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terça-feira, 19 de junho de 2012

As capas dos jornais e as principais notícias de Quarta-feira, 20 de Junho de 2012.



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Tomar: Morre a jogar ténis
Paredes de Coura: Motociclista ferido
Sindicato critica direcção
Greve em Julho e Agosto
15 milhões para Portugal
Euromilhões saiu a apostador português
Mubarak morre de ataque cardíaco aos 84 anos

Capa do Público Público

Tenha acesso a mais informação. Torne-se assinante Público.
Euromilhões sai a apostador de Portugal
Proposta da ERC diz que pressão ao PÚBLICO é inaceitável
Os principais pontos de “O futuro que queremos”
A Suécia de Ibrahimovic apareceu e condenou a França a enfrentar os espanhóis
Versões contraditórias sobre notícia da morte de Mubarak
Rooney contribuiu para a amarga noite de despedida da Ucrânia

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Dezenas de carros danificados em atos de vandalismo
Lições gregas
Agasalhados do mar ao ar
'Audição' incentiva a pausa na corrida para o metro
Português ganha primeiro prémio do Euromilhões
Prova de português do 6.º ano foi "adequada"
Ministério da Saúde corta 147 cargos dirigentes

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Dilma Rousseff defende retomada de rodada de Doha
Versões contraditórias sobre morte de Hosni Mubarak
Um único totalista do Euromilhões em Portugal
Fisco apreendeu 1897 automóveis
Kátia Aveiro contagiada pelo ritmo do forró
Ex-presidente egípcio Hosni Mubarak declarado clinicamente morto
Países lusófonos chumbam no "teste" do Departamento de Estado dos EUA

Capa do i i

Lindsay Lohan posa em revista masculina
Charlie Sheen confessa que a sua primeira vez foi com uma prostituta
TAP. Pilotos mandatam sindicato para greve em Julho e Agosto se empresa não responder às suas condições
G20. Maior integração europeia é "necessidade real e global", diz Durão Barroso
Mealhada. Disparos em stand fazem dois mortos
Vieira da Silva diz que UE precisa de "outros caminhos" para evitar “verdadeiro risco de colapso”
Ensino Superior. Ministro diz que sucesso escolar vai ser critério na atribuição de bolsas

Capa do Diário Económico Diário Económico

ERC iliba Relvas de alegadas pressões sobre o “Público”
Crise faz Portugal perder 300 milionários em 2011
Escalada dos juros força resgate da banca espanhola
Auditoria aos bancos espanhóis revelada a 31 de Julho
Bruxelas admite alargar prazo de ajuda à Grécia
Formação do novo governo grego está por horas
Merkel e Hollande reconhecem divergências mas prometem agir

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Grécia: "É do interesse de todos avançar rapidamente"
G20: Grupo prolonga até 2014 abstenção de adoptar medidas proteccionistas
G20: Dilma Rousseff defende retoma da ronda de Doha
G20: Países do euro aceitam integração bancária
Rajoy desmente notícias de pressão alemã sobre pedido espanhol
Passos Coelho chega hoje ao Rio de Janeiro para participar na conferência Rio+20
EUA: Europa demonstra "resposta mais forte" à crise

Capa do Oje Oje

CBRE coloca Somincor no Amoreiras Square
Abacus Savills com unidade logística do Montepio
Mercados imobiliários globais devem recuperar de forma moderada
Contração do PIB vai ser menor
Parvalorem reivindica crédito de mil milhões à SLN
Fundos de investimento imobiliário nacionais com desempenho anual positivo
Bata encerra lojas e dispensa 146

Capa do Destak Destak

Grupo de Murdoch oferece mais de 1.500 ME pela australiana Consolidated Media
Governos assinaram acordo de cooperação militar
Cimeira termina com alerta à banca europeia que futuro será de maior controlo
Aviação reage a ofensiva com sete ataques na faixa de Gaza
PM promete continuar com ajuda diplomática ao fundador do portal WikiLeaks
Jornalista da AFP libertado pelas autoridades ao fim de 12 horas
EUA e UE exploram possibilidade de acordo comercial para promover crescimento

Capa do A Bola A Bola

«Quando estava em baixo sonha com um golo assim» - Cassano
Roger despede-se do Cruzeiro em lágrimas
Bruno Turco é reforço
Alex Sandro e Danilo voltam a falhar arranque da época
Dnipro entra na corrida por Ewerton
Capel sonha com a seleção
Shevchenko abandona seleção

Capa do Record Record

Sueca ganha avanço sobre a francesa?
Manhã de bowling para descontrair
Rosicky faz teste na véspera do jogo com Portugal
Meireles recusa comentar "apostas" de Platini
Lais De Leon já correu Mundo
Imprensa destaca uma "frouxa" Espanha
UEFA abre inquérito

Capa do O Jogo O Jogo

"....NO ÂMBITO DO PROCESSO DAS SECRETAS E TANTO SE PASSA NESTE PAÍS...!!!


