Translator

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

DEIXEI DE ACREDITAR NOS "CANALHAS" DOS POLÍTICOS PORTUGUESES E DE RAPAZES PRODÍGIOS!

DEO

Contribuintes vão pagar maior parte do corte no défice

Vitor Costa  
01/09/11 00:05

Os contribuintes ainda não sentiram o corte do subsídio de Natal mas já têm a promessa de um novo aumento de impostos para 2012.
.
O processo de consolidação que vai permitir levar a economia portuguesa para um patamar próximo do equilíbrio orçamental vai ser feito essencialmente à custa das famílias. O Documento de Estratégia Orçamental apresentado ontem pelo ministro das Finanças não deixa margem para dúvidas: em 2012 e 2013, será o esforço das famílias, por via de mais impostos ou de corte de benefícios, que permitirá a redução do défice.
.
O encontro de ontem há muito que estava marcado. E a promessa era ambiciosa. O Governo comprometia-se a apresentar o maior corte da despesa pública de que há memória. Mas acabaram por ser novamente as medidas de aumento de impostos, desta vez no IRS e no IRC, que marcaram a conferência de imprensa do ministro das Finanças, Vítor Gaspar. Isto apesar de o corte de despesa anunciado ser, de facto, significativo.
.
O Executivo promete reduzir o défice de 5,9% este ano para 0,5% em 2015 e fá-lo essencialmente à custa da despesa. O peso das receitas totais no Produto Interno Bruto (PIB) fica praticamente inalterado até 2015 e o peso da despesa cai sete pontos. Números que permitiram a Vítor Gaspar garantir que este é um corte que "não tem precedente nas séries estatísticas disponíveis". 
.
Ao mesmo tempo, o Governo promete cumprir a exigência de que a consolidação seja feita em um terço pelo lado da receita e dois terços pelo lado da despesa. E é isso que acontece em 2012 e 2013, período para o qual são apresentadas simulações detalhadas.
.
Este corte da despesa está, no entanto, longe de ser um esforço apenas do Estado. O Governo promete reduzir a despesa num valor equivalente a 3% do PIB. Mas deste montante, metade cabe às famílias. 
.
Quer seja, por exemplo, por via do congelamento dos salários da função pública e do congelamento de pensões, quer seja por via de uma menor comparticipação do Estado com despesas de saúde, entre outras medidas que, no total, atingem um valor equivalente a 1,5% do PIB.

OS RICOS DE PORTUGAL, MESMO COM OS NOVOS IMPOSTOS AINDA TÊM SORTE!

Se fosse após o 25 de Abril de 1974 se perguntassem ao Dr. Mário Soares ele saberia responder o que fazer ao ricos de Portugal.

Clique em baixo e leia a peça
.
QUE FAZER AOS RICOS?

VÁRIAS PROPOSTAS, UM SÓ CAMINHO

E TODOS FAZEM CONTAS À VIDA... CADA VEZ MAIS "ESTICADINHOS"

IRS sobe 2,5% para quem ganha mais de 153 mil euros. Mais 3% de IRC para grandes lucros

