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terça-feira, 15 de novembro de 2011

NEM AO DIABO SERIA CAPAZ DE LEMBRAR...!!! NESTE PAÍS QUE É PORTUGAL VIVEM "GAJOS" DOIDOS VARRIDOS!


Ora veja lá o MNE do Paulo Portas a tomar conta da RTP Internacional... O da ideia é um tal João Duque (que não conheço) que nem duque de paus é! 
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Que bonito a coisa seria... Os nossos embaixadores a tomarem conta da programação, censurar os textos e sob as bocas demagógicas: "Tudo Pela Nação e Nada Contra a Nação". 
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Voltarei e com "chacota" à merda da ideia do Duque que a RTP internacional deveria ter o selo de lacre do "maralhal" que habita e se movimenta sob os claustros do Palácio das Necessidades. - José Martins

Economista liderou grupo de trabalho para definir serviço público

Duque defende RTP Internacional sob “orientação” do MNE

15.11.2011 - 15:14 Por PÚBLICO

João Duque (ao centro) diz que tratamento da informação orientado pelo Governo “não deve ser questionado”  
João Duque (ao centro) diz que tratamento da informação orientado pelo Governo “não deve ser questionado” (Rui Gaudêncio)
“A bem da Nação”, a informação emitida pela RTP Internacional deve ser “filtrada” e “trabalhada” pelo Governo, defendeu João Duque, nesta terça-feira de manhã. Um tratamento que, acrescentou, “não deve ser questionado”.

“A promoção de Portugal através da imagem ou do som deve ser enquadrada numa visão de política externa”, disse o economista, líder do grupo de trabalho para a definição do serviço público que sugeriu que a RTP Internacional passe a emitir sob orientação do Governo. Essa orientação está prevista no relatório entregue segunda-feira ao Governo, onde se recomenda também o fim da publicidade na RTP e do canal público de notícias por cabo, a RTP Informação.

“A forma como a televisão deve ser financiada em serviço público não é através de publicidade comercial, mas sim através de um financiamento que vem ou do Orçamento de Estado ou taxas e Orçamento do Estado, consoante estamos a falar da comunicação feita para o mercado interno ou para o mercado externo”, disse, em declarações à TSF.

“A promoção de Portugal através da imagem ou do som deve ser enquadrada numa visão de política externa e portanto quase que sob a orientação ou em contrato de programa com o Ministério dos Negócios Estrangeiros”, afirmou o economista, que defendeu mesmo que a informação veiculada pelo canal internacional deve ser “filtrada” e “trabalhada” para passar a mensagem de promoção do país. Um tratamento da informação que, acrescentou, “não deve ser questionado”. “A bem da Nação”, rematou.

“Internamente, a visão é diferente – e é por isso que temos também uma perspectiva diferente sobre aquilo que deve ser o serviço público. Não vemos necessidade de a televisão de serviço público estar a fazer concorrência e a ter um tipo de atitude que tem a mesma lógica da actividade privada”. Neste âmbito, defendeu também o fim dos debates televisivos, argumentando que o canal público não tem de replicar aquilo que já é feito pelos canais privados.

Durante o Fórum da TSF, João Duque sugeriu também por diversas vezes haver falta de isenção dos jornalistas da RTP, o que está a causar uma onda de indignação nas redes sociais, sobretudo por jornalistas da RTP e Antena 1. “Todos os partidos, todos os governos sem excepção têm participado demasiado nos alinhamentos, na escolha de programas e até de pessoas que vão aos programas”, afirmou o economista. “A maçã é demasiado apelativa, vamos todos dar uma dentada.”

Ao justificar a proposta de redução da informação ao mínimo essencial no canal de serviço público que restar”, Duque admitiu que “há sempre subjectividade sobre o que é uma notícia seca, objectiva”. E disse que “o que se pretende é minimizar essa subjectividade. Não podem ser as políticas a definir o que são os conteúdos, mas se estiver à frente de um órgão de comunicação social, com um tipo de orientação, escolhem-se notícias para seguir essa orientação. E os profissionais ao serviço desse meio de comunicação vão orientar o seu trabalho para este fim.”

Notícia actualizada às 15h50

As capas dos jornais e as principais notícias de Quarta-feira, 16 de Novembro de 2011.

