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quinta-feira, 22 de março de 2012

AMOR DE PAI PAGO COM UM iPAD


Oferta de iPad ao pai....
TRADUÇÃO:

“Pai, gostas do iPad que te oferecemos no dia do pai?
“Sim, muito!”
“E as aplicações, não te criam problemas?
“Não, nenhuns!”...
 
(ver video anexo)
video

O FUTEBOL É QUE "INDUCA!"


Recentrando a atenção geral para os reais problemas do país...

O FC Porto pretende que o Ministério da Educação se pronuncie sobre “os fascistas do gosto”, na sequência de uma queixa contra o ensinamento às crianças de cantigas infantis com saudações ao Benfica numa escola pública da Ericeira. Em comunicado divulgado nesta quinta-feira, o clube portuense condena “o proselitismo em escolas públicas”, saúda “o civismo do pai” autor da queixa e critica o género de cantilenas naquele jardim-de-infância público: “Em vez de ensinarem os valores da liberdade de escolha, ou de opinião, preferem ser uma espécie de ‘ayatollahs’ das suas próprias preferências”.
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O POVOLÉU GOSTA TANTO DO PASSOS COELHO COMO AS ABELHAS DE MEL...!!!


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"QUEM DIPLOMA FALSO VESTE NA PRAÇA PÚBLICA O DESPE"


Pedida a reabertura do inquérito ao diploma de Sócrates

22.03.2012 - 08:15 Por José António Cerejo

José Sócrates poderá vir a ter de depor sobre a sua licenciatura  

José Sócrates poderá vir a ter de depor sobre a sua licenciatura (Fernando Veludo)
O advogado Alexandre Lafayette, mandatário de um antigo vice-reitor da Universidade Independente (UnI), Rui Verde, entregou anteontem no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) um pedido de reabertura do inquérito à licenciatura de José Sócrates. O requerimento foi acompanhado pelos originais do processo do ex-primeiro-ministro como aluno da UnI, dois CD, uma lista de pessoas a ouvir e um pedido de realização de várias diligências.

O inquérito à forma como a licenciatura de Sócrates foi obtida, em 1996, teve origem num despacho do procurador-geral da República e foi concluído em Agosto de 2007 pela directora do DCIAP, Cândida Almeida. Os autos foram então mandados arquivar, face ao entendimento de que não havia indícios de falsificação e de que aquele aluno não tinha sido objecto de tratamento de favor.

No final de Novembro de 2011, o antigo vice-reitor da UnI deu a conhecer ao PÚBLICO os documentos originais do processo do aluno Sócrates na Uni, afirmando que os tinha consigo desde uma data anterior à abertura do inquérito.

Pouco depois lançou um livro em que reproduz esses mesmos documentos, alguns dos quais apresentam pequenas mas significativa discrepâncias em relação aos que foram divulgados pela UnI e por Sócrates em 2007. Já em Janeiro deste ano, depois de comparar os documentos na posse de Rui Verde com aqueles que serviram de base ao inquérito conduzido por Cândida Almeida, o PÚBLICO revelou que a investigação do DCIAP tinha sido feita com base em fotocópias e que nunca tinha sido feita qualquer diligência para localizar os originais.

Nos últimos meses, a directora do DCIAP deu a entender que não havia razões para reabrir o inquérito, embora não excluísse a sua reabertura em caso de aparecimento de novos elementos. No entender de Alexandre Lafayette o material anteontem entregue no DCIAP é precisamente isso - dados novos - pelo que não restará a Cândida Almeida outra saída senão retomar a investigação.

Juntamente com o requerimento, o advogado entregou os originais do processo de Sócrates na UnI e dois CD. Um deles contém a gravação de declarações feitas nos últimos meses no julgamento do caso da Universidade Independente - em que Rui Verde e outros ex-dirigentes da UnI são acusados de burlas e outros crimes - por antigos professores daquela instituição que põem em causa a autenticidade da licenciatura de Sócrates. São eles Eurico Calado, João Guterres e Carvalho Rodrigues. O outro contém a reprodução das conversas telefónicas entre Sócrates e o ex-reitor Luis Arouca gravadas pela PJ e reproduzidas pelo Correio da Manhã. Lafayette requer também a inquirição de Sócrates e de cinco antigos professores da UnI, e ainda a apreciação dos processos de Sócrates na Câmara da Covilhã e na escola francesa onde está a estudar.