por Ricardo Paz Barroso, Publicado em 31 de Agosto de 2011  |  Actualizado há 10 horas
.
De novo estavam prometidas grandes reformas ao nível da despesa do Estado, mas de novo as únicas medidas concretas anunciadas pelo Ministro das Finanças foram ao nível da receita fiscal
.
A taxa de desemprego vai subir até aos 13,2% em 2013, mas no ano a seguir vai apresentar tendência de descida, segundo anunciou hoje o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, no momento da apresentação do Documento de Estratégia Orçamental, com a principais linhas orientadoras até 2015, aprovado em Conselho de Ministros na terça-feira.
 .
Gaspar revelou ainda que a economia portuguesa vai sofrer contracções no seu crescimento na ordem dos 2,2% este ano e 1,8% para o próximo.
Só em 2013 é que o crescimento voltará à economia portuguesa, estando previsto pelo governo uma percentagem de 1,2% para esse ano, 2,5% em 2014 e 2,2% em 2015.
 .
Quanto ao rácio da dívida pública no PIB português, Gaspar revelou que aquele será de 100,8% este ano; 106,1% em 2012, 106,8% em 2014 e 105% em 2014.
,
A redução da despesa do Estado vai ser, segundo o documento agora apresentado pelo governo, vai ser de 7%, ou seja, "para 43% em 2015, um corte sem precedentes".  
 .
E a redução do número de funcionários públicos será de 2% entre os anos de 2012 e 2014, mantendo-se os salários congelados até 2013.
 .
Vítor Gaspar especificou ainda que o imposto extraordinário de solidariedade em sede de IRS para o escalão mais elevado traduz-se num aumento de 2,5%, passando dos actuais 46,5% para os 49%. A isto soma-se o facto de que os dois últimos escalões da colecta do IRS deixam de poder fazer deduções com saúde, educação e imobiliário. Esta "solidariedade" vai durar um ano.
 .
No caso do IRC, vai haver um agravamento da derrama estadual para as empresas que apresentem lucros mais altos, sendo o agravamento na ordem dos 3% sobre a parte do lucro tributável superior a 1,5 milhões de euros, também durante um ano.
 .
Com estas medidas solidárias ao nível do IRS e IRC vão representar um acréscimo nas receitas na ordem dos 100 milhões de euros.
 .
O governo vai também aumentar a tributação sobre as mais-valias, passando dos 20% para os 21%, igualando-a assim às restantes taxas liberatórias.
 .
No Documento de Estratégia Orçamental prevê-se ainda a redução do número de empresas do Estado na ordem dos 20%. O universo total de empresas do Estado é de 94 empresas. A secretária de Estado do Tesouro diz que esta reduação poderá passar pela extinção, fusão e privatização em alguns casos, sendo ainda "prematuro enunciar quais".
 .
Garantido por Gaspar está a inclusão da REN, EDP e GALP no primeiro lote das privatizações.
 .
Em matéria de Parcerias Público-Privadas (PPP's), a secretária de Estado do Tesouro anunciou na mesma conferência que foi feito um relatório que analisou 36 PPP's, análise que hoje mesmo vai ser entregue à troika, sendo divulgado só depois da troika aprovar o seu conteúdo.
 .
Gaspar diferenciou as situações de défice público nos dois arquipélagos autónomos, declarando a situação da Madeira como "insustentável", alertando para a necessidade de encontrar uma solução e que "se actue rápido". Vítor Gaspar acrescentou ter "indicações que a Madeira está disponível para participar nesse esforço".

TAILÂNDIA: NOVAS REGRAS VISAM LIMITAR A PARTICIPAÇÃO ESTRANGEIRA NA ÁREA DAS COMUNICAÇÕES



Por Usanee Mongkolporn,
Sirivish Toomgum

The Nation
Publicado em 01 de setembro de 2011
.
A Comissão Nacional de Comunicações (NTC)  elaborou os regulamentos para habilitá-la  a controlar os investimentos estrangeiros no sector de forma transparente e ser levada a efeito no próximo ano. A Comissão de  Radiodifusão Nacional e Telecomunicações colocará em leilão licenças de nova redacção de  processo.
.
Comissário da NTC Sudharma Yoonaidharma disse que os regulamentos, publicados na Gazeta Real, na terça-feira, contem boas perspectivas para os operadores locais de telecomunicações.
.
Wichian Mektrakarn, executivo-chefe da Info Service Avançado (AIS), disse que sua empresa estava pronta para cumprir os regulamentos, acrescentando que só tinha uns poucos estrangeiros no seu conselho de administração e toda a gestão era controlada por tailandeses.
.
AIS de Singapore Telecom tem como seu parceiro estratégico, a empresa norueguesa Telenor e parceiro estratégico da Comunicação Acesso Total (DTAC).
.
Sigve Brekke, chefe da Telenor para as operações na Ásia, disse que sua empresa e a DTAC está pronta a cumprir todas as leis e regulamentos.
.
A NTC conduziu sete sondagens públicas sobre o projecto de regulamentação. Informando acreditar que a nova regulamentação é necessária para proteger as empresas da Tailândia e a economia durante este período de liberalização do mercado sob o compromisso do país à Comunidade Económica Asean.
.
Também tem se preocupado com o uso de indicadores de participação de capital de empresas de telecomunicações locais, em nome de estrangeiros até ao ponto em que a participação estrangeira real ultrapassa o nível permitido.
.
No entanto, muitas organizações, empresariais, estrangeiras na Tailândia quedam-se insatisfeitos com os regulamentos quando eles ainda estavam em fase de projecto, argumentando  implicações negativas para actuais e futuros operadores estrangeiros a investir na Tailândia.
.
A NTC define dominação estrangeira, como o controle direto e indireto sobre a política da empresa e nomeação de directores de altos cargos de gestão.
.
A proibição de dominação estrangeira aplicável aos titulares de Tipo 2 e 3 licenças e os titulares de concessões estaduais de telecomunicações.
.
Titulares de licença são do tipo 2 de telecomunicações com ou sem rede própria e cuja competição afetará mercados específicos, enquanto aqueles com Tipo 3 licenças têm suas próprias redes e cuja competição irá afetar o público.
.
Titulares de licença e concessão tem que informar a NTC em cada ano sobre o seu estatuto de propriedade estrangeira. Se há dominação estrangeira, as empresas têm para propor ao NTC como resolver o problema, dado, dentro de um determinado período . Se eles não conseguem evitar uma posição dominante estrangeiro, o NTC pode suspender ou revogar sua licença.

