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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

UM TESTE PARA SABER SE È OU NÃO UM "GAJO" AMARICADO


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Melhor receita de fettuccini, do Mundo, do Alfredo


fettuccine Alfredo
ingredientes


10 onças fettuccini massas
02/01 xícara de manteiga
5 dentes de alho picados
1 xícara de creme pesado
1 gema de ovo
2 xícaras de queijo parmesão ralado fresco
2 colheres de sopa de salsa seca


Instruções
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1. Leve uma panela grande de água ligeiramente salgada para ferver. Coloque a massa fettuccine e cozinhe por 8-10 minutos ou até ficar ao dente, escorra.
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2. Em uma frigideira grande derreta a manteiga e adicione o alho picado. Cozinhe com lume brando por cerca de 5 minutos, mexendo sempre, tomando cuidado para não queimar o alho.
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3. Despeje 1/4 de um copo, creme de leite, em uma tigela pequena. Adicione a gema de ovo e bata, coloque de lado. Despeje o creme restante na frigideira. Aumente o fogo para médio-alto. Quando o creme começar a ferver, misture rapidamente com um batedor. Adicione lentamente a mistura de creme com um ovo . Se não quer que o ovo coalhe. Continue mexendo até misturar bem.
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4. Adicione 1 xícara de queijo parmesão e continue a misturar o creme de leite. Despeje o parmesão restante e a salsa, misture até ficar homogêneo. Retire imediatamente do fogão. Sirva sobre o macarrão cozido.

Se seguir as instruções acima e se o cozinhado deu para o torto há uma boa razão de ficar a saber que você tem tendência a ser "maricas"


A MÁ GOVERNAÇÃO DE UMA NAÇÃO, PELOS POLÍTICOS, LEVA À DEMÊNCIA DE PARTE DA POPULAÇÃO.



2011/08/10

De acordo com dados divulgados esta semana, Portugal é a segunda nação do mundo a mais deprimida e também a mais deprimida da Europa. Além disso, é estimado que um terço do país está seriamente afetado de doentes mentais e não recebem qualquer tratamento para sua doença.
 
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Números divulgados pela Aliança Europeia Contra a Depressão (EEAD), mostram que os Estados Unidos são o único país que está à frente de Portugal em termos de taxas de depressão e doença mental como um todo.
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"Parece que a conhecida melancolia Português tem uma tradução psiquiátrico" o coordenador do Português para o EEAD, Ricardo Gusmão, foi citado como dizendo à Lusa Agência de Notícias.
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E enquanto o uso de anti-depressivos é muito maior do que a maioria dos países, Dr. Gusmão diz que muitos pacientes são abandonados deixados sem tratamento.
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"A conseqüência mais grave de não-tratamento da depressão é o suicídio ea maioria dos suicídios ocorrem no contexto da depressão", explica.
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O psiquiatra acrescentou ainda que um estigma ainda está ligado à depressão, em Portugal, o que poderia levar muitos doentes a optar contra o tratamento.
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No entanto, a venda de anti-depressivos em Portugal aumentou 300 por cento entre 1995 e 2009, com uma redução no custo de ser apresentada como uma das principais razões por trás deste aumento de altura.
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Acredita-se que mais de um quinto da população em Portugal sofre de alguma forma de doença mental, um estudo recente concluiu, que disse que a prevalência de depressão em Portugal é "atípico" para um país europeu.
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Estas foram as conclusões do primeiro estudo já lançado para traçar o perfil da saúde mental no país, que também fazem parte do estudos epidemiológicos internacionais pela Organização Mundial da Saúde (OMS), sendo coordenado pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e envolve uma outra 23 países.
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Autores do estudo descrevem-no como "a maior base de dados do mundo" de seu género, envolvendo mais de 100.000 participantes.
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O ramo Português do estudo revelou que dos 3.849 entrevistados questionou Português para o estudo, 22,9 por cento sofreram alguma forma de distúrbio psiquiátrico, perto do cento 26,3 registrados nos EUA.
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Outros países do sul da Europa com os quais Portugal é normalmente comparada, têm resultados significativamente mais baixos. Na Espanha, 9,2 por cento dos participantes têm problemas mentais, enquanto que 8,2 por cento dos entrevistados italianos têm problemas psicológicos.
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Mesmo em países nórdicos, onde as figuras são tradicionalmente mais altos, os resultados são inferiores aos de Portugal.
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O estudo do Português coordenador Caldas de Almeida, disse após o lançamento destes resultados que os principais problemas psicológicos são problemas de ansiedade, depressão, transtornos obsessivos e compulsivos, e relacionados com o álcool questões.
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Os mais afetados são mulheres e jovens adultos com idades entre 18 e 24.