E QUEM DISTURBA A "BÓFIA" LEVA PELA MEDIDA GROSSA!


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quem se mete com a polícia, leva!

tal como no fascismo, se queremos notícias de portugal temos que ler a imprensa estrangeira

Fonte Quatro Almas

Le Monde
Repararam que nem nas televisões nem nos jornais online se mostram imagens da manifestação hoje junto ao parlamento, como se nunca tivesse existido? No que eles se engalfinharam foi em ver quem mostrava mais e melhores imagens dos distúrbios no Chiado. Foram funcionários obedientes do poder, foram sim senhor, mas saiu-lhes o tiro pela culatra. A imprensa internacional começa a exibir a fotografia abaixo, de um polícia a desancar não uma perigosa manifestante, dessas criaturas pérfidas que mais não querem do que alterar a ordem e a paz que, pela graça do Senhor dos Passos, reinam por todo o País, mas antes uma jornalista no cumprimento do seu dever. E ainda agora a procissão vai no adro. Mais se virá a saber nos próximos dias sobre o papel desempenhado pela polícia. É preciso envenenar a opinião pública contra os perigosos agitadores que não trabalham nem deixam trabalhar. Nem mais.

Hugo Correia (Reuters)


"E, tal como no tempo de Salazar, Passos Coelho avisou que o Governo não permitirá o direito à indignação aos “que pensam que podem incendiar as ruas" e trazer "o tumulto". – Orlando Castro blogue Alto Hama"

GREVE GERAL: POLÍCIA E UM GRANDE FILHO DE PUTA

Um polícia(heroi de merda) arreia em Patrícia Melo foto-jornalista da AFP, durante a carga policial na manifestação em Lisboa.

A Patrícia Melo, foto-jornalista, teve um dia não! Ossos da profissão daqueles que se metem a captar imagens numa manifestação de rua, no terreno onde haja guerra ou num espaço deportivo. São vários os incidentes registados por este Mundo adiante com mortes e ferimentos contra o pessoal da informação. A imagem aposta acima foi registada, ontem 22.03.2012 em Lisboa durante a greve geral e aqui apontamos o dedo ao primeiro-ministro Passos Coelho que deveria ter dado ordens ao homem que dirige a polícia para arrear a torto e a direito nos manifestantes incluindo o pessoal da Comunicação Social. Aqui  o bossal, filho de puta do polícia cumpriu as ordens recebidas que foram malhar no costelado de fosse quem fosse e usar a parte metálica do "chanfalho"  para causar dor. Passos Coelho está a criar a violência e esta pode acontecer-lhe: "virar-se o feitiço contra o feiticeiro"
José Martins

Já tinha visto isto no início da década de 90. Volto a ver 20 anos depois.

Um cobarde será sempre um cobarde

Um polícia(heroi de merda) arreia em Patrícia Melo foto-jornalista da AFP, durante a carga policial na manifestação em Lisboa.


Aqui é possível constatar que o bastão do «senhor agente» está virado ao contrário, deixando a parte metálica ajudar a deixar marcas em quem se lhe atravessa no caminho. Já tinha visto isto no início da década de 90. Volto a ver 20 anos depois.
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Na loja deste senhor há muito que não ponho os pés e tudo farei para que assim continue a ser. Nem deste nem dos outros da sua laia

Um pingo amargo

Soares dos Santos, administrador da Jerónimo Martins, duvida que Portugal escape à necessidade de um segundo pacote de assistência financeira.
 .
É bom, mais uma ajuda é a possibilidade deste merceeiro “apanhar” alguma dela para colocar na sua conta na Holanda, sobretudo agora que tem como empregado o Ministro privado das privatizações. Na loja deste senhor há muito que não ponho os pés e tudo farei para que assim continue a ser. Nem deste nem dos outros da sua laia

Como o Goldman Sachs se tornou "tóxico": carta de um director em dia de demissão

Este grande banco americano, ao qual, como se sabe, se atribui uma grande responsabilidade da crise que temos (no que respeita à parte que não é nossa, bem entendido) mostra agora algumas atribulações com as declarações que um seu director, que se demitiu, resolveu fazer-nos através do New York Times. Leiam que tem muito interesse. Esta versão, em português, foi publicada no Jornal de Negócios.
Greg Smith: São os corretores do Wall Street psicopatas?