E O ALBERTO JOÃO JARDIM A PAGAR A CRISE E AS FAVAS!!!

"A maçonaria mobilizou tudo quanto podia em termos de utilizar este período para atacar a Madeira”, reage Jardim

E QUANDO A NAU METE ÁGUA E PRESTES A IR AO FUNDO À QUE ABANDONÁ-LA...!!!

Administradora financeira da RTP demite-se

publicado 15:47 31 agosto '11
Administradora financeira da RTP demite-se
O ministro dos Assuntos Parlamentares anunciou que o Estado vai pagar cerca de 225 milhões de euros da dívida da RTP em 2012 RTP

Carla Chousal, administradora da RTP com o pelouro da área financeira, apresentou hoje a demissão do cargo que ocupava desde 2008. Os motivos evocados para a demissão são de ordem "pessoal" e foram já confirmados pela empresa.

Carla Chousal é licenciada em Economia pela Universidade do Porto e mestre em Economia Europeia pela Universidade de Coimbra. Foi docente universitária e a sua experiência profissional tem sido no sector bancário, onde ocupou cargos de direção nas áreas de organização e do marketing operacional.

Os pelouros a cargo de Carla Chousal serão distribuídos pelos restantes administradores, sendo que o pelouro financeiro ficará a cargo do presidente da empresa, Guilherme Costa, até ao final do mandato, em dezembro deste ano. O Expresso diz que Carla Chousal deverá regressar aos quadros do BPI, onde estava antes de fazer parte da administração da RTP.

Ontem, o ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, anunciou que o Estado vai pagar em antecipação cerca de 225 milhões de euros da dívida da RTP em 2012. Miguel Relvas sublinhou, perante os deputados da Comissão Parlamentar de Ética, Cidadania e Comunicação, que o Governo vai querer poupar muito com a televisão pública e que a alienação de um canal está garantida.

QUE FAZER AOS RICOS? VÁRIAS PROPOSTAS UM SÓ CAMINHO

Quarta-feira, 31 de Agosto de 2011

 Continua muito intensa a discussão sobre o que deve ser a situação tributária dos ricos, a ponto de os próprios ricos já se terem eles próprios disponibilizado para pagar um imposto excepcional “solidário” para que se não diga que estão a ficar à margem dos esforços de ajustamento que os Estados estão fazendo nestes tempos de extrema ortodoxia de equilíbrio orçamental na sua versão mais primária e simultaneamente mais onerosa para os contribuintes sobre que recai a maior fatia da carga fiscal.
.
Lá fora, como já foi dito muitas vezes, tudo começou quando Warren Buffett publicou um artigo no NYT intitulado. “Deixem de mimar os super-ricos”. Tudo começou é como quem diz, pois Warren Buffett já tinha dito exactamente o mesmo durante a campanha eleitoral de 2007 em apoio ao que então julgava ser o programa de governo do candidato Barack Obama. George Soros, o conhecido especulador da praça financeira americana, sempre manhoso na sua dupla personalidade,  já fez, com a autoridade que se lhe reconhece, a interpretação das palavras de Buffett: o que ele quer é proteger os ricos…
Depois vieram os franceses, cerca de dúzia e meia deles, pedir a Sarkozy que os tribute com um imposto excepcional para que mais tarde se não possa dizer que ficaram à margem da “politique de rigueur” prometida para a “rentrée”. Sarkozy percebeu a mensagem e logo se prontificou a propor ao Parlamento uma taxa de 3% sobre os rendimentos superiores a meio milhão de euros.
.
Depois veio um grupo de cerca de cinquenta “acomodados alemães” apresentar um manifesto que só pode ser assinado por quem aufira um rendimento superior a meio milhão de euros propor ao governo um imposto excepcional de 5% até que o almejado equilíbrio das finanças públicas se restabeleça.
Na Itália, Berlusconi ameaçou enveredar pelo mesmo caminho…mas depois, pensando melhor, voltou atrás e prometeu tratar do assunto em sede de evasão fiscal. Na Espanha, Zapatero e Salgado têm ziguezagueado, umas vezes quase sim outras quase não, e o mais provável é quando se decidirem já lá não estejam…
.
Em Portugal, o debate foi ainda mais mais animado. Cavaco diz que não – imposto sobre o património só depois da morte do proprietário -, o Governo está a meditar e na oposição pelo menos dois partidos avançam com propostas como se estivessem a tratar do assunto a sério. Cá fora, na chamada sociedade civil, também tem havido muito debate. O primeiro interveniente na discussão, Américo Amorim, cortou logo o mal pela raiz: “Essa conversa, a mim, não me diz respeito. Sou um trabalhador como qualquer outro”. Pulido Valente foi ainda mais categórico: é uma discussão sem sentido…porque neste país não há ricos. Por fim, Vítor Malheiros acalenta a esperança de por via do imposto se conseguir a quadratura do círculo: ou seja, fazer dos ricos pessoas honestas!

