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quarta-feira, 27 de junho de 2012

EURO2012 – MAS QUE GRANDE PORRA!

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Pois é isso mesmo... Perdemos, injustamente, a jogar com os castelhanos.
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Bem se pode afirmar que os nossos 11, em campo, respeitaram, a memória dos homens de Aljubarrota.
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Há derrotas que vêem por bem... Se ontem os 11 galos lusitanos ganhassem a Espanha, hoje, mesmo antes de terminar o EURO2012, haveria por todo o país festa rija, a alegria faz esquecer a barriga a bater horas.
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Passos Coelho e o Paulinho Portas já a preparar as malas para seguir e assistir à final. Uma grande porra... Perdemos ontem, o Passos Coelho e o Paulinho uma viagem, para a final do Euro.... e gorada a festa de arromba que haveria por todo país.  
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Outra desgraça aconteceu ao casal,manhoso, de Belém que já futurava uma recepção aos galos lusitanos, no palácio, aos capões que acompanharam a selecção dos galos às terras do Leste da Europa.
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O povoléu, quando eufórico, esquece as desgraças por uns tempos e os políticos gostam disso....
Mas que grande porra! 
José Martins
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A peça a seguir foi retirada do blogue "Norte Cáustico"

PARECE QUE QUEREM MATAR O REI.


Todos sabiam que a saúde de Eusébio está bastante debilitada, porque o levaram para o europeu de futebol?
Não é fácil imaginar quanto vão custar os exames médicos e o seu internamento, se a isto juntarmos o custo da sua evacuação em avião medicalizado não é difícil deduzir que se vai gastar uma fortuna.
Espero que a filha do Pantera Negra, aquela que tem dois cursos superiores, se tenha deslocado à Polónia para acompanhar a retirada do pai não vá acontecer-lhe alguma coisa durante o voo.
Um funeral de Estado, nesta altura do campeonato, dava um jeitão ao Governo e ao Presidente da República.

Uma crise “Dali” mas também daqui by Kaos


A agência de notação financeira Moody’s e vinte e oito entidades financeiras do país vizinho sofreram cortes de rating de entre um a quatro níveis, num “golpe” que deixou 21 bancos sob a classificação de “lixo”. A “razia” aconteceu no mesmo dia em que o Governo espanhol formalizou o pedido de ajuda à União Europeia para recapitalizar o sector bancário.
Com o pedido de ajuda da Espanha e também do Chipre só falta a Itália para se fazer o pleno dos países do Sul da Europa. Não deve faltar muito e já outros se colocam na calha. França, Bélgica, Holanda...e outros se seguirão.
Porque, contrariamente ao que nos tem sido dito nada disto é uma crise de alguns países que se portaram mal, mas sim uma consequência do ajustamento do próprio sistema capitalista às novas formas de especulação e lucro fácil que a globalização mercantil produziu. Um sistema em que se ganha mais em especular em desequilíbrios da produção que em apostar no sistema produtivo dando todo o poder aos mercados para imporem as suas regras e "governarem" o mundo, é um sistema que será sempre injusto, violento e sempre mais preocupado com o lucro que com as pessoas. Não somos por isso vitimas de uma crise, mas de um sistema que se alimenta de uma suposta crise que eles próprios fomentaram.

SE O RESGATE É ISTO, EU PREFIRO O SEQUESTRO


Enquanto eu beneficiava de vantagens indevidas no mundo económico-financeiro, o leitor investia milhões em aplicações de alto risco; enquanto eu regulava toscamente o mercado, o leitor especulava sem freio em Wall Street. Não admira, por isso, que sejamos também nós a sofrer os efeitos da crise