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Sismo de 6,2 na Indonésia
Problemas técnicos na aplicação do CM para iPad
Trio assalta ourivesaria em Alcochete
Saúde:Taxas Moderadoras podem vir a duplicar
Ex-militar da GNR evade-se da cadeia
Ronaldo pede doações de medula para filho de Carlos Martins
Bombarral: Explosão fere casal

Capa do Público Público

Não passa sem as notícias do Público? Torne-se assinante!
Euromilhões: 15 milhões para totalista fora de Portugal
Argentina chega à liderança da qualificação sul-americana
Nani: "Foi o meu melhor golo na selecção"
Bento: “Bosingwa e Carvalho vão ver o Euro como espectadores”
Conselhos de redacção da RTP e RDP rejeitam relatório do grupo de trabalho
Portugal precisa de sorte para evitar colossos

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Alcochete: Trio assalta ourivesaria e foge a pé
O discurso da impostura
Pois é, pois é...
Líder do BES/Angola suspeito de lavagem de dinheiro
MAI avança com programa para travar roubos de cobre
Euromilhões: 15 milhões para totalista fora de Portugal
Chave do Euromilhões

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Paulo Bento acusou Bosingwa de simular lesão para não jogar
Ronaldo apela à doação de sangue e medula óssea para ajudar filho de Carlos Martins
FARC têm novo líder
Hungria vai multar sem-abrigo que vivam na rua
Euromilhões atribuído fora de Portugal
Federação reservou alojamento na Polónia e Ucrânia há um ano
"Vencemos de uma forma brilhante", diz Paulo Bento

Capa do i i

Capa do Diário Económico Diário Económico

Universidades poupam oito milhões em salários
Troika flexibiliza plano para a recapitalização da banca nacional
“O grande desafio é colocar a energia ao serviço do País”
“Estado vai salvaguardar activos estratégicos da REN para a segurança nacional”
“É preciso eliminar os apoios excessivos à produção energética”
Angola é “um destino incontornável” para as empresas portuguesas
Valouro estuda entrada no mercado

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Médicos continuarão a ter direito a descanso compensatório remunerado
A Ordem da Liberdade prospera em Pequim
Um país enfraquecido
Guerra do bingo nas traseiras da Câmara do Porto deixa Batalha fora de jogo
Feiras profissionais perdem 25% do negócio em quatro anos
Grupo de trabalho da RTP quer canal para "enriquecer formação das pessoas"
Governo espera arrecadar mais 100 milhões com taxas moderadoras

Capa do Oje Oje

Dívida pública vai atingir pico em 2013
Duelo entre Nadal e Federer no ATP Finals
UE trava especulação sobre a dívida
ESIB entra na Índia com Burman/Dabur
"Messi vai superar o meu recorde", prevê Platini
Villas-Boas nega conduta imprópria e vai contestar acusação da FA
Governo aplica poupança de 70 milhões com o RSI no aumento das pensões

Capa do Destak Destak

Portugal bate Bósnia (6-2) e está na fase final
Comissão Europeia incentiva os jovens a deixarem de fumar
Afeganistão e Kosovo consomem quase 60 por cento das verbas para missões no exterior
BE exige explicações ao Governo sobre salário de assessor em momento de austeridade
PJ captura membros de grupo traficante de droga que raptava e torturava correios de droga
Gaga polémica
Vai ser feito filme de Lego

Capa do A Bola A Bola

Aimar para tratar já
Longa vida ao Dragão
Evaldo testado como central
Taça UEFA: o troféu que falta ao Sporting
Benfica testa liderança do Águas Santas
Rui Vitória quer David Simão
Dedé recusou oferta

Capa do Record Record

Uma Taça para matar saudades
Embalados pelo CR32
Paulo Sérgio começa a entrar nas contas
Guardião Fabiano pode sair em janeiro
Maioridade exige o final da maldição
Bom momento de Ricardo gera dúvida na baliza
Carlitos sabe como é

Capa do O Jogo O Jogo

Portugal no Pote 3 no sorteio e com possível "Grupo da morte"
Paulo Bento: "O mérito foi da equipa"
Portugal goleia Bósnia (6-2) e está no Euro 2012
Trapattoni apura Rep. Irlanda para o Euro
Rep. Checa carimba apuramento no Montenegro
Croácia apurada para o Euro 2012
Guti: "O culpado da minha saída é Carvalhal"

O PAULO BENTO XII UM SORTUDO DO CARAÇAS!

INUNDAÇÕES NA TAILÂNDIA: RECOMENDA-SE A LEITURA DO INSERIDO A SEGUIR

Les Uns et les Autres

As cheias têm dominado e ocupado quer as notícias quer as cabeças de todos no país com especial foco em Bangkok.

Um dos pontos a realçar tem sido o "pânico" (uso a palavra de que não gosto por isso a coloco entre aspas) das gentes da cidade em contrate com a muito maior serenidade daqueles que pouco têm a perder mas cujas casas e vidas têm sido fortemente abaladas pelas cheias.

