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segunda-feira, 26 de março de 2012

SÃO TODOS IGUAIS...MUDOU-SE A MERDA E FICOU O MESMO CHEIRO

REABERTURA DO INQUÉRITO DA LICENCIATURA CONFERIDA A JOSÉ SÓCRATES



Como fui possível um vigarista ser primeiro-ministro de Portugal e dirigir os destinos de 10 milhões de portugueses durante dois termos!
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Exma. Senhora Dra. Cândida Almeida M.D. Procuradora –Geral Adjunta Directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal Rua Alexandre Herculano, 60 1250 – 012 Lisboa
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ALEXANDRE LAFAYETTE, advogado, titular da Cédula profissional nº 6511 L, emitida pela Ordem dos Advogados, cidadão português, com domicílio profissional no local indicado no pé da presente página. Vem, em conformidade com o art.º 279º nº 1 do CPP, requerer a reabertura do inquérito supra indicado, por haver novos elementos de prova que invalidam os fundamentos invocados pelo M.P. no despacho de arquivamento, o que permitiu que o cidadão José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa continuasse a arrogar ser titular da licenciatura em Engenharia Civil. Vejamos:
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1º Compulsados os autos, quando estes foram entregues, provisoriamente, à 1ª VARA CRIMINAL DE LISBOA, que procede, no Tribunal de Monsanto, ao julgamento de vários arguidos no âmbito do Procº nº 140/06. 2 J FLSB -01, processo no qual o signatário e ora requerente é advogado de um dos arguidos: o Exmo. Professor Doutor Rui Alexandre de Almeida Dias dos Santos Verde, que foi Vice – Reitor da Universidade Independente – UNI – verificámos, com alguma estranheza (não muita porque, nos tempos hodiernos, e no torrão que restou após a “exemplaríssima descolonização”, só os distraídos ou ignorantes é que se surpreendem com o desfecho de alguns casos) que havia, à partida, matéria que impunha a inquirição do então Primeiro – Ministro José Sócrates, para que este cidadão contribuísse, com o seu depoimento, para a descoberta da verdade, única forma de, em consciência e em conformidade com o Direito se lavrar despacho de arquivamento ou de acusação.
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2º Assim, e desde logo, foi omitida, no nosso modesto entender, uma diligência fundamental para que fosse prosseguido o ideal da justiça.
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3º Uma vez mais (e não será, certamente, a última) o princípio da igualdade de tratamentos face à lei que nos rege foi massacrando por razões que a razão desconhece, mas que o cidadão compatriota de Rafael Bordalo Pinheiro suspeita.
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4º Compulsando os autos, a fls. 113 a 116 consta o depoimento da testemunha DRA. MARIA HELENA RODRIGUES SANTOS, datado de 18.5.2007, que foi Chefe de Divisão da Direcção – Geral do Ensino Superior e que referiu que o Prof. Doutor Luís Arouca não constava, dos registos do Ministério, como professor da disciplina de Inglês Técnico.
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5º Referiu outrossim a identificada testemunha, no mesmo depoimento, que competia ao Conselho Científico apreciar e atribuir as equivalências; e que o Prof. Luís Arouca não podia ter decidido da atribuição das equivalências aos alunos do curso de engenharia civil.
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6º Aduziu, ainda, a mesma testemunha que à data em que o “engenheiro relativo” solicitou a sua inscrição na UNI para concluir a licenciatura em Engenharia Civil, o Reitor da UNI e Presidente do Conselho Científico era o Professor Doutor Ernesto Jorge Costa, Catedrático da Universidade de Coimbra, “ a quem competia em última análise apreciar os referidos pedidos de equivalência”.
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7º A fls. 136 e ss, em declarações prestadas para os presentes autos em 27 de Maio de 2007, o Prof. Luis Arouca diz, nomeadamente, o seguinte : “ O Prof. Morais falou com o declarante e marcaram uma reunião com todos, ou quase todos, os membros do departamento de engenharia, para atribuição das equivalências”, e que, em resultado dessa pseudo-reunião ( a expressão é nossa) o então requerente José Sócrates deveria fazer quatro cadeiras!.
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8º Acrescentou este Professor que o Projecto Final versaria sobre “Planeamento Regional e Defesa do Ambiente”, e que o mesmo teria sido apresentado pelo então aluno José Sócrates – cfr. fls. 144 –
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9º Sucede, porém, que o tal trabalho intitulado de “ Planeamento Regional e Defesa do Ambiente” não consta do processo, nem do dossier do aluno cujo original se junta ao presente requerimento- - doc. 1 -.
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10º Tão pouco foi encontrado nos arquivos da UNI quaisquer trabalhos produzidos pelo então aluno José Sócrates, quer o tal “Projecto Final” quer qualquer prova escrita, à excepção do Inglês Técnico.
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11º A única “coisa” que existe no dossier do aluno é a falada prova de Inglês, constituída por três folhas amarelecidas e dactilografadas, datada de 22 de Agosto de 1996, assinada com tinta azul por “José Sócrates” e que foi “corrigida” (e mal, segundo um professor de linguística nos elucidou) pelo Prof. Luís Arouca a lápis, tendo este rubricado o texto no canto superior direito da primeira folha, onde, também a lápis, apôs a data de 96.08.26, e inscrito, dentro de um círculo, a nota de 15 (quinze valores).
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12º A prova, porém, foi feita em parte incerta, e não na UNI, porquanto foi enviada para o “Reitor da Universidade Independente” num envelope manuscrito por José Sócrates que no mesmo inscreve ”P.M.P” e junta um cartão de visita, com o selo branco da República, com os seguintes dizeres impressos: José Sócrates SECRETÁRIO DE ESTADO ADJUNTO DO MINISTRO DO AMBIENTE O ADJUNTO está traçado. Mas, manuscreveu, com caneta de tinta azul o seguinte: “ O (nome) (cargo) envia-lhe, como combinado, o texto da cadeira de Inglês Técnico. Receba a amizade do seu José Sócrates” Tratam-se, como se disse supra, de documentos originais que foram religiosamente guardados para que não se “evaporassem”, como, infelizmente, tem acontecido, por demasiadas vezes, nos últimos anos (v.g. a pasta do malogrado e saudoso Eng.º Adelino Amaro da Costa, após o incidente criminoso de Camarate; a cabeça do antigo colaborador do Senhor Saleiro que foi Governador de Beja – essa estava no IML, - e outros objectos que seria fastidioso enumerar).