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PUBLICO TAL COMO O RECEBI....EMBORA MUITO VAGO TEM ALGUNS ASPECTOS QUE APARENTEMENTE DEIXAM DÚVIDAS. SERÁ VERDADE?
 
É de ler...e de pasmar se tudo o que se afirma for verdade...Que custa a acreditar, custa...

PINTO BALSEMÃO - A COCAÍNA E A TRAIÇÃO DA EX-MULHER COM CARLOS CRUZ*

O relatório apreendido pelas autoridades ao “ex-espião” Jorge Silva Carvalho contém pormenores sórdidos sobre o patrão da SIC.

1970 – 1ª mulher inicia relação com Carlos Cruz.” Este é o título de mais um capítulo do relatório apreendido pelas autoridades ao ex-responsável do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa, Jorge Silva Carvalho, no âmbito do processo das secretas, cuja acusação foi deduzida recentemente, e onde são feitas considerações sórdidas sobre a vida privada do patrão da SIC.
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“A 1ª mulher, Maria Isabel Silva (Belixa) Lacerda Rebelo Pinto da Costa Lobo inicia uma relação com o apresentador Carlos Cruz (não é claro se a mesma tinha começado antes ou depois de Belixa se separar de Balsemão). De assinalar que, durante o depoimento do processo Casa Pia sobre esse período, Carlos Cruz tem o cuidado de nunca referir nem o nome de Maria Isabel, nem de Balsemão, nem dos filhos de ambos.
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A relação entre Balsemão e Cruz não era a melhor, dada a vontade deste em levar a Mónica e Henrique para Nova Iorque, ideia a que Balsemão se opôs”, escreveu o espião Paulo Félix, a quem Jorge Silva Carvalho ordenou que fizesse o relatório.
Segue-se uma nota feita pelo próprio Paulo Félix, a que ele denominou “coincidências”: “Circula na internet uma mensagem com o título ‘coincidências’.
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Refere que a SIC foi a única estação que esteve no Parlamento quando o juiz Rui Teixeira ali entregou o pedido de levantamento de imunidade a Paulo Pedroso.
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Refere depois uma série de relações pessoais ou profissionais de pessoas da SIC: Daniel Cruzeiro, chefe de redacção, é filho do advogado de Paulo Pedroso e é casado com Rita Ferro Rodrigues, também ela da SIC e filha do secretário-geral do PS; Sofia Pinto Coelho, jornalista, é casada com Ricardo Sá Fernandes, da defesa de Carlos Cruz; Ricardo Costa, editor de política, é irmão de António Costa, dirigente do PS.
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A que se somam estes factos: Cruz era apresentador da SIC até à eclosão do caso Casa Pia; Marta Cruz, filha do apresentador, era presença constante num programa da SIC; Herman José, arguido no mesmo caso, era apresentador de um programa da SIC.”
E o espião cita outras fontes para continuar com as “coincidências”: O dono da SIC, onde Carlos Cruz trabalhava é Pinto Balsemão; o dono do semanário Expresso, que denunciou o caso, é Pinto Balsemão.
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O primeiro-ministro em 1982, altura em que a secretária de Estado da Família, Teresa Costa Macedo, teve acesso ao relatório da Casa Pia com o nome de Carlos Cruz, era Pinto Balsemão.
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Balsemão é amigo e visita da Casa Redonda de André Gonçalves Pereira, que era o ministro dos Negócios Estrangeiros naquele mesmo ano de 1982 em que foram descobertas crianças na casa do embaixador Jorge Ritto.
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André Pereira é sócio de Balsemão.”
Outro episódio referido no relatório “secreto” prende-se com o nascimento de um filho de Isabel Supico Pinto, de nome Francisco Maria: “A criança só foi reconhecida pelo pai (Balsemão) após ordem do tribunal”, lê-se no documento elaborado por Paulo Félix, que relata depois a criação, em 1973, do semanário Expresso, e as perseguições da PIDE a Balsemão e ao falecido Sá Carneiro.
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“Balsemão usou o Expresso para defender as suas ideias políticas, usando uma perspectiva puramente instrumental e utilitária de um órgão de Comunicação Social.”
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O relatório analisa ainda a suposta má relação de Balsemão com Vasco Pulido Valente, que apelidou o patrão da SIC como “Francisquinho, o medíocre mensageiro”, passa pela fundação do PSD, pela admiração de Balsemão por Mao Tse-Tung e pela visão pessimista da entrada de Portugal na então Comunidade Económica Europeia (CEE). É igualmente abordada uma possível ligação de Balsemão e de jornalistas do Expresso à KGB, a secreta da ex-URSS, em 1980 e a sua nomeação para primeiro-ministro.
A TV da Igreja