A zona onde vivo por hábito inunda sempre que há uma chuvada mais forte e rapidamente se atingem uns bons 40 cm de água. É normal tal acontecer várias vezes durante o tempo das chuvas mas nunca vi lá serem colocados sacos de areia nem erigidas barreiras de protecção. Vive-se assim sem temores sem alaridos e a água vem e vai de forma natural. As zonas ribeirinhas do rio Chao Praya todos os anos por esta altura são tomadas pelas águas na maré alta e as pessoas descalçam os sapatos, arregaçam as calças e avançam água dentro sem mais pensar. Assim é viver numa cidade que está 2 metros acima do nível do mar (há zonas como Ramkhameng que inclusive está abaixo desse nível) numa cidade cheia de canais para onde todos os anos as águas excedentárias das chuvas vindas do Norte acabam por confluir.


Vezes sem conta as ruas interiores da zona de Sukhumvit, Ekkamai, On Nut, Lat Krabang, etc são tomadas pelas águas que em muitas alturas chega a atingir os 50 cm mas isso não faz com que a actividade da cidade pare.

É um facto que este ano houve excesso de água. O centro do país tornou-se um enorme oceano, por muitos e variados factores aos quais não estão de modo algum dissociadas as indecisões deste governo e do anterior quanto a saber gerirem em tempo adequado as águas acumuladas nas grandes barragens do Norte do país. As chuvas anormais, dizem mais 50% do que o normal, também contribuíram para isso.


Perante este cenário, por muitas vezes aumentado por uma comunicação social ávida de vender notícias, várias zonas da cidade (fundamentalmente a periferia) acabaram por se verem inundadas, com as águas procurando o caminho do mar, com os enormes prejuízos para as pessoas e para o funcionamento da cidade.

Contudo pior do que as cheias parece-me ter sido o tal "pânico" que se apoderou (a par com muitas demonstração de exibicionismo que tal proporcionou) das gentes urbanas.

Nunca vi o centro desta cidade tão seco como agora. Os esforços (louváveis ou não) deste governo para poupar no fim os eleitores da oposição (os ricos urbanos de Bangkok) conseguiram afastar qualquer gota de água do centro da cidade onde por outro lado se vêm frequentemente verdadeiros "bunkers" erigidos pelos timoratos urbanos com falta de capacidade de pensar pelas próprias cabeças e excesso de dinheiro para gastar na construção dessas muralhas (desnecessárias). Presenciei o facto mais relevante mesmo na rua onde moro. Um banco construiu um verdadeiro forte à volta da sua sede com muralhas de cimento de mais de 2,5 metros de altura reforçadas com cerca de 1 metro de sacos de areia empilhados à sua volta quando mesmo ao lado há um mercado de rua, como existem por toda a cidade, que nem um grão de areia nem um milímetro tem a protegê-lo. Como a protecção daquele banco existem muitas mesmo muitas outras. Estou agora curioso para ver onde vão ser colocados os sacos de areia quando tudo isto terminar não vá acontecer, como já muitas vezes vi, atirarem-nos para os esgotos causando assim o seu entupimento e então terão cheias sem protecção.


Esta diferença de atitude entre aqueles que se pavoneiam com as suas botas altas e coloridas (que têm feito capas de revistas da alta sociedade) e os que sem sapatos enfrentam as águas são bem os sinais destas cheias.

O essencial é que, infelizmente, muitas pessoas pereceram (533 até agora) embora a grande maioria tenha sido por electrocussão devido ou à teimosia em não abandonar áreas de risco ou por total descuido ao continuar a manter ligados e a manusear aparelhos eléctricos em casas totalmente submersas.

Para além disso os prejuízos para a economia são grandes e sérios mas a capacidade das gentes em levantar-se e caminhar em frente de novo é ainda maior. Hoje mesmo um dos mais importantes empresários do país que viu muitas das suas operações interrompidas, o que não o impediu de ter estado na primeira fila dos largos milhares de voluntários que ajudaram os menos favorecidos, disse que estava confiante que a economia do país cresceria fortemente no ano de 2012. Também as boas notícias de que várias fábricas na zona de Ayuthaya retomaram a actividade do mesmo modo que muitos outros sectores da economia anunciaram o regresso à normalidade e a reabertura de áreas até há dias inundadas, vão animando as pessoas. No que respeita a antiga capital do reino diga-se que as águas estão em recessão e ontem iniciou-se uma operação de limpeza onde milhares de voluntários se juntaram para devolver, o mais rapidamente possível, a Ayuthaya o sorriso que merece.

