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sexta-feira, 16 de março de 2012

A SINFONIA E HARMONIA DO TRASEIRO SICRONIZADO COM A MÚSICA

Ligue o som e divirta-se

Presidente da AR ameaçou demitir-se duas vezes esta quinta-feira

 

Assunção Esteves ameaçou demitir-se por causa do inquérito ao BPN


Parlamento

16.03.2012 - 13:27 Por Nuno Sá Lourenço, Sofia Rodrigues, Maria José Oliveira

Presidente da AR ameaçou demitir-se duas vezes esta quinta-feira  


 Presidente da AR ameaçou demitir-se duas vezes esta quinta-feira (Foto: Enric Vives-Rubio)
Foi um “conflito brutal”, como alguns dos que o testemunharam não tinham memória de ter assistido numa conferência de líderes. Presidente da AR diz que se trata de "uma interpretação excessiva".

Na reunião de ontem no Parlamento, que juntou os líderes parlamentares para resolver a questão da comissão de inquérito ao BPN, a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, ameaçou demitir-se perante o extremar de posições entre o PS e a maioria PSD/CDS, que chegou mesmo a anunciar a intenção de avançar com a votação de urgência em plenário da sua resolução para uma comissão de inquérito eventual.

Ao que o PÚBLICO apurou, Assunção Esteves ameaçou por duas vezes abandonar as suas funções, sentindo-se desautorizada pela maioria que suporta o Governo. Isto porque a presidente já tinha anunciado que estava de acordo com o requerimento apresentado pelos partidos da esquerda, argumentando precisamente com o facto desta iniciativa ter carácter potestativo.

Apesar das ameaças de Assunção Esteves, a primeira reacção dos partidos da direita foi de confronto. Um dos líderes parlamentares da direita terá mesmo afirmado que se o Parlamento aprovasse o requerimento da esquerda, a maioria parlamentar passaria a chumbar todos os agendamentos da oposição.

A insistência do PS em manter integralmente a sua proposta terá também contribuído para agudizar o conflito, obrigando Assunção Esteves a assumir uma posição de força.

Hoje à saída do plenário, a presidente não desmentiu taxativamente o sucedido. Questionada sobre o braço de ferro com a direita, ontem à noite, respondeu: “Lembramos muitas vezes nos nossos debates a nossa relação com a rua, com a vida. É o essencial da função política”. Sobre se tinha ameaçado com a sua demissão, disse: “Só o povo é que me vai tirar daqui, ou quando eu quiser ir embora, no final do mandato.”

Mas mais tarde, em declarações à Antena 1, A presidente da AR negou ter ameçado demitir-se. "Ninguém pode dizer isso porque não é verdade." Mas admite ter havido "uma coisa", sem explicitar o quê, que pode ter conduzido a "uma interpretação excessiva das emoções" na conferência de líderes.

Mas garante Assunção Esteves: "Eu nunca serei pressionável aqui, é um juramento que fiz a mim própria."


Notícia actualizada às 16h07, acrescenta declarações de Assunção Esteves à Antena 1

DO BLOGUE O INSURGENTE

Papá, quando for grande quero ser como o Dr. Soares

Filed under: Diversos,Política,Portugal — Ricardo Lima @ 21:31
É certo que Cavaco “baixou a barra”, mas a ideia de voltar a ter um Presidente da República cuja inspiração ”é o doutor Mário Soares” assusta-me bastante. Santana, volvidos tantos anos, continua como o refrão daquele cover manhoso do Gonzaguinha que marcou a sua campanha. Um Guerreiro Menino. Por um lado é um resistente político, por outro continua a faltar-lhe alguma maturidade, o que se traduz na sua constante impulsividade.. E perde por isso. Recordo aqui uma das suas propostas mais “interessantes”, proferida num daqueles momentos agitandos em que lhe surgem estas ideias brilhantes, a do Senado Corporativo:

Nota blogosférica – Volta brevemente

Por razões pessoais não vou poder fazer os meus bonecos nos próximos dias, mas como gostava de continuar a manter vivo este blog, vou tentar publicar alguns bonecos que tenho guardados e que,  por uma razão ou outra, nunca aqui publiquei. Não são por isso dedicados a nenhum assunto especial mas que me na altura me pareceram ficar bem nos personagens retratados.