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Uma parte extensa do relatório elaborado para Jorge Silva Carvalho prende-se com a promessa de Pinto Balsemão, em Janeiro de 1982, de uma televisão para a Igreja:
“Quando foi primeiro-ministro, Francisco Pinto Balsemão prometeu um canal de televisão à Igreja, mas mudou de ideias quando regressou ao seu grupo de comunicação, admitindo apenas a concessão do canal 2 da RT, uma vez que tinha então interesse na criação do seu próprio canal.
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Actualmente, o presidente da Impresa está contra a criação de mais TV’s, por temer os efeitos de mais concorrentes em sinal aberto.”
Pinto Balsemão, assegura o relatório, terá mesmo impedido que Cavaco Silva cumprisse a promessa que ele próprio terá feito à Igreja.
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“Já em 2009 Pinto Balsemão afirmou, perante deputados na Assembleia da República, ter fortes dúvidas sobre a existência de mercado publicitário para todos os canais em sinal aberto.
Hoje, é um dos maiores opositores à privatização da RTP, que vê como séria ameaça à sobrevivência da SIC, mergulhada em dificuldades financeiras”, acrescenta o relatório agora na posse das autoridades.
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A espionagem feita a Balsemão fala igualmente da sua desavença com Marcelo Rebelo de Sousa, tudo porque o professor terá tratado Balsemão por Francisco e este exigido a Marcelo que o chamasse primeiro-ministro.
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Apesar disso, lê-se no documento, Balsemão entregou o Expresso a Marcelo e este acabou por se revelar um crítico feroz do Governo.
“Talvez para afastar Marcelo do Expresso, talvez por querer aproveitar o seu talento nas negociações parlamentares, talvez pelas duas coisas, Balsemão chamou-o ao Governo.
Não demorou a arrepender-se.
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Na semana das autárquicas de 1982, decisivas para o futuro do moribundo Governo, Marcelo comunicou ao seu amigo Francisco que iria demitir-se do Governo.
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O primeiro-ministro não gostou de ver o seu protegido abandonar o barco que se estava a afundar, mas este prometeu manter a boca fechada. Dois dias depois a notícia estava escarrapachada na capa do DN. Balsemão chamou-o logo a S. Bento e deu-lhe um violento raspanete.”

Grupo Bildeberg
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O grupo de Bildeberg é outro assunto tratado no relatório de espionagem ao dono da Impresa:
“Balsemão tem-se revelado, ao longo dos anos, como um agente de influência, sabe-se lá ao serviço de quê e controlado por quem.
A sua participação em encontros de Bildeberg é disso exemplo.
Trata-se de uma organização nada transparente e que, por isso mesmo, muitos rumores e teorias da conspiração tem suscitado, mas que, independentemente dos objectivos específicos, é um concentrado de gente com claras ambições de controlo de tudo o que de importante se passa no globo, sem que se conheçam as suas motivações, nem objectivos, sabendo-se apenas que são os seus objectivos particulares que os movem. Aos encontros de Bildeberg, Balsemão, que funciona como porteiro português do grupo, tem levado inúmeras personalidades portuguesas.
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Ele escolhe o convidados do grupo desde 1988.”
O diferendo com Emídio Rangel é igualmente abordado no relatório, ficando a saber-se que Balsemão considerava o então director da estação de Carnaxide “um gastador”.
As críticas a Rangel terão motivado uma cisão na SIC, que culminou com o afastamento do director.