Nos meios de comunicação social de hoje vêem-se muitas boas notícias sobre o retomar de actividades em vários sectores e zonas da cidade, a par de um retomar das querelas políticas como manchetes o que denota um certo "regresso á normalidade".

Para a próxima estação, pois as cheias e as secas fazem parte da vida deste povo, deveriam oferecer-se estágios na província às gentes de Bangkok e assim talvez fossem mais comedidos e mais sábios a lidar com as águas bem essencial num país que é um dos maiores produtores de arroz do Mundo.

PORTUGUESES AFECTADOS COM AS INUNDAÇÕES NA TAILÂNDIA


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 Três portugueses, entre milhares de outros tailandeses e estrangeiros,  afectados, sofreram prejuízos com as inundações que assolaram a Tailândia há cerca de mês e meio. 
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Entre eles: Carlos Santos e Marco da Silva do Vale, em Banguecoque,  que tiveram suas residências inundadas com mais de meio metro de  água e prisioneiros dentro delas dado não se poder deslocar com as suas viaturas. Porém bem providos de géneros alimentícios e água. 
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Engenheiro Rui Belo, um conceituado empresário português na Tailândia, duas de suas fábricas de móveis, localizadas a norte de Banguecoque, foram completamente inundadas e 100 operários que nestas unidades fabris trabalhavam alguns mantidos e abrigados em andares superiores e outros deslocados para o Norte da Tailândia para outras fábricas. 
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Os lugares desses operários foram mantidos e salários pagos. Outros portugueses (onde estou incluído), com mais sorte, embora dentro de constante ansiedade foram poupados. - José Martins
Um operário de uma das fábricas do empresário português Eng. Rui Belo, em Pathum Thani (a Norte e arredores de Banguecoque) mergulhado na água até ao peito, tendo como pano de fundo  a unidade fabril de móveis.

O mesmo operário, acima na imagem, no exterior da fábrica que bem nos dá a panorâmica da violência das inundações.

ORA VIVA O LUXO E A TECNOLOGIA DO SENHOR SILVA E DA DONA MARIA

O casal Silva é danado para fazer turismo!
Cavaco Silva foi a Silicon Valley

Cavaco Silva foi a Silicon Valley

2011-11-15 20:48:04

A ESTRADA REI RAMA II (NA ÁREA ONDE VIVO) VAI SER, LEVEMENTE, INUNDADADA POR ESCASSOS DIAS.

                         
id: 330024

Dr Anond Snidvongs, especialista em GIS colaborando  com o Froc, relatou ao vivo de Rama II, Soi 69 em NBT:
Rama II 'será navegável "
Publicado em: 15/11/2011 às 21:10
Notícias on-line - Bangkok Post
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Inundação continuará a aumentar na estrada Rama II cerca de 5-7 dias e depois estabilizar.
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Vai subir para o nível da estrada Rama II e vai inundá-la em alguns trechos, mas os carros pequenos podem continuar a rodar.
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Froc tenta agilizar o fluxo de água  e encaminhá-la para a área do (canal) Khlong Mahachai. SE isto não fosse feito  levaria cerca de duas semanas antes de Soi 69 pode ver-se  livre da inundação devido à sua natureza área de baixa altitude.
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Ele também falou sobre a saída artificial, por iniciativa do setor privado para ajudar a drenar mais água no sistema de canais.
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O nível de água, em alguns pontos da estrada Rama II, atingerá cerca de 10-20 centímetros de altura.
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A inundação  mais alta em Rama II será entre o final desta semana   e da  próxima antes de estabilizar.
 
 Ontem no princípio da noite surgem umas pequenas bolsas de água no meu bairro.
No meu bairro outra bolsa de água e ao lado um barco para ajudar os vizinhos...
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Lado ocidental há necessidade de retenção de água no canal Khlong Mahachai  e o escoamento ser feito através das marés alta e baixa para agilizar fluxo de água.
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 No meu bairro outra bolsa de água e ao lado dela um barco para ajudar a vizinhança se for necessário.
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É uma sorte que a inundação chegue neste momento em que a maré baixa é o caso, tornando mais fácil para drenar a água do rio para Tha Chin e canais diversos, especialmente para Khlong Mahachai.
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Reposição de água está em declínio no norte e da frente ocidental, mas a cabeça de inundação está agora na estrada Rama II e a taxa de reposição é mais do que o escoamento.
 