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13º A fls. 170 consta um ofício da Câmara Municipal da Covilhã, datado de 21 de Maio de 2007, que foi enviado para o DCIAP, onde se lavrou, designadamente, o seguinte: “ O Senhor José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa enviou para a Câmara Municipal da Covilhã um requerimento, datado de 19.9.2000 (cópia certificada), acompanhado de um certificado de licenciatura em Engenharia Civil (cópia certificada)”.
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14º A fls. 172 consta o certificado assinado pelo Prof. Luís Arouca onde se inscreveu que o referido José Sócrates concluíu a licenciatura em 8.8.96 !!!!
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15º Como vimos supra, e consta do processo original que se junta, a prova de Inglês Técnico, foi corrigida pelo Prof. Luís Arouca em 26 de Agosto de 1996.
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16º Em 8.8. 96 o actual emigrante José Sócrates concluíu, apenas, quatro disciplinas !?
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17º Além disso, e como consta a fls. 153 e ss, no depoimento prestado pelo Prof. Doutor Eurico Calado, este afirmou que era o titular e regente da disciplina de Inglês Técnico e que nunca viu José Sócrates na UNI!
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18º Depoimento que corrobora o prestado pela Dra. Maria Helena Rodrigues Santos, da D.G. do Ensino Superior – cfr. artº 4º supra – na parte em que esta refere que o Prof. Arouca não constava nos registos do Ministério como professor de disciplina de Inglês Técnico na UNI.
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19º Sublinhe-se, ainda, que na investigação já levada a cabo pelo DCIAP se apurou que no sistema informático da UNI – o programa SISCOLAR – não constava o nome de José Sócrates como aluno e, muito menos, que no ano escolar de 1995/1996 o mesmo tivesse concluído a licenciatura em Engenharia Civil, o que apenas aconteceu a duas pessoas aí identificadas.
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20º Convenhamos, Ilustre Magistrada do M.P., que face aos documentos encontrados e os que não existem, bem como à investigação realizada, só por “artes mágicas” é que José Sócrates pode ser considerado titular da licenciatura em Engenharia Civil.
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21º Embora tenha visto a luz do dia em território, que foi português, situado a Sul do Equador, nenhum “ quimbanda” (feiticeiro) conferiria a esse sujeito o título de engenheiro civil. Os factos novos
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22º Só agora é que V. Excia., Senhora Directora, passa a dispor do dossier original do “aluno” José Sócrates – doc. 1 -.
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23º Compulsando esse paupérrimo dossier resulta, com inusitada clareza, que o sujeito que nos “governou” não realizou as cadeiras plasmadas no famigerado certificado de habilitações literárias, salvo o Inglês Técnico, que foi realizado em parte incerta (isto é, fora da Faculdade) não havendo quaisquer garantias que o sujeito seja o autor dessa “obra de arte”.
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24º “Obra de arte” que foi entregue por “P.M.P” ao Reitor Luís Arouca que, em 26.8.1996, a corrigiu, apesar de não ser o titular da cadeira (o titular da cadeira era o Prof. Engenheiro Eurico Calado).
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25º Temos, ainda, quatro cadeiras que constam, cada uma, de uma pauta de alunos, onde só lá está identificado o referido José Sócrates, e todas elas datadas de 8.8.1996 e assinadas por António José Morais.
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26º Este professor, que é magnânimo a dar notas, já havia sido professor no ISEL, onde o José Sócrates foi aluno até 31 de Julho de 1979.
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27º O mesmo professor foi funcionário de um departamento do Estado subordinado ao então Governante José Sócrates (MINISTÉRIO DO AMBIENTE).
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28º Trata-se, por tu, com a criatura e outrossim com o Prof. Luís Arouca.
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29º Da análise das escutas transcritas no Correio da Manhã – nos matutinos de 25 de Fevereiro a 3 de Março, resulta cristalinamente que o actual emigrante e estudante de Ciências Políticas em Paris não fez a licenciatura. – doc. 2 –
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30º O candidato a Maquiavel dá-se, aliás, ao luxo de corrigir os comunicados que o Reitor Luís Arouca pretendia entregar à imprensa e, outrossim, de o impedir contactar a Procuradoria – Geral da República.
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31º As gravações encontram-se juntas ao Proc.º nº 140/06. 2 JFLSB – da 1ª Vara Criminal de Lisboa, cujo julgamento decorre no Tribunal de Monsanto.
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32º A suportar as pautas das notas das quatro disciplinas não há um único documento, designadamente, o enunciado das provas e a prova que deveria ter sido feita pelo aluno.
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33º Não consta também do processo do aluno a dissertação de licenciatura que nos termos da Portaria, nº 496/95, de 24 de Maio de 1995, que aprova o plano curricular da Licenciatura em Engenharia Civil – especialização nos ramos de Estruturas, Transporte e Urbanismo é obrigatória – cfr. o doc. constante do processo do aluno.
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34º Em 18.7. 1996 o aluno José Sócrates requereu o certificado de habilitações, a Carta de Curso e o Diploma, respeitante à licenciatura em engenharia civil – cfr. dossier do aluno. –