O consumo de cocaína

As referências pouco abonatórias no relatório mandado elaborar por Jorge Silva Carvalho sobre Pinto Balsemão surgem ainda referências sobre os hábitos do empresário.
Uma delas prende-se com o alegado consumo de cocaína: “É pública a história de que, depois de um voo de 12 horas, vindo de Macau, Balsemão foi jogar golfe.
Em 2001, ao Expresso, justificou a proeza com a sua resistência física.
Resistência que ainda hoje é provada pelas horas que passa a trabalhar. Facto atribuível, segundo fontes bem informadas, a uma operação de Relações Públicas.
Outras fontes ligam esta resistência física ao consumo de cocaína.”
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E o relatório vai mesmo mais longe: “Associado ao caso Casa Pia surgem rumores do consumo por Balsemão de cocaína.”
E Paulo Félix cita um documento do GOVD – Grupo Operacional de Vigilância Democrática:
“As testemunhas são falsas, mentirosas, treinadas e pagas com o dinheiro da droga, as duas moedas que também pagam Felícia Cabrita.
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Ela é, como é público, alcoólica e cocainómana em adiantado estado de dependência.
Daí as suas intimidades com Pinto Balsemão de quem também é fornecedora”.
Outra nota da espionagem vai para um alegado negócio de gestão danosa de Balsemão e que teve alegadamente a ver, em 2009, com o facto da Impresa ter perdido 5,8 milhões de euros com a alienação da Iplay por um euro:
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“Este é um negócio que configura, no mínimo, uma situação de gestão danosa por parte de Balsemão. 5,8 milhões de euros foi quanto custou à Impresa a alienação da editora discográfica Iplay (…). O valor resultou de perdas de imparidade de 1,7 milhões e prejuízos de exercício de 4,1 milhões, montante que foi registado em actividades descontinuadas nas contas referentes a 31 de Dezembro de 2008 da Impresa”.
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A Iplay acabou por ser alienada à Fantasy Land e à Lemon por um euro.
A empresa tem, segundo o espião, uma situação positiva, conforme revelaram os novos donos.
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O relatório elaborado por ordem de Jorge Silva Carvalho termina com um perfil de Belmiro Azevedo, onde se descrevem todos os cargos por ele ocupados ao longo da vida, os seus dados pessoais, as suas raízes beirãs, as suas características pessoais, onde se inclui o gosto pelo golfe e por tocar bateria. E destaca-se uma frase do próprio Pinto Balsemão: “Se obtive êxito como empresário, foi pelo facto de me sentir acima de tudo jornalista.”

ATÉ QUANDO UM PAÍS MAL CHEIROSO?


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Ouve-se isto e fica-se estarrecido !!!!
A degradação política atingiu um patamar de insustentabilidade.
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A classe política é, no geral, ignorante, inculta, presunçosa e não séria,  tendo transformado o nosso país num local mal cheiroso e mal frequentado ?

O Algarve assiste ao desmontar das gruas e Espanha está em saldo...

Ainda me lembro de quando eu era miúdo ver gruas por tudo quanto era sítio no Algarve, só na minha terrinha (São Bras de Alportel) viam-se gruas por tudo quanto era sítio.
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O auge do Boom da construção no Algarve foi por volta do ano 2000, a partir de 2003-2004 as coisas começaram a abrandar e actualmente custa-se a ver um obra, claro que teve consequências negativas, um tio meu que é carpinteiro já não tem nem metade do serviço que tinha há 10 anos atrás e conheço uma larga fatia de pessoas por lá que perderam empregos ou viram ordenados reduzidos drasticamente devido à crise no sector da construção civil.
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O Algarve só tem tido idiotas a governá-lo, quiseram concorrer com Espanha no turismo e perderam porque foram estúpidos, pensaram que o Algarve podia viver da construção civil eternamente, só um louco pena isso, o Algarve precisa é de apostas na agricultura, renovação da agricultura algarvia e investimento no turismo rural (muito poucos conhecem a beleza da serra do caldeirão e as termas de Monchique), o Algarve tem toda uma série de produtos regionais que poderiam ser exportados para o estrangeiro, como o Medronho, O famoso Licor de Alfarroba, os doces regionais, o vinho do Algarve também já começa a ser conhecido e exportado, especialmente o de Lagoa, mas falta muito mais esforço nessa área, o sector da cortiça também precisa de renovação e investimento, aliás, há especialistas que consideram que o Algarve tem a cortiça de melhor qualidade no mundo, etc... no entanto ninguém parece lembrar-se disso...

Não faltaram os milhões para investir na merda dos estádios de futebole há uns anos, mas quando os agricultores algarvios pedem meia-dúzia de tostões para projectos de investimento, aí o governo diz que não tem dinheiro.
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O governo também diz que não há dinheiro para financiar projectos de turismo rural, afinal o governo tem dinheiro para quê??? É só para encher o cu das elites???