 E o sorriso de uma das minhas vizinhas... Nada de pensamentos absurdos... a minha vizinha é casada  e bem unida.
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Sobre Norte e Leste, de Banguecoque a água recua em diversas áreas. Logo mais estradas estará seca. No entanto, áreas baixas levará mais tempo para secar.
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Felizmente, a água até à barreira dos sacos grandes está retrocedendo, o que trará nenhum problema.
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O canal Khlong Prem Pachakorn podem acomodar mais água. Água acima da barreira dos sacos grandes pode fluir para o canal Khlong Prem também.
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Froc também é grato sobre o conhecimento local para ajudar a drenar a água da enchente como o centro não sabe bem como os residentes locais.
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Ontem  no bairro onde resido e a 500 metros da estrada Rama II, ligeiramente a água começou a entrar em certas lojas de residências. Desde logo uma inundada, cujo o meu vizinho com um negócio de reciclagem, de papel velho, aproveitou  a inundação para uma sua criança e outros do bairro se divertirem.

E OS PATRÍCIOS, COMO EU.QUE A VÊM NÃO TÊM NOJO?

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"Eu tenho vergonha de ver a RTP Internacional"- Miguel de Sousa Tavares


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A NOVA CP: "CLARO QUE TEM DE HAVER LUGARES PARA OS "AMIGOS"



O jornalista escreve o artigo abaixo do tracejado, de forma inteligente mas não isenta.
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Começa por apontar as tropelias dos boys nas administrações destas empresas públicas (o que é totalmente verdade !), mas escamoteia muito bem as mordomias e os altos salarios que os sindicatos conseguiram para a totalidade dos trabalhadores. O seu salário médio mensal é de 3.500 euros!!!
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A solução será mesmo uma varridela de cima a baixo, como faria um investidor privado que comprasse hoje estas empresas falidas.



Os trabalhadores da CP têm vencimentos anuais muito acima da média portuguesa.

Inúmeras más despesas públicas na CP

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A «Nova CP»     Claro que tem de haver lugares para os "amigos".....

*  Por Henrique Custódio, jornalista*
 
*    O Ferroviário, boletim do Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário (SNTSF), consultou as fontes da própria CP (designadas «Balanços Sociais da CP, REFER e EMEF») e apresentou resultados comparados entre 1992 (último ano da existência da CP como empresa pública) e 2008 (onde a CP está desmembrada e semi-privatizada em três empresas, CP+REFER+EMEF).*

*As comparações são chocantes.*

*   Em termos de efectivos globais, desde 1992 até 2008 o número de trabalhadores diminuiu 10.218 em todas as áreas, à excepção do núcleo dirigente, onde houve um aumento de 11 gestores e 502 quadros superiores.*

*    Daqui resultou que a relação trabalhador/quadro superior, que em 1992 era de 35 para 1, passou em 2008 a ser de 9 para 1... *


*O SNTSF não hesita em assinalar que, na actual CP semi-privatizada e desmembrada, «reduz-se na área da produção para dar lugar, em muitos casos, aos "boys" dos diversos governos».*


*   Quanto às despesas com pessoal, as assimetrias tornaram-se também abissais: entre 1992 e 2008 os custos com gestores cresceram 110%, enquanto com os restantes trabalhadores (onde se incluem os quadros superiores) cresceram apenas 23%. *

*   «Por isso as assimetrias se acentuam e os trabalhadores vêem as injustiças a crescer», frisa o Sindicato.*

*   Mas o pior de tudo é que, ao contrário do que prometeram, os resultados não melhoraram, antes pelo contrário: *

*   Hoje, as empresas divididas custam muito mais ao erário público do que em 1992, quando a CP era única no sector. *

*   Os números não enganam e são arrasadores: *

*   Em 1992, a CP tinha um défice acumulado de 178.048.602,87 euros (cerca de 178 milhões de euros); em 2008, o conjunto das três empresas (CP+REFER+EMEF) atingiram o défice acumulado de 433.202.416,46 euros (cerca de 433 milhões de euros), ou seja, entre 1992 e 2008 a CP aumentou quase duas vezes e meia o seu défice acumulado.*

*   Todos nos lembramos da argumentação expendida pelos governantes da altura (como sempre, do PS ou do
PSD/CDS), para justificar o desmembramento da CP em três empresas e decorrente entrega aos privados dos segmentos lucrativos: era imprescindível reduzir o défice da CP, a par de rentabilizar e agilizar o transporte ferroviário em Portugal. *

