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sexta-feira, 2 de março de 2012

MAS QUE DOIS ALDRABÕES!!!

Ontem às 20.52 


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Ontem às 15.46

Depressões e suicídios podem aumentar devido à crise


Autor: João Miguel Ribeiro | Leitores: 145
Sexta-feira, 02 Março 2012 17:51
As depressões e os suicídios podem aumentar com o agravar da crise. O alerta é dado pelos especialistas e já levou a Direção Geral de Saúde a antecipar o lançamento dum plano de prevenção, que deve ficar pronto no final do verão.
O agravamento da situação social – com o aumento cada vez mais brutal do desemprego, a asfixia financeira de muitas famílias em risco de incumprimento e a pioria do acesso à saúde – pode originar um aumento dos suicídios. Os especialistas acreditam que a breve prazo ocorrerá um ‘boom’ de depressões, que em muitos casos podem conduzir ao suicídio.
Para evitar males maiores,uma comissão de psiquiatras, enfermeiros e académicos portugueses e estrangeiros vai passar a executar, a partir do final do verão, um plano de prevenção. O objetivo faz parte do Plano Nacional de Saúde Mental 2007-2016, mas a concretização foi acelerada devido ao aumento esperado de depressões causadas pela crise.
A comissão será liderada por Álvaro de Carvalho, diretor do Programa Nacional da Saúde Mental, da Direção Geral de Saúde, que explicou à agência Lusa que "a principal causa de suicídios é a depressão", embora Portugal tenha registado, num eurobarómetro divulgado em 2010, "um consumo médio de antidepressivos cinco vezes superior à média europeia".






Depressões e suicídios podem aumentar devido à crise

Autor: João Miguel Ribeiro | Leitores: 145
Sexta-feira, 02 Março 2012 17:51
As depressões e os suicídios podem aumentar com o agravar da crise. O alerta é dado pelos especialistas e já levou a Direção Geral de Saúde a antecipar o lançamento dum plano de prevenção, que deve ficar pronto no final do verão.
O agravamento da situação social – com o aumento cada vez mais brutal do desemprego, a asfixia financeira de muitas famílias em risco de incumprimento e a pioria do acesso à saúde – pode originar um aumento dos suicídios. Os especialistas acreditam que a breve prazo ocorrerá um ‘boom’ de depressões, que em muitos casos podem conduzir ao suicídio.
Para evitar males maiores,uma comissão de psiquiatras, enfermeiros e académicos portugueses e estrangeiros vai passar a executar, a partir do final do verão, um plano de prevenção. O objetivo faz parte do Plano Nacional de Saúde Mental 2007-2016, mas a concretização foi acelerada devido ao aumento esperado de depressões causadas pela crise.
A comissão será liderada por Álvaro de Carvalho, diretor do Programa Nacional da Saúde Mental, da Direção Geral de Saúde, que explicou à agência Lusa que "a principal causa de suicídios é a depressão", embora Portugal tenha registado, num eurobarómetro divulgado em 2010, "um consumo médio de antidepressivos cinco vezes superior à média europeia".

AINDA O CASO DAS MORTES; FORA DO NORMAL, EM PORTUGAL

Excesso de mortalidade em Portugal pode ter relação com aumento de taxas moderadoras

Autor: Miguel Moreira | Leitores: 13167
Sexta-feira, 02 Março 2012 11:42

Portugal regista um aumento da taxa de mortalidade anormal em fevereiro, segundo dados do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA). Entre 20 e 26 de fevereiro, cerca de 3000 pessoas morreram. Em duas semanas, houve mais de 6000 óbitos. Associação de Médicos de Saúde Pública teme pelos idosos e receia que a subida das taxas moderadoras e o agravamento económico das famílias sejam as razões deste excesso de mortalidade.