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35º Porém, só em 8.8.96 foram lançadas notas em quatro disciplinas pelo Professor António Morais (a UNI estava encerrada para férias), o “aluno” José Sócrates só fez o texto de Inglês Técnico em 22 de Agosto de 1996, que foi corrigido pelo Prof. Arouca em 28 de Agosto de 1996.
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36º Contudo, o Prof. Arouca emitiu o certificado de licenciatura em 8 de Agosto de 1996 – Fls. 172 deste inquérito.
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37º Está, pois, “claramente visto”, como diria Camões, que a trapalhada visou favorecer o actual aluno de Ciência Política em Paris, sendo estulto afirmar que o mesmo é engenheiro civil.
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38º É, pois, titular de um documento falso que, conscientemente, usou para enganar a Câmara Municipal da Covilhã e os Portugueses.
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39º Aliás, contrariamente ao inscrito no doc. da UNI, datado de 12 de Setembro de 1995, assinado por Luís Arouca, não houve qualquer deliberação da “Comissão Científica da Faculdade de Tecnologias” para definir quais as disciplinas necessárias para concluir a licenciatura em Engenharia Civil.- cfr. o dossier do “aluno” –
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40º O Senhor Prof. Carvalho Rodrigues que, ao tempo, era o Director da Faculdade de Tecnologias da UNI, afirmou, na sessão de julgamento, que fazia parte do Conselho Cientifico do departamento de engenharia e quando confrontado, na audiência de julgamento cuja sessão aconteceu em Dezembro 2011, com fotocópias do processo desabafou que aquilo era uma aldrabice e que ele teria de ter intervenção nas “equivalências” não sendo válidas as constantes do processo, submetidas a um pseudo “ Conselho Pedagógico”, já que é ao Cientifico que cabe proceder às equivalências.- Junta-se CD da audiência de julgamento de 21.12.2011, 59º Sessão –
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41º Acrescentou, outrossim, que nunca viu o cidadão José Sócrates, na UNI.
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42º Note-se, aliás, que ninguém consegue indicar um aluno que tivesse sido Colega de José Sócrates na UNI.
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43º E se os indicarem mentem.
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44º Porque a Licenciatura do actual aluno de Ciência Política em Paris constitui, pura e simplesmente, uma falácia, fruto do favorecimento pessoal de várias pessoas conluiadas com o primeiro-ministro de triste memória.
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45º Impõe-se, por isso, que o M.P. solicite, junto do Tribunal Administrativo de Castelo Branco, a nulidade do Certificado de Habilitações entregue na Câmara da Covilhã, e que esta abra processo disciplinar contra o seu funcionário que entregou um documento falso para, eventualmente, transitar para a carreira técnica superior, prejudicando os seus Colegas da carreira técnica; enganando o Município da Covilhã; e potenciando o risco de aprovar projectos de engenharia, sem estar habilitado para o efeito.
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46º Provavelmente o candidato a cientista político dar-se-ia muito bem no Zimbabué!
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47º Com algum esforço seria, aí, Catedrático em Engenharia Civil. Nestes termos, e com o douto suprimento de V. Excia., Senhora Directora, roga-se a reabertura do processo de inquérito por haver indícios mais do que suficientes, com as novas provas agora carreadas para o processo, que o cidadão José Sócrates fraudulentamente, um certificado de habilitações da licenciatura Faculdade de Tecnologia da UNI, fraude em que comparticipou o Prof. Luís Arouca e o Prof. António Morais, Foram, por falsificação; favorecimento pessoal e burla.
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Roga-se, por isso, a realização das diligências indicadas infra. E, ainda, que seja facultado ao MP junto do Tribunal Administrativo do Círculo de Castelo Branco os documentos que lhe permitem requerer a nulidade do Certificado de Habilitações Literárias que José Sócrates Pinto de Sousa entregou na C.M. da Covilhã. Carvalho Pinto de em Engenharia Civil, isso, praticados DOS MEIOS DE PROVA: TESTEMUNHAS: - Prof. Doutor ERNESTO COSTA, Professor Catedrático da Universidade de Coimbra (Departamento de Engenharia Informática), que foi Reitor da UNI entre 1993 e Julho de 1996.
- Prof. Doutor EURICO CALADO, Professor do Instituto Superior Técnico, que foi Vice- Reitor da UNI entre 1993 e 2000, sendo o Prof. titular da cadeira de Inglês Técnico.
- Prof. Doutor FERNANDO CARVALHO RODRIGUES, Prof. Catedrático do Instituto Superior Técnico, actualmente é Consultor Científico da OTAN/NATO, em Bruxelas, e que foi Director da Faculdade de Engenharia da UNI de 1995 a 2004, e membro pelo Conselho Científico desta Faculdade da UNI, a quem cumpria proceder às equivalências dos alunos que pretendiam obter o grau de licenciado. Reside na Av. Broqueville, 274, woluwe St. Lambert, 1200 Bruxelas – Bélgica.
- Dr. BRUNO JOSÉ DE ALMEIDA SILVA, que em 1995/1996 era o responsável, na UNI, pela Administração Escolar, isto é, abrangendo o pelouro do processamento de equivalências.
- Mestre Eng.º JOÃO GUTERRES, professor nas licenciaturas de engenharia, na área das Matemáticas (Cálculo Infinitesimal), e que declarou em julgamento, tal como as anteriores testemunhas, que nunca viu o cidadão “exilado” José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, na UNI, tendo acrescentado que em Agosto de 1996 a Universidade se encontrava encerrada.
- Prof. Doutor RUI ALEXANDRE DE ALMEIDA DIAS DOS SANTOS VERDE, que foi Vice- Reitor da UNI entre 2000 e 2007, sendo um dos fundadores da Universidade e que também só viu o cidadão José Sócrates Pinto de Sousa naquele estabelecimento em reuniões com o Prof. Doutor Luís Arouca e que fez uma conferência no dia 29 de Janeiro de 2002 (dia da Universidade). Porém, esta testemunha, como as demais, nunca viram o ex- primeiro-ministro a frequentar qualquer aula, ou a efectuar qualquer exame e, muito menos, viram a dissertação da licenciatura.