25 DE ABRIL DE 1974....PORTUGAL MORREU!

Os pressupostos estão certos e só podem permitir as conclusões tiradas...  Por isso, é de passar.
Um dos melhores comentários que li este ano, sobre o 25 de Abril.

25 DE ABRIL... Portugal Morreu!

- Mataram Deus, substituindo-o por seitas americanas e brasileiras e chamaram-lhe liberdade religiosa...
- Mataram a Pátria, abandonando as colónias e os portugueses que nelas viviam à mercê dos terroristas ávidos de sangue e chamaram-lhe descolonização...exemplar!
- Mataram Portugal, hipotecando a soberania do País a Bruxelas e chamaram-lhe desenvolvimento...
- Mataram o orgulho de se ser português, levando o País à banca rota, hipotecando-o ao FMI e chamaram-lhe investimento...
- Mataram a classe politica digna desse nome, dando lugar a corruptos e mentirosos e chamaram-lhe democracia parlamentar...
- 37 anos de ditadura democrática conseguiram destruir 800 anos de história e matar o nosso País.
Muito obrigado, 25 de Abril !!!
MAS CHEGOU A HORA DE DIZER BASTA......
Sei que os tais ditos socialistas e pseudo intelectuais me vão chamar, pelo menos PARVO, mas se tens ainda vergonha na cara passa e faz andar este e-mail.

VÂNIA UMA MULHER DE GARRA... "A AGENTE DISCRETA DE PORTAS"


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Quatro mil milhões de rendas só para o sector energético e a electricidade mais cara da Europa

António Mexia e a Marioneta made in China


Quatro mil milhões de rendas só para o sector energético e a electricidade mais cara da Europa. Assim também eu sou um grande gestor e defender que mereço um ordenado de milhões todos os anos. Quem paga?

ANATOMIA DA ONGOING

Clique no recorte para o ler
 

Não há dúvidas de que este congresso vai ficar na história.


Um congresso histórico
Publicado em 2012-03-12 - JN
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O recente congresso do sindicato do Ministério Público, realizado num hotel de cinco estrelas de Vilamoura, no Algarve, mostra bem a degenerescência moral que atingiu esta magistratura ou, pelo menos, a sua fação hegemónica.
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Para realizar o sinédrio, os magistrados dirigentes sindicais não hesitaram em pedir dinheiro a várias empresas, incluindo bancos outrora indiciados de envolvimento em atividades ilícitas.
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Com efeito, o congresso contou com o «alto patrocínio» do Banco Espírito Santo e do Montepio, dois bancos envolvidos na célebre «Operação Furacão» - o primeiro diretamente e o segundo porque comprou um banco envolvido, o Finibanco.
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Além disso, o congresso teve também o «alto patrocínio» da companhia de seguros Império Bonança, bem como o patrocínio oficial da Caixa Geral de Depósitos e da Coimbra Editora e ainda o patrocínio do BPI e dos Cafés Delta, entre outros.
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Os procuradores sindicalistas reuniram assim um vasto conjunto de apoios financeiros que lhes permitiram não só realizar o congresso mas sobretudo oferecer um luxuoso programa social para acompanhantes e congressistas que incluiu um cruzeiro pela costa algarvia, almoços e jantares em hotéis de cinco estrelas, passeios diversos e provas de produtos regionais e, por fim, dar as sobras dessa abastança a uma instituição privada sem fins lucrativos como é a Fundação António Aleixo.
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Eles não hesitaram em pedir dinheiro a entidades suspeitas de crimes económicos graves para agradar aos convidados entre os quais diretores de órgãos de informação que permanentemente violam o segredo de justiça.
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Como é possível pedir dinheiro para pagar um programa social principesco, manifestamente fora do alcance económico dos seus
organizadores, concebido para aliciar colegas e convidados a participarem no evento?
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A propósito destes patrocínios, Vital Moreira interrogava, recentemente, no seu blogue «Causa Nossa»: «Não restará nestes sindicalistas judiciais um mínimo de sentido deontológico sobre a incompatibilidade entre a sua função e o financiamento alheio dos seus eventos sindicais? 
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Não se deram conta de que se amanhã um dos seus generosos financiadores deixar de ser investigado ou acusado de alguma infração penal que lhe seja assacada, tal pode lançar a dúvida sobre a sua isenção»?
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Com que cara é que magistrados do MP vão pedir dinheiro a um banco envolvido na «Operação Furacão» e ainda suspeito de corromper políticos no caso do abate de sobreiros da Herdade da Vargem, em Benavente, e indiciado por ter feito desaparecer nas suas filiais internacionais o rasto de cerca de 30 milhões de euros, alegadamente pagos como comissões pela compra, pelo Estado português, de dois submarinos a um consórcio alemão?
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Diz o artigo 373º n.oº 2 do Código Penal que comete o crime de corrupção passiva para ato lícito quem «por si, ou por interposta pessoa, com o seu consentimento ou ratificação, solicitar ou aceitar, para si ou para terceiro, sem que lhe seja devida, vantagem patrimonial ou não patrimonial de pessoa que perante ele tenha tido, tenha ou venha a ter qualquer pretensão dependente do exercício das suas funções públicas».
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Será que esta norma só não se aplica a magistrados? Será que nenhum dos patrocinadores teve no passado alguma pretensão dependente do exercício das funções dos magistrados do MP? Claro que sim. E houve até situações, no âmbito da «Operação Furacão», em que o procurador titular do processo defendeu teses
mais favoráveis aos arguidos do que a do próprio juiz de instrução.
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Sublinhe-se que o MP perseguiu criminalmente alguns médicos a quem acusou de terem solicitado e aceite patrocínios da indústria farmacêutica, alguns deles para poderem participar em congressos. Então os magistrados do MP podem fazer o mesmo sem quaisquer consequências?
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Seja como for, os procuradores que estiveram no congresso, no mínimo, não deverão no futuro intervir em processos em que sejam partes quaisquer das empresas patrocinadoras do evento, pois tal constituirá «motivo, sério e grave, adequado a gerar desconfiança sobre a sua imparcialidade», nos termos dos artigos 43º n.oº 1 e 4 e 54, n.oº 1 do Código de Processo Penal.
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Não há dúvidas de que este congresso vai ficar na história.