O frio provocou gripes e outras doenças graves para grupos vulneráveis, como os idosos, mas essa pode não ser a única explicação para uma realidade que o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge assinala: houve 3000 óbitos em Portugal, entre 20 e 26 de fevereiro, número muito acima da média, para esta altura do ano.
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Baltazar Nunes, do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA), revela que nesta semana de fevereiro “diversas causas” estiveram na base da mortalidade, sobretudo em idosos, mais vulneráveis às condições meteorológicas, mas também com maiores despesas com medicamentos e cuidados de saúde.
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E em duas semanas apenas, houve mais de 6100 mortes. Segundo a Associação de Médicos de Saúde Pública, que está preocupada com o cenário, as medidas do Ministério da Saúde – como o aumento das taxas de moderadoras –, associadas ao agravamento da situação económica das famílias, podem justificar uma fuga aos cuidados de saúde.
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O presidente daquela associação, Mário Jorge, fala em “aumento brutal” das taxas moderadoras, ainda que manifeste algumas reservas, ao associar esta medida do Governo ao excesso de mortalidade.
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DGS preocupada
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O recente pico de mortalidade assinalado no mês passado, sobretudo com as 3000 mortes registadas em apenas uma semana, fez soar o alarme nas autoridades. A Direção Geral da Saúde já admitiu a preocupação com a subida da mortalidade prematura.
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Os registos da mortalidade em Portugal têm estado em foco ao longo do último mês. Primeiro, devido a uma semana inusitada, a terceira de fevereiro, durante a qual foram registadas 3000 mortes em Portugal, número muito superior ao habitual. 
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Agora, é a subida da taxa de mortalidade prematura que concentra as atenções.
Segundo os últimos dados disponíveis, um em cada quatro portugueses falece antes de chegar aos 70 anos. As doenças crónicas não transmissíveis são as principais responsáveis, nomeadamente os problemas respiratórios, os acidentes cardiovasculares, as diabetes e o cancro.
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A Direção Geral da Saúde está a estudar o problema, embora sejam públicas algumas indicações que deviam ser mais respeitadas, nomeadamente os que se reportam ao controlo dos fatores de risco: tabagismo, hipertensão arterial e o colesterol elevado. “Mesmo apesar da crise financeira e económica que se vive, é possível melhorar o padrão de alimentação saudável nos portugueses”, reforçou Francisco George.
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O INSA vai realizar uma investigação profunda a estes dados da mortalidade, numa parceria com a Direção-Geral da Saúde.

POST ROUBO:"LADRÃO QUE ROUBA A LADRÃO TEM 100 ANOS DE PERDÃO"


Post roubado despudorada e integralmente a Luís M. Jorge

Entre as luminárias do regime resplandecem os espíritos sempre airosos dos Camilos Lourenços.
Enquanto outros encontram dificuldades, os Camilos revelam-nos em palavras simples os bons princípios da nossa salvação.
Há dividas?
Paguem-se.
Há despesas?
Cortem-se.
Há défices?
Ide buscar o cilício e mortificai-vos.
Há desemprego?
Emigrem.
Há pobres?
Trabalhem.
Há fome?
Comam brioches.
Há mulheres que tentam vender os filhos nos subúrbios? Pois que baixem o preço dos mais pequenitos, a quem faltam vantagens competitivas.
Há suicídios, mortes por inanição?
Eis um modo elegante de reduzir as transferências sociais.
Há velhos sem medicamentos?
Um sério aviso para os jovens que não aderiram à Médis.
Há ordenados muito baixos nas empresas? 
Extingam-se.
Há ordenados muito altos na EDP?
São as leis do mercado, nada a fazer.
O mundo dos Camilos obedece a valores testados em séculos de miséria abjecta e desespero universal. Antigamente eram feitores e capatazes, hoje são jornalistas e lideres de opinião.
Os Camilos Lourenços dão imenso jeito. Todos os ricos deviam ter um.
DAQUI, com a devida vénia

EM PORTUGAL MORRE-SE DE FRIO E DE FOME...MAS ELES,OS DO GOVERNO, ESTÃO BEM LUSIDIOS!

o governo mata e o resto é conversa

Por Ana Cristina Leonardo

Os bois pelos nomes já que os mortos não os têm: são apenas estatística.
Morre-se de frio em Portugal porque não há dinheiro nem para aquecimento, nem para comida decente, nem para médico.

O Coelho, o Gaspar, o Álvaro, o Portas, a Cristas, a Paula, o Macedo que veio da Médis e aquele jovem ministro que se deslocava de motorizada mais a rapaziada da EDP e etc. bem podem ir a Fátima pedir perdão de joelhos. Não serão perdoados. Sabem o que fazem.


Quem não ficar suficientemente enojado, mais aqui.

O KAOS E O CAOS QUE SEGUE NO DESEMPREGO EM PORTUGAL

Quantos meses são necessários para se poder julgar um governo?