No dia 13 de Abril de 2011, uma comissão do Senado americano encarregada de investigar a causa da crise financeira, apresentou um relatório no qual concluía que os responsáveis pela catástrofe eram duas pessoas: o leitor e eu. 
Por desatenção ou má consciência, o leitor resolveu ignorar o relatório até hoje. Lamento, mas não vou permitir que continue a fazê-lo.
São 639 páginas, o resumo de uma investigação de dois anos que incluiu mais de 150 entrevistas e depoimentos, consultas com dúzias de especialistas e a análise de milhões de documentos.
No fim, a comissão considerou que a crise por que passamos é o resultado de produtos financeiros complexos de alto risco, conflitos de interesse ocultos, e da incapacidade de os reguladores, as agências de notação financeira e o próprio mercado controlarem os excessos de Wall Street. Dito simplesmente, os culpados somos nós os dois. Andámos, como se diz agora, a viver acima das nossas possibilidades.
Enquanto eu beneficiava de vantagens indevidas no mundo económico-financeiro, o leitor investia milhões em aplicações de alto risco; enquanto eu regulava toscamente o mercado, o leitor especulava sem freio em Wall Street.
Não admira, por isso, que sejamos também nós a sofrer os efeitos da crise. Nós e outros como nós. 
As filas, à porta dos centros de emprego, são formadas por gente da nossa laia: um vasto número de reguladores que foram demitidos, funcionários de agências de notação falidas, correctores da bolsa de Wall Street que, entretanto, fechou, administradores de instituições financeiras proibidos de voltar a administrar sequer uma mercearia. 
Por um lado, dá pena vê-los na pobreza, mas talvez assim esta gente aprenda a não voltar a colocar o mundo numa situação como esta.
É claro que, expurgadas as instituições financeiras de quem as conduziu ao desastre, e completamente reformados os seus procedimentos, agora é necessário recapitalizá-las. Não se trata de um resgate nem de uma ajuda: é uma recapitalização. Ajudas são para os desempregados, que não se conseguem .governar. 
Esses devolvem a ajuda com juros dolorosos, para não se esquecerem do que fizeram. Mesmo que a União Europeia e o FMI quisessem fazê-lo, não poderiam recapitalizar um desempregado, porque ele nunca teve capital para começar. 
Resta-nos esperar que esta gente nova que está agora nos bancos dê melhor uso ao dinheiro do que os irresponsáveis que lá estiveram antes deles. Força, novo mundo financeiro. Recebam estas centenas de milhões de euros com a ponderação que o leitor e eu não tivemos.
E perdoem-nos, se puderem, um dia.

CARTA ABERTA AO MINISTRO NUNO CRATO


in Público, 21/6/2012
Santana Castilho*
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Senhor ministro:
Como sabe, uma carta aberta é um recurso retórico. Uso-o, agora que se cumpre um ano sobre a sua tomada de posse, para lhe manifestar indignação pelas opções erradas que vem tomando e fazem de si um simples predador do futuro da escola pública.

Se se sentir injustiçado com a argumentação que se segue, tenha a coragem de marcar o contraditório, a que não me furto.
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Por uma vez, saia do conforto dos seus indefectíveis, porque é pena que nenhuma televisão o tenha confrontado, ainda, com alguém que lhe dissesse, na cara, o que a verdade reclama.
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Comecemos pelo programa de Governo a que pertence. Sob a epígrafe “Confiança, Responsabilidade, Abertura”, garantia-nos que “… nada se fará sem que se firme um pacto de confiança entre o Governo e os portugueses … “ e asseverava, logo de seguida, que desenvolveria connosco uma “relação adulta” (página 3). E que outra relação, senão adulta, seria admissível? O que se seguiu foi violento, mas esclarecedor.
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O homem que havia interrogado o país sobre a continuidade de um primeiro-ministro que mentia, referindo-se a Sócrates, rápido se revelou mais mentiroso que o antecessor. E o senhor foi igualmente célere em esquecer tudo o que tinha afirmado enquanto crítico do sistema.
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Não me refiro ao que escreveu e disse quando era membro da Comissão Permanente do Conselho Nacional da UDP. Falo daquilo que defendia no “Plano Inclinado”, pouco tempo antes de ser ministro.
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Ambos, Passos Coelho e o senhor, rapidamente me reconduziram a Torga