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domingo, 11 de março de 2012

KAOS: "SUA EXCELÊNCIA O EMBAIXADOR PASTEL DE NATA"

Embaixador do Pastel de Nata na OCDE



«A demissão de Álvaro Santos Pereira foi estancada na segunda-feira pelo primeiro-ministro, mas a saída do governo do ministro da Economia do cargo é irreversível a prazo.
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Segundo soube o i, o próximo destino político de Álvaro Santos Pereira poderá ser o cargo de embaixador da OCDE, vago há quase um ano, quando o socialista Eduardo Ferro Rodrigues abandonou Paris para regressar à política activa e integrar as listas do PS para a Assembleia da República.
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Contactado pelo i, um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros confirmou que o preenchimento do lugar de embaixador na OCDE “está para breve”.»

O ARDINA COM AS ÚLTIMAS "BOCAS"

. O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, garantiu que não pede mais tempo nem mais dinheiro à `troika`



O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, garantiu que não pede mais tempo nem mais dinheiro à `troika` em duas entrevistas à imprensa sueca, e que Portugal regressará aos mercados em setembro de 2013.

"Já dissemos que vamos voltar aos mercados de dívida em setembro de 2013 e é o que vai acontecer. Nessa altura, deixaremos de precisar de financiamento externo para a economia", disse o primeiro-ministro numa entrevista em Estocolmo ao jornal Dagens Nyheter.
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Numa outra entrevista ao jornal sueco Dagens Industri, no âmbito de uma visita oficial à Suécia e à Finlândia, o líder do Executivo português insistiu que "Portugal não vai pedir nem mais dinheiro nem mais tempo", numa entrevista conduzida pouco depois de se saber do acordo entre Grécia e privados para o perdão de dívida.
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Passos Coelho disse ainda que a recessão "é uma consequência natural" dos cortes e dos aumentos de impostos, antecipando que esta consolidação irá permitir um regresso ao crescimento da economia portuguesa "no próximo ano" e que não vê razões para não conseguir regressar ao mercado em setembro de 2013.
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"O programa de assistência vai ser finalizado no próximo ano e é provável que em 2014 já se verifique um aumento sustentável da procura interna", adiantou ainda aos jornalistas suecos.
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Nestas conversas, Passos Coelho terá ainda enumerado as várias medidas tomadas pelo Governo no âmbito do Programa de Assistência Economica e Financeira acordado com o Fundo Monetário Internacional, a Comissão Europeia e o Banco Central Europeu, e mostrou-se empenhado em distanciar a situação portuguesa da grega.

OPINIÃO DE PEDRO MARQUES LOPES, DIÁRIO DE NOTÍCIAS


Não, não pode ser. Cavaco Silva não pode estar a transformar-se numa caricatura dos colunistas que ficaram sem assunto quando Sócrates desapareceu da vida pública e que subitamente deixaram de escrever ou falar sobre política para se dedicarem a assuntos "mais elevados". Não, o Presidente da República não pode estar a pensar em concorrer com pasquins que descobriram que a simples menção do nome Sócrates lhes faz subir as vendas, mesmo que seja preciso mandar às malvas as mais básicas regras da decência e que confundem jornalismo com insídia e desprezo pelos mais simples direitos de personalidade. Não, Cavaco Silva não pode estar a pensar que ao pôr em causa o antigo primeiro-ministro compra alguma simpatia do actual Governo, numa altura em que as relações entre Passos Coelho e ele estão tão debilitadas, para ser austero nas palavras, e em que é notório que as soluções advogadas pelos dois não podem ser mais díspares. Passos Coelho estará até a pensar nos "Roteiros" do Presidente quando deixar de ocupar São Bento...



Pedro Marques Lopes, Diário de Notícias

MUDAM-SE OS TEMPOS, MUDAM-SE AS VONTADES....

Como os tempos mudam...