*  O resultado está à vista:*
 
*  O défice da CP passou, em 15 anos, para quase o triplo, o transporte ferroviário degradou-se, «encurtando» com a supressão regular de linhas e ramais, deixou de servir populações inteiras e vastas regiões porque a sua componente «privada» passou a privilegiar as linhas imediatamente rentáveis e a subalternizar ou a abandonar o que fosse «apenas» estratégico e de interesse público, tanto para as pessoas como para a economia e o desenvolvimento nacional - enfim, o transporte ferroviário, por definição mais económico, sustentado e ecológico foi sendo paulatinamente substituído pelo transporte rodoviário, muito mais caro e poluente.*

*   A componente pública que se manteve na «nova CP» - fragmentada e semi-privatizada - tem servido para três coisas:*


*    Para canalizar os dinheiros públicos, que por sua vez irão cobrir todos os défices, desmandos e investimentos necessários às explorações rentáveis e entregues de mão beijada aos privados e, finalmente, para alimentar a multidão de «amigos» dos sucessivos governos e governantes, por ali acomodados entre uma tão crescente legião de «gestores e quadros superiores» que, actualmente, o rácio já é de um desses quadros por nove trabalhadores...  »*

PORTUGAL: UM PAÍS DE DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS...!!!



É necessário confrontá-los com a sua própria imagem

Grande carta

Para ser reenviada a todos e fazer correr pelo País de modo a denunciar esta coja de parasitas da banalidade que diariamente agravam o nosso futuro e dos nossos filhos.

ESTA CARTA MERECIA SER EMOLDURADA E POSTA EM TODAS AS ESTAÇÕES DE COMBOIOS E NÃO SÓ, POR TODAS AS INSTITUIÇÕES,  EMPRESAS PUBLICAS, TODAS AS PAREDES DESTE PORTUGAL PARA QUE SEJAM DENUNCIADOS TODOS ESTES CASOS ..... E QUE SE ACABE DE VEZ COM "GESTÕES DANOSAS" QUE DAO MILHÕES EM CASH E MORDOMIAS, AOS MARAVILHOSOS GESTORES QUE AS PROVOCARAM E QUE AINDA OS DESLOCAM DE EMPRESA EM EMPRESA, PARA CONTINUAR A SUA BOA "ACÇÃO" E RECOLHA DE "FUNDOS"
 

Carta da Marisa Moura à administração da Carris

Exmos. Senhores  José Manuel Silva Rodrigues, Fernando Jorge Moreira da Silva, Maria Isabel Antunes, Joaquim José Zeferino e Maria Adelina Rocha,

Chamo-me Marisa Sofia Duarte Moura e sou a contribuinte nº 215860101 da República Portuguesa. Venho por este meio colocar-vos, a cada um de vós, algumas perguntas:

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Sabia que o aumento do seu vencimento e dos seus colegas, num total extra de 32 mil euros, fixado pela comissão de vencimentos numa altura em que a empresa apresenta prejuízos de 42,3 milhões e um buraco de 776,6 milhões de euros, representa um crime previsto na lei sob a figura de gestão danosa?

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Terá o senhor(a) a mínima noção de que há mais de 600 mil pessoas desempregadas em Portugal neste momento por causa de gente como o senhor(a) que, sem qualquer moral, se pavoneia num dos automóveis de luxo que neste momento custam 4.500 euros por mês a todos os contribuintes?

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A dívida do país está acima dos 150 mil milhões de euros, o que significa que eu estou endividada em 15 mil euros. Paguei em impostos no ano passado 10 mil euros. Não chega nem para a minha parte da dívida colectiva. E com pessoas como o senhor(a) a esbanjar desta forma o meu dinheiro, os impostos dos contribuintes não vão chegar nunca para pagar o que realmente devem pagar: o bem-estar colectivo.

A sua cara está publicada no site da empresa. Todos os portugueses sabem, portanto, quem é. Hoje, quando parar num semáforo vermelho, conseguirá enfentar o olhar do condutor ao lado estando o senhor(a) ao volante de uma viatura paga com dinheiro que a sua empresa não tem e que é paga às custas da fome de milhares de pessoas, velhos, adultos, jovens e crianças?

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Para o senhor auferir do seu vencimento, agora aumentado ilegalmente, e demais regalias, há 900 mil pessoas a trabalhar (inclusive em empresas estatais como a "sua") sem sequer terem direito a Baixa se ficarem doentes, porque trabalham a recibos verdes. Alguma vez pensou nisso? Acha genuinamente que o trabalho que desempenha tem de ser tamanhamente bem remunerado ao ponto de se sobrepôr às mais elementares necessidades de outros seres humanos?

Despeço-me sem grande consideração, mas com alguma pena da sua pessoa e com esperança que consiga reativar alguns genes da espécie humana que terá com certeza perdido algures no decorrer da sua vida.