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Outras diligências de prova que se requerem: - Consulta do processo individual do funcionário José Sócrates Pinto de Sousa, na Câmara Municipal da Covilhã, onde, certamente, se encontra o certificado de licenciatura falso.
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Dever-se-á, outrossim, apurar se esse funcionário requereu a reclassificação da carreira técnica, para a carreira técnica superior, invocando a “licenciatura”.
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Verificar, outrossim, se o referido funcionário, quando requereu a licença sem vencimento por tempo indeterminado para poder “ir filosofar para Paris” se identificou como engenheiro civil.
- Instar a École de Science Politique, na pessoa do seu Director Prof. Robert DESCOINGS em Paris, a fim de o mesmo facultar cópia do processo de candidatura do aluno José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, onde, mui provavelmente constará o falado certificado de licenciatura em engenharia civil.
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Prova documental: Junto: 1 - Proc.º da UNI, do aluno José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, nº 95 389 (ORIGINAL), constituído por: - Pasta (de cartolina c/ capa e contra capa) Conteúdo da Pasta: _____________________________________________________________________- Requerimento s/ data dirigido por José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa ao Reitor da UNI, informando desejar “terminar os estudos de licenciatura em Engenharia Civil”, solicitando, outrossim, um “Plano de Estudos com essa finalidade”.
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Acrescenta, no requerimento, estar habilitado com o “Curso de Bacharelato de 4 anos” que tirou “ entre 1975 e 1979 no Instituto Superior de Engenharia Civil de Coimbra” e junta relação das cadeiras que fez em 1995 no CESE
- Transportes do ISEL. Ass) “seu José Sócrates” manualmente. Vias de Comunicação e - Fotocópia de um doc. do INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE COIMBRA (fax proveniente do nº 351 39723184), c/2 folhas, onde se indica que concluiu o Bacharelato em 31.7. 1979, com 12 valores.
- Original selado de um doc. emitido pelo Instituto Superior de Engenharia de Lisboa, datado de 8 de Julho de 1996.
- Cópia da carta enviada pela UNI, assinada pelo Prof. Luís Arouca (que não era Reitor) para José Sócrates Pinto de Sousa, datada de 12.9. 1995 onde se refere o seguinte: “… deliberou a Comissão Científica da Faculdade de Tecnologias propor-lhe a frequência e conclusão das seguintes disciplinas do Plano de Estudos de Engenharia Civil: Análise de Estruturas • Betão Armado e Pré – Esforçado • Estruturas Especiais • Projecto e Dissertação • ……
- Original do Boletim da Matrícula preenchido e datado de 29.06.93, verificando-se, no seu verso, que às cadeiras supra-mencionadas foi acrescentada, com caligrafia distinta, a disciplina de INGLÊS TÉCNICO. NOTE-SE que o Boletim não está assinado pelo candidato José Sócrates, referindo, no rosto, que o mesmo é “DEPUTADO Á ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA” (Original)
- PEDIDO DE EQUIVALÊNCIAS, c/três folhas manuscritas a azul (original) - Requerimento apresentado e assinado por José Sócrates em 18.7.96 a pedir x “Carta de Curso e Diploma” (original manuscrito a azul) - 5 folhas de pauta As quatro primeiras foram preenchidas e assinadas por “ António José Morais”, estão todas datadas de 8.8.96, correspondem ao curso: Civil e às disciplinas – 1
– Análise de Estruturas, 18 valores; 2 – Estruturas Especiais, 16 valores; 3 – Betão Armado e Pré Esforçado, 17 valores; 4 – Projecto, 17 valores. A última disciplina é o famigerado Inglês Técnico, que está lançada numa pauta não assinada, nem datada, e onde consta a nota de 15 Valores.
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Nas 5 pautas apenas há um aluno: José Sócrates C.P. Sousa !!! (São todos originais) - Um envelope amarelado, manuscrito a tinta preta por José Sócrates, dirigido ao “Exmo. Sr. Reitor da Universidade Independente P.M.P”, onde está colocado um cartão de visita com selo da República, que se transcreve: “ O José Sócrates Secretário de Estado Adjunto do Ministro do Ambiente envia-lhe, como combinado, o texto da cadeira de Inglês Técnico. Receba a amizade do seu José Sócrates.”
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O sublinhado é texto manuscrito a azul (originais) - O “trabalho” de Inglês Técnico, referido no cartão de visita, cujo tema é “ Solid Waste: The european strategy and the portuguese situation” dactilografado em folhas amareladas” (3), datado de 22 de Agosto de 1966, assinado a azul por “José Sócrates”, corrigido a lápis em 98.08.26, e rubricado pelo Prof. Luís Arouca que, dentro de um circulo, atribui a nota de 15 valores.-
- Uma folha da UNI que plasma o currículo da licenciatura em Engenharia Civil, aprovada pela Portaria nº 496/95, de 24 de Maio de 1995. Há vários lançamentos de notas a lápis nesse impresso. (original)
- Um fax enviado por José Sócrates ao Prof. Luís Arouca em 19.11.96 - Fotocópia do B.I. de José Sócrates. E é tudo!!!
2 – Dois CD`S obtidos junto do procº nº 140/06. 2 JFLSB 3
- Cópias digitalizadas do Correio da Manhã, edições de 25 de Fevereiro a 3 de Março de 2012, inclusive, onde estão transcritas as escutas telefónicas obtidas no âmbito do processo acabado de referir. Finalmente, impetra-se a inquirição do cidadão José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, sugerindo-se que ao mesmo sejam solicitadas cópias dos exames e dos trabalhos ( incluindo a dissertação de licenciatura) que diz que realizou na UNI e que indique Colegas que, com ele, frequentaram aulas na Universidade. P.E. D. O cidadão e advogado,
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Junta: 4 docs. (os indicados supra) _____________________________________________________________________________ Av. Ressano Garcia, n.º4 – 2º, 1070-237 Lisboa – Tel. 21 3802010 - 15/ Fax 21382 76 45 Registo na Ordem dos Advogados n.º56/03 – NIF 506630595 lafayetteassociados@net.vodafone.pt