Naquele tempo... 
  salazar.jpg
   
Não deixa de ser engraçado...
Na época da ditadura...
Podíamos acelerar os nossos automóveis pelas auto-estradas acima dos 120km/h sem nenhum risco e não éramos multados por radares maliciosamente escondidos mas...
não podíamos falar mal do presidente.
Podíamos comprar armas e munições à vontade, pois o governo sabia quem era cidadão de bem, quem era bandido e quem era terrorista mas...
não podíamos falar mal do presidente.
Podíamos dar piropos à funcionária, à menina do "guiché" das contas a pagar ou à recepcionista sem correr o risco de sermos processados por "assédio sexual" mas...,
não podíamos falar mal do presidente.
Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças (ei! preto!), credos (esse crente aí!) ou preferências sexuais (fala! sua bicha!) e não éramos processados por "discriminação" por esse motivo mas...
não podíamos falar mal do presidente.
Podíamos tomar nossa redentora cerveja no fim do expediente do trabalho para relaxar e dirigir o carro para casa, sem o risco de sermos  jogados à vala da delinquência, sendo presos por estarmos "alcoolizados" mas...
não podíamos falar mal do presidente.
Podíamos cortar a árvore do quintal, empestada de praga, sem que isso constituísse crime ambiental mas...
não podíamos falar mal do presidente.
Podíamos ir a qualquer bar ou boite, em qualquer bairro da cidade, de carro, de autocarro, de bicicleta ou a pé, sem nenhum medo de sermos assaltados, sequestrados ou assassinados mas...
não podíamos falar mal do presidente.
Hoje, a única coisa que podemos fazer....
...é falar mal do presidente!
 
Como os tempos mudaram...!!!

A EFEMÉRIDE DO MEU AMIGO, JORNALISTA, JOÃO SEVERINO

11 DE MARÇO: QUANDO SENTI PELA PRIMEIRA VEZ QUE O JORNALISMO É UMA PROFISSÃO DE VÍBORAS
11 de Março de 1975. Fui destacado pela direcção do telejornal da RTP para realizar a reportagem no Regimento de Artilharia Nº 1 (RAL 1), onde a confusão era total. 
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Uma das casernas tinha sido atingida por rocket de um avião da Força Aérea e um soldado artilheiro tinha morrido. Filmámos a caserna e o sangue junto à cama (imagens que deveriam estar nos arquivos da RTP).
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Na porta de armas encontravam-se várias chaimites com militares em posição de defesa e vários civis (cabeludos e barbudos) armados com espingardas automáticas G3.
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No exterior do quartel milhares de populares gritavam palavras de ordem várias, entre elas, "Morte aos páras!". 
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Os paraquedistas estavam a uma distância considerável do quartel em posição de ataque e a aguardar ordens. Falámos com vários. 
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As indicações tinham sido para cercar e atacar o RAL 1 depois da Força Aérea "limpar" o quartel. Tudo foi ficando adiado. O operador de câmara que trabalhava comigo recolheu imagens sensacionais, entrevistas várias, incluindo com o capitão Diniz de Almeida, comandante da unidade revolucionária.
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Sem ter ingerido qualquer alimento há oito horas estaria disposto a ficar ali até ao final dos acontecimentos, no cumprimento da minha missão jornalística.
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De repente, chega ao local um colega meu (que ficou para sempre muito famoso) que me disse para eu regressar à redacção com o material recolhido que ele ficaria a cobrir o resto do que ali viesse a acontecer. 
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Quando cheguei à redacção o director Álvaro Guerra disse-me para ir descansar um pouco e entregar-lhe todo o material.
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 Qual não foi o meu espanto, depois de estar duas horas a aguardar por indicações superiores para ir montar a reportagem, e ao indagar sobre o assunto da reportagem junto da direcção (onde imperavam vários jornalistas afectos ao Partido Socialista), eis que, todo o meu trabalho [sobre a reportagem mais arriscada da minha jovem carreira de repórter televisivo] já estava a ser editado pelo tal colega (que ficou para sempre muito famoso) e que, entretanto, já tinha regressado à redacção. 
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 Com uma particularidade: tinha gravado algo parecido com "Estamos aqui junto ao RAL 1 podemos ver os aviões a sobrevoar o quartel não sabemos se vai haver mais um ataque os páraquedistas estão ali perto o confronto pode ser inevitável e a situação está muito grave e tensa". 
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Este minuto ficou celebrizado, mas eu tinha gravado precisamente o mesmo, com uma diferença, é que tinha filmado o avião que matou o soldado Luís a sobrevoar em voo rasante todos os presentes no local.
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PS - Dedico esta descrição (verídica e escrita pela segunda vez) aos meus filhos, que naquela data encontravam-se em casa amedrontados junto à mãe sem saber se o pai regressaria a casa com vida.