"INCÓMODOS SOBRE O ´CACAU´ ANGOLANO"

"38 ANOS DEPOIS DO 25 DE ABRIL, GRAÇAS AOS ESFORÇADOS MANDATÁRIOS....."

de novo nos "tops"

Por Manuel António Pina
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Como no anúncio televisivo, "ainda sou do tempo em que" um bilhete de autocarro custava oito tostões (menos de meio cêntimo) e que Portugal era campeão europeu de hóquei de patins e de mortalidade infantil. Uma das muitas malfeitorias do 25 de Abril foi tirar-nos, em poucos anos de SNS, o honroso título de mais crianças mortas no primeiro ano de vida, relegando o país para o fim dos "rankings" mundiais.
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38 anos depois do 25 de Abril, graças aos esforçados mandatários dos "mercados" que nos governam, chegámos de novo aos "tops" da Europa: segundo o Eurostat, Portugal foi, no último trimestre de 2011, o segundo país mais rápido da UE (logo a seguir à Grécia) a destruir empregos, com a notável marca de mais 3,1% de empregos eliminados do que em igual período do ano anterior; ao mesmo tempo, somos agora, "ex-aequo" com a Irlanda, campeões europeus da redução de salários nos empregos (ainda) não eliminados.
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Quanto à mortalidade infantil não há, para já, dados recentes. Em contrapartida, só em duas semanas morreram em Portugal, segundo o Instituto de Saúde Ricardo Jorge, 6 100 pessoas de frio e gripe, a maior parte idosos com mais de 75 anos. 
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Os aumentos das taxas moderadoras, juntamente com a redução das prestações sociais, mais os aumentos da electricidade e gás, que levam muitos reformados pobres a não poder ligar os aquecedores, estarão, segundo especialistas, na origem da assinalável "perfomance".