ESTE BLOGUE O SEU DEVER É DIVULGAR OS FEITOS DOS PORTUGUESES

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É com prazer  que informo que Genuino Madruga estará lançando seu recém livro: "O Mundo Que Eu Vi no Clube Português de Hudson (13 Port St., Hudson, MA)

Domingo, 16 de outubro em 15:00

Genuino vai compartilhar connosco suas experiências, como ele, na sua viagem de circum-navegação ao mundo.
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Sr. Fernando Ranha, seu editor, também estará presente. Este evento é patrocinado pelos Amigos de Santo Espírito e do Clube Português de Hudson. É claro, está aberto ao público.
Estamos ansiosos para vê-lo. Por favor, a gentileza de ajudar a espalhar esta boa informação, informando quantas pessoas possível.
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Com os  melhores cumprimentos,  Jose Figueiredo

PS Se precisar de qualquer esclarecimento ou informações adicionais, por favor, deixe-me sabe (jjfigueiredo@comcast.net).
Muito obrigado!.

ESTE ZÉ DURÃO BARROSO NUNCA ME ENGANOU!!!! O ZÉ O SALVADOR DA UNIÃO EUROPEIA


O Zé como se pode analisar, no vídeo acima, era quando jovem, um gajo cheio de convicções. Uma irreparável perda, para Portugal, se ter perdido o Zé e partir para a União Europeia para a salvar..!!! Ah valente Zé és o maior!

Europa

Barroso lança plano para salvar a União Europeia

Presidente da Comissão Europeia, José Barroso, divulga proposta com cinco pilares para restaurar a estabilidade e o crescimento da zona euro

José Manuel Durão Barroso, Presidente da Comissão Européia
Durão Barroso diz que o plano da CE mostra o caminho para a Europa sair da crise (John Thys/AFP )
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José Manuel Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia (CE) – órgão de representatividade política da União Europeia (UE) – apresentou nesta quarta-feira um plano para restabelecer a confiança do mercado na zona do euro e na UE – e, assim, conter a crise na região. Em comunicado, ele afirmou que é preciso “romper o círculo vicioso criado pelas dúvidas quanto à sustentabilidade da dívida pública, à estabilidade do sistema bancário e às perspectivas de crescimento da União Europeia”.
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O plano da CE possui cinco planos de ação interdependentes: (i) uma resposta determinada aos problemas na Grécia; (ii) o fortalecimento das barreiras de proteção da zona euro contra a crise; (iii) uma abordagem coordenada de reforço do sistema bancário da região; (iv) a adoção rápida de políticas de estabilidade e de crescimento; e (v) a definição de políticas de governança sólidas e integradas para o futuro.
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Barroso, em seu pronunciamento, conclamou os líderes europeus a adotá-los o mais rapidamente possível. "Este roteiro mostra o caminho para a Europa sair da crise econômica. Respostas meramente reativas e fragmentadas aos diferentes aspectos da crise já não são suficientes. Temos de conservar a nossa posição de liderança", afirmou. Ele levará essas propostas à reunião de 23 de outubro dos ministros das Finanças da UE.
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Grécia – O primeiro ponto do pacote de medidas a ser implementado pela Europa diz respeito à Grécia. Segundo Barroso, é imperioso que seja colocada em prática uma ação coordenada para dissipar as dúvidas do mercado quanto à sustentabilidade econômica do país. Esta ação deve incluir, de acordo com o presidente da CE, o desembolso da sexta parcela de ajuda financeira do bloco e do FMI para Atenas; um segundo programa de austeridade fiscal amparado num financiamento adequado, que envolveria os setores público e privado; e a continuação do apoio da troika – composta pelo FMI e o Banco Central Europeu (BCE), além da própria CE – ao país.
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Barreiras de proteção – Para fortalecer as barreiras de proteção da zona euro contra a crise, a CE sugere que sejam colocadas em prática o quanto antes as decisões aprovadas em 21 de julho, entre as quais, a ampliação e flexibilização do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) – atualmente emperrado pelo fato de a Eslováquia ter votado contra as mudanças. Além disso, Barroso aponta a necessidade de antecipar o lançamento do Mecanismo Europeu de Estabilidade para meados de 2012 e disponibilizar liquidez suficiente no mercado por meio do BCE.
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Recapitalização dos bancos – A CE também recomenda um esforço coordenado dos europeus para capitalizar os bancos da região. Para cobrir perdas, as instituições financeiras terão de reservar, numa base temporária, maior volume de recursos provenientes do setor privado ou dos governos nacionais, se necessário. Os capitais terão de ser, de acordo com o Barroso, de “muito boa qualidade” e os bancos terão fornecer total transparência sobre a exposição a dívidas soberanas. Ele, no entanto, não deu um número exato sobre quanto de capital as instituições financeiras deveriam reter. Se esta medida, ainda assim, não se mostrar adequada, eles poderão recorrer ao fundo de estabilidade de europeu. Contudo, se assim fizerem, ficarão impedidos de distribuir bônus ou dividendos.
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Estabilidade e crescimento – Barroso quer também que a UE adote rapidamente políticas para assegurar a estabilidade e impulsionar o crescimento do bloco. Entre as medidas está uma implementação célere de compromissos já assumidos para os setores de serviços e de energia.  A CE também sugere que acordos de livre comércio sejam celebrados. O braço político da UE conclama ainda os europeus a colocarem em prática propostas para estimular a expansão do PIB, com destaque para os incentivos fiscais. Por fim, pede o alargamento dos benefícios do mercado único e realização de investimentos direcionados.
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Governança – O quinto pilar do plano de Barroso diz respeito à definição de políticas de governança sólidas e integradas para o futuro na zona do euro. As propostas deverão integrar o Mecanismo Europeu de Estabilidade e o Pacto de Estabilidade e Crescimento no mesmo sistema de governança de modo a aumentar sua coerência e eficácia. Esta medida outorgará novas competências à Comissão Europeia e ao Conselho Europeu para intervir na elaboração dos orçamentos nacionais e acompanhar sua execução.

