e do Orçamento e do Plano, no VI Governo Provisório, em 1976.
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José da Silva Lopes
III Governo Constitucional de Nobre da Costa (1978)
Iniciou a carreira no Ministério da Economia, em 1955. Em 1969 integrou o Conselho de Administração da CGD. Dirigiu o Gabinete de Estudos e Planeamento do Ministério das Finanças, até 1974. Em 1975, nomeado governador do Banco de Portugal.
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Manuel Jacinto Nunes
IV Governo Constitucional de Mota Pinto (1978)
Iniciou carreira de docência em 1948. De 1968 a 1970 director do ISCEF. Vogal da Junta Nacional de Educação (1971-1974). Nomeado em 1974 governador do Banco de Portugal (Vice-
-governador desde 1960) e em 1976 administrador-geral e presidente do Conselho de Administração da CGD.
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Sousa Franco
V Governo Constitucional de Lurdes Pintasilgo (1979)
XIII Governo Constitucional de António Guterres (1995)
Actividade docente desde 1966. Jurista no Centro de Estudos Fiscais do Ministério das Finanças (1965-68 e 1974). Na direcção do Gabinete de Estudos Económicos da SACOR (1968-72) e no Conselho de Administração da Companhia Nacional de Petroquímica (1972-1974). Administrador da CGD (1974-75), presidente do Tribunal de Contas (1986-95).
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Cavaco Silva
VI Governo Constitucional de Sá Carneiro (1980)
Desde 1967 na Fundação Gulbenkian, leccionou no ISCEF até 1978. Em 1977 director do Departamento de Estatística e Estudos Económicos do Banco de Portugal. A partir de 1979 leccionou na Universidade Nova de Lisboa.
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Morais Leitão
VII Governo Constitucional de Pinto Balsemão (1981)
Admitido na Ordem dos Advogados em 1962. Director de contencioso do Banco Pinto e Sotto Mayor até 1968, e administrador-delegado da companhia de seguros Mundial Confiança, até à sua estatização, em 1975.
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João Salgueiro
VIII Governo Constitucional de Pinto Balsemão (1981)
Iniciou carreira profissional como economista do Banco de Fomento Nacional, (1959-63). Assistente e regente em Teoria Económica e Desenvolvimento Económico no ISCEF (1961-69). Preside à Junta de Investigação Científica e Tecnológica (1972-74). Vice-governador do Banco de Portugal (1974-75). Em 1981, nomeado presidente do Instituto de Investimento Estrangeiro.
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Ernâni Lopes
IX Governo Constitucional de Mário Soares (1983)
Assistente do ISCEF (1966-74), ingressou no Banco de Portugal, em 1967. No Serviço de Estatística e Estudos
Económicos do Banco de Portugal (1967-75). Aplicou o programa do FMI no país no início dos anos ‘80.
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Miguel Cadilhe
X e XI Governos Constitucionais de Cavaco Silva (1985 e 1987 )
Leccionou vários anos na Faculdade de Economia do Porto. Em 1973, ingressa no Banco Português do Atlântico, no qual viria a exercer os cargos de director do Gabinete de Estudos Económicos (1976-85).
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Miguel Beleza
XI Governo Constitucional de Cavaco Silva (1990)
Foi professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa. No Banco de Portugal, como consultor (1979-87) e administrador (1987-1990).
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Braga de Macedo
XII Governo Constitucional de Cavaco Silva (1991)
Iniciou em 1976 carreira docente na Universidade Nova de Lisboa. Consultor da CIP, Banco Mundial, United States Agency for International Development e governos da Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Angola. Foi técnico do Departamento de Pesquisa do FMI (1978-79), e integrou a Comissão de Reforma Fiscal do Ministério das Finanças (1984-88).
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Eduardo Catroga
XII Governo Constitucional de Cavaco Silva (1993)
Docente no ISCEF (1968-74 e 1990). Exerce funções no sector privado desde 1967, primeiro na CUF, como director financeiro e director de planeamento, depois membro do Conselho de Administração e da Comissão Executiva, (1974-75). Vice-presidente executivo da
Quimigal (1978-80). Desde 1981 administrador delegado da holding industrial Sapec, actualmente presidente do Conselho de Administração. Administrador não executivo da Nutrinveste, do Banco Finantia e de membro do Conselho Geral e de Supervisão da EDP.
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Pina Moura
XIII Governo Constitucional de António Guterres (1999)
Iniciou carreira docente no Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa. Desde 1973 na Assembleia Nacional, abandonou a política em 2007 para assumir funções de administrador na Media Capital.
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Oliveira Martins
XIV Governo Constitucional de António Guterres (2001)
Carreira docente na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (1977-85), consultor jurídico dos Ministérios das Finanças e da
Indústria e Comércio (1975-86), e director dos Serviços Jurídicos da Direcção-Geral do Tesouro. Assessor político da Casa Civil do Presidente da República, até 1991.
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Manuela Ferreira Leite
XV Governo Constitucional de Durão Barroso (2002)
Iniciou docência no ISCEF, para percorrer depois uma longa carreira em várias instituições públicas, entre outras o Banco de Portugal. Integrou ainda os órgãos de várias instituições privadas, sendo membro do Conselho Consultivo do Instituto Gulbenkian de Ciência, desde 1988, e dos Conselhos Superior e de Orientação Estratégica da Universidade Católica Portuguesa, e vogal (não executiva) do Conselho de Administração do Banco Santander Totta (2006-08).
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Bagão Félix
XVI Governo Constitucional de Santana Lopes (2004)
Foi director financeiro da Companhia de Seguros A Mundial (1973-76), membro do Conselho de Gestão da COSEC (1976-79), membro do Conselho Directivo do Instituto Nacional de Seguros (1979-80), administrador do Banco de Comércio e Indústria (1985-87), administrador (1992-93) e vice-governador (1993-94) do Banco de Portugal e director-geral do Banco Comercial Português (1994-02). Administrador de várias seguradoras do Grupo BCP (1994-00). É professor catedrático convidado da Universidade Lusíada de Lisboa (desde 2006), onde rege as disciplinas de Finanças Públicas e Ética.
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Campos e Cunha
XVII Governo Constitucional de José Sócrates (2005)
Professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, desde 1985, foi também docente na Universidade Católica. Foi director da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa. Vice-Governador do Banco de Portugal (1996-02).
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Fernando Teixeira dos Santos
XVII e XVIII Governos Constitucionais de José Sócrates (2005 e 2009)
Carreira académica desde 1973, desempenhou depois vários cargos directivos no sector público. De 1995 a 1999, secretário de Estado do Tesouro e das Finanças do XIII Governo Constitucional.
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Vitor Gaspar
XIX Governo Constitucional de Passos Coelho
O actual ministro das Finanças foi membro suplente do Comité Monetário Europeu de 1989 e 1998 e membro do Gabinete de Consultores Políticos da Comissão Europeia de 2005 a 2006. Foi conselheiro especial do Banco de Portugal e director-geral da área de investigação do Banco Central Europeu de  (1998-04). Também foi director de Investigação e Estatísticas do Departamento do Banco de Portugal e director de Estudos Económicos do Ministério das Finanças.