Ingratidão e falta de memória - (Alemanha)... pelo jornalista Sérgio Soares



A ingratidão dos países, tal como a das pessoas, é acompanhada quase  sempre pela falta de memória. Em 1953, a Alemanha de Konrad Adenauer entrou em default, falência, ficou Kaput, ou seja, ficou sem dinheiro para fazer mover a actividade económica do país. Tal qual como a Grécia actualmente.
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A Alemanha negociou 16 mil milhões de marcos em dívidas de 1920 que entraram em incumprimento na década de 30 após o colapso da bolsa em Wall Street. O dinheiro tinha-lhe sido emprestado pelos EUA, pela França e pelo Reino Unido.
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Outros 16 mil milhões de marcos diziam respeito a empréstimos dos EUA no pós-guerra, no âmbito do Acordo de Londres sobre as Dívidas Alemãs (LDA), de 1953. O total a pagar foi reduzido 50%, para cerca de 15 mil milhões de marcos, por um período de 30 anos, o que não teve quase impacto na crescente economia alemã.
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O resgate alemão foi feito por um conjunto de países que incluíam a
Grécia, a Bélgica, o Canadá, Ceilão, a Dinamarca, França, o Irão, a Irlanda, a Itália, o Liechtenstein, o Luxemburgo, a Noruega, o Paquistão, a Espanha, a Suécia, a Suíça, a África do Sul, o Reino Unido, a Irlanda do Norte, os EUA e a Jugoslávia.
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As dívidas alemãs eram do período anterior e posterior à Segunda Guerra Mundial. Algumas decorriam do esforço de reparações de guerra e outras de empréstimos gigantescos norte-americanos ao governo e às empresas.
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*Durante 20 anos, como recorda esse acordo, Berlim não honrou qualquer pagamento da dívida*.
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Por incrível que pareça, apenas oito anos depois de a Grécia ter sido invadida e brutalmente ocupada pelas tropas nazis, *Atenas* aceitou participar no esforço internacional para tirar a Alemanha da terrível bancarrota em que se encontrava.
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Ora *os custos monetários da ocupação alemã da Grécia foram estimados
em 162 mil milhões de euros sem juros*.
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Após a guerra, a Alemanha ficou de compensar a Grécia por perdas de navios bombardeados ou capturados, durante o período de neutralidade, pelos danos causados à economia grega, e pagar compensações às vítimas do exército alemão de ocupação.
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As vítimas gregas foram mais de um milhão de pessoas (38 960 executadas, 12 mil abatidas, 70 mil mortas no campo de batalha, 105 mil em campos de concentração na Alemanha, e 600 mil que pereceram de fome). Além disso, as hordas nazis roubaram tesouros arqueológicos gregos de valor incalculável.
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*Qual foi a reacção da direita parlamentar alemã aos actuais problemas financeiros da Grécia?* Segundo esta, *a Grécia devia considerar vender terras, edifícios históricos e objectos de arte para reduzir a sua dívida.
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*Além de tomar as medidas de austeridade impostas, como *cortes no sector público e congelamento de pensões*, *os gregos deviam vender algumas ilhas*, defenderam dois destacados elementos da CDU, Josef Schlarmann e Frank Schaeffler, *do partido da chanceler Merkel*. Os dois responsáveis chegaram a alvitrar que o Partenon, e algumas ilhas gregas no Egeu, fossem vendidas para evitar a bancarrota.
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"*Os que estão insolventes devem vender o que possuem para pagar aos seus credores*", disseram ao jornal "Bild".
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Depois disso, surgiu no seio do executivo a ideia peregrina de pôr um comissário europeu a fiscalizar permanentemente as contas gregas em Atenas.
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O historiador Albrecht Ritschl, da London School of Economics,
recordou recentemente à "Spiegel" que a *Alemanha foi o pior país
devedor do século xx.* O economista destaca que *a insolvência germânica dos anos 30 faz a dívida grega de hoje parecer insignificante*.
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"No século xx, a Alemanha foi responsável pela maior bancarrota de que há memória", afirmou. "Foi apenas graças aos Estados Unidos, que injectaram quantias enormes de dinheiro após a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, que a Alemanha se tornou financeiramente estável e hoje detém o estatuto de locomotiva da Europa.

*Esse facto, lamentavelmente, parece esquecido*", sublinha Ritsch. O historiador sublinha que *a Alemanha desencadeou duas guerras mundiais*, a segunda de aniquilação e extermínio, e depois os seus inimigos perdoaram-lhe totalmente o pagamento das reparações ou adiaram-nas.
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A Grécia não esquece que *a Alemanha deve a sua prosperidade económica a outros países*. Por isso, alguns parlamentares gregos sugerem que seja feita a contabilidade das dívidas alemãs à Grécia para que destas se desconte o que a Grécia deve actualmente.
Sérgio Soares - jornalista

A PASSEAR TAMBÉM (ELES DIZEM) SE SERVE PORTUGAL... AGUENTA ZÉ QUE É SERVIÇO....!!!