AUSTERIDADE E O DOI-DOI DAS CRIANCINHAS "TUGAS" PARA 2012

 

 

Austeridade acrescida

por RTP actualizado às 20:36 - 12 outubro '11

Orçamento de 2012 vai ser a doer

publicado 20:14 12 outubro '11
Orçamento de 2012 vai ser a doer
O Governo de Pedro Passos Coelho deve aprovar quinta-feira a versão final da proposta de Orçamento de Estado para 2012 Estela Silva, Lusa

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A versão final da proposta do Orçamento de Estado para 2012 só será aprovada pelo Governo na reunião de quinta-feira, mas a comunicação social tem vindo a adiantar informações sobre algumas das más noticias que estão na calha. Sobrecarga no IRS e no IVA, cortes nas pensões, nas horas extraordinárias e remunerações, limites às contratações nas Forças Armadas e no poder local, e reformas antecipadas só depois dos 57 anos são algumas medidas de austeridade com que os portugueses se devem deparar no

Vários órgãos de comunicação social tiveram acesso à versão preliminar da proposta do OE que foi debatida no conselho de ministros de segunda-feira. Na sua edição de hoje, o Jornal de Negócios faz um resumo das principais disposições que constam do documento.

É assim que, no plano dos impostos, as famílias portuguesas deverão ver aumentado, pelo terceiro ano consecutivo, a carga do IRS, através dos cortes que o executivo tenciona realizar nas isenções fiscais.

Saúde educação e habitação abatem menos
As despesas com saúde, educação, e empréstimos à habitação vão passar a abater menos no valor do imposto a pagar e, no caso dos contribuintes com rendimentos superiores a 66 mil euros por ano, o abatimento torna-se zero.

Praticamente ninguém escapa ao agravamento fiscal. Os reformados deverão passar a beneficiar de menos deduções específicas e os contribuintes com maiores rendimentos vão ter uma sobretaxa de 2,5 por cento.

Há mexidas também no Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) no qual se irão perder algumas das isenções. Os senhorios poderão ter de passar a pagar taxa liberatória e quem tiver prédios devolutos passará a pagar mais imposto.

No que respeita ao IVA confirmam-se os aumentos das taxas sobre a eletricidade, gás, bebidas e vários produtos alimentares.

Se por um lado os portugueses pagarão mais impostos, muitos deles vão também ver os seus rendimentos reduzidos.

Cortes salariais mantêm-se, horas extraordinárias passam a valer metade
A versão preliminar do OE prevê a renovação em 2012 do corte salarial médio de 5% nos salários do sector público superiores a 1500 euros brutos por mês que tinha sido decidida pelo anterior Governo. O mesmo acontece com o congelamento dos subsídios de refeição e no que respeita à proibição de qualquer valorização remuneratória.

Por outro lado a compensação paga pelas horas extraordinárias deve descer para metade. Os 50 por cento atualmente pagos pela primeira hora passam para 25 por cento e os 70 por cento que agora são pagos pelas horas seguintes descem para 37,5 por cento. Já as horas extraordinárias em feriado ou dia descanso obrigatório passam dos atuais 100 por cento para 50 por cento. Além disso o Governo quer acabar com o descanso compensatório obrigatório que atualmente era de 15 minutos por cada hora a mais realizada.

