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sexta-feira, 22 de junho de 2012

PORTUGAL O PAÍS DA TOLERÂNCIA PARA OS "BANDIDOS" ENGRAVATADOS


Foi isto que aconteceu depois da primavera de 1974. Criaram-se sociedades de malfeitores que tomaram conta de Portugal. Os portugueses foram votando nos bandidos e actualmente a pagar bem caro! Este género de gente, sem moral, assaltaram as instituições pública tomando conta delas e dos destinos dos portugueses.

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VOLTAMOS ÀS RAÍSES, QUE FOMOS, DE NÓMADOS


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São cada vez mais os portugueses do interior que emigram

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Sandra Salvado/Nuno Sabino
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São cada vez mais os portugueses que fogem do interior de Portugal rumo ao estrangeiro em busca de melhores condições de vida. Em Alcains, no concelho de Castelo Branco, há famílias inteiras que dizem já não ter alternativa a não ser a emigração.

KAOS: "DURÃO BARROSO UM LACAIO COM CARA DE CHERNE"



O SILVA MANHOSO PROMULGA NOVA LEI LABORAL



Cavaco promulga nova lei laboral

 

A CORJA DOS AUTO-NOMINADOS DONOS DE PORTUGAL



Ex-administrador do BPN acusa Constâncio e Teixeira dos Santos

Ex-administrador do BPN acusa Constâncio e Teixeira dos Santos 
RTP

Meira Fernandes acusou o antigo governador do Banco de Portugal e o ex-ministro das Finanças de terem agravado a situação do BPN com declarações feitas na altura em que o ‘escândalo’ rebentou. O antigo administrador do banco entretanto nacionalizado disse ainda que o Estado teria poupado 380 milhões de euros se tivesse seguido o 'plano Cadilhe'.

"A partir do momento em que começámos a comunicar ao Banco de Portugal o que íamos encontrando, o Banco de Portugal começou a reagir como se o mensageiro fosse culpado da mensagem. 
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As relações começaram a ser azedas", relatou Meira Fernandes, respondendo a questões do deputado do CDS João Almeida, o primeiro a inquiri-lo durante a audição ao antigo administrador do BPN no âmbito da segunda Comissão de Inquérito ao BPN.Ouvido esta sexta-feira na segunda Comissão de Inquérito ao BPN, o antigo administrador responsabilizou os dirigentes pelo agravamento da liquidez da instituição bancária, ao assustarem depositantes e mercados.
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Meira Fernandes, que integrava a administração do Banco Português de Negócios (BPN) na altura da nacionalização, condenou a atuação do Banco de Portugal em todo o processo, repetindo algumas das críticas já avançadas por Miguel Cadilhe na semana passada, igualmente na segunda Comissão de Inquérito ao BPN. Segundo Meira Fernandes, além de o Banco de Portugal ter sido “negligente” na supervisão ao BPN, o seu comportamento "conduziu ao agravamento da liquidez" do banco.

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"Quem assustou [os depositantes] foi o governador do Banco de Portugal, provavelmente involuntariamente, ao afirmar em outubro que havia dois bancos pequenos com problemas, que éramos nós e o Finibanco", acusou o antigo administrador do BPN. Para Meira Fernandes, tais declarações de Vítor Constâncio, agravadas por afirmações de Teixeira dos Santos que “alimentaram a situação”, terão provocado uma corrida aos depósitos, incluindo de entidades públicas como a Casa da Moeda e a Segurança Social.

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"A forma miserável como [o Banco de Portugal] nos foi apoiando, com montantes mínimos, aos pinguinhos, e a não intervenção quanto ao levantamento dos depósitos pelos organismos públicos. Tudo isto contribuiu para o agravamento da liquidez", acusou o ex-administrador do banco nacionalizado em novembro de 2008.

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Ainda assim, afirmou Meira Fernandes, a "sangria" de depósitos no BPN deu-se apenas após a nacionalização, porque as "pessoas não acreditaram muito na intervenção do Estado". Os depósitos, que em 2008 eram de 4,4 mil milhões de euros, caíram para 1,68 mil milhões de euros, especificou Meira Fernandes.