.
Realmente, esta discussão não faz qualquer sentido. É uma discussão enquadrada pelos ricos, uma verdadeira farsa, acabando por ser eles através dos seus lacaios a decidir o que demagogicamente for mais conveniente para uma cada vez maior concentração e acumulação de riqueza.
Noutro contexto histórico foi politicamente possível em sistema capitalista, depois de um período de profundas e aparentemente imparáveis diferenças sociais, impor um regime de distribuição de rendimentos relativamente equitativo entre o capital e o trabalho, um leque salarial relativamente apertado que em alguns países não ia além de 1 para 5, além de um sistema tributário inequivocamente progressivo, susceptível de financiar juntamente com outras receitas do Estado, nomeadamente patrimoniais, um estado social baseado, como não pode deixar de ser, no princípio da universalidade dos serviços prestados.
.
Ora bem: se tudo aquilo a que se está assistindo desde há cerca de trinta anos é exactamente a destruição de tudo isto, no único e exclusivo interesse do capital, que sentido tem participar “construtivamente” numa discussão que visa os mais perversos efeitos demagógicos?
.
No actual contexto, a solução do nosso problema não está em arranjar um impostozinho sobre o rendimento ou o património dos ricos, mas em desapossar os ricos, em eliminar os ricos. Esse tem de ser o sentido da luta. Certamente uma luta longa, uma luta antes de mais pela esperança cuja ausência é nos tempos que correm um inimigo bem mais perigoso do que a acumulação de riqueza. Uma luta, com objectivos radicais, que vise reposicionar as forças em presença e talvez depois seja possível reencontrar algum equilíbrio…

Publicada por JM Correia Pinto em 01:14 1 comentários http://img1.blogblog.com/img/icon18_email.gifhttp://img2.blogblog.com/img/icon18_edit_allbkg.gif
Segunda-feira, 29 de Agosto de 2011

SOBRE O TEMPO QUE PASSA

Líbia – Um dia destes será inevitável falar desenvolvidamente da Líbia. Entretanto, a NATO – a organização belicista de um “Império” em crise – continua a defender os direitos humanos em Tripoli, principalmente em Abu Salim. O pior, porém, está para vir. Foi aqui dito em tempo oportuno que o objectivo da agressão à Líbia era obstaculizar a democracia e o seu progresso entre os árabes. O imperialismo apenas aceita a “democracia” que ele próprio controla e domina…
 .
Madeira – Começa a ficar cada vez mais claro a dimensão – a colossal dimensão – da dívida da Madeira. Marcelo Rebelo de Sousa já desculpou Jardim e pediu uma solução. Como consultor habitual do Governo da Madeira que outra coisa haveria de dizer? O Governo central faz de conta que o problema não tem qualquer especificidade política e prepara-se, sem recriminações, nem comentários de qualquer espécie, para ir buscar o dinheiro ao sítio do costume. Cavaco, com o seu conhecido sectarismo, guardará igualmente silêncio. O que não admira, pois nunca desde o 25 de Abril Portugal tinha tido um Presidente da República tão ostensivamente chefe de partido como Cavaco!
 .
Os ricos – Tudo se encaminha no sentido de uma grande manobra demagógica a propósito da “taxação” extraordinária dos ricos. No actual contexto, de completa hegemonia do capital, principalmente do financeiro, qualquer medida tomada naquele sentido será necessariamente um ludíbrio. Parece não haver grandes dúvidas de que a esquerda se irá opor a essa demagogia. Vejamos como reagirá o PS, embora pelos indícios que se conhecem se preveja o pior.
 .
O que está a dar – Não há dúvida: neste país vale tudo. E quem tiver menos vergonha é quem mais lucra. O governo, o tal governo que quer “emagrecer” o Estado na saúde, na educação, na segurança social, ou seja, o tal Governo que quer diminuir os rendimentos directos e indirectos de quem trabalha por pouco dinheiro, inventou uma estrutura burocrática à margem da burocracia tradicional do Estado para acompanhar – imagine-se! – a execução do memorandum assinado com a troika. E vai dai, começa o Moedas – a tal “estrela emergente” desta direita – a recrutar rapaziada (politicamente) amiga com salários entre os 3 600 euros e os 5 800! É só consultar o DR da última sexta-feira. É fartar vilanagem!
.
Publicada por JM Correia Pinto em 00:54 0 comentários http://img1.blogblog.com/img/icon18_email.gifhttp://img2.blogblog.com/img/icon18_edit_allbkg.gif