The Futility of European Elections

June 19, 2012 | 0903 GMT

Stratfor
Por George Friedman
Europa e os mercados financeiros assistiram, atentamente, em 17 de Junho como a Grécia realizou eleições gerais.


A chanceler alemã, Angela Merkel, o presidente francês, François Hollande e primeiro-ministro italiano Mario Monti todos cancelaram seus voos para o 18 G-20 Cimeira de Junho no México para aguardar os resultados.
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Os dois principais candidatos nas eleições eram o centro-direita Partido da Nova Democracia (ND), que se comprometeu a manter os seus compromissos da Grécia com a austeridade e honrar os acordos financeiros do país com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional, e da Coligação da Esquerda Radical (SYRIZA), um grupo de extrema-esquerda político que se comprometera a rejeitar acordos existentes da Grécia, de austeridade final e manter a posição do país na zona euro.

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Um terceiro grande, o centro-esquerda Movimento Socialista Pan-helénico (PASOK), as ações da posição do ND de manter acordo de resgate da Grécia. PASOK tinha sido o partido dominante da Grécia, até que formou um governo de unidade com o ND no final de 2011.
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Por um tempo pareceu que estas eleições seriam definitivas. Ou a Grécia iria rejeitar o acordo do país com seus credores internacionais, potencialmente ser forçado a sair da zona do euro, ou não.
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Se a Grécia rejeitou austeridade e à força ou voluntariamente deixou a zona do euro, o país poderia estabelecer um precedente para outros estados problemáticos e precipitar uma crise financeira - uma saída da zona do euro e padrão provavelmente andam de mãos dadas. Europa seria testada como nunca antes, e seria descobrir qual é sua resiliência a uma ampla crise financeira.
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Mas, na Europa, o resultado, pelo menos provável é ser definitiva. ND ganhou a eleição com cerca de 29,5 por cento dos votos, ganhando 78 lugares no parlamento, mais outros 50 assentos atribuídos ao partido vencedor pela Constituição grega.
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SYRIZA recebeu cerca de 27,1 por cento dos votos, o equivalente a 72 assentos, e PASOK recebeu cerca de 12,2 por cento dos votos, ou cerca de 33 assentos. O restante dos votos espalharam-se entre uma série de outros partidos. Um partido precisa de 151 lugares para obter uma maioria absoluta no parlamento, mas já que nenhum partido passou desse limiar, uma coaligação de governo deve ser formado.
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Assim, o ND precisa do PASOK se vai costurar uma coaligação de governo, mas o PASOK disse que não vai participar em uma coligação sem SYRIZA. É claro que uma coaligação seria semelhante entre um partido que quer respeitar o acordo de resgate e um partido que quer para rejeitá-lo, mas tal coaligação é improvável de acontecer de qualquer maneira. SYRIZA quer formar uma forte oposição. Algo semelhante a um governo, eventualmente, será montado independentemente da retórica atual.
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A votação grega não resolveu nada. Na verdade, ela não pode mesmo levar à formação de um governo, a última eleição não conseguiu produzir um governo e forçou esta eleição. Que a crise europeia será mais, gravemente, afectada num país tão, politicamente, turbulento poderia ser visto como lamentável.
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Por outro lado, pode-se argumentar que a crise inevitavelmente seria mais grave no país mais dividido - não porque as divisões causaram a crise, mas porque a crise fez com que surgissem as divisões.
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A pressão exercida sobre as circunstâncias na Grécia minava qualquer ordem política que estivesse no lugar, as opções para os formuladores de políticas eram tão limitado e tão assustador que as respostas coerentes foram difíceis.
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Grécia tem opções, mas é incapaz de escolher uma. Mais do que tudo, a Europa quer uma decisão sobre seu futuro, seja qual for essa decisão poderia ser. Em 17 de junho, Grécia desapontada pelo não à Europa por causa da escolha que fez, mas porque foi prejudicada com a indecisão.
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Gestão de Crises
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Indecisões da Grécia são ao nível do solo da Europa. Outra e mais importante quadro de indecisão está a emergir em relações franco-alemãs.
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O Partido Socialista Francês obteve a maioria absoluta no mesmo dia em que os gregos entraram em outro impasse. Isso torna possível para os socialistas da França para formar um governo sem os Verdes, dando Hollande uma plataforma forte e coerente a partir da qual operam.
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A posição da França sobre o gerenciamento da crise da dívida soberana difere fundamentalmente da Alemanha. A Alemanha disse que não vai concordar com as soluções propostas que essencialmente transformar a zona do euro em uma união de transferência até que o resto da Europa pode equilibrar seus orçamentos, através de medidas de austeridade.
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Alemanha acredita que este deve ser o primeiro passo para a União Europeia e da integração da zona do euro. Hollande toma uma posição diferente. Ele também quer uma maior integração europeia e da zona do euro. No entanto, Hollande defende estímulo económico ao lado de medidas de austeridade, como forma de reequilibrar as finanças dos governos europeus.
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Hollande quer crescer fora da Europa os seus problemas financeiros. Isto significa economias estimulantes, um processo que requer gastos deficitários. Hollande defende uma doutrina tradicional keynesiana de que a demanda crescente de bens entre os consumidores irão aumentar a atividade econômica e aumentar o investimento.
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Como um socialista com um forte contingente de esquerda em seu partido, Hollande não pode apoiar a posição alemã, que constrange a economia, principalmente pela diminuição das despesas do governo, o consumo, assim, deprimente.
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A diferença entre as abordagens francesas e alemãs é substancial. Ela revela uma disputa no coração da estratégia europeia para gerir a crise. Os alemães têm sido agressivas na exigência de orçamentos equilibrados. Os franceses estão se tornando igualmente agressivos na exigência de políticas expansionistas.
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Ambos querem evitar padrões, mas os alemães querem garantir o pagamento da dívida por uma combinação de resgate e austeridade. O francês deseja adicionar a este estímulo, o que muda completamente a situação, porque o estímulo seria financiado em grande parte pelos cofres alemães.
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Esta não é uma simples questão de teoria económica divergente. É uma questão de interesse nacional. França não é tão economicamente decrépita como a Espanha ou a Itália, muito menos a Grécia, mas ainda assim ele está sentindo as pressões da crise financeira.
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Se a Europa continua em seu caminho rumo à recessão, a França irá enfrentar o aumento do desemprego e, portanto, a pressão política interna no âmbito do plano alemão. Não é em Hollande Popular ou interesses da França para seguir o curso de alemão.
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Por seu turno, a Alemanha não pode se arriscar a défices orçamentais adicionais no sistema económico europeu. Economia robusta da Alemanha dá ao país uma almofada financeira para amenizar os efeitos dos cortes de déficit, o resto da Europa, incluindo França, não tem esse luxo.
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Curiosamente, França e Alemanha eram como um sobre esta questão até Hollande foi eleito presidente. De fato, a fundação e missão da integração europeia tem sido o alinhamento próximo da Alemanha e da França.  