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Estado teria poupado 380 milhões com “plano Cadilhe” Ana Catarina Mendes perguntou diretamente a Meira Fernandes quantos economistas, em 2008, apoiaram a viabilidade do "plano Cadilhe" para a recuperação do BPN. Meira Fernandes respondeu: "Provavelmente nenhum". "Provavelmente na altura estava toda a gente com a nacionalização, assim como agora está toda a gente contra a nacionalização".
 
"Provavelmente nenhum" reputado economista português acreditou na viabilidade do ‘plano Cadilhe’ para recuperar o BPN sem recurso à nacionalização, admitiu Meira Fernandes à pergunta direta da deputada socialista Ana Catarina Mendes. Contudo, o antigo administrador do banco defendeu que o resgate à instituição teria custado menos 380 milhões de euros se o plano tivesse sido aceite.

"Como havia uma participação dos acionistas de 380 milhões de euros, em qualquer caso era sempre menos 380 milhões de euros. É aritmética, porque o Governo podia depois nacionalizar [o banco] em qualquer altura", defendeu Meira Fernandes.


O plano de reestruturação de Miguel Cadilhe, então presidente do BPN, passava por um misto de capitais públicos e privados, com a injeção de 380 milhões de euros pelos acionistas, enquanto o Estado entrava com 600 milhões de euros em ações preferenciais, com um dividendo prioritário.

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No entanto, o Governo de José Sócrates optou pela nacionalização do banco, decisão igualmente criticada por Meira Fernandes durante a audição. Para o responsável, o argumento de risco sistémico utilizado pelo executivo não se colocava para um banco que tinha dois por cento de quota de mercado. Para além disso, o Governo terá recusado a injeção dos 600 milhões de euros devido aos “custos para os contribuintes”, quando essa cedência de capital era "remunerada" e com "dividendo prioritário", e depois considerou que a nacionalização seria a melhor opção.

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Procurando responder às críticas de Meira Fernandes, Ana Catarina Mendes relembrou que "nem os acionistas conseguiram fazer a injeção de capital" que o conselho de administração precisava para o plano Cadilhe e voltou a defender a existência de risco sistémico. "Não se pode dizer que, a partir de 2008, não aconteceu nada na Europa ao nível da crise do sistema financeiro e não se pode dizer que o risco sistémico [decorrente da falência do BPN] era um fantasma. Em vários países da Europa houve bancos nacionalizados", observou a deputada do PS.

“Fomos completamente enganados”

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O ex-administrador do BPN afirmou que a sua equipa, liderada por Miguel Cadilhe, foi "completamente enganada", inclusive “por alguns dos acionistas” da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), numa alusão ao facto de a equipa desconhecer o teor de um documento intitulado "estado da Nação" sobre a situação do grupo.
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De acordo com Meira Fernandes, a sua equipa entendia que a SLN deveria opor-se à nacionalização do BPN proposta pelo Governo, apresentando duas ações, uma delas sobre os critérios de avaliação do valor patrimonial do banco para efeitos de indemnização.

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"Mas alguns acionistas entenderam que isso não seria bom, porque demorava anos e criava maiores dificuldades. A certa altura apercebemo-nos que a SLN não veria com maus olhos se nós saíssemos, porque preferiam pôr pessoas eventualmente mais competentes e mais flexíveis (no sentido de saber negociar)", disse Meira Fernandes. “Presumo que eles [acionistas da SLN] não ficaram tristes por nós termos saído", acrescentou.

EURO 2012: E ASSIM PORTUGAL CHEGOU ÀS MEIAS FINAIS



O QUE NÃO ERA ESTRANHO.... ERC É LIXO


 

Media :: Noticias

Bárbara Reis diz que ERC “revelou a sua inutilidade”