Governo gastou 160 mil euros por mês em viagens até final de 2011

Por Filipe Paiva Cardoso, publicado em 16 Mar 2012 - 03:10 | Actualizado há 5 horas 5 minutos
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Nos primeiros 231 dias de governação, executivo realizou 246 viagens. Quase metade foram para Bruxelas








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“We’ll always have Brussels.” Esta bem pode ser a frase final de qualquer governo ou governante em final de mandato. 
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É o destino de eleição – ainda que não por escolha própria – dos principais decisores políticos do país, seja para o beija--mão seja para participar em dezenas de reuniões ministeriais. Esta predilecção forçada por Bruxelas é bem notória no relatório dos primeiros meses das viagens realizadas pelo executivo de Pedro Passos Coelho. Foram 92 as vezes em 213 dias que a capital belga foi visitada por secretários de Estado ou ministros deste governo. 
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Um ritmo que significa que, dia sim dia não, há uma visita do executivo a Bruxelas. O rei das visitas a esta cidade é, claro está, o ministro das Finanças – ou um dos seus secretários de Estado – que, entre Junho e Dezembro de 2011, por 29 vezes visitou aquela cidade: mais de quatro vezes por mês, ou uma vez por semana. Culpa, provavelmente, das cimeiras sempre-decisivas-que-nunca-o-são.
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Segundo um apanhado feito pelo gabinete do primeiro-ministro – que só foi elaborado após muita insistência dos deputados do Partido Socialista e obrigou inclusivamente à intervenção da presidente da Assembleia da República [ver texto ao lado] –, o governo gastou, entre Junho e Dezembro do ano passado, 1 125 829 euros em deslocações ao exterior e despesas daí decorrentes, fruto de mais de 240 viagens realizadas por ministros ou secretários de Estado. Um ritmo de 160 mil euros e 34 viagens/mês.
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O gabinete do primeiro-ministro, com um total de 17 viagens realizadas durante os meses em questão, foi o que mais gastou para se deslocar a Madrid, Varsóvia, Bruxelas, São Tomé e Príncipe, Brasília, Paraguai ou Luanda, entre outros destinos. Passos Coelho precisou de quase 368 mil euros para financiar estas deslocações – ou 21,6 mil euros por visita –, valor bem acima das verbas gastas por outros gabinetes.
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Apesar de o maior orçamento até ao momento ser de Passos Coelho, é o ministério de Paulo Portas que lidera no total de deslocações: foram 58 viagens em sete meses e um gasto total de 291,4 mil euros – pouco mais de 5 mil euros/deslocação. Taco-a-taco pelo segundo lugar estão Vítor Gaspar e Assunção Cristas, tanto no total de viagens como nos gastos por deslocação, por culpa das repetidas visitas que ambos fazem a Bruxelas. As Finanças realizaram 42 deslocações e gastaram quase 67 mil euros, enquanto a Agricultura gastou 66 mil euros para 40 viagens – mais de 20 das quais à Bélgica [ver em baixo os valores gastos por cada ministério ou secretaria de Estado].
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Económica Vs. Executiva  
Em relação à forma de deslocação dos ministérios, a classe económica foi a escolha predominante da maioria dos gabinetes, à excepção do primeiro-ministro e de Paulo Portas que, nas viagens em que tal informação foi detalhada, recorreram sempre ao Falcon F50 da Força Aérea. 

Já nas Finanças, a austeridade é mesmo uma ordem. A opção pela classe económica dominou quase todas as 42 viagens realizadas – mesmo as de longo curso como a Washington, para a reunião anual do Banco Mundial –, havendo, contudo, duas deslocações em que não é especificada a classe. Já na Economia, a escolha foi outra: as cinco viagens de longo curso, de um total de 19 feitas pelo ministério, foram todas com direito a lugar na executiva.

AÍ VALENTE ZÉ! NO ROUBAR É QUE VAI O GANHO!

As capas dos jornais e as principais notícias de Sexta-feira, 16 de Março de 2012.