COMO É A TROPA PORTUGUESA ???


.... ANÁLISE INTERESSANTE ... !!!  
O Comando Militar:
Os generais, por definição, comandam unidades. Brigadas, Divisões,
Corpos de Exército e Exércitos.
A proporção de patentes é a seguinte:
A cada 5 soldados, corresponde 1 cabo;
10 
soldados  + 2 cabos -> 1 sargento
40 
soldados  + 8 cabos + 4 sargentos -> 1 Alferes
200 
soldados  + 40 cabos + 20 sargentos + 5 Alferes -> 1 capitão
1.000 
soldados + 200 cabos + 100 sargentos + 25 Alferes + 5 capitães -> 1 tenente coronel
8.000 
soldados  + 1.600 cabos + 800 sargentos + 200 alferes + 40 capitães + 8 tenentes coronéis -> 1 General de Brigada. 

Somando toda a linha de cima, cada General tem abaixo de si 10.648 homens (faz sentido)
AS FORÇAS ARMADAS PORTUGUESAS TÊM MENOS DE 64.000 EFECTIVOS,
LOGO, DEVERIAM TER, APROXIMADAMENTE,
6 Generais!!!!!

 MAS, PASME-SE ... TEM 123 (CENTO E VINTE E TRÊS) GENERAIS !!!
E PAGA PENSÕES BRUTAIS A UM SEM NÚMERO DELES QUE SE APOSENTARAM NOS ÚLTIMOS 25 ANOS !!!
EM DOIS "PEQUENOS E POUCO DESENVOLVIDOS" PAÍSES - CANADÁ E ALEMANHA - AS FORÇAS ARMADAS CONTAM COM 1 GENERAL DE 4 ESTRELAS.
EM PORTUGAL HÁ 4 (QUATRO) GENERAIS DE 4 ESTRELAS !!!!
Assim o Estado vai penalizando os que menos têm !!!!!!!!!! 
Vão passando, para que se conste....

Cerca de mil empresas de transporte de mercadorias fecharam desde 2011



Redução das importações afecta negócio

26.03.2012 - 07:35 Por Lusa

<p>A ANTP realizou um bloqueio de dois dias há um ano</p>
A ANTP realizou um bloqueio de dois dias há um ano
 (Foto: Nélson Garrido)
Cerca de mil empresas do sector do transporte rodoviário de mercadorias encerraram desde o início de 2011, deixando no desemprego cerca de cinco mil pessoas, disse à Lusa o presidente da Associação Nacional de Transportadoras Portuguesas (ANTP).

Artur Mota afirmou que, desde o início do ano passado, “desapareceram mil empresas, o que significa uma média de cinco mil postos de trabalho a nível nacional”.

Além desta situação, existem actualmente várias transportadoras rodoviárias de mercadorias que têm os seus camiões parados. “Há empresas que têm camiões parados, umas porque o serviço não é rentável, outras porque já não conseguem crédito para o combustível”, justificou Artur Mota, sem adiantar números.

Outra situação que está a afectar a actividade das empresas do sector é a redução das importações. “Há muita exportação e pouca importação, ou seja, os camiões vão para o estrangeiro e estão lá dias, por vezes uma semana, à espera de carga. Há muitos camiões parados lá fora durante muitos dias”, explicou o presidente da ANTP, que foi um dos rostos do bloqueio de dois dias realizado em Março do ano passado.

A ANTP, criada depois do bloqueio do Verão de 2008, conta actualmente com cerca de 800 associados.