21 de Junho de 2012 às 14:48:57, por Meios & Publicidade
A directora do Público, Bárbara Reis, considerou que a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) “revelou a sua inutilidade”, ao não ser “capaz de formular um juízo, de emitir uma opinião” sobre o caso Relvas/Público. 
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A ERC “não deu como provada a existência de pressões ilícitas do ministro Miguel Relvas”, que tutela a comunicação social, sobre o jornal Público, segundo uma deliberação hoje emitida.
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Uma nota de imprensa sobre a deliberação do caso envolvendo o ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares refere que o Conselho Regulador da ERC entende que “não se comprovaram as denúncias” de que Miguel Relvas “tenha ameaçado promover um ‘blackout’ informativo de todo o Governo em relação ao jornal e divulgar na Internet um dado da vida privada” de uma antiga jornalista do Público, Maria José Oliveira.
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Numa declaração escrita enviada à agência Lusa, a directora do Público, Bárbara Reis, sustentou que, “com este documento grande, mas praticamente vazio, a ERC revelou a sua inutilidade”. 
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Segundo Bárbara Reis, o regulador da comunicação social “não foi capaz sequer de formular um juízo, de emitir uma opinião, escudou-se na ideia de não ter conseguido provar factos – e de facto não há uma gravação dos telefonemas – para se abster de emitir uma opinião sobre o que se passou”. 
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Para a directora do jornal, que reitera as pressões de Miguel Relvas sobre o Público, a deliberação da ERC dá “por provado apenas aquilo onde existe uma coincidência entre as partes”. Todas as questões, defende, “onde não há uma coincidência rigorosa”, a ERC “dá os factos por não-provados”. 
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Não sendo a Entidade Reguladora para a Comunicação Social um tribunal, acrescenta Bárbara Reis, “não se tratava de encontrar provas irrefutáveis sobre este ou aquele facto, tratava-se de ouvir as pessoas e formar uma convicção”.
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Antes mesmo de ser divulgada a deliberação da ERC, o ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, que refuta as ameaças, afirmou, no Porto, estar tranquilo em relação ao relatório. 
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A Lusa procurou adicionalmente um comentário do Conselho de Redacção (CR) do Público, que denunciou as alegadas ameaças, mas um dos seus membros disse que o órgão representativo dos jornalistas do diário não se vai pronunciar sobre a deliberação da ERC. A jornalista visada, Maria José Oliveira, também contactada pela Lusa, escusou-se a comentar a decisão do regulador.
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PS quer Relvas no Parlamento
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O PS anunciou esta quinta-feira que vai voltar a requerer a presença no Parlamento do ministro Miguel Relvas para esclarecer eventuais “comportamentos eticamente reprováveis” levantados pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social no caso com o jornal “Público”. 
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“Vamos chamar de novo o ministro ao Parlamento, na altura o nosso pedido foi recusado porque se estava à espera das conclusões da ERC, ora é a própria ERC que diz que poderá ter havido um ato reprovável ética e deontologicamente”, salientou a vice-presidente da bancada socialista Inês de Medeiros.
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A deputada do PS, que falava aos jornalistas à entrada para a reunião do grupo parlamentar, assinalou que a deliberação da ERC “assume que há uma série de contradições nas declarações do senhor ministro, tanto ao nível do que foi dito no Parlamento como depois em audiência”. 
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“Essas contradições levam a ERC a concluir que poderá haver um comportamento eticamente reprovável e que deve ser ponderado, se é a própria ERC que o assume então os esclarecimentos devem ser prestados aqui”, defendeu.
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Inês de Medeiros sublinhou que “compete ao Parlamento fazer essa ponderação mas sobretudo a avaliação política das acções do Governo”. “Nesse sentido voltamos a insistir que, face à gravidade dos factos aqui presentes, com ponderação mas com exigência, não fazendo juízos ´a priori’, o senhor ministro Miguel Relvas deverá vir à comissão, num lugar aberto, prestar os devidos esclarecimentos para que todos os cidadãos possam ter a certeza de que vivem num país onde a imprensa é livre de qualquer tipo de pressão”, concluiu.
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A história do caso Relvas
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O Conselho de Redacção do Público denunciou, a 18 de Maio, ameaças do ministro Miguel Relvas sobre o jornal e a jornalista Maria José Oliveira. 
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As alegadas ameaças eram a divulgação na internet de dados da vida privada da jornalista e um boicote noticioso do Governo ao diário, caso fosse publicada uma notícia sobre declarações do ministro no Parlamento relativamente ao chamado “caso das secretas”. 
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A notícia acabou por não ser publicada. A direcção do jornal considerou que não havia matéria nova relevante relativamente ao último texto da jornalista sobre a matéria. Maria José Oliveira defendeu que este segundo texto pretendia evidenciar “incongruências” nas declarações do ministro no Parlamento.
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O CR do Público advogou, no entanto, que o texto devia ter sido publicado e que as invocadas ameaças do ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares deviam ter sido divulgadas. A direção do Público respondeu que essa não é a prática do jornal.
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No início deste mês, Maria José Oliveira demitiu-se do Público. Na semana passada, segundo o Correio da Manhã, a jornalista apresentou uma queixa na Comissão Nacional de Protecção de Dados, acusando o jornal de aceder ao seu e-mail sem autorização. (Lusa)