Esta “medida extraordinária de estabilidade orçamental” prevalece sobre todas as disposições legais atualmente em vigor e mantém-se até ao final de 2013 quando expira o programa de intervenção da troika.

São medidas semelhantes às que estão a ser preparadas para o sector privado num pacote mais vasto sobre a legislação laboral.

Médicos e enfermeiros duplamente afetadosO Jornal de Negócios salienta que médicos e enfermeiros serão particularmente afetados, pois beneficiam atualmente de um regime de horas extra que distingue entre dias úteis, sábados e domingos. Além disso passam a ver o trabalho noturno e o suplemento pagos de forma igual aos dos restantes empregados do Estado.

No que respeita a médicos e enfermeiras com contrato individual de trabalho que trabalham para hospitais empresas do SNS, deverão passar a ter o salário regulado quando até agora o que vigorava era a lei do mercado. Segundo o documento a que os orgãos de comunicação social tiveram acesso, o Governo quer que, a partir do ano que vem, os níveis retributivos e os suplementos remuneratórios destes profissionais de saúde não possam ser superiores aos dos trabalhadores equivalentes com contrato em funções públicas.

Ainda no que respeita ao SNS, a responsabilidade pela cobrança de coimas pelo não-pagamento das taxas moderadoras na saúde deverá passar a ficar a cargo da Direção geral de Impostos, que, após ser notificada do incumprimento pela entidade hospitalar “procede à cobrança coerciva dos créditos compostos pela taxa moderadora, coima e custos administrativos”, sendo que, atualmente, o valor mínimo da coima equivale a cinco vezes o valor da taxa em atraso.

O impacto nas pensões de reformaAs pensões do Estado entre 485 euros e 727,5 euros, que até agora estavam isentas de descontar para a ADSE, vão deixar de o estar e passarão a descontar 1,5 por cento. Já o desconto suportado pela generalidade dos aposentados vai subir uma décima.

A formula de cálculo do subsídio de morte que é devido a familiares de funcionários e pensionistas do Estado também é revista e passa a partir de janeiro a ter um limite máximo correspondente a seis vezes o indexante dos apoios sociais, ou seja, 2515,32 euros.

A maioria das pensões de reforma vão ter o valor congelado e só as muito baixas terão alguma atualização.

Os pensionistas com reformas superiores aos 1500 euros brutos vão ter de dar “um contributo de solidariedade” que variará entre os 3,5 por cento e os 10 por cento, um desconto semelhante ao que já vigorou este ano para os trabalhadores no ativo do sector público.

Idade mínima de reforma passa para 57 anosOutra medida de relevo que está prevista na versão preliminar do Orçamento de Estado para 2012, prevê que a idade mínima para pedir uma reforma antecipada suba para 57 anos (atualmente é de 55) e que o mínimo de anos completos de descontos passe dos atuais 30 para 32 anos.

O valor da penalização e dos descontos também é agravado. A taxa de penalização deixa de ser mensal e passa a ser aplicada numa base anual. Em vez de 0,5 por cento por cada mês de antecipação em relação aos 65 anos, a partir de janeiro passarão a ser descontados seis por cento por cada ano, uma mudança que para a maioria das pessoas será desvantajosa.

Em termos de contratações do Estado a meta de redução de funcionários públicos é estabelecida em dois por cento, embora o Governo admita contratações em casos excecionais e fundamentados.

Poder local sofre "aperto"As admissões nas autarquias, universidades e reguladores também passarão a ser controladas pelas Finanças.

O Governo proíbe as câmaras de contratarem pessoal, a não ser em condições excecionais devidamente fundamentadas e vai penalizar as que o fizerem.

A nível de financiamento das transferências do Orçamento de Estado para câmaras e juntas sofrem um corte de 6,55 por cento em relação a 2011 o que equivale a um corte de 145 milhões de euros. Também as condições de endividamento passam a ser muito mais restritivas.

Atualmente o limite de endividamento máximo das autarquias não pode ser superior a 125 por cento das receitas mas, no próximo ano, esse valor cairá para metade (62,5 por cento) o mesmo acontecendo ao valor máximo das dívidas bancárias.

De referir que hoje de manhã o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares assegurou que os cortes orçamentais que vão ser feitos às autarquias serão equivalentes às reduções a efetuar nas administrações central e regional.

"O sacrifício que vai ser pedido às autarquias é o mesmo sacrifício que será pedido ao Estado central e ao Estrado regional", afirmou Miguel Relvas, qdepois de se ter reunido com o conselho diretivo da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), na sede desta instituição, em Coimbra.