Marisa Moura


Reenviar a todos e fazer correr pelo País
Obrigar estes pigmeus provincianos  a devolver o que retiram ao contribinte e correr com eles na hora,depois obrigalos a aprender a tabuada,mas na choldra.

ROBALOS E ALHEIRAS E ASSIM SE FORMOU A PALAVRA: "ROBALHEIRA"

A PRODIGIOSA LÍNGUA PORTUGUESA!


  O português e a letra "F"
 
Um homem chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz:
 - Faz favor: frango frito, favas, farinheira.. .
 - Acompanhado com quê?
 - Feijão.
 - Deseja beber alguma coisa?
 - Fanta fresca.
 - Um pãozinho antes da refeição?
 - Fatias fininhas.
 O empregado anota o pedido, já meio intrigado: "o tipo fala tudo com F's!"
 Depois do homem terminar a refeição, o empregado pergunta-lhe:
 - Vai querer sobremesa?
 - Fruta.
 - Tem alguma preferência?
 - Figos.
 Depois da sobremesa, o empregado:
 - Deseja um café?
 - Forte. Fervendo.
 Quando o cliente termina o café:
 - Então, como estava o cafézinho?
 - Frio, fraco. Faltou filtrar formiguinha flutuando.
 Aí o empregado pensa: "Vamos ver até aonde é que ele vai".
 - Como é que o senhor se chama?
 - Fernando Fagundes Faria Filho.
 - De onde vem?
 - Faro.
 - Trabalha?
 - Fui ferreiro.
 - Deixou o emprego?
 - Fui forçado.
 - Por quê?
 - Faltou ferro.
 - E o que é que fazia?
 - Ferrolhos, ferraduras, facas... ferragens.
 - Tem um clube favorito?
 - Fui Famalicense.
 - E deixou de ser porquê?
 - Futebol feio , farta.
 - Qual é o seu clube, agora?
 - Farense.
 - O senhor é casado?
 - Fui.
 - E sua esposa?
 - Faleceu.
 - De quê?
 - Foram furúnculos, frieiras... ficou fraquinha... finou-se.
 O empregado de mesa perde a calma:
 - Olhe! Se você disser mais 10 palavras começadas com a letra F... não
 paga a conta. Pronto!
 - Formidável... Foi fácil ficar freguês falando frases fixes.
 O homem levanta-se e dirige-se para a saída, enquanto o empregado diz:
 - Espere aí! Ainda faltam duas!
 O homem responde, sem se virar:
 - Foste fodido.
   

DEPOIS DA TEMPESTADE NÃO TARDA A CHEGADA DA BONANÇA E A VIDA VAI PROSSEGUIR NA TAILÂNDIA

Sukhumbhand: Fico feliz em resolver o problema

Governo concorda em manter a lacuna da barreira de sacos grandes
Froc-BMA  ajuda os residentes Don Muang

     Publicado em: 15/11/2011 às 12:00
     Seção de jornal: Bangkok Post


 

O governo do Comando da Operação Dilúvio de Socorro e da Administração Metropolitana de Banguecoque concordaram em manter aberta a lacuna de "sacos grandes" a barreira de Don Muang para aliviar o sofrimento dos moradores afetados pela enchente na parede.
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 Enchentes começaram a recuar em Vibhavadi Estrada Rangsit perto do cruzamento de cinco vias da avenida Lat Phrao . FotoTAWEECHAI TAWATPAKORN
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O acordo foi alcançado após Froc diretor Pracha Promnok  e governador de Banguecoque Sukhumbhand Paribatra depois de se reuniram para discutir como lidar com um grupo de moradores furiosos de 20 conjuntos habitacionais que forçosamente removido sacos de areia da parede, no domingo.
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Em vez de reparar o muro quebrado, as duas agências concordaram em alargar o fosso de seis metros para 10 para que pudesse também servir como um vertedouro para permitir estagnada floodwater norte da parede inundação flua através e para servir como uma passagem para o barco tráfego na área.
 
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Eles decidiram também que alargar o fosso não iria agravar os esforços da Administração Metropolitana de Bangkok do dilúvio global de gestão para o centro da cidade.
 
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MR Sukhumbhand disse que se reuniu com moradores da área antes de ontem para ouvir suas queixas. Os moradores exigiram que o BMA remover uma parte ou todo o trecho da barreira na estrada Vibhavadi Rangsit. Eles também queriam uma comissão mista a ser formada para discutir as duas opções.
 
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MR Sukhumbhand disse que a decisão entre Froc eo BMA significou a principal estradas inundadas na zona norte da capital deve ser seco em duas semanas, enquanto áreas baixas podem ainda estar sob a água por um longo período.
 
