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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

E ASSIM VOLTAMOS AO ZÉ MANEL COELHO...



E aguarda-se que mais sessão menos sessão haja mesmo porrada a sério entre os deputados da Madeira...

DAQUI NÃO HÁ COMENTÁRIOS...QUE OS FAÇA A DR.ª CELESTE CARDONA...

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Crianças de 13 anos trabalham 16 horas por dia por 70 centavos, de um dólar, para fabricar o iPhone
Empresa chinesa detém seus trabalhadores em cruel em condições de trabalho que permitem que a riqueza da Apple e, aliás, o seu, em uma cadeia de infortúnios, no entanto, totalmente cruel e racional e premeditada.
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Apple é, de longe, uma das mais interessantes, empresas, dos últimos anos. Não só para os dispositivos que tem colocado no mercado, atrativo em si, mas pela aura que conseguiu impor sobre os seus produtos, uma patina inexplicável de prestígio e de luxo, ao que parece, está incluído no preço o consumidor pagar quando comprar um iPod, iPhone, iPad ou o que, entusiasmado, levá-los para casa ou escritório no bolso ou na mala, quando decidem mudar o seu dinheiro para um produto Apple.
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E talvez esse brilho ligeiramente irreal que esconde as pessoas, as condições atrozes em que efectuam as suas máquinas amado, brutal as condições de trabalho que tornam o sonho possível do gadget e distinção.
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Cidade de Shenzhen na China, que produz a maior parte destes dispositivos é, dentro da podridão que rodeia este sistema, o melhor exemplo desta realidade. Que é onde ela se senta Foxconn, a empresa que fabrica o iPhone eo Apple iPad e outros dispositivos para outras empresas. Sua força de trabalho é de cerca de 430.000 pessoas, das quais pelo menos 5% não cumprir o limite de idade legalmente aceitável para o trabalho, os trabalhadores 14, 13 e mesmo 12 anos trabalhando ao lado de outros muito mais velhos, dizem, polimento o vidro do iPhone.
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De acordo com um desses trabalhadores, a Foxconn não se preocupa com a idade que estão ao seu serviço, mas quando está chegando a uma inspecção, a empresa esconde um pouco para aqueles trabalhadores que parece muito jovem e substitui-los com aparência dos adultos. A empresa sabe, é claro, a data em que tais revisões são feitas.
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Halls sóbrio e vasto cheio de dezenas de milhares de trabalhadores, trabalhando em uníssono, monotone, mecanicamente, sem quebras ou distrações, olhando, as mãos, a atenção na repetição infinita da atribuição. 8 horas por dia que se estendem 12 estendendo-se até 16 anos quando para fazer um novo gadget que as multidões estão ansiosas ansioso-produtos têm pouco conhecido em sua forma final, e que operam, se eles têm uma visão, acredito que mágico.
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Na China, os sindicatos são proibidos. Quem está organizando uma surpresa, é imediatamente detido e enviado para a prisão. Também circula entre as empresas com uma "lista negra" de nomes dos trabalhadores rotulados como "perturbadores", aqueles que, digamos, se atrevem a pedir pagamento de horas extras.
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Para não mencionar a compensação por acidentes de trabalho: uma imprensa esmagado a mão de um trabalhador Foxconn, uma empresa que não deu qualquer subsídio médica e que quando ele descobriu que seu fim e nunca iria funcionar, apenas deixá-lo ir.  
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O homem fazia parte da produção de carcaças de metal para iPad, mas o mesmo vale para aqueles trabalhadores que são membros atrofia realizando a mesma tarefa várias vezes, 12 horas por dia durante anos e anos, ou a dar um exemplo concreto, o de quem utiliza hexano para limpar a tela do iPhone, porque esta substância evapora muito mais rápido do que outros, que é mais rápido de produção, independentemente do hexano é uma neurotoxina que afecta as mãos provado causar agitação incontrolável.   
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E, infelizmente, a lista de problemas poderia continuar. Ou não. Porque há um problema de fortuna. É um total, implacavelmente racionais, causas e conseqüências deliberada e cognoscível. É extremamente ingênuo pensar que os diretores da Apple, Steve Jobs incluídos, ou não tinham conhecimento dessas condições em que eles fabricam seus produtos. Então, o que este ambiente é uma parte importante de seus lucros.
 