JOSÉ CESÁRIO: O DETESTADO, A "ESTOIRAR" O NOSSO DINHEIRO E A CHUPAR AJUDAS DE CUSTO

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José Cesário "chulo" de merda segue a estoirar os nossos poucos dinheiros em viagens, tipo "moitacalada", pelas comunidades. Não sei se segue acompanhado com uma adida de imprensa como a tinha na última vez, que assumiu a função de Secretário de Estado para as Comunidades Portuguesas no Mundo, que voava de continentes para outros a fazer turismo com direito a lua de mel. Gente de pouca vergonha... O Paulinho Portas ainda não parou de viajar e o seu acólito, Zé Cesário segue-lhe o passo.  José Martins

A seguir das Notas Verbais

Continuando com o baloiço. Comunidades...

Para quê prosa quilométrica? Quanto a Comunidades, poucos ou raros problemas corrigidos, quase todos aumentados e muitas viagens de que o MNE oficialmente não dá conta mas constam na página pessoal do secretário de Estado no Facebook que é um verdadeiro livro de viagens além dos links para o Camões que é a alimentação, à falta de política, de dimensão política, de golpe de asa político mas com um campo de futebol na capa. 0 comentários

RECUPERAÇÃO ECONÓMICA DE PORTUGAL É O ENCOLHIMENTO DA BARRIGA DOS PORTUGUESES



Será preciso que as pessoas não se deixem embarrilar pelas palavras de Passos Coelho... A recuperação económica, deste pobre país, é o aperto do cinto e não tarda que os portugueses tenham a barriga agarrada às costas. Estamos completamente à mercê do capital estrangeiro, para vivermos e a perder  nosso identidade nacional - José Martins


Funcionários públicos protestam contra suspensão de subsídios


Funcionários públicos protestam contra suspensão de subsídios
legenda da imagem
Lusa 
Os trabalhadores da Administração Central protestam hoje contra a suspensão do subsídio de férias. A manifestação promovida pela Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública vai começar ao princípio da tarde no largo do Príncipe Real, em Lisboa, passa pelo Tribunal Constitucional e termina em São Bento, junto à residência oficial do primeiro-ministro. A suspensão do subsídio de férias a mais de 638 mil funcionários públicos vai permitir ao Governo uma poupança estimada em 900 milhões de euros.

NÃO ME ACREDITO....QUE ESTAS DUAS VIRGEM, DESFLORADAS, NÃO ESTEJAM INSERIDAS NO NEGÓCIO!

Submarinos: Barroso e Portas negam qualquer intervenção

22 de Junho, 2012 
por Felícia Cabrita
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Segundo a acusação alemã, no Verão de 2002, Adolff sugeriu a Johann Haun (ex-administrador da Ferrostaal) um encontro com o primeiro-ministro Durão Barroso. Ao longo desse ano, aliás, o cônsul terá conseguido «vários encontros» entre Haun e Hans Muhlenbeck (outro ex-responsável da Ferrostaal) com «representantes do Governo português», não identificados pelas autoridades alemãs.
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A estas alegações, Durão Barroso respondeu então que, além da decisão de comprar dois submarinos ao consórcio alemão – tomada em Conselho de Ministros, em 2004 – não teve «qualquer intervenção directa ou pessoal neste âmbito».
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Numa declaração feita em Abril de 2010 pelo seu porta-voz na Comissão Europeia, Barroso admitiu conhecer Jurgen Adolff, mas garantiu que «nunca foi por ele abordado sobre este processo». Não esclareceu, no entanto, se teve ou não a referida reunião no Verão de 2002 com representantes da Ferrostaal.
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Paulo Portas, na mesma ocasião, esclareceu que viu uma vez o cônsul honorário quando se deslocou a Munique. Na altura, nem Barroso nem Portas foram confrontados com o nome de Rogério d’Oliveira.

