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sábado, 19 de maio de 2012

DIVULGAMOS: Comunicado da Alternativa Portugal






Olivença é terra portuguesa


Na passagem de mais um aniversário da ocupação espanhola de Olivença – faz no dia 20 de Maio 211 anos – o movimento Alternativa Portugal (AP) não pode deixar de considerar que este facto constitui uma vergonha e uma afronta à dignidade de Portugal e do povo português.

Os direitos históricos de Portugal sobre Olivença são indiscutíveis e inalienáveis e, por essa razão, o movimento Alternativa Portugal lembra que o Estado espanhol ainda não cumpriu os compromissos assumidos no passado no sentido de devolver a cidade de Olivença à soberania portuguesa.

Porque a recuperação de Olivença é uma Causa nacional, fundamentada em razões históricas, jurídicas e morais, o movimento Alternativa Portugal considera escandaloso o silêncio por parte dos nossos governantes e dos partidos representados na Assembleia da República acerca de tão flagrante atentado à integridade territorial portuguesa.

Contra o silêncio, um passo por Olivença!
Alternativa Portugal
19 de Maio de 2012

Um grupo de portugueses, dos que não usam etiquetas nem coleiras partidárias, decidiu, nesta hora difícil que o País atravessa, constituir o movimento Alternativa Portugal para dar voz à defesa dos valores e princípios da civilização cristã e mobilizar os Portugueses para a meritória tarefa de salvar a Pátria que se encontra em grave perigo. Fazemo-lo para defender ideias e para preservar os valores morais e tradicionais da Vida, da Família e da Nação Portuguesa, que pretendemos servir acima de quaisquer conveniências ou proveitos.


ALTERNATIVA PORTUGAL
Apartado 14178  |  1064-002 Lisboa  |  Portugal                                  www.alternativaportugal.org  |  E-mail: info@alternativaportugal.org  

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Esta mensagem foi enviada em 19-05-2012 23:05:38 para o e-mail josegomes.martins@gmail.com. Para garantir a recepção de todos os nossos comunicados, aconselhamos que adicione info@alternativaportugal.org à sua agenda de endereços. Caso não pretenda receber mais informações, envie por favor uma mensagem para REMOVER e será automaticamente retirado desta lista de distribuição.

© 2012 Alternativa Portugal
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MEDIDAS DE CRESCIMENTO SOLICITADAS POR DURÃO BARROSO



Clique em baixo para o resto da peça

Durão Barroso apela à implementação de medidas de crescimento económico

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Rui Mendes- RTP
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O presidente da Comissão Europeia voltou hoje a apelar à implementação de medidas de crescimento na Europa. Durão Barroso lembrou diversas propostas já apresentadas por Bruxelas nesse sentido e que estão agora "em cima da mesa".

KAOS:A Europa começa a acordar


INDEPENDÊNCIA DE TIMOR-LESTE - 10 ANOS DE NADA


Amanhã dia 20 de Maio de 2012 faz precisamente 10 anos que Timor obteve a autodeterminação. Milhares de mortos morreram sem glória nenhuma. Os arautos que se dizem os obreiros dessa independência andam, ainda, por aí. São heróis de nada e mais me parece que o heroísmo deles (uns poucos) foi o oportunismo. Em Timor-leste a vida não cambiou para a maioria dos timorenses que continuam pobres mas apenas a vida melhorou para alguns.