14 Março 2012 | 12:57
Diogo Cavaleiro  - diogocavaleiro@negocios.pt
Greg Smith orgulhava-se de trabalhar no Goldman Sachs. Até se aperceber de que o interesse dos clientes já não faz parte da cultura do banco. "Nem um segundo é desperdiçado a lançar questões sobre como podemos ajudar os clientes". É por isso que hoje, num artigo no "New York Times", explica porque se demite.
Há um encontro de responsáveis pela sala de derivados do Goldman Sachs. Ninguém gasta um segundo a perguntar como é que os clientes podem ser ajudados. O que interessa para os gestores é como obter o máximo dinheiro possível dos clientes. É por isso que Greg Smith escreve hoje no New York Times. É por isso que diz: “Hoje é o meu último dia no Goldman Sachs”.

Greg Smith, actual director executivo do Goldman Sachs e responsável pelo negócio de derivados na Europa, Médio Oriente e África, começou a trabalhar no banco norte-americano, como estagiário de Verão, há quase 12 anos. Durante 10 anos esteve em Nova Iorque. Agora está em Londres. Até hoje. Porque o ambiente mudou. Porque a forma de se conseguir a liderança no banco se alterou.

“Sinceramente, posso dizer que, hoje, o ambiente é tão tóxico e destrutivo como nunca vi”, opina Greg Smith.

Antes havia uma cultura, o “ingrediente secreto”, que permitiu que o Goldman Sachs conquistasse a confiança dos clientes em 143 anos. Actualmente, não há um traço dessa cultura que faça Smith “amar” o trabalho naquela entidade.

“Os interesses dos clientes continuam a estar marginalizados da forma como o banco funciona e como pensa em fazer dinheiro”, acusa.
“Já não conseguia olhar os estudantes nos olhos”

O responsável do banco nova-iorquino, que costumava fazer a recruta de jovens analistas, afirma que já não tem “orgulho” de ali trabalhar.

“Eu soube que era tempo de sair quando me apercebi de que já não conseguia olhar os estudantes nos olhos e dizer-lhes o quão fantástico era aquele lugar para trabalhar”, salienta Greg Smith.

Como é que tudo mudou? Muito tem que ver com a alteração da forma de pensar na liderança. Antes, chegava-se a líder com ideias. Agora, tudo está relacionado com dinheiro.

“Sempre tive orgulho em aconselhar os meus clientes a fazer o que acreditava ser o melhor para eles, mesmo que isso significasse menos dinheiro para o banco. Esta visão está a tornar-se cada vez menos popular no Goldman Sachs”, escreve Smith, no texto de opinião de hoje.

Os novos caminhos para a liderança no Goldman: pensar apenas em lucro

Nos dias de hoje, há apenas três caminhos para se alcançar a chefia no banco liderado por Lloyd Blankfein (na foto), diz Greg Smith.

Persuadir os clientes a comprar as acções ou activos de que o banco “se está a tentar livrar” ou fazer com que os clientes negoceiem aquilo que vai trazer maior lucro para o Goldman são os dois primeiros exemplos. E o terceiro? “Descobrir-se a si próprio num lugar em que o seu trabalho é transaccionar produtos ilíquidos e opacos cujo nome é um acrónimo com três letras”.

E é isso que incomoda Greg Smith. Aquilo que não vê no caminho para a liderança no Goldman Sachs. “Nem um segundo é desperdiçado a lançar questões sobre como podemos ajudar os clientes”.

O director do banco norte-americano afirma-se assustado quando percebe que os analistas juniores dos derivados têm apenas uma pergunta nas suas mentes: “Quanto dinheiro é que vou conseguir deste cliente?”
Smith escreve, nesta sua carta de demissão pública, que quando começou a carreira “nem sabia onde é que era a casa de banho”. A preocupação era “descobrir o que era um derivado”, “perceber as finanças” e “conhecer os clientes e como motivá-los”.

Foi esse pensamento que se perdeu no Goldman, na opinião de Smith. “Surpreende-me que tão poucos gestores experientes saibam a verdade basilar: se os clientes não confiarem em nós, vão acabar por parar de fazer negócios connosco”, escreve.