Miguel Relvas, quanto aos números do desemprego, 14,8% em Janeiro, entende que não são consequência das medidas deste Executivo. “Ninguém pode ser julgado por oito meses de Governo”.
Nem precisa, basta olhar para as políticas e para as consequências delas para saber que estão erradas. Atirar austeridade para cima duma recessão é como atirar gasolina para o fogo.
A austeridade aprofunda ainda mais a recessão o que obriga ao aumento da austeridade. Se lhe juntarmos a pobreza institucionalizada e o aumento das falências de empresas e pessoas, que já começou a fazer diminuir as receitas dos impostos com a consequência do falhanço da meta do défice exigido pelos mercados, não há razão nenhuma para os julgar por oito meses de governo, há é urgência de correr com eles.

...QUE NÃO TIVESSEMOS CAÍDO NA ASNEIRA DE EMPENHAR OS BRINCOS,......

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"O primeiro-ministro anunciou que íamos empobrecer, com aquele desígnio de falar `verdade`, que consiste na banalização do mal, para que nos resignemos mais suavemente. Ao lado, uma espécie de contabilista a nível nacional diz-nos, como é hábito nos contabilistas, que as contas são difíceis de perceber, mas que os números são crus. Os agiotas batem à porta e eles afinal até são amigos dos agiotas. Que não tivéssemos caído na asneira de empenhar os brincos, os anéis e as pulseiras para comprar a máquina de lavar alemã. E agora as jóias não valem nada."
Isabel do Carmo

VIVA A PÁTRIA E A LIBERDADE ONDE O PROTESTO É CRIME!

balanço negro

Ao todo, durante os 5 meses em que duraram as manifestações, foram presos 6.500 activistas do movimento Occupy. Viva a pátria da liberdade, onde o protesto é crime. 

















Fonte: Blogue 4 Almas

A POBREZA E AS CARÊNCIA DE VIDA É A PRINCIPAL CAUSA DA MORTE,PRESENTEMENTE, EM PORTUGAL

Clique a seguir para ouvir a notícia e ler o texto da peça

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Aumento da mortalidade também tem a ver com a pobreza



António Louçã, RTP
O director da Faculdade de Medicina do Porto, Agostinho Marques, admitiu hoje, em declarações à Antena 1, que o aumento da mortalidade registada em fevereiro poderá estar relacionado com as limitações materiais dos grupos de risco para se protegerem contra o surto de gripe.
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À MARGEM: Isto não é uma vergonha, mais que isso e uma catástrofe  nacional. A cambada de "malfeitores" que tomaram o poder e governando os portugueses destruíram o país e a sociedade. Há gente velha e pobre, por todo o país, a sofrer silenciosamente e resignadamente à espera que a morte os leve e lhes termine a dor do viver de que a maldição lhes caiu, em cima da cabeça no fim da vida. Mas ninguém da "cambada", que tomaram conta do que havia para roubar e do povo, é chamado à responsabilidade. Continuam andar por aí (não muito airosamente e de cara descoberta) sem que a Justiça retire a venda do rosto e os leve à sala de Tribunal e os condene do mal de seus actos que degradarem não sou o espólio de uma nação como aqueles que nela nasceram e que ao chegarem ao final da vida estão a cair como tordos.
José Martins

VIGARISMO EM NOME DE JESUS (NÃO É O DO BENFICA ENTENDA-SE)

Em nome de Jesus Cristo que está no céu.... e o vigarismo dos "pastores" e da puta que os pariu da Igreja Universal.

 Não deixe de clicar e ver o video

KAOS: O PATRÃO CHAMOU?

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O Patrão chamou?


EM EXIBIÇÃO

....ISTO NÃO È UMA MANCHA. É UMA NÓDOA!

SENDO ASSIM OS VELHOS A IR DESTA PARA A OUTRA VIDA LUCRA PASSOS COELHO E OS CANGALHEIROS!

Portugal completa mais uma semana de mortalidade elevada


Portugal completa mais uma semana de mortalidade elevada
legenda da imagem
RTP

A taxa de mortalidade voltou a atingir na semana de 20 de fevereiro a 26 de fevereiro um valor anormal para a época. Na última semana registaram-se 3080 óbitos e os idosos com mais de 75 anos continuam a ser as principais vítimas. 

O Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge admite que a vaga de frio, associada a infeções respiratórias, possa estar na origem desta mortalidade elevada. 

Uma eventual mutação do vírus da gripe está a ser analisada pelas autoridades sanitárias.