DUARTE LIMA APANHA NO ENVOLVIMENTO DO CASO DOS SUBMARINOS


22 de Junho, 2012por Felícia Cabrita
O ex-deputado social-democrata Domingos Duarte Lima recebeu, em 2002, um milhão de euros do contra-almirante Rogério d’Oliveira, um dos implicados na investigação das autoridades alemãs à compra de dois submarinos pelo Governo português – soube o SOL de fonte judicial.
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A descoberta foi feita pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) e resultou do cruzamento de dados de três processos: Operação Furacão, Rosalina Ribeiro e Monte Branco.
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Foi já aberto um novo inquérito-crime no âmbito do qual, esta semana, Duarte Lima e o contra-almirante foram constituídos arguidos, por existirem fortes indícios de crimes de branqueamento de capitais, tráfico de influências e fraude fiscal (uma vez que o advogado nunca declarou ao Fisco aquele montante). Ambos foram inquiridos no DCIAP, esta quarta e quinta-feira.
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O milhão de euros foi transferido – segundo a mesma fonte – para a conta de Duarte Lima no UBS, criada em 1999. O dinheiro era proveniente de contas em paraísos fiscais, em nome de Rogério d’Oliveira, que foram descobertas pelo DCIAP durante a investigação da Operação Furacão.
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Monte Branco permitiu completar o rasto do dinheiro
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Foram, no entanto, as investigações do caso Monte Branco – onde Duarte Lima foi identificado como um dos principais clientes das duas maiores redes de branqueamento e fraude fiscal conhecidas em Portugal – que permitiram ao DCIAP chegar a esta nova descoberta.
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Recorde-se que a operação Monte Branco, liderada pelo procurador Rosário Teixeira e pela Inspecção Tributária, levou ao desmantelamento de duas redes: uma liderada pelo suíço Michel Canals e outra por Ricardo Castro. Ambos são ex-funcionários do UBS (Union de Banques Suisses), sendo que o português foi director da filial do banco em Lisboa, até esta ter encerrado, em 2008.
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No ano seguinte, o suíço Michel Canals criou a Akoya Management Asset, empresa que agenciava clientes para bancos helvéticos e actuava como seus testas-de-ferro, criando sociedades offshore nas quais era colocado o dinheiro, em manobras de fuga ao Fisco e branqueamento de capitais. Castro teve de prestar uma caução e Canals está preso preventivamente, desde Maio, bem como Francisco Canas, o intermediário português (mais conhecido por ‘Zé Medalhas’).
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Aliás, segundo admitiu Duarte Lima à equipa de investigação, foi Ricardo_Castro quem lhe abriu, em 1999, a conta no UBS em Portugal – que passou a ser gerida na Suíça por Michel Canals. Este, recorde-se, era também gestor de conta de Rosalina Ribeiro – ex-companheira de Lúcio Tomé Feteira que acabaria por ser assassinada dez anos depois. Os cinco milhões e meio de euros que as autoridades brasileiras sustentam ser o móbil da sua morte, que imputam a Duarte Lima, foram parar a esta conta do advogado.
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Foi também nessa conta de Lima no UBS que, quase em simultâneo, entrou também o dinheiro do contra-almirante Rogério d’Oliveira.
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Como tinham informação recolhida na Operação Furacão, os investigadores descobriram que o dinheiro era proveniente de uma offshore criada em nome do contra-almirante por um dos bancos investigados nesse processo.
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KAOS:Cuidado para não pisarem no Relvas