"Estamos todos no mesmo barco, os sacrifícios que têm sido pedidos aos portugueses têm sido muito grandes ao longo dos últimos anos" e agora "a austeridade, a redução que vai ser feita no Estado central será a mesma que vai ser feita no Estado regional e no Estado local", sublinhou Miguel Relvas.

Ainda no que respeita aos cortes no sector do Estado, o executivo prevê que as entidades reguladoras e supervisoras sejam equiparadas à função pública em 2013. À semelhança do que sucedeu em 2011 também estas entidades estarão proibidas de efetuar novas contratações em 2012 a não ser em situações excecionais que terão de ser aprovadas pelas finanças.

Forças armadas sob vigilãncia das FinançasNo contexto do OE para 2012 as Forças Armadas não são poupadas, em especial tendo em conta as derrapagens que se verificaram este ano. O Governo quer controlar de perto as contratações, promoções e a gestão do património dos militares.

Os montantes transferidos para o Ministério da Defesa ao abrigo da Lei de programação Militar são reduzidos em 60 por cento, e o número máximo de militares em regime de contrato ou voluntariado nas forças armadas será de 17.710 quando até aqui era de 22000. Uma redução que, de resto, já tinha sido anunciada em 2010 pelo Governo anterior.

As Forças Armadas perdem também autonomia na gestão de receitas obtidas com a venda de património e ficam obrigadas a reportar trimestralmente as vagas disponíveis em cada ramo, os militares classificados como supranumerários, o número de voluntários e outros dados semelhantes.

O Ministério da Defesa terá um corte orçamental "significativo" em 2012. Entre as áreas afetadas estão as missões internacionais cujos gastos cairão 30 por cento, com verbas passarão a rondar os 52 milhões de euros.

Já em setembro o ministro José Pedro Aguiar-Branco anunciou que Portugal vai mesmo abandonar a missão da NATO ao largo da Somália, mas manter-se-á na missão da União Europeia de combate à pirataria na mesma zona.

Aguiar Branco explicou que Portugal elegeu como prioridade o Afeganistão, por se tratar de "uma área de intervenção coletiva, de combate ao terrorismo", dizendo ser "fundamental que Portugal também esteja envolvido" e manifeste de forma inequívoca aos seus parceiros da aliança a sua solidariedade neste cenário.

O ministro já indicou também que Portugal se manterá no Kosovo e no Líbano.

OE será votado a 29 de novembroO Orçamento do Estado (OE) para 2012 será sujeito a votação final global no Parlamento no dia 29 de novembro, foi hoje decidido em conferência de líderes parlamentares.

A votação na especialidade do OE, cujo prazo de entrega na Assembleia da República termina no dia 17 de outubro, decorrerá nos dias 24, 25 e 28 de novembro.

As reduzidissimas hipóteses de isto correr bem

 
O secretário-geral do PS, António José Seguro, afirmou  que é «reduzidíssima» a hipótese do seu partido chumbar o Orçamento do Estado para 2012. 
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António José Seguro remete uma decisão final para depois da apresentação do documento por parte do Governo, o que acontecerá na próxima segunda-feira, mas vai já adiantando que «a probabilidade disso acontecer é 0,0001%».
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Uma percentagem tão pequena como a que me parece ir ser a percentagem do PS em futuras eleições se mantém este António como líder. É que a única segurança que dá é a de se chamar Seguro e isso é mesmo muito inseguro. 
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Quanto à aprovação do orçamento para 2012 por parte do Partido Socialista parece ser mais um erro eleitoralista, primeiro porque vai ficar colado à carnificina fiscal que por aí vem e depois porque algo está a mudar um pouco por todo o mundo com o desabar do liberalismo financeiro.  
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Dia 15 de Outubro lá estarei no Marquês de Pombal para dar uma mãozinha.

O MUNDO DE LOBOS E CORDEIROS ONDE NASCEMOS

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VALE A PENA ASSISTIR!!!!
Veja, pois com certeza sairá de circulação em breve !

A SEITA COMBINADA E O GAMANÇO DO NOSSO "CACAU".

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Fraudes e outros crimes no Caso BPN.


De Eduardo Baptista · Última edição há cerca de 2 meses · Editar documento.
As decisões políticas injustificadas e criminossas têm arruinado o país e a generalidade dos portugueses. Estamos a pagar bem caro as decisões que serviram para alguns enriquecerem desmedidamente enquanto a generalidade do povo empobrece.
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O BPN viu-se envolvido num escândalo de crimes de fraude fiscal e branqueamento de capitais, que se alargou para além da actividade específica do Banco. Com a falta de liquidez, o banco foi nacionalizado, passando a incorporar o universo da Caixa Geral de Depósitos (CGD), um banco estatal.