Carta de demissão no New York Times é um “alerta”


“Espero que isto seja um alerta para o conselho de administração. Tornar, novamente, os clientes o ponto fulcral da vossa actividade. Sem clientes, não fazem dinheiro. Na realidade, nem existem”, argumenta o director que publicou a sua demissão no “New York Times”.

Greg Smith espera que a administração perceba que tem de afastar as “pessoas em bancarrota moral”, “não importando quanto dinheiro fazem para a empresa”.

“As pessoas que apenas se preocupam em fazer dinheiro não vão manter a firma – ou a confiança dos clientes – por muito mais tempo”, conclui Greg Smith na sua carta.

Entretanto, o Goldman veio já dizer que o sucesso do banco se deve apenas ao facto de os clientes serem, também eles, bem sucedidos. “Esta verdade fundamental está no coração do modo como seguimos a nossa conduta”, indica uma declaração do banco, citada pela agência Bloomberg.

Goldman Sachs responde: "É lamentável que vocês que trabalharam tanto tenham de reagir a isto"

"Estamos longe de ser perfeitos", admite o Goldman Sachs num comunicado interno, em resposta aos adjectivos "tóxico" e "destrutivo" utilizados por um antigo director, Greg Smith. Mas é certo que o interesse dos clientes a longo prazo faz parte da cultura do banco, escrevem os administradores.
“É lamentável que todos vocês que trabalharam tanto num ambiente difícil, ao longo dos últimos anos, tenham de reagir agora a isto”.

É assim que o Goldman Sachs responde à carta de demissão pública do seu antigo funcionário, Greg Smith, que acusou hoje o banco de estar a viver sob uma cultura “tóxica” em que os clientes deixaram de fazer parte da sua preocupação central.

“Neste momento, muitos de vocês já leram a declaração, no 'New York Times' de hoje, de um antigo funcionário da nossa empresa”, começam por escrever os administradores executivo e operacional, Lloyd Blankfein (CEO) e Gary Cohn (COO), num comunicado interno hoje enviado aos funcionários e a que a agência Bloomberg teve acesso.

O Goldman Sachs argumenta que, numa empresa com 30 mil trabalhadores, é normal haver quem esteja descontente. Contudo, responde com uma sondagem feita aos funcionários. No estudo, 89% de todos os funcionários do banco dizem que os serviços por si fornecidos são “excepcionais”. Entre o grupo de 12 mil vice-presidentes – de que fazia parte Greg Smith – , “o número é igualmente elevado”, salienta o banco sem, contudo, avançar valores.

“A nossa empresa teve a sua quota de desafios durante e depois da crise financeira, mas o vosso orgulho no Goldman é óbvio. Vocês não o disseram a nós, disseram em estudos externos”, indica o comunicado interno.

“Estamos longe de ser perfeitos”

 

“Escusado será dizer que ficamos tristes ao ler as declarações feitas por este indivíduo, que não reflectem os nossos valores, a nossa cultura e como a grande maioria das pessoas no Goldman Sachs pensa sobre a empresa e sobre o trabalho que faz em nome dos nossos clientes”, argumentam os administradores da entidade nova-iorquina.
Greg Smith diz que a cultura do banco é, actualmente, a de arrecadar o máximo de lucros possíveis para o Goldman, sem haver quaisquer preocupações com o interesse dos clientes.

“Estamos longe de ser perfeitos, mas quando a empresa se depara com um problema, respondemos seria e substantivamente”, defendem os responsáveis da entidade financeira no comunicado divulgado pela Bloomberg.

“Mas a nossa resposta é melhor demonstrada na forma como realmente trabalhamos e como ajudamos os nossos clientes, através do nosso compromisso para com os seus interesses a longo prazo”, asseveram os responsáveis do Goldman Sachs, no comunicado.

“Essa prioridade distinguiu-nos no passado, durante a crise financeira e hoje”, concluem Blankfein e Cohn, antes de dirigirem um “obrigado” aos funcionários receptores da sua missiva.

PARA ANGOLA E EM FORÇA! UM PASSAGEM PARA O OUTRO MUNDO SEM RETORNO


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Hoje às 13:58

UMA MIOLA DA ROUBALHEIRA INFAME DO GRUPO DE LADRÕES CHEFIADOS POR SÓCRATES


CHAMAR OS BOIS PELO NOME

As capas dos jornais e as principais notícias de Quinta-feira, 22 de Março de 2012.