O PSD votará contra o requerimento do PS para ouvir no Parlamento o ministro Miguel Relvas, no caso das alegadas ameaças ao jornal Público e à jornalista Maria José Oliveira.
Para o PSD o texto com a deliberação final da ERC é absolutamente esclarecedor e assertivo e a questão está de facto esclarecida.
Para o PS a ERC concluiu que poderá ter existido da parte do ministro um comportamento eticamente reprovável e nesse sentido Miguel Relvas deveria ir à comissão prestar os devidos esclarecimentos.
Antes do relatório da ERC não fazia sentido porque se devia esperar pelas suas conclusões, depois porque já existem conclusões (por mais comprometidas que estejam pela aparente de falta de isenção que a composição da ERC parece mostrar). Para o PSD proteger o Relvas é o mesmo que proteger o governo pois ele é o homem que tem todos os contactos, todos os telefones e que tudo controla. Se caísse o Relvas caia o Passos Coelho e o governo.

HUMOR A GRANEL - A JÚLIA PINHEIRO DESMAIOU



ANTES DE LER PREVINA-SE...!!! SE É PURITANDO/A NÃO LEIA.... ORA COMO EU VIVI NO PORTO E NA CIDADE INVICTA CARALHOS ETC.ETC. ERAM PALAVRAS QUE SE OUVIAM EM TODOS AS RUAS, VIELAS E PRAÇAS E NÃO SE ME CONSTOU QUE ALGUÉM FOSSE PRESO POR MANDAR; O PARCEIRO DO LADO, PRÓ-CARALHO

A melhor da semana

A Júlia Pinheiro foi fazer uma reportagem a um lar de dia de idosos e enfia logo o microfone nas trombas duma velhinha que por acaso era surda como uma porta.
E começou a entrevista
- Ó D. Engrácia, tem televisão?
- Se tenho tesão? Já tive, minha filha... Ohhh, se já tive!!!!
Engasgada, a Querida Júlia tenta dar a voltar à situação e faz-lhe nova pergunta:
- E telefonia, D. Engrácia? Tem?
- Ah!!! Se fodia!!! Fodia muito, minha filha!...

Já quase a perder as estribeiras, a Querida Júlia ainda arriscou perguntar-lhe se pagava taxa.
A D. Engrácia respondeu logo:
- Pois claro que era na paxaxa...
No meu tempo não tínhamos cá essas modernices de levar no cu...

A Júlia Pinheiro acordou no hospital!