SAIBA A QUANTIDADE DE FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS POR MUNICIPIO


Passem o rato em cima dos concelhos no mapa e vejam a quantidade de funcionários por município.
 
 http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=501901

PORTUGAL UM PAÍS DE BURACOS EM BARDA

As capas dos jornais e as principais notícias de Domingo, 11 de Março de 2012



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Porto: Retirados devido a fogo
Ultrapassagem de risco faz um morto
Mário Nogueira: Fenprof na greve geral
Filipa Sousa vence Festival da Canção
Rui Gomes da Silva: Dualidade de critérios
Alberto João Jardim: Arrumar as Finanças
Bombeiros: 237 incêndios

Capa do Público Público

Tenha acesso a mais informação. Torne-se assinante Público.
Quatro fotógrafos estrangeiros revelam a Guimarães "transgénica"
Rick Santorum obtém vitória fácil no Kansas
Sorteio do Totoloto (concurso 20/2012)
Vítor Pereira diz que o FC Porto "não foi competente"
Faculdade de Arquitectura da U. Técnica de Lisboa sem dinheiro para salários
Pedro Emanuel destaca o “ponto importantíssimo” na “luta” da Académica

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Quanto vale Cavaco?
Políticos desleais?! Naaa...
Fogo desalojou homem
FENPROF adere à greve geral de dia 22
Mulher morreu em despiste de moto-quatro
Greve geral: Jerónimo apela à mobilização
Marinho Pinto ataca coordenador para saúde mental

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Filipa Sousa venceu Festival da Canção 2012 com "Vida minha"
"Expresso" acusa crespo de má-fé e acaba com crónica do pivot da Sic
"Expresso" acusa crespo de má-fé e acaba com crónica do pivot da sic
Menos 77 mil casas à venda na Área Metropolitana do Porto
ERC deu razão ao JN em diferendo com o pivot
Rita Pereira também arrasa na publicidade
Rick Santorum vence no Kansas

Capa do i i

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Santorum encurta desvantagem para Mitt Romney com vitória no Kansas
ANAREC: 300 postos de abastecimento em risco põem em causa mais de 2.000 empregos
PSD convicto que enriquecimento ilícito terá aval do Tribunal Constitucional
Die Welt: Portugal precisará de novo resgate até ao final do ano
Miguel Relvas: Orçamento da Estradas de Portugal é "verdadeira ruína para o País"
Seguro exorta Governo a devolver dinheiro das portagens da ponte 25 de Abril aos cofres do Estado
Jardim diz que quer deixar "finanças arrumadas" antes de se "retirar"

Capa do A Bola A Bola

«Não sei como nunca castigam Nadal por perder tempo» - Federer
Alex Ferguson esteve em Lyon para observar Hazard
Época cancelada depois de tragédia de Port Said
Aimar deve começar no banco
Luisão chega hoje aos 200 jogos
Real: Xabi Alonso defende que não fez «penalty» frente ao Bétis
«O empate seria mais adequado» - Mourinho

Capa do Record Record

Rolando com nervos em franja
Rafael Batatinha para o ataque
Custódio: «Acabar a carreira aqui»
Substituto do capitão é a dúvida de Mota
Fabiano Freitas: «Equipa moralizada para ganhar de novo»
Paulo Alves: «Se formos humildes dificilmente perdemos»
Inesgotável fonte de golos

Capa do O Jogo O Jogo

Loeb lidera, Armindo Araújo aguenta-se
Ashton Eaton bate recorde
FC Porto distancia-se do Benfica
Mourinho faz melhor do que Guardiola
Pedro Emanuel: "Mais um ponto para a nossa luta"
Vítor Pereira: "Não existimos como equipa"
Edinho: "Resultado injusto, mas aceitável"