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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Brasil e Portugal: Queixa contra Acordo Ortográfico na Provedoria de Justiça




Eu também não concordo com as alterações à língua e forma como aprendi a escrever, quando andava na escola, que nessa altura nos ensinava a ler e escrever. Qualquer jovem que completasse a Quarta Classe dava menos erros do que muita gente que hoje termina a Universidade e muitos dos nossos apresentadores de Televisão. Já que não temos mais nada que não deixemos de ter a nossa língua mãe.

CONTRA ESTE ACORDO, ESTOU PLENAMENTE DE ACORDO......
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Oxalá se consiga travar esta aberração, fruto de interesses "desvairados" e " da austera apagada e vil tristeza"...
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Brasil e Portugal: Queixa contra Acordo Ortográfico na Provedoria de Justiça

Margarida Davim - Sol

A Provedoria de Justiça está a analisar uma queixa que pretende travar o Acordo Ortográfico (AO).
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Trata-se de um pedido de revisão da constitucionalidade do Acordo, feito por Ivo Miguel Barroso, professor da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, que garante que as novas regras de escrita são inconstitucionais.
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Ao mesmo tempo, um grupo de cidadãos está a recolher assinaturas para entregar na Assembleia da República e tentar travar o Acordo e vários escritores como Miguel Sousa Tavares e Vasco Graça Moura recusam escrever com a nova grafia.
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E há até pais que estão a pedir às escolas para que os filhos não aprendam as novas regras (leia aqui).
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«A nossa Constituição é rígida», explica Ivo Barroso, sublinhando que «nenhum tratado internacional – como o Acordo Ortográfico – ou recomendação da Assembleia da República podem mudar o que está na lei fundamental do país».
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Ou seja, não é por haver um acordo entre os países de Língua Portuguesa que se pode mudar a ortografia que foi usada para escrever a Constituição.
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Mas esta não é, segundo o especialista, a única inconstitucionalidade do AO.
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«Há uma violação grave da identidade nacional e estão em causa direitos fundamentais como o direito à Língua».
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Ivo Miguel Barroso defende que «a Língua não se muda por decreto».

Lembra que no passado houve «reformas ortográficas», mas nota que «nunca as alterações foram tão profundas como se propõe agora».
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Contactada pelo SOL, a Provedoria de Justiça adianta apenas que a queixa «está a ser analisada».
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Acordo não está em vigor

Mas esta não é uma tentativa isolada para travar a aplicação das novas regras ortográficas.