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Em 1993, a Soserfin e o Norcrédito, duas sociedades financeiras de investimentos sofrem uma fusão, originando o BPN. Quatro anos depois, Américo Amorim, na altura o maior accionista do banco, abandona a instituição. Em 2002, compra o banco Efisa e a corretora Fincor. 
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Adquire igualmente o Banco Insular, de Cabo Verde, sem comunicar a sua aquisição ao Banco de Portugal que é o supervisor do sector em Portugal. Um ano depois, em 2003, inicia a sua operação no Brasil. Em 2005, 20% do seu capital é adquirido pelo Banco Africano de Investimento (BAI), uma instituição privada angolana. Dois anos mais tarde, em 2007, o Banco de Portugal solicita ao grupo Sociedade Lusa de Negócios/BPN a clarificação da sua composição acionista e a separação entre a sua área financeira, BPN e Real Seguros, e não financeira SLN Investimentos e Plêiade e Partinvest.

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Em Fevereiro de 2008, José Oliveira e Costa abandona a presidência do grupo, justificando a sua saída com motivos de saúde, sendo substituído interinamente pelo presidente do banco Efisa, Abdool Karim Vakil. Este levanta sérias duvidas aos processos de gestão até então levados a cabo pelas anteriores entidades gestoras do grupo, solicitando às entidades competentes uma investigação. Foi igualmente neste mês que o BPN se viu envolvido em investigações no âmbito da Operação Furacão, um processo-crime que decorre desde 2005, investigando crimes de fraude fiscal e branqueamento de capitais e onde estão envolvidas várias instituições financeiras.

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Em Junho de 2008, Miguel Cadilhe, antigo ministro das finanças do XI Governo Constitucional de Portugal chefiado por Cavaco Silva, e ex-administrador do Banco Comercial Português é escolhido para a presidência do Banco. 
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Quatro meses após tomar posse, o então presidente denuncia publicamente vários crimes financeiros que alegadamente terão sido cometidos por altos funcionários de gestões anteriores, solicitando mais uma vez uma investigação profunda aos anteriores actos de gestão.
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Já em Novembro do mesmo ano, o Banco vê-se em enormes dificuldades de liquidez, e o Governo procede à sua nacionalização, incorporando-o na Caixa Geral de Depósitos.
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Em consequência do memorando de entendimento que o XVIII Governo Constitucional de Portugal assinou com a Troika, o estado português comprometeu-se em vender o BPN até ao final de Julho de 2011. Em 2011-07-20 foi anunciado que foram recebidas 4 propostas de compra do BPN, onde se incluem propostas do Banco BIC Português, Montepio e de um grupo de 15 investidores portugueses referido por Núcleo Estratégico de Investidores. Em 31 de julho 2011 o Ministério das Finanças comunicou a venda por 40 milhoes de euros ao Banco BIC Português, sem a devida justificação.
Concluindo:

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O actual Governo de Passos Coelho continuou a prática criminosa no caso BPN.
Recordada a estratégia desastrosa seguida pelo governo de Sócrates com o apoio do PSD e do CDS, baseada, num primeiro momento, na transferência para o Estado das consequências das fraudes e crimes de gestores, banqueiros e outros amigos que ao longo de anos se aproveitaram do BPN, e, num segundo momento voltar a entregar o banco (mas já «limpo») a um qualquer grupo privado.
Assim nacionalizaram-se os prejuízos, privatizaram-se os lucros e por último vendeu-se o BPN de qualquer forma e maneira, sem qualquer preço base, e retalhado às fatias.


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O que é tanto mais criminoso se atender a que os prejuízos que o País já pagou ascendem a 1800 milhões de euros, a que importa juntar uns prováveis 600 milhões de aumento de capital de que ultimamente se tem falado. A factura final pode bem ser muito mais pesada, estimando-se um valor de 5000 milhões de euros, tendo em conta as garantias que o Estado continua a dar à Caixa Geral de Depósitos para emprestar ao BPN e às empresas criadas para receber o seu lixo.

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Outro exemplo de alienação ruinosa de património público é o da recente decisão governamental de prescindir dos direitos especiais (golden shares) que o Estado detinha na GALP, EDP e PT, sem contrapartidas para o Estado o que representou uma dádiva de muitos milhões de euros aos accionistas privados, que constitui verdadeiramente um «crime económico contra os interesses do nosso País».