A MAIOR LAVANDARIA DE DINHEIRO DO MUNDO AMEAÇA FALIR !



Será desta vez?
A Suíça estremece
Zurique alarma-se
Os belos bancos, elegantes, silenciosos de Basileia e Berna estão ofegantes.
Poderia dizer-se que eles estão assistindo na penumbra a uma morte ou estão velando um moribundo.
Esse moribundo, que talvez acabe mesmo morrendo, é o segredo bancário suíço.
O ataque veio dos Estados Unidos, em acordo com o presidente Obama.
O primeiro tiro de advertência foi dado na quarta-feira.
A UBS - União de Bancos Suíços, gigantesca instituição bancária suíça viu-se obrigada a fornecer os nomes de 250 clientes americanos por ela ajudados para defraudar o fisco.
O banco protestou, mas os americanos ameaçaram retirar a sua licença nos Estados Unidos.
Os suíços, então, passaram os nomes.
E a vida bancária foi retomada tranquilamente.
Mas, no fim da semana, o ataque foi retomado.
Desta vez os americanos golpearam forte, exigindo que a UBS forneça o nome dos seus 52.000 clientes titulares de contas ilegais!
O banco protestou.
A Suíça está temerosa.
O partido de extrema-direita, UDC (União Democrática do Centro), que detém um terço das cadeiras no Parlamento Federal, propõe que o segredo bancário seja inscrito e ancorado pela Constituição federal.
Mas como resistir?
A União de Bancos Suíços não pode perder sua licença nos EUA, pois é nesse país que aufere um terço dos seus benefícios.
Um dos pilares da Suíça está sendo sacudido.
O segredo bancário suíço não é coisa recente.
Esse dogma foi proclamado por uma lei de 1934, embora já existisse desde 1714.
No início do século 19, o escritor francês Chateaubriand escreveu que neutros nas grandes revoluções nos Estados que os rodeavam, os suíços enriqueceram à custa da desgraça alheia e fundaram os bancos em cima das calamidades humanas.
Acabar com o segredo bancário será uma catástrofe económica.
Para Hans Rudolf Merz, presidente da Confederação Helvética, uma falência da União de Bancos Suíços custaria 300 biliões de francos suíços ou 201 milhões de dólares.
E não se trata apenas do UBS.
Toda a rede bancária do país funciona da mesma maneira.
O historiador suíço Jean Ziegler, que há mais de 30 anos denuncia a imoralidade helvética, estima que os banqueiros do país, amparados no segredo bancário, fazem frutificar três triliões de dólares de fortunas privadas estrangeiras, sendo que os activos estrangeiros chamados institucionais, como os fundos de pensão, são nitidamente minoritários.
Ziegler acrescenta ainda que se calcula em 27% a parte da Suíça no conjunto dos mercados financeiros offshore" do mundo, bem à frente de Luxemburgo, Caribe ou o extremo Oriente.
Na Suíça, um pequeno país de 8 milhões de habitantes, 107 mil pessoas trabalham em bancos.
O manejo do dinheiro na Suíça, diz Ziegler, reveste-se de um carácter sacramental.
Guardar, recolher, contar, especular e ocultar o dinheiro, são todos actos que se revestem de uma majestade ontológica, que nenhuma palavra deve macular e realizam-se em silêncio e recolhimento...
Onde param as fortunas recolhidas pela Alemanha Nazi?
Onde estão as fortunas colossais de ditadores como Mobutu do Zaire, Eduardo dos Santos de Angola, dos Barões da droga Colombiana, Papa-Doc do Haiti, de Mugabe do Zimbabwe e da Máfia Russa?
Quantos actuais e ex-governantes, presidentes, ministros, reis e outros instalados no poder, até em cargos mais discretos como Presidentes de Municípios têm chorudas contas na Suíça?
Quantas ficam eternamente esquecidas na Suíça, congeladas, e quando os titulares das contas morrem ou caem da cadeira do poder, estas tornam-se impossíveis de alcançar pelos legítimos herdeiros ou pelos países que indevidamente espoliaram?
Porquê após a morte de Mobutu, os seus filhos nunca conseguiram entrar na Suíça?
Tudo lá ficou para sempre e em segredo...
Agora surge um outro perigo, depois do duro golpe dos americanos.
Na mini cúpula europeia que se realizou em Berlim, (em preparação ao encontro do G-20 em Londres), França, Alemanha e Inglaterra (o que foi inesperado) chegaram a um acordo no sentido de sancionar os paraísos fiscais.
"Precisamos de uma lista daqueles que recusam a cooperação internacional", vociferou a chanceler Angela Merkel.
No domingo, o encarregado do departamento do Tesouro britânico Alistair Darling, apelou aos suíços para se ajustarem às leis fiscais e bancárias europeias.
Vale observar, contudo, que a Suíça não foi convidada para participar do G-20 de Londres, quando serão debatidas as sanções a serem adoptadas contra os paraísos fiscais.
Há muito tempo se deseja o fim do segredo bancário. Mas até agora, em razão da prosperidade económica mundial, todas as tentativas eram abortadas.
Hoje, estamos em crise.
Viva a crise!!!
Barack Obama, quando era senador, denunciou com perseverança a imoralidade desses remansos de paz para o dinheiro corrompido.
Hoje ele é presidente.
É preciso acrescentar que os Estados Unidos têm muitos defeitos, mas a fraude fiscal sempre foi considerada um dos crimes mais graves no país.
Nos anos 30, os americanos conseguiram caçar Al Capone.
Sob que pretexto?
Fraude fiscal !!! 
Para muito breve, a queda do império financeiro suíço!
Haja coragem! Grande Obama. Era bom que tivesse  o apoio necessário de outros países.
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A educação faz com que as pessoas sejam fáceis de guiar, mas difíceis de arrastar; fáceis de governar, mas impossíveis de escravizar.
(Henry Peter)