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Um princípio fundador da União, tal alinhamento garantido estabilidade e conflitos desencorajados que tinha rasgado a Europa distante. Agora, a Europa perdeu a sua coerência ao mais alto nível, ainda que de forma mais ordenada do que na Grécia.
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Desarmonia e Opinião Pública
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Claro, a situação não é tão simples. O que a Alemanha diz que quer diferente do que ela permite que isso aconteça. Alemanha pretende favorecer austeridade disciplinada, mas mais do que qualquer outro país a Alemanha precisa da zona do euro permaneçam intactos.
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É, portanto, dispostos a comprometer a austeridade e na subscrição de dívidas incobráveis. Por outro lado, Alemanha rejeita a ideia de que uma estratégia sistemática para estimular o crescimento é necessária, ou susceptíveis de funcionar. França não vê outra solução, sob pena de enfrentar a austeridade em si. Ambos querem diferentes políticas fiscais dos membros e também, logicamente, do Banco Central Europeu.
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Desde os membros mais assediados da União Europeia para as relações entre seus membros mais fortes e mais estável, agora há desarmonia profunda. O que leva esta desarmonia é a opinião pública.
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O público grego está dividido politicamente e, portanto, a Grécia está paralisada. França realizou uma eleição na qual Hollande, que tem sérias dúvidas sobre a política alemã, forçado a sair e substituiu o ex-presidente francês, Nicolas Sarkozy, com quem compartilhou a posição alemã sobre o gerenciamento da crise.
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Não são os políticos que são divididas. Pelo contrário, o eleitorado está dirigindo além de políticas. A solução para o problema alemão é muito desagradável para o resto da Europa, que os políticos tradicionais de elite de apoio plano da Alemanha, como Sarkozy e o ex-primeiro-ministro grego George Papandreou, estão sendo substituídos. Seus substitutos tendem a rejeitar a posição alemã.
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Na verdade, a realidade política tem dificultado as ações dos legisladores europeus. Até cerca de cinco anos atrás, um amplo consenso regido Europa quando se tratava de assuntos da União Europeia, e os políticos eram livres para se alinhar com a Europa. Isto já não é o caso - a solução para manter a Europa divergiu. O mais importante, a Alemanha tornou-se o problema da zona euro onde uma vez foi a solução.
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Questões estruturais, como a dependência alemã das exportações para a União Europeia, apenas em parte, explica a mudança na percepção pública da Alemanha. Mais precisamente, os métodos alemães para gerir a crise cada vez mais são vistos por outros países como ameaças significativas para seu bem-estar - não há uma coalizão anti-alemão.
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Alemanha quer encontrar alojamento com a França. O problema reside na forma como as visões francesa e alemã estão reconciliados. França ainda não está liderando uma coaligação contra a Alemanha, mas é difícil imaginar um cenário diferente.
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As eleições são realizadas mais, mais o público vai forçar seus líderes em várias direções. Mais frequentemente do que não, esta direção vai abster-se de austeridade e na Alemanha.
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Com o tempo isso vai solidificar-se em um novo mapa. Enquanto isto ainda está para acontecer, as eleições recentes no mínimo não estão resolvendo o problema da Europa. De facto, eles podem ser ainda mais dividindo o continente. E há muitas eleições pela frente.