"OS ESTADOS A DEITAR MAIS BILIÕES DE DINHEIRO PÚBLICO, DINHEIRO DOS NOSSOS IMPOSTOS,..."

O grande plano para salvar o capital

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O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, manifestou “total apoio à estratégia definida” pela dupla franco-alemã para tentar ultrapassar a crise da dívida europeia. Obama “sublinhou que a França e a Alemanha concordaram em fornecer uma solução global e durável às dificuldades da zona euro antes da cimeira do G20 em Cannes” de 3 e 4 de Novembro”, Quanto às medidas “rápidas” para regularizar a crise na zona euro, mas não forneceram detalhes.
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Já as Bolsa reagiram em alta com perspetiva de solução global para a crise e as cimeiras da União Europeia e da Zona Euro já não vão realizar-se a 17 e 18 deste mês, mas sim no dia 23 para permitir finalizar uma estratégia global para a crise da Zona Euro.
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Ou me engano muito ou o plano é mais do mesmo e vamos ver os Estados a deitar mais biliões de dinheiro público, dinheiro dos nossos impostos, no buraco sem fundo dos bancos. 
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Numa sociedade capitalista dependente dos bancos, com políticos que “trabalham” para eles em beneficio da grande especulação financeira que mais se pode esperar de tão “brilhante” plano.

A MÀ LÍNGUA DO RICARDO ARAÚJO PEREIRA


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Crise na Eslováquia provoca "ataque cardíaco" a Passos

FT Económico  
12/10/11 00:45



Passos telefonou à primeira-ministra eslovaca para dizer que o impasse em Brastislava lhe está a provocar um "ataque cardíaco".
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O primeiro-ministro frisou ainda a Iveta Radicova que a aprovação do reforço do Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF) por parte do parlamento da Eslováquia é fundamental para permitir a consolidação das contas públicas portuguesas.
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O conteúdo da conversa foi revelado pela primeira-ministra da Eslováquia ao Financial Times. Isto depois de o parlamento eslovaco ter ontem à noite chumbado o reforço do FEEF, decidido pelos líderes europeus na cimeira de 21 de Julho, que prevê o aumento da capacidade para 440 mil milhões de euros, a compra de dívida no mercado primário e a recapitalização da banca. A rejeição do reforço do FEEF provocou ainda a queda do Governo da Eslováquia, que associou esta votação a uma moção de confiança ao seu Executivo.
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O ‘não' dos eslovacos ameaça agravar ainda mais a crise de dívida na zona euro, numa altura crucial, em que os líderes procuram uma solução definitiva para os problemas do euro, que será desenhada na cimeira de 23 de Outubro.
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Para acalmar a Europa e os mercados, Iveta Radicova e o líder do principal partido da oposição garantiram que o país aprovará o FEEF ainda esta semana.
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A Eslováquia é o único país da zona euro que ainda não aprovou o reforço do fundo de resgate europeu, que exige a ratificação de todos os seus 17 Estados membros, o que deverá acontecer antes do encontro de líderes europeus.

O TEMPO É DE BURACOS E QUEM SE RI É O ALBERTO

Do buraco financeiro ao eleitoral

 
Quem mais cai no buraco eleitoral madeirense é o António José Seguro, que depois de se empenhar pessoalmente na campanha vê o PS dar um trambolhão, perder metade dos deputados e ser ultrapassado pelo PS. Também o Louça não fica bem na fotografia pois foi o único partido concorrente às eleições que não elegeu nenhum deputado. Até o partido dos animais elegeu um. Mas o Jerónimo  não se pode ficar a rir ao perder um dos dois deputados que tinha na Ilha mesmo justificando o resultado com «a dispersão de votos em candidaturas inconsequentes e até provocatórias».
Quem também ganhando as eleições as perdeu é o Passos Coelho que agora se vai ter de aturar o Jardim, que não vai querer pagar a dívida, vai continuar a gastar e a vociferar contra os “contenentais” e contra o governo.

as capas dos jornais e as principais notícias de Quarta-feira, 12 de Outubro de 2011.


Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

PSP acaba com protesto da TNC
Português sequestrado na Venezuela
Pêra: Mato arde em incêndio
Aljezur: Bolsas para alunos
Mais de um milhão não paga nas Scut
Gilad Shalit: Soldado será solto
António Mexia: Brasil quer EDP

Capa do Público Público

Polícias seguem manifestações populares a pensar nos problemas internos
Falcao dá vitória à Colômbia na estreia de James
Passos Coelho diz que impasse na Eslováquia lhe está a provocar um “ataque cardíaco”
Lider do PS/Madeira inicia processo para marcar eleições internas
Em equipa que ganha, Lièvremont não mexe

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

5 972 331 euros de facturas ocultas em Santa Maria
Mulher encontra marido morto na cama do hospital
Resistir é combater
Peritos querem cancelar TGV e hospitais
Serviços públicos essenciais devem ser pré-pagos
Olhe para Passos, Paulo Bento!
CGTP acusa Governo de "má-fé" no diálogo social

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Empresário português sequestrado na Venezuela
Passos Coelho diz que impasse na Eslováquia lhe provoca um "ataque cardíaco"
Japoneses criam robô que pensa antes de actuar
Confiscado arsenal de armas para filme de Brad Pitt
Ninguém quer ser responsável pela Ponte de Dona Maria
Jovem encontrado morto em lar depois de conhecer castigo
Governo da Eslováquia cai após rejeição do reforço do fundo de resgate

Capa do i i

Passos Coelho e Portas vão ter de se entender sobre diplomacia económica
Tribunal absolve Livraria Barata de pagar coima à ASAE
Madeira. Campanha arrancou, ninguém imagina saída de Jardim
Carlos Moreno: "O buraco na Madeira é normal em todo o Estado"
Porque é que a um animal feroz sucede sempre um manso?
José Niza. O pai da senha da revolução
Marcelo. "António Barreto é uma hipótese possível para candidato a Belém"

Capa do Diário Económico Diário Económico

Juncker critica encontros entre Merkel e Sarkozy
Brown quer quintuplicar capacidade do fundo de resgate
Reforço do FEEF será totalmente ratificado até 23 de Outubro
“O dinheiro retirado ao salário dos trabalhadores vai para tapar buracos”
Novos contratos de compra de casa e rendas deixam de ser dedutíveis no IRS
Eurostat chumba contas do défice de 2010 reportadas por Portugal
Marcelo Rebelo de Sousa sugere como evitar “subidas maciças” de IVA

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Alcoa falha estimativas de lucros com menores encomendas da Europa
Preços do petróleo interrompem melhor série de subidas do ano
Praças asiáticas moderam perdas causadas pelo voto eslovaco
As notícias em foco na edição de hoje, dia 12 de Outubro, no Negócios
Fundos apostam na Galp e na Brisa para travar quedas em 2011
Mota-Engil tem activos de 200 milhões para vender
Barroso revela plano para salvar a banca

Capa do Oje Oje

Bolsa de Tóquio termina a recuar 0,39%
Wall Street fecha sem orientação em mercado calmo
Exigências da troika bloqueiam bancos
Button quer travar hegemonia da Red Bull
Prodi afirma que euro vai sobreviver
França sem alterações no duelo de acesso à final
Fusões podem levar a despedimentos

Capa do Destak Destak

Conheça as equipas que estão no "play-off"
AHREST irá solicitar audiência com PM caso IVA suba para 23%
Sonho de Portugal fica adiado até ao 'play-off'
Rússia está na fase final depois de golear Andorra por 6-0
Aumento do IVA pode destruir 19 mil postos de trabalho, diz confederação patronal
Jerónimo condena inércia e falta de vontade política para travar "fuga de capitais"
Tribunal Arbitral do Desporto confirma rejeição de Djaló

Capa do A Bola A Bola

«Cardozo devia acabar a carreira no Benfica» - Gamarra
Um dragão ainda órfão das almas lusitanas
José Pedro e Severino em trabalho de gestão
Hulk titular, Brasil vence México com reviravolta
Carlos Fonseca chama a atenção de clubes da primeira Liga
Leões não recuam e Yannick só em Janeiro
Zanetti quer ficar no Inter até 2014

Capa do Record Record

Multa ou serviço público
Contactos por Enzo Pérez
Olhos nos olhos
Internacionais a caminho
Bojinov candidato ao onze
Ambição por um troféu
Oblak prepara estreia absoluta na baliza

Capa do O Jogo O Jogo

Falcao dá vitória à Colômbia sobre a Bolívia (2-1 ) na estreia de James
Alexandre Mestre: “Foi apenas o adiar de uma decisão que é levar-nos ao Europeu”
Hélder Postiga: ”Temos de levantar a cabeça”
Euro 2013: Rui Jorge lamenta "momentos de desconcentração"
João Moutinho: "Temos de dividir culpa por todos, tem de haver solidariedade”
Morten Olsen: “Portugal não esteve ao seu nível, também por mérito nosso”
Euro 2011: Portugal fica com o bronze, após perder com Alemanha na meia-final
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O SINDICATO DOS TRABALHADORES CONSULARES UM FERREIRO A MALHAR EM FERRO FRIO


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