OS LAMENTOS HIPÓCRITAS DO SENHOR SILVA

Na quinta-feira

Cavaco diz que se deve “saber bem tudo” o que aconteceu nos “distúrbios” no Chiado

26.03.2012 - 13:57 Por Lusa

A Inspecção-geral da Administração Interna abriu um processo de averiguações ao sucedido  
A Inspecção-geral da Administração Interna abriu um processo de averiguações ao sucedido (Hugo Correia/Reuters)
O Presidente da República lamentou hoje “profundamente” que dois fotojornalistas tenham sido atingidos durante os “distúrbios” de quinta-feira no Chiado, sublinhando ser importante que se “saiba bem tudo aquilo que aconteceu”.

“Lamento profundamente que dois fotojornalistas tenham sido atingidos durante os distúrbios a que as forças de segurança tiveram que fazer face”, afirmou o chefe de Estado, quando questionado, durante uma conferência de imprensa com o seu homólogo sérvio, sobre os confrontos no Chiado entre a polícia e pessoas ligadas à plataforma 15 de Outubro na passada quinta-feira.

Recordando que as autoridades competentes já determinaram a realização de um inquérito “para que tudo seja clarificado”, Cavaco Silva defendeu a necessidade de saber tudo o que aconteceu. “Penso que é importante que todos saibamos, que o povo português saiba bem tudo aquilo que aconteceu nos distúrbios que ocorreram no Chiado”, declarou.

Na quinta-feira à tarde, em dia de greve geral convocada pela CGTP, a Polícia de Segurança Pública (PSP) e várias pessoas ligadas à plataforma 15 de Outubro envolveram-se em confrontos junto ao Largo do Chiado, em plena baixa lisboeta.

Depois de vários manifestantes terem arremessado objectos contra agentes e de a esplanada do café A Brasileira ter sido praticamente destruída, a PSP reforçou a sua presença com elementos das Equipas de Intervenção Rápida (EIR) e do Corpo de Intervenção.

Durante os confrontos entre manifestantes e polícias foram agredidos os fotojornalistas José Sena Goulão (da agência Lusa) e Patrícia de Melo Moreira (da France Presse), que se encontravam no local a fazer a cobertura do acontecimento.

O Ministério da Administração Interna já lamentou os incidentes com os jornalistas, adiantando que a Inspecção-geral da Administração Interna (IGAI) abriu um processo de averiguações.

José Sena Goulão, fotógrafo da Agência Lusa que foi agredido no Chiado, conta o que aconteceu:

 


“(…) Começámos a subir a Rua do Carmo, depois a Rua Garret onde começámos a ver o movimento anormal de carrinhas de Polícia de Intervenção e corremos até ao sítio para onde se dirigiam. Perdi-me da Patrícia e fui direito ao rapaz que aparece em todos vídeos a tirar o sangue da testa e atirar para cima da Polícia e apenas tirei uma fotografia (a penúltima aqui). Não tive tempo para me aperceber do que realmente estava a acontecer ali. Quando me virei para trás tirei esta última que aqui está e vi que estavam a começar a avançar e que iriam varrer tudo o que estava à frente. Por mais absurdo que possa ser o comunicado da PSP que refere que nós jornalistas devemos estar atrás da linha policial (provavelmente para apanhar a cara de quem leva e não a de quem bate, como diz o Francisco Paraíso hoje no CM), foi exactamente isso que eu tentei fazer porque me vi numa situação em que iria ser apanhado no meio da confusão sem sítio para escapar. Andei na direcção deles a dizer que era jornalista em voz alta e fiz sinal para que me deixassem passar para trás da linha que estavam a fazer e foi aí que me bateram pela primeira vez na cabeça e caí ao chão. O resto as imagens mostram como foi, sendo o resultado dois cortes na cabeça, 6 pontos, ombro, costas e joelhos amassados mas acima de tudo uma sensação de medo e impotência perante tudo o que estava a acontecer. A cara do polícia que me bateu era de raiva, até a língua estava a morder. Repeti não sei quantas vezes que era jornalista em pânico e nem assim ele parou, ainda deu com mais força. Nunca pensei que aquilo pudesse acontecer cá. (…).”

AS INSÓNIAS DO GOVERNO

Insónias ou pesadelos?

by Kaos
O ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, afirmou hoje que o desemprego é aquilo que verdadeiramente "tira o sono" ao Governo.
Eu parece-me que o poder do Vitor Gaspar no governo e sobre o Passos Coelho é que lhe está a provocar insónias porque o único desemprego com que realmente o deve preocupar é com o dos boys que ainda faltam colocar.
Só mesmo os interesses instalados, os negócios que vão a meio e muito favor que falta pagar mantêm este governo desconjuntado ainda inteiro.
Com os resultados da politica económica do Gasparzinho a gerarem cada vez mais criticas nos corredores do poder e as guerras já instaladas no seu interior não se lhe augura um grande futuro.