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Greve: Barcos e Metro parados em Lisboa
Toulouse: Nova explosão junto a casa de assassino
Faro: Homicídio julgado amanhã
Riba d’Ave: Bombeiro sem carta
Monchique: Fogo ameaçou hotel
Águeda: Condutor ferido
Frederico Gil torna-se no “mestre” do ténis português

Capa do Público Público

Tenha acesso a mais informação. Torne-se assinante Público.
Greve geral: paradas ligações fluviais no Tejo, Metro encerrado
Agressões a funcionários do Estado estão a aumentar por causa da crise
Sorteio do Totoloto (23º/2012)
Real Madrid voltou a perder pontos
Hackers acedem a dados pessoais de árbitros há, pelo menos, nove meses
“Efeito dominó” destrói a resistência de superbactérias aos antibióticos

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

O álibi de vulgar canalha
Adesão de mais de 90% nos bombeiros sapadores de Lisboa
Condutor de bicicleta morre em colisão na EN 125
Trabalhadores prometem lutar contra a privatização
Bombeiro que conduzia sem carta diz-se injustiçado
CGTP promove 38 manifestações em 38 localidades
Revolta e desmotivação na origem da adesão na saúde

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Novo Parque de São João da Ponte, em Braga, teve investimento de dois milhões
Transportes parados no início da greve geral
Norte exporta mais do que importa
Marta e Madjer assumem rutura
Crise também chegou aos arrumadores
Uma edição para mãos que veem
Mohamed Mewrah recusou cometer atentado suicida para al-Qaeda

Capa do i i

Capa do Diário Económico Diário Económico

Tribunal de Contas chumba TGV e privados exigem 264 milhões
Banco de Portugal aprova nomes da nova gestão do Banif
Portugal será o primeiro país da Europa a ratificar o novo Tratado
Portugal emite valor recorde em títulos de dívida de 12 meses
PS quer reavaliação do memorando
BCP consegue novo financiamento de 2,7 mil milhões
Início de mandato no BCP “tem sido interessante”

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

A primeira página do Negócios da edição de hoje
[454.] Santander Totta, Banco Invest, Banco BIC, Banco Best, Millennium BCP, BPI
Concorrência, para que te quero
Dia Mundial da Água: momento de reflexão
As ilusões de Março
Desmame suave
Fundos desistem de aposta na subida dos juros de Portugal

Capa do Oje Oje

Execução fiscal em risco
Concessão de crédito recua 20,5% em 2011
Brisa revê em baixa plano investimentos
Falência da AMR penaliza lucro da Embraer
Inditex ganha mais 12% em 2011
CBRE comercializa Casas da Fábrica no Porto
soluções da roca

Capa do Destak Destak

Ban Ki-moon vai evocar o plano de lançamento de satélite na cimeira de Seul
Dez mortos em acidente de 'ferry' num rio
Bolsa de Tóquio fechou sessão em alta
Ataque à bomba em Paris não tinha como alvo a missão diplomática da Indonésia -- Autoridades de Jacarta
Autores do golpe de Estado decretam recolher obrigatório
Adesão continua a crescer - CGTP
Militares amotinados anunciam ter acabado com um "regime incompetente"

Capa do A Bola A Bola

Lamá atacado à pedrada
Real: Nem Mourinho, nem Karanka na conferência de imprensa
Javi García viu novo desaire do Chelsea
Iturbe convocado para os sub-20
Rinaudo só no próximo mês
Gil Vicente e SC Braga lutam por presença na final
Rúben leva dois amarelos mas... não é expulso (com vídeo)

Capa do Record Record

VILLARREAL-REAL MADRID, 1-1
Tyler Foster na Team Online
Taça da Alemanha: Bayern já está na final
Fisher reforça Oklahoma City
Taça de França: Lyon está nas "meias"
Taça da Escócia: Hearts apura-se para as "meias"
PokerStars apresenta Tyler Foster

Capa do O Jogo O Jogo

José Mourinho também foi expulso em Villareal
Nem golo de Ronaldo “desencalha” Real Madrid em Villareal
Nápoles na final da Taça com a Juventus
Manchester City dá a volta e derrota Chelsea
Tiro e vela já têm quotas para Londres'2012
Frederico Gil venceu Bellucci em Miami
Portugal derrota Grécia e é terceiro do Grupo 2