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O governador disse que estava feliz que BMA e Froc pudessem se reunir para resolver o problema e agradeceu os moradores para a sua compreensão.
 
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"A solução deve ser um exemplo para futuros conflitos para que as pessoas trabalham com BMA e Froc antes de fazer qualquer coisa com base em decisões precipitadas. Quero que todos os partidos e as pessoas afetadas a trabalhar juntos com base na razão," MR Sukhumbhand disse.
 
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Pol Gen Pracha, que também é ministro da Justiça, disse Froc BMA e iria trabalhar em conjunto para superar a crise da capital inundação.
 
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"Nós,  o Froc e o BMA vão ficar juntos para combater este problema sem reservas. Pode ter havido mal-entendidos pequena no passado, mas já se desculpou pessoalmente com o governador de Banguecoque", Pol Gen Pracha disse.
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O porta-voz Froc Pol Gen Pongsapat Pongcharoen disse o primeiro-ministro eo chefe de polícia não quer agravar o problema para os moradores afectadas pelas cheias, mas as pessoas precisam entender que qualquer ação precisa ter uma razão válida sob a lei.
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Ele disse que a barreira grande saco era considerado propriedade do governo e destruição ou adulteração com ele trazia consequências legais. Qualquer pessoa apanhada adulterando a barreira seria processado.
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O primeiro-ministro Yingluck Shinawatra, com uma máquina pediada a um fotógrafo, tira fotografias aos jornalistas cobriram sua visita ao distrito de Sing Buri. O primeiro-ministro e sua comitiva inesperadamente teve que passar a noite na província ontem à noite, o helicóptero não possuia radar para um vôo noturno.Foto: WANNAMONTHA
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MP do Partido Pheu tailandês para Don Muang Karun Hosakul, ontem, negou que tenha incentivado os moradores afetados pela barreira para remover sacos de areia a partir da parede de inundação.
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Sr. Karun escreveu em sua página no Facebook que ele não estava envolvido na remoção dos sacos de areia, mas apenas atuou como coordenador entre os residentes afetados e Froc.
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O porta-voz Froc Thongthong Chandrangsu disse que o BMA irá acelerar a drenagem de canais para levar água a maior velocidade de drenagem a partir da abertura feita na barreira  dos grandes sacos. Isto deve aliviar o sofrimento dos moradores dentro da barreira e reduzir o nível de água no canal Rangsit para ajudar os residentes fora da barreira.
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BMA tem planos para empurrar a água do Khlong Prem Prachakorn através Khlong Khen para o  Rio Chao Praya, Khlong Bang Sue Din Daeng em meio Bung Makasan, Khlong Lad Prao através Khlong Yai Shuad em Bung Makasan, e San Khlong SAEP através Orashon Khlong em um túnel de drenagem gigante.
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Clientes passam a pé em cima de uma ponte a pé construída com carrinhos de compras e pranchas de madeira na frente do Tesco Lotus supermercado no Charan Estrada Sanitwong. PATIPAT JANTHONG
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A BMA também declarou três comunidades adicionais em Saphan Sung sub-distrito de Saphan Banguecoque Sung distrito como áreas de vigilância, após os níveis de água em canais locais continuaram subindo.
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Anond Snidvongs, um acadêmico no comitê do Froc de água de drenagem, disse que 30 centímetros de água ainda precisa ser drenado e que levaria cerca de 10 dias.
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Partido Democrata Abhisit Vejjajiva líder, o líder da oposição, disse que o governo deveria ter comunicado mais com os moradores afetados pela barreira grande saco.
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E agora, uma disputa semelhante surgiu na área II Rama, afirmou Abhisit.
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Residentes desgostosos da barreira de sacos de 2.5 toneladas, abrem uma brecha de 6 metros.

 Um gráfico que dá a panorârica das inundações em Banguecoque
Uma mãe ajuda sua filha a vestir uma protecção plástica na área de Nonthaburi

Foto:PATIPAT JA NTHONG
Um rapaz modificou uma bicicleta para pedalar e se deslocar na inundação na travessa 69 da estrada Rama II.

Foto:PATTANAPONG HIRUNARD
Thanatporn Singchai, funcionária da empresa Singchai Industry Co, dá uma vista de olhos a um canal de 100-metros construído para ajudar a drenar a inundação do canal  Khlong Ban Nam Jued na localidade de Samut Sakhon para o rio Tha Chin
Foto:PATTANAPONG HIRUNARD
Um grupo de rapazes dançam na inundação numa rua de Bang Khunthian. Área onde moro
Foto de PATTANAPONG HIRUNARD