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Bruno César: Com carta ilegal
Vale e Azevedo vive no luxo mas tem apoio jurídico
Gripe: 100 mortes acima da média
António José Seguro: Contesta excepção
Adelino Pinto: Pede fim da prisão
S. Brás: Atingido a tiro na barriga
Lagos: Homem cai de árvore

Capa do Público Público

Tenha acesso a mais informação. Torne-se assinante Público.
Reacções dos partidos à comissão de inquérito ao BPN
Ministro da Saúde refuta críticas do PS de que Governo afasta portugueses do SNS
Sá Pinto: "Sofri mas nunca perdi a confiança"
Sporting elimina Manchester City em jogo com cinco golos
Partidos criam comissão sobre BPN e trabalhos vão avançar já
Quando voltarão as árvores a dar sombra no novo Largo do Intendente?

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Portugal está a negociar com UE a antecipação de ajudas
Procedimento criminal
Condutor morre atropelado por camião na A1
A política em quatro linhas
Ferido com tiro de pistola quando a limpava ao umbigo
Paulo Penedos considera meia vitória acórdão do TC
Presidente do IMTT defende concessão a privados dos centros

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Desmantelada rede de tráfico de seres humanos em Bengazi
Jornalistas desaparecidos nas mãos dos serviços secretos sírios
Condutor morre atropelado por camião na A1
Cega de 89 anos abandonada pelo filho
Os adolescentes em Portugal
15% dos adolescentes mutilam-se por stresse
Tony Carreira quer imitar filho e dar voz a filme de animação

Capa do i i

Capa do Diário Económico Diário Económico

Maioria e PS acordam inquérito único ao BPN
Governo avalia se regresso de Borges à Jerónimo Martins é incompatível
Faria de Oliveira vai ser o novo patrão da banca nacional
Bruxelas dá mais um cheque se Portugal não regressar aos mercados
Comissão procura soluções para financiar PME
Juros da dívida nacional teimam em não descer
Sagres concentra investimento publicitário no Euro e na Liga

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Quase metade da redução de pessoal no Estado resulta do fim de contratos a prazo
A primeira página do Negócios da edição de hoje
"Portugueses precisam de conhecer de quem é a responsabilidade por esse descalabro"
Chegou o Tratado da fractura ideológica
Nem tudo é mau
Uma geração que é urgente motivar
Associações consideram medidas do Governo"insuficientes"

Capa do Oje Oje

Rehn aceita nova ajuda no futuro
BCE evitou venda de ativos pela banca
Exportações de vinho para a China voltam a duplicar em 2011
Vendas auto quebram 9,2% na Europa
Cisco paga 3,8 mil milhões pela NDS
Recibos verdes têm de descontar dois anos
Filipe Ribeiro lidera HP Information Management Southern Europe

Capa do Destak Destak

Autoridades britânicas instauraram processo para bloquear cargos de administração no Reino Unido
Portugal gastou 15 milhões em vacinas, mas destruiu mais de metade
Cinco membros do movimento independentista Papua Livre condenados a três anos de prisão
Cinco mortos em queda de helicóptero perto de Cabul
Quatro mortos em naufrágio de embarcação de pesca
Bolsa de Tóquio fechou sessão em ligeira alta
Polícia retirou 13 dissidentes de igreja em Havana que ocupavam há dois dias

Capa do A Bola A Bola

Benfica e Sporting conhecem adversários
«Receção assim não tem preço, venha o próximo!» - Insúa
Leões já estão em Lisboa; Marcelo diz que campanha europeia «não vai ficar por aqui»
«Alguns clubes são casinos gigantes» - Platini
Giggs bateu recorde de Maldini
Resultados e marcadores
Clube madeirense apresentou recurso acerca do alargamento do campeonato

Capa do Record Record

Noite de São Patrício
Nivaldo: «Jogaram bem com o Benfica»
Miguelito: «Voltaremos a ser equipa determinada»
Ismaily quer conquistar castelo
Enchente no aeroporto para receber heróis de Manchester
GP Austrália: Button lidera treinos livres
Euforia na chegada dos heróis de Manchester

Capa do O Jogo O Jogo

Portugal junta-se a Espanha e Alemanha
FC Porto-Benfica nas meias-finais
Matías Fernandez sem adversário preferido
Rui Patrício: "É o sonho de qualquer jogador"
Sá Pinto: "Ganham as grandes equipas, não os jogadores"
Conheça as equipas apuradas
Campeonato indiano foi adiado