O FORROBODÓ DE CERTA GENTE DE EXTREMA FINURA



Portugueses....... esta comunicação TEM MESMO QUE CIRCULAR

Convém recordar: António Lobo Xavier
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Administrador não executivo da Sonaecom, da Mota-Engil e do BPI, António Lobo Xavier auferiu 83 mil euros no ano passado
(não está contemplado o salário na operadora de telecomunicações, já que não consta do relatório da empresa). Tendo estado
presente em 22 encontros dos conselhos de administração destas empresas, o advogado ganhou, por reunião, mais de 3700 euros.
-Estes é um dos indivíduos que vai rotineiramente à televisão explicar aos portugueses a necessidade de
sacrifícios e de redução de salários...
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Sábado, 30 de Julho de 2011Convém recordar: José Pedro Aguiar-Branco
O ex-vice presidente do PSD José Pedro Aguiar-Branco e agora ministro da defesa é outro dos "campeões"
dos cargos nas cotadas nacionais. O advogado é presidente da mesa da Semapa (que não divulga o salário do advogado),
da Portucel e da Impresa, entre vários outros cargos. Por duas AG em 2009, Aguiar-Branco recebeu 8 080 euros, ou seja, 4 040 por reunião.
-Estes é um dos indivíduos que vai rotineiramente à televisão explicar aos
portugueses a necessidade de sacrifícios e de redução de salários...
E agora é Ministro da Defesa.
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http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/o6e07ffcb/8864840_fOqAs.jpeg 
Convém recordar: António Nogueira Leite
Segue-se António Nogueira Leite, que é administrador não executivo na Brisa, EDP Renováveis e Reditus, entre outros cargos. O economista recebeu 193 mil euros, estando presente em 36 encontros destas companhias. O que corresponde a mais de 5 300 euros por reunião.
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Estes é um dos indivíduos que vai rotineiramente à televisão explicar aos portugueses a necessidade de sacrifícios e de redução de salários...
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Quinta-feira, 28 de Julho de 2011Convém recordar: João Vieira Castro
O segundo mais bem pago por reunião é João Vieira Castro (na infografia, a ordem é pelo total de salário). O advogado recebeu, em 2009, 45 mil euros por apenas quatro reuniões, já que é presidente da mesa da assembleia geral do BPI, da Jerónimo Martins, da Sonaecom e da Sonae Indústria.
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Quarta-feira, 27 de Julho de 2011Convém recordar: Daniel Proença de Carvalho
Proença de Carvalho é o responsável com mais cargos entre os administradores não executivos das companhias do PSI-20, e também o mais bem pago. O advogado é presidente do conselho de administração da Zon, é membro da comissão de remunerações do BES, vice-presidente da mesa da assembleia geral da CGD e presidente da mesa na Galp Energia. E estes são apenas os cargos em empresas cotadas, já que Proença de Carvalho desempenha funções semelhantes em mais de 30 empresas. Considerando apenas estas quatro empresas (já que só é possível saber a remuneração em empresas cotadas em bolsa), o advogado recebeu 252 mil euros. Tendo em conta que esteve presente em 16 reuniões, Proença de Carvalho recebeu, em média e em 2009, 15,8 mil euros por reunião.
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Estes é um dos indivíduos que vai rotineiramente à televisão explicar aos portugueses a necessidade de sacrifícios e de redução de salários...
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Terça-feira, 26 de Julho de 2011Convém recordar: Gestores não executivos recebem 7 400 euros por reunião!!!
Embora não desempenhem cargos de gestão, administradores são bem pagos.
Por cada reunião do conselho de administração das cotadas do PSI--20, os administradores não executivos - ou seja, sem funções de gestão - receberam 7427 euros. Segundo contas feitas pelo DN, tendo em conta os responsáveis que ocupam mais cargos deste tipo, esta foi a média de salário obtido em 2009. Daniel Proença de Carvalho, António Nogueira Leite, José Pedro Aguiar-Branco, António Lobo Xavier e João Vieira Castro são os "campeões" deste tipo de funções nas cotadas, sendo que o salário varia conforme as empresas em que trabalham.
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Estes são alguns dos indivíduos que vão rotineiramente à televisão explicar aos portugueses a necessidade de sacrifícios e de redução de salários...

POR ESTAS E POR OUTRAS ESTE " SÍTIO " NUNCA MAIS É UM PAÍS.

Vencimentos em inicio de carreira...

G.N.R...............€ 800,00 - Para arriscar a vida.

Bombeiro...........€ 960,00 - Para salvar vidas.


Professor...........€ 930,00 - Para preparar para a vida.

Médico...........€ 2.260,00 - Para manter a vida.

Deputado...... € 6.700,00 - Para nos lixar a vida.
Ao "povo", pede-se o reencaminhamento desta comunicação»

CORREIO DA MANHÃ E O SENSACIONALISMO JORNALÍSTICO


Não traduzimos, pela razão de dar mais veracidade à peça e publicamos conforme a notícia foi trazida a público, pelo jornal The Nation, às 14:25 de hoje e relacionada com o poste que ontem colocamos a circular  cliqueAQUI
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Posted Today, 14:52
Noemi Belanger And Audrey Belanger Investigation: Portuguese Men Sought After Gruesome Hotel Deaths

Posted Image
A medical team from Phi Phi Island Hospital place a body on a stretcher at the Phi Phi Palm Residence Hotel on Phi Phi Island on Friday, June 15, 2012. 
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A tiny Quebec town near the border with Maine is still reeling after two of its residents were found dead halfway around the world. 
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Police in Phuket, Thailand say it doesn't appear sisters Noemi and Audrey Belanger were murdered. They believe the two young women may have been accidentally poisoned while vacationing in the southeast Asian country.