P.S - Tradução livre com possiveis erros, técnicos, ortográficos. Para bom entendedor meia-palavra basta

KAOS:Proposta mal cheirosa




O economista Miguel Cadilhe sugeriu hoje a criação de um novo imposto este ano em cerca de 4,0 por cento da riqueza do país e pago por todos os portugueses de uma só vez. O ex-ministro das Finanças,Miguel Cadilhe, que se dirigia ao Governo e ao parlamento num seminário sobre um ano de programa de assistência financeira a Portugal a decorrer no senado da Assembleia da República, sugeriu hoje a criação de um novo imposto de 4,0 por cento sobre a riqueza líquida em ‘one shot’ [de uma só vez]», classificando-o como um «tributo de solidariedade» dos portugueses.
Como não gosto de ser mal educado e o que me apetecia era mandar este gajo à merda escolhi este boneco para não ter de o dizer por escrito. É que daquela cabecinha só sai mesmo bosta e da mais mal cheirosa. Certamente que para ele contribuir com 4% de tudo aquilo que ganha não lhe causaria grandes problemas, não o faria perder a casa nem fazer a sua família passar fome, mas para quem já vive com a corda no pescoço seria apertar ainda mais o nó. Que se lixe a boa educação, afinal sempre o vou mandar à merda. Vá à merda Sr. Cadilhe

MUDAM-SE OS TEMPOS, MUDAM-SE AS VONTADES....!!!




Diferença entre Euro 2004 e Euro 2012
 

ORA VEJAM LÁ O MARIDO DE UMA FAMOSA DA RTP...!!!

Marido de Sónia Araújo em tribunal por burla qualificada

Vítor Martins obrigado pela Justiça a devolver 150 mil euros
Vítor Martins está a responder em tribunal por uma acusação de burla qualificada. O marido da apresentadora Sónia Araújo foi, para já, obrigado pela Justiça a devolver 150 mil euros.
 
O empresário pode incorrer numa pena de prisão que pode chegar aos 5 anos, segundo avança a revista Lux que esta quinta-feira chegou às bancas.
 

COM O PEDIDO DE PUBLICAÇÃO


(Divulguem sff)

O Clube C & C apresenta:

"Os Portugueses no Sião, Uma História de Comércio, Religião e Lealdade”

“Uma mera viagem de turismo à Tailândia fez-me descobrir o passado de um povo que muito me diz respeito”. Pedro Daniel Oliveira, jornalista do semanário católico O CLARIM, a publicação de língua portuguesa ainda em circulação mais antiga de Macau, nas suas frequentes deslocações ao “País dos Sorrisos”, absorve e respira com entusiasmo a influência e o legado dos portugueses no antigo Reino do Sião (actual Tailândia).
 .
Pedro Daniel Oliveira é natural de Benavente, distrito de Santarém, Portugal. Depois de completar os estudos, serviu a Força Aérea Portuguesa, no Centro de Formação Militar e Técnica da Força Aérea (CFMTFA). Transitou para a Polícia de Segurança Pública, efectuando serviço na área da Divisão de Oeiras, tendo depois resignado da corporação, a seu pedido, para fixar residência em Macau. Aqui desempenhou funções na área da realização, no canal português de televisão da TDM. No jornalismo, trabalhou no Jornal Tribuna de Macau, no semanário católico O CLARIM (Macau) e no semanário O MIRANTE (Portugal). Presentemente, desenvolve a sua actividade profissional no semanário O CLARIM. Colabora também com a Macao Magazine (inglês).