As capas dos jornais e as principais notícias de Domingo, 28 de Agosto de 2011.


Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Fogo cerca habitações
Lisandro López fractura tornozelo
Colisão com autocarro faz 7 feridos
Francisco Louçã: “Inquérito judicial”
António José Seguro: Tributar heranças
Brasil: Descarrilamento de eléctrico faz cinco mortos e 54 feridos
Faro: Desaparecida vai à PSP

Capa do Público Público

Sorteio do Totoloto (59/2011)
Louçã exige inquérito judicial para averiguar acesso a dados de jornalista do PÚBLICO
Soldado, o protagonista do primeiro dia da Liga espanhola
Gil Vicente bate Académica no arranque da terceira jornada
Histórico quinto título para Riner marcou os Mundiais
Há um antes e um depois de Stoner em Brickyard
Seguro defende que proposta para tributar heranças "deve ser considerada"

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Banca faz corte brutal no crédito aos Açores
Passos decide se agentes secretos falam em tribunal
Da Índia para celebrar missas em Lisboa
"Merecemos mais do que este homem que é Presidente"
Professores denunciam concursos 'à medida'
Clonagem de chave gera vaga de furtos de Mégane
BE: Impostos para fortunas e tributação sobre mais-valias

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Nova burla envolve falsas contas para pagar telemóvel
Jovem deficiente profundo sem direito a pensão
24 câmaras à beira da ruptura financeira
Single dos Beatles leiloado por mais de 10 mil euros
Presidente da Liga Árabe condena uso da força contra revoluções
"Bonde" do Rio tomba e mata cinco pessoas
Número dois da al-Qaeda foi morto

Capa do i i

PSD e CDS travam imposto do BE sobre as grandes fortunas
Presidente do Inatel pagou cinco mil euros para dar uma entrevista
Bairros sociais. Rendas por pagar à câmara ultrapassam 22 milhões
Hemodiálise. Estado pagou 246 milhões de euros em 2010
35 anos de democracia, 20 ministros das Finanças. A turma do funcionalismo
Excesso de oferta. "Há cursos que condenam os jovens ao desemprego"
Gasolineiras. Aumentam as fugas sem pagamento

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

BE contra limite constitucional ao défice público
Seguro defende que propostas de Cavaco para tribunal heranças "devem ser consideradas"
Lagarde alerta para ameaças crescentes à economia global
Limites aos sacrifícios dos portugueses não devem "estar muito longe"
Cavaco surpreendido com discussão de imposto sobre fortunas em vez de tributação das heranças e doações
Wall Street fecha semana com tónica optimista
UGT defende rescisões amigáveis para trabalhadores que saiam do BPN

Capa do A Bola A Bola

«Tive de levar injecção no pé uma hora antes de saltar...» – Naide Gomes
Álvaro Pereira força saída
Saragoça-Real: Coentrão titular
Elias muito complicado
«Estive quase a deixar o futebol» – Emerson
Juan Carlos contratado ao Real e emprestado ao Saragoça
«Quero voltar a Portugal para lutar pelo título» - José Peseiro

Capa do Record Record

Thiago Freitas no Cherno More
Rui Sampaio recusou Cagliari
José Mota: «Esta equipa dá-me todas as garantias»
Eto'o: «Deixo um obrigado ao senhor Mourinho»
Madjer: «Só tenho medo da nossa equipa...»
Duda não teme Cazorla no Málaga
Leões mais fortes no arranque do Xico

Capa do O Jogo O Jogo

Torneio Internacional de Lisboa: Sporting vence Benfica por 4-1 no ensaio para a Supertaça
Freddy Ljungberg assinou por dois anos pelo Shimizu S-Pulse
Auxerre: Ben Sahar lesionou-se com gravidade no tornozelo
2ª jornada: Yebda e Carlos Martins não evitam derrota (1-0) do Granada frente ao Bétis
Pedro Emanuel: “Parabéns à minha equipa, que nunca virou a cara à luta”
Paulo Alves: “Estou muito orgulhoso dos meus atletas”
Movimento associativo equaciona candidatura às eleições