PHI PHI ISLAND: -- Thai investigators are looking for two Portuguese men, who were seen on closed-circuit cameras escorting Noemi and Audrey Belanger back to their hotel room, according to the Bangkok Post.

They may have been the last people to see the Quebec sisters alive.

Noemi, 26, and Audrey, 20, were found dead at the Phi Phi Palms Residence Hotel on the popular resort island on June 15.

"Police determined they were dead for about 24 hours prior to that and only found a lot of vomit in the room," Lt. Col. Jongrak Pimthong told The Associated Press.

"There were neither signs of fighting, nor robbery, but we found many kinds of over-the-counter-drugs, including ibuprofen, which can cause serious effects on the stomach."

Initially, local authorities suspected the girls had been poisoned, as findings seemed to suggest a 'toxic substance'.

The Post is reporting that the CCTV footage captures a man taking the sisters back to their room, between 1:10 and 1:14 am. The newspaper identifies the man as 30-year-old Portuguese national Luciano Tinto, who was staying at the same hotel as the Belangers.

Citing a source close to the investigation, The Post reports the sisters were spotted at various night spots on Phi Phi island alongside Tinto and another unidentified Portuguese national.

The Belangers grew up in Pohenegamook near the Maine border in Eastern Quebec, where they worked in the family shop.

Town mayor Louise Labonte described them to the Toronto Star as adventurous and full of promise.

“We lost two brilliant young women,” the mayor told the newspaper Sunday. “It’s of course very difficult for the family and everyone here.”

Relatives of the sisters arrived in Thailand earlier this week. The women's bodies are reportedly back in Canada, according to CBC News.

In the same report, their uncle, Eric Belanger, told the CBC he wasn't certain when the family will learn the results of toxicology tests conducted in Thailand.


-- THE HUFFINGTON POST 2012-06-22

AINDA HÁ, EM PORTUGAL, CAMPOS PINTADOS DE VERDE


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Passos Coelho diz que Portugal aposta na "economia verde"


No dia em que o Governo cumpriu um ano de tomada de posse, o primeiro-ministro foi ao Brasil garantir a aposta na "economia verde". Pedro Passos Coelho diz que Portugal está no bom caminho "com poucos recursos", mas a trabalhar "em tempo recorde".

MENTIRA, ESQUEMAS E GAMANÇO DE MÃOS DADAS,,,,,!!!

Este país chegou a isto onde cada um pifa, trapaceira, o mais que lhe baste.


A informação não Caminha certa

"O Programa Renovar Caminha também integra a requalificação da Avenida Padre Pinheiro, uma obra orçada em mais de 345 mil euros", lê-se no site do município de Caminha. Mas algo se deve ter passado entretanto, pois o Má Despesa encontrou um contrato deste município relativo à "Requalificação da Avenida Padre Pinheiro", no valor de quase 30 milhões de euros, datado de Março último.  Ou seja, a autarquia diz no seu site que que o preço da obra  são 345 mil euros mas paga 30 milhões de euros. Isto não bate nada certo...


A A A A A

Contratos

Detalhe do Contrato


Data de Publicação no BASE 22-03-2012
Tipo(s) de Contrato Empreitadas de obras públicas
Tipo de Procedimento Concurso público
Descrição Requalificação do Espaço Público/ Av. Padre Pinheiro
Fundamentação Artigo 19.º, alínea b) do Código dos Contratos Públicos
Fundamentação da necessidade de recurso ao Ajuste Direto (se aplicável) Não Preenchido
Entidade Adjudicante - Nome, NIF Município de Caminha (500843139)
Entidade Adjudicatária - Nome, NIF Armindo Afonso, Lda. (501358129)
Objeto do Contrato Requalificação da Avenida Padre Pinheiro
CPV 45233200-1, Obras diversas de pavimentação
Data de Celebração do Contrato 22-03-2012
Preço Contratual 29.932.661,00 €
Prazo de Execução 180 dias (5 meses e 27 dias)
Local de Execução - País, Distrito, Concelho Portugal, Viana do Castelo, Caminha
Concorrentes -
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Incrementos superiores a 15% -
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