O FANDANGO DA NOSSA SINA COM OS BANCOS QUE NÓS SUSTENTAMOS


Clique a seguir e divirta-se com "gangada"


GALERIA DOS MAIS NOTÁVEIS EMPLASTROS DA NOSSA TERRA

Não sei que maratona pretende o Passos Coelho que este país corra se ao fim dos primeiros metros já retirou todos os direitos laborais, já promoveu a pobreza, a precariedade e o desemprego a milhões de portugueses.

O Homem da maratona

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Passos Coelho comparou a sua estratégia para o país a «uma verdadeira maratona», em que para se chegar ao fim não se pode correr depressa demais no arranque da corrida.
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Não sei que maratona pretende o Passos Coelho que este país corra se ao fim dos primeiros metros já retirou todos os direitos laborais, já promoveu a pobreza, a precariedade e o desemprego a milhões de portugueses. 
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Em vez de corrermos esta maratona sem fim o melhor mesmo é correr a eles e quanto mais rapidamente melhor.

VALE E AZEVEDO: "RELEMBRANDO O PÁSSARO"

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Vale e Azevedo vai a uma churrasqueira e pede ao empregado que embrulhe dois frangos.
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Enquanto o empregado embrulha os frangos, repara numas belas codornizes e pergunta ao empregado se pode trocar os 2 frangos por 4 codornizes, ao que o empregado responde:
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- Claro que sim.
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Depois de embrulhadas as codornizes e entregues ao cliente, este vai-se embora, quando o empregado irrompe:  
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- Desculpe, mas o Sr. esqueceu-se de pagar as codornizes.
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- Mas eu não as comprei, troquei-as pelos frangos! - Disse Vale e Azevedo, 
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"indignado" com a petulância do empregado.
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- Mas também não pagou os frangos!
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- Correcto, mas também não os levo...pois não?
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(SÃO MUITOS ANOS!!!...)

"CAUTELAS E CALDOS DE GALINHA NUNCA FIZERAM MAL A NINGUEM"

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   Cuidado com as
compras na Internet


NOVA FRAUDE NA INTERNET
  Veja como funciona:

O nosso colega Alexandre pagou 100 euros por um aparelho para aumentar o pénis.
Os filhos da puta mandaram-lhe uma lupa!                                 
Descrição: lupa.jpg

PUBLICIDADE QUE CHOCOU O MUNDO


 
Fonte: Independent

Empresas de publicidade franceses são muitas vezes criticadas por usar imagens sexuais para vender tudo, desde óculos a flocos de milho doce. Agora, pela primeira vez, a controvérsia irrompeu na França sobre o uso de cartazes sexualmente sugestivos como  impedimento.

Uma campanha para dissuadir os jovens de fumar mostram que os adolescentes masculinos e femininos ajoelhados à frente de um homem, como se estivesse sendo forçada a fazer sexo oral. Um cigarro toma o lugar do órgão sexual do homem. A legenda diz: "Fumar é ser escravo do tabaco."
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A campanha, que foi concebido para um grupo de pressão e apoiar os direitos dos não-fumadores, foi atacada como "escandalosa" e "potencialmente contra-produtivo" por ativistas  feministas e pró-família.
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A agência de publicidade por trás dos cartazes diz que apenas uma campanha de choque pode interromper o aumento do tabagismo entre os jovens de 13 e 15 anos de idade na França.
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Marco de la Fuente, o líder do projeto para a Fils et BDDP agência de publicidade, disse: "Os velhos argumentos - o tabaco é ruim para você - não funcionam mais A mensagem aqui é que o tabaco é uma forma de submissão.. Na imaginação popular, o sexo oral é o símbolo perfeito da submissão ".
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Gérard Audureau, presidente da Les Droits dos não-fumadores (os direitos dos não-fumadores), o grupo de pressão que encomendou os anúncios, disse que os argumentos de saúde vão atingir os adolescentes. "Os jovens pensam que são invencíveis e imortais", disse ele. "Medo de exploração sexual preocupa mais do que doença."
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Oposição aos anúncios - a serem exibidos em bares, clubes e jornais - tem sido generalizada. Florence Montreynaud, da pressão do grupo feminista Chiennes de Garde (As cadelas da Guarda), disse que era "inadmissível" que uma imagem implicando sexo menores de idade devem ser exploradas, mesmo em uma boa causa.
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Christiane Terry, do grups conservador  Familles de France, disse que vai apresentar uma queixa ao departamento dos bons costumes, francês, em cima das normas de publicidade. "Mistura-se a dependência do tabaco e sexo é ridículo e escandaloso", disse ela.
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Pesquisas sugerem que o tabagismo é, em geral, em declínio na França, mas cada vez mais comum entre os adolescentes. 
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O número de jovens franceses de 13 a 15 anos de idade que fumam aumentou em 66 por cento entre 2004 e 2008.  
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Quase um em cada cinco franceses 16-20-year de idade fuma, em comparação com um em cada 10 há uma década. No entanto, na população com 55 biliões de cigarros fumados em 2009, baixou dos 97 biliões de cigarros em 1991.

No ano passado, no entanto, houve um ligeiro aumento - 2,6 por cento -  de cigarros fumados como o efeito da proibição de 2008 sobre o fumo em bares, cafés e restaurantes.

O grupo de direitos de não-fumadores diz que não se importa se os adultos ficam chocados com seus cartazes. Sr. Audureau disse: "Muito poucas campanhas anti-tabagismo têm chamado a atenção dos jovens e têm que ser usadas imagens extremas para fazê-los tomar o conhecimento.".