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No entanto, como observado in Business Insider Henry Blodget, os dividendos da Apple são tantos e tão grande que ele poderia ter recursos para melhorar as condições de trabalho dos trabalhadores que estão na base da sua riqueza, sem comprometer a sua competitividade ou o benefício economia. Blodget é mesmo falar de fazer iPhones e iPads em uma moldura de acordo com as leis de trabalho dos EUA.
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Apple, no entanto, pode-se argumentar que este não é seu problema, mas empresas como a Foxconn, com os seus trabalhadores em escravidão tal. E é exatamente isso que é um dos principais do problema: a riqueza da Apple não é só sua, que são em torno de outras corporações que estão lutando ferozmente migalhas que caem do banquete, como centenas ou milhares de Foxconn empresas dispostos a realizar as mesmas funções em condições, incluindo, se possível, mais pequenos do que os de agora.  
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Enquanto isso, existem milhares de compatriotas destes operários, amontoadas na multidão em frente das janelas de lojas que oferecem o novo iPhone, intoxicado pelo estranho, retorna encantamento incompreensível para os produtos da Apple, e os consumidores autômatos aparentemente irresistível que não dependem para ter em suas mãos o último dos seus gadgets, que nunca é realmente a última.
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A doidice dos chineses para comprar o Ipod, Iphone etc.etc.

NO PAÍS DE BURROS TUDO É POSSÍVEL!

Lisboa
16º 
COMENTÁRIO MAIS VOTADO
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"Desengane-se, caro professor. Aqui não há inocentes. São todos maiores e vacinados, sabem muito bem o que fazem. E bem sabe também que, na política e nos negócios, não há almoços grátis."
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17 Janeiro 2012

Fio de Prumo - Cerca eléctrica
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A nomeação de alguns elementos do núcleo duro do primeiro--ministro para o conselho geral da EDP não foi certamente uma opção de Passos Coelho. Pelo contrário, estas escolhas são a forma que os grupos económicos dominantes encontraram de o tentar condicionar. Ou cercar.
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Por:Paulo Morais, Professor Universitário

Só três razões poderiam explicar estas nomeações. A primeira seria a de que o primeiro-ministro pretendia influenciar a gestão da EDP através de pessoas de sua confiança. 
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Não sendo hoje a EDP uma entidade pública, esta constituiria uma forma de dar continuidade à tradição de José Sócrates de intromissão no sector privado, a ponto de indicar nomes tão pouco recomendáveis como Rui Pedro Soares para a PT ou Armando Vara para o BCP. Não quero crer neste cenário.
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A segunda hipótese seria a de que Passos Coelho queria proteger os seus amigos e teria metido umas "cunhas" aos accionistas da EDP, e em particular aos chineses. Hipótese também a descartar. Seria mau demais!
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Resta então admitir que foram os accionistas que, de moto-próprio, decidiram convidar alguns dos principais apoiantes de Passos Coelho e de Portas para obterem influência num sector completamente regulamentado e dependente do estado. 
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É aliás na capacidade de obtenção de favores do estado que se tem baseado a actividade dos accionistas portugueses de referência na EDP, como a família Mello ou o grupo Espírito Santo. 
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Que contam agora com a cumplicidade dos membros do partido comunista chinês, também eles especialistas em promiscuidade entre estado e negócios.
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Influenciar o poder será pois a missão que os chineses destinaram aos amigos de Passos Coelho e Paulo Portas, a troco de uns milhares. 
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A Eduardo Catroga, coordenador do programa económico do PSD, a Paulo Teixeira Pinto, que liderou o projecto de revisão constitucional, passando por Celeste Cardona ou Rui Pena, com enorme ascendente junto de Portas.
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Aceitando os convites, esta gente descredibiliza-se ao permitir que os coloquem na posição de traficantes da influência que têm sobre Passos Coelho e Portas. E – pior! – colocam estes na situação de políticos permeáveis à vontade dos accionistas da EDP.