Fiquei envolvido no caso de Timor-leste até À raiz dos cabelos!!!  5 grossos volumes figuram nas prateleiras da minha biblioteca particular. Desde de 1987 principiei a guardar os recortes de jornais.
Em Agosto de 1987 o falecido jornalista Nuno Rocha, enviou um telegrama à embaixada de Portugal em Banguecoque a solicitar assistência durante a sua estadia em Banguecoque. 
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O Encarregado de Negócios Dr. Paulo Rufino indicou ao Nuno Rocha, director do extinto semanário o Tempo, a minha pessoa para o acompanhar e fi-lo durante uma semana na Tailândia e fomos ao campo de refugiados, fazer reportagem, na fronteira da Tailândia com o Cambodja.
Acidentalmente o jornalista Nuno Rocha, em Banguecoque, tem conhecimento de que o ministro dos Estrangeiros da Indonésia estava numa cimeira da ASEAN na capital tailandesa e pretende entrevistá-lo cujo tópico seria a ocupação indonésia de Timor.
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O ministro colocou-se à disposição de Nuno Rocha e diz-lhe: "o senhor quer ir a Timor? Pode se desejar seguir no meu avião particular, hoje, para Jacarta e dali segue para Timor.  
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Nuno Rocha em Dili viu a realidade de Timor, publica em grande reportagem no Tempo o que viu. Timor estava abandonado, praticamente, por Portugal. O Povo timorense não vivia tão infeliz, como se constava, sob a bandeira da Indonésia.  
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As realidades contadas pelo jornalista são de cobras, sapos e lagartos. Entretanto José Ramos Horta e o compadre Mari Alkatiri, asilados, em Moçambique, residindo em Maputo, seguiam suportados pelo presidente da República de Moçambique Samora Machel. 
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A vida até não lhes corria nada mal.... Viajavam por esse mundo adiante a lutar pelo, futuro, "tacho" deles e os timorenses que se lixassem e bem lixados ficaram, enganados e foram morrendo uns poucos e depois muitos, como aconteceu, no "massacre" do Cemitério de Santa Cruz em Dili.

Neste recorta aponta.se o dedo ao ministro dos Estrangeiros e a Almeida Santos.
Em 10 de Outubro de 1991 aconteceu o "Massacre" do Cemitério de Santa Cruz em Dili. Max Stalh, jornalista corajoso filmou-o, conseguiu-o passar o filme para fora de Timor. 
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Exibido viria a consternar o Mundo e contribuir, muito para que a Indonésia cedesse a deixar a ocupação de Timor-Leste. Max Stalh acossado pela polícia secreta indonésia foge de Timor-Leste e aparece na embaixada de Portugal em Banguecoque a pedir que uma sua reportagem, através da embaixada e dirigida a Miguel Sousa Tavares, para ser publicada na revista "Grande Reportagem. 
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Embaixador Sebastião Castello-Branco encarregou-me de prestar assistência ao jornalista. Entretanto pedi-lhe uma entrevista. Principio da noite fui buscar o Max Stalh a um hotel de duas estrelas, onde se escondia (a polícia secreta já tinha conhecimento que se encontrava em Banguecoque e perseguia-o), levei-o para minha casa, no meu velho Volvo de vidros fosco, onde jantou e gravou uma longa entrevista que viria a ser publicada (em primeira mão) na Tribuna de Macau, do qual, este semanário, era correspondente na Tailândia.

Uma das 5 páginas da entrevista gravada, em minha casa, pelo Max Stalh

José Ramos Horta, sorridente, de quando em 1995, em Banguecoque com seu compadre e companheiro de luta Mari Alkatiri. Os dois timorenses estiveram escondidos na Embaixada de Portugal em Banguecoque. A polícia tailandesa, procurava-os, não para os prender, mas para os colocar no aeroporto e fora da Tailândia. Esta duas figuras estavam a comprometer a Tailândia perante a Indonésia seu parceiro da ASEAN
 
Uma das imagens, características de Ramos Horta de laço.
Sou da mesma opinião do jornal, semanário "O Clarim" de Macau. Timor-Leste é um território escavado pela corrupção e em 10 anos de autodeterminação: "Fora da barra nada se avista".
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José Ramos Horta tem governado a sua vidinha, embora já tenha experimentado o "chumbo" e a portas da morte, salvou-se; Xanana Gusmão era considerado pelo ministros dos Estrangeiros da Indonésia, Ali Allatas, um "ladrão de gado", em Timor. 
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Foi considerado poeta e heroi quando não passa de um analfabeto sem saber dizer duas para a caixa. 
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Mari Alkatiri, compadre de Ramos Horta, amigos do peito, parece-me que ficaram de candeias às avessas, bispo Ximenes de Belo abandonou Timor e não sei onde pára. Saiu de Timor (dizem) não por motivos políticos mas por outros que não revelo aqui. 
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Poderia escrever muito mais,  sobre o que sei de Timor. Fico por aqui e mais não escrevo. Se ainda andar por este mundo, daqui a 10 anos, voltarei com outro "lamiré".
José Martins

PRIMEIRAS PÁGINAS SEM GRAÇA DA NOSSA DESGRAÇA