Aqui fica o convite para se juntar a nós neste fim de tarde diferente…


26/6/2012, 18:30- Clube C & C, Av da Praia grande, 759- 5 andar, Macau

A diferença entre um coveiro e um assessor


Assessor Vs. coveiro


EXEMPLO 1 
Ora atentem lá nesta coisa vinda no Diário da República nº 255 de 6 de Novembro:
No aviso nº ----     (2ª Série), declara-se aberto concurso no I.P.J.
Para um cargo de "ASSESSOR", cujo vencimento anda à roda de 3500 euros).
Na alínea 7:... "Método de selecção a utilizar é o concurso de prova pública que consiste na
"... Apreciação e discussão do currículo profissional do candidato."

EXEMPLO 2Já no aviso simples da pág. 26922, a Câmara Municipal de Lisboa lança concurso externo de ingresso para COVEIRO, cujo vencimento anda à roda de 450 EUR mensais.
Método de selecção:
Prova de conhecimentos globais de natureza teórica e escrita com a duração de 90 minutos.
A prova consiste no seguinte:
1. - Direitos e Deveres da Função Pública e Deontologia Profissional;
2. - Regime de Férias, Faltas e Licenças;
3. - Estatuto Disciplinar dos Funcionários Públicos.
4. - Depois vem a prova de conhecimentos técnicos: Inumações, cremações, exumações, trasladações, ossários, jazigos, columbários ou cendrários.
5. - Por fim, o homem tem que perceber de transporte e remoção de restos mortais.
6. - Os cemitérios fornecem documentação para estudo.
Para rematar, se o candidato tiver:
- A escolaridade obrigatória somará + 16 valores;
- O 11º ano de escolaridade somará + 18 valores;
- O 12º ano de escolaridade somará + 20 valores.
7. - No final haverá um exame médico para aferimento das capacidades físicas e psíquicas do candidato.
ISTO TUDO PARA UM VENCIMENTO DE 450 € MENSAIS!
Enquanto o outro, com 3.500 € só precisa de uma cunha...!!!
Vale a pena dizer mais alguma coisa...?!
DIVULGUEM!!! Urge que se mostre indignação. Basta de cinismo e de hipocrisia!
Moralidade... precisa-se com urgência!
Por estas e por outras, é que em Portugal existem Coveiros Cultos e Assessores de merda.

PASSOS COELHO E PAULO PORTAS EM MOÇAMBIQUE

Passos Coelho em Moçambique
 
UMA VERGONHA…
 Vejam a carta (e-mail) de Luís Bento, ex-combatente, depois da foto.
Uma vergonha o que estes fulanos do Governo fizeram e fazem...
Mais uma vez os nossos ex-combatentes foram humilhados e IGNORADOS !!!
 
OS MEUS PARABÉNS AO SR. BENTO, POR NOS TER PROPORCIONADO ESTE "E-MAIL". 
 




Recado para o Sr. Coelho de Massamá e restante séquito governamental.
Fui um dos Portugueses que votou em si para Primeiro-Ministro de Portugal.
Estou desiludido com V.Exa.!
Não se pense porque me tirou na reforma ou porque está dificultando brutalmente a vida dos Portugueses.
Nada disso!
Isso são "situações" que terá de resolver, para tanto candidatou-se, voluntariamente, a essa tarefa.
Sabia para o que ia!
Cumpra!
Acabo de ler algures que V.Exa. depositou, em Maputo, um ramo (coroa) de flores em homenagem aos guerrilheiros da independência de Moçambique, especialmente a Josina Machel.
É verdade?
Muito bem!!
Como sabe em Maputo há dois cemitérios com militares Portugueses mortos em combate, que dignificaram as suas vidas morrendo em defesa da Pátria Portuguesa.
Pensou, durante um brevíssimo segundo, neles?
Referiu essa efeméride?
Esqueceu-se?
Ou teve respeitos humanos?
Colocou uma simbólica rosa em memória desses seus compatriotas?
Preocupou-se em saber a indignidade que revelam as suas campas?
Claro, que não!
Estou envergonhado perante a memória desses meus ex-camaradas militares, com a sua atitude (ou falta dela), Senhor Primeiro-Ministro!
Estou certo que Portugal lamenta !
Não esqueceremos V.Exa(?) na hora da próxima votação, não esqueceremos…
Luís Bento
(ex refugiado (1974) de Moçambique na África do Sul)