O tradutor João Roque Dias tem usado a internet para divulgar o que considera serem as «aberrações» do AO.
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E assegura que não há nada que obrigue a usar a nova ortografia, porque «o Acordo não está em vigor».
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Argumentos jurídicos não lhe faltam. «Não há nada que revogue o decreto-lei de 1945, que define as regras da ortografia que usamos», explica lembrando que a legislação nacional que suporta o AO resume-se a uma resolução da Assembleia da República de 2008 e a uma resolução do Conselho de Ministros de 2011 – que obriga todos os documentos oficiais a usar o ‘novo’ Português a partir de 1 de Janeiro de 2012 –, «que juridicamente estão abaixo do decreto-lei e não o podem revogar».
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António Emiliano, professor de Linguística da Universidade Nova de Lisboa, é da mesma opinião e lembra que até a forma como o Acordo foi feito na CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) é questionável.
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«Foi definido que se três países aceitassem o Acordo – neste caso Brasil, São Tomé e Cabo Verde – passaria a estar em vigor, quando a regra na CPLP é a aprovação por unanimidade».
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Emiliano acredita, aliás, que a oposição de Angola e Moçambique – que não ratificaram o tratado – pode travar a nova ortografia.
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«Angola pode ter um papel determinante», diz. O linguista critica ainda o facto de não haver qualquer estudo sobre os impactos das alterações introduzidas pela nova ortografia e alerta para as consequências económicas:
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«Ninguém sabe ao certo quanto será preciso gastar para adaptar ao Acordo os documentos oficiais e livros».
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António Emiliano alerta, aliás, para o facto de a nova escrita mudar para sempre a forma como se pronunciam as palavras.
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«Na maior parte dos casos, as consoantes mudas servem para abrir as vogais», esclarece, dando um exemplo: «Podemos deixar de dizer ‘telespéctadores’ para passar a ler ‘telespêtadores’».
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E há ainda as confusões geradas pelo facto de se deixarem de escrever todas as consoantes que não se lêem sem ter em atenção as palavras que derivam umas das outras.
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«Há dias, a minha enteada de 15 anos não conseguia perceber a palavra ‘aspetual’ porque não viu que tinha relação com a palavra ‘aspecto’».
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Razões suficientes para Emiliano considerar que o Acordo «é anti-linguístico e não tem respeito pelas regras da etimologia [a
evolução das palavras]».
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Acção contra Estado Brasileiro para travar Acordo Ortográfico
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Também no Brasil há tentativas de impedir que o Acordo Ortográfico (AO) avance.
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Uma delas é uma acção popular contra a Academia das Letras Brasileira e o Estado, interposta pelo professor Ernani Pimentel, líder do movimento Acordar Melhor.
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Na acção, que deu entrada em Outubro do ano passado, Ernani Pimentel acusa a Academia de ter revisto de forma unilateral o Acordo Ortográfico, quando realizou o Vocabulário da Língua Portuguesa brasileiro, alterando disposições que constavam do AO.
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Organizações brasileiras como a Associação Nacional dos Concursos Públicos, a Associação Brasileira de Imprensa e a Organização dos Advogados do Brasil já se associaram publicamente a este protesto.
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Em Portugal, Ivo Miguel Barroso, professor de Direito da Universidade de Lisboa e autor da queixa contra o Acordo Ortográfico entregue ao Provedor de Justiça, explica que não seria possível fazer algo semelhante «porque não há acção popular de revisão da constitucional»
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«A única via é conseguir chegar ao Tribunal Constitucional, através da Provedoria de Justiça», defende o jurista.
-
margarida.davim@sol.pt
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Publicada porPÁGINA GLOBAL

UM ESPLÊNDIDO VIDEO SOBRE A CIDADE DO PORTO



Delicie-se com este magnífico filme vendo-o em ecrã inteiro, c/imagens HD:
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À MARGEM: Mas eu também relatei o Porto da Minha Infância de quando de marçano calcorroei as ruas da Cidade Invicta onde, nessa altura, chiavam os eixos dos carros puxados por bois de “cornos grandes” e cheiro a bosta que esses “animais” pujantes, pela calçada, deixavam.
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Clique, em baixo, se interessado e fique a saber como era o Porto da Minha Infância.

RAIVINHAS,RAIVINHAS DO SUPER-MÁRIO OU O DONO DE PORTUGAL E NÃO CHEGOU A SER DA EUROPA


Soares lamenta Europa sem líderes à altura


Paulo Alexandre Amaral, RTP
Mário Soares votou esta tarde a criticar a atual liderança política europeia, deixando o lamento pelo ostracismo a que os Estados membros da União Europeia estão a votar a Grécia. Lamentando a incapacidade política para lidar com a crise, o antigo primeiro-ministro e Presidente da República aconselha coragem para tomar as medidas necessárias.
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P.S. - O super-Mário sempre a criticar a liderança da UE. Nós até sabemos porquê.... é que ele (nós tão-pouco) nunca "chupou" o Durão Barroso na presidência... Agora o super-Mário que tire o cavalo da chuva, porque devido à sua velhice não pode ocupar a liderança da Europa que foi, sempre, a sua ambição. Paciência, paciência Dr. Mário.


UM VIDEO PARA NÃO PERDER....PENA SEJA A AUDIÇÃO SE EM INGLÊS

O diálogo, em inglês, do comunicador é  claro e intendível



Clique em baixo



ZEINAL BAVA - UM "CHICO ESPERTO" CUJO SUA TECNOLOGIA É O BLA,BLA,BLA...!!!

video


Para quem não o reconhece, este fdp é o maior aldrabão da PT  Portugal Telecom  de nome  Zeinal Bava
E o mais curioso é que se passa na Assembleia da "República" de Portugal .....
Vejam a carinha dele no final
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À MARGEM: Zeinal Bava é o tipo característico de todo o indiano comerciante que 
conheci, em Moçambique e de onde ele é natural. Em qualquer ponto remoto, do ex-território, administrado por Portugal, havia uma loja de um indiano ou de “monhé”, que eram os principais exploradores dos “pretos” que lhes iam vender os produtos da terra: o milho, a mapira, a meixoeira, o caju etc.etc.etc.
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Logo chegado o “preto” com a mercadoria para permutar por pano para a mulher ou roupita, de reles qualidade, para os filhos, o indiando, manhoso, sem coração, como o raio que o partisse, começava por dar umas bolas de farinha e açucar aos miúdos e uma lâmina, de fraca qualidade, ao chefe de família.
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Depois enganava o pobre do “preto” na mediação, dos produtos agricolas, num lata, vazia, de 20 litros de petróleo. O Zeinal Bava é filho de um desses monhés,  de Moçambique...!!! Clique: Zeinal Bava – Wikipédia, a enciclopédia livre
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Não falo de graça, em vivi em Moçambique por 10 anos!
José Martins

ANA DRAGO: "MULHER CORAGEM!"


Uma mulher e pêras! Quero lá saber se é de esquerda, de dieita, ou de outro lado qualquer. Falou e disse, como diz o povo !

Vejam a coragem desta deputada portuguesa - Ana Drago

PARLAMENTO EUROPEU: "A GRANDE BARBUDA!"

PARLAMENTARES EUROPEUS À SEXTA-FEIRA

 PARLAMENTARES EUROPEUS À SEXTA-FEIRA ...  
PARASITAS pagos com os nossos impostos !!!!
                                   Façam circular!!!!

DO PAU PARA TODA A OBRA DO JORNALISTA "CROMO" JOÃO SEVERINO


TANTA IMAGINAÇÃO LÁ TÃO LONGE

O diário 'Hoje Macau' é sem dúvida o melhor jornal da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM). Sob a soberania chinesa, um punhado de heróis jornalistas e gráficos mantêm várias publicações numa terra onde os portugueses teimam em fixar-se. 
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O 'Hoje Macau' tem apresentado à estampa várias ideias publicitárias em promoção de si próprio. Mas esta de hoje, plena de imaginação, é mesmo de se lhe tirar o chapéu e aplaudir o director Carlos Morais José e os seus colaboradores.




por João E. Severino
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E O PASSOS COELHO ENGRAXA OS SAPATOS ÀNGELA MERKEL

Uma nação com um estranho amor-próprio

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Uma nação que tem amor-próprio não anda de mão estendida, nem a lamentar-se, cumpre os seus compromissos e volta-se a erguer”. “Nós simplesmente como gente adulta e madura vamos cumprir o que lá está. Custe o que custar”.  Passos Coelho na Assembleia da Republica
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Engraxar-lhe as botas e ser obediente à voz da Merkel não é demonstrar ter muito amor-próprio e certamente que cumprir os compromissos nunca pode obrigar uma nação a ser submissa e cobarde. É que para alguém se voltar a erguer tem que se ter coluna. Depois, como o homem com quem o patrão gritou no trabalho, que quando chega a casa descarrega na mulher; o coelho, chega a Portugal e arma-se em durão. Avisa que o que ele decide é para ser cumprido “custe o que custar”. 
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É que a ele não lhe custa nada, nem a ele nem aos amigos e compadres que nunca vão passar por necessidades quanto mais por fome ou miséria. A eles nunca faltará empregos nem favores a receber. A eles nunca lhes custará nada nem saberão o que é viver sem perspectivas, sem futuro, sem dinheiro para não perder a casa nem para alimentar os filhos. Não lhse custarás nada porque nunca lhes custou nada porque não sabem o que isso é, porque nunca perceberam que as pessoas são gente como eles. Como eles não, melhor que eles felizmente.

SELECCIONAMOS E PUBLICAMOS MAIS UMA PEÇA

O Governo já prometeu actualizar ainda este ano os dados para que saibamos, em rigor, quantos funcionários tem a administração pública. 
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Calcula-se, a contas de 2009, que andem pelos 670 mil. De cada vez que se corta um feriado ou uma tolerância de ponto, estamos a falar de 670 mil dias de trabalho que se ganham. Ou do trabalho de um dia de 670 mil pessoas.
 

 Decerto que não trabalham todos de igual forma. Só para dar um exemplo, estou à espera de uma resposta a uma reclamação que fiz à Segurança Social, em nome de uma familiar, de uma cobrança coerciva infundada (para lá de largamente prescrita...), há praticamente um ano. 
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Não me digam que é excesso de trabalho ou de processos, porque até no balcão onde reclamei me disseram na hora que eu tinha razão. Ou seja, é apenas excesso de negligência e desprezo para com o contribuinte pagante.
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Ora, se a toleranciazinha de ponto do Carnaval, ou um feriado a menos, reduzir em alguns minutos o tempo que espero – eu e tantos milhares... - por uma resposta, por hipótese, da Segurança Social, acho que valeu a pena.
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Quem demora (pelo menos...) um ano a responder a uma reclamação, depois de ter executado a putativa “pena” sem apelo nem agravo, talvez tenha mesmo de trabalhar no Carnaval...
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... Porque a verdade é esta: se eu demorar um ano a fazer algo que supostamente devia fazer em dias ou semanas, perco o meu trabalho. Sem tolerância.

publicado por PRD às 12:43
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DA BARBEARIA DO SENHOR LUIS SELECCIONAMOS: PIEGUICES

Pieguices

Canos de armaUm pai chega a casa e diz à família:

Devemos persistir e exigir.
Depois da vossa mãe ter falido e de lhe terem retirado o subsídio de desemprego tiveram de sair da escola onde andavam e deixámos de poder pagar aquelas pequenas coisas que nos iam mantendo o sorriso.
Nada de grave, não sejam piegas! Continuámos a ter sopa, casa e roupa lavada.

Hoje a minha empresa informou que não consegue pagar o salário pelo terceiro mês consecutivo.
Não quero ser piegas mas acabou-se a sopa, entreguei a casa e não há mais detergente para a roupa.
Custe o que vos custar, aguentem-se, não sejam piegas!

Dito isto meteu o revólver na boca e puxou o gatilho.
LNT
[0.097/2012]

POLÍTICA PORTUGUESA - DESENTENDIMENTOS DO GOVERNO!!





PORTUGUESE POLITICIENS
 
Desentendimentos do governo!!  DESAGREMENTS...  ;-))
PRIME MINISTER     says    MINE IS THIS BIG... !!!          OPOSITION says   THAT BIG??? MUST BE KIDING       FINANCE MINISTER says   I saw it and is this BIG !!        PRIME MINISTER   says    ????   you bastard, was cold that day...   
 
 

A SALVAÇÃO ECONÓMICA DE PORTUGAL É A RESTAURAÇÃOI DA MONARQUIA

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O QUE SE ESPERAVA? A DESOBEDIÊNCIA DO POVO QUE RESPEITA A TRADIÇÃO, SECULAR, DO DIA DE ENTRUDO.






Trabalho parlamentar no Carnaval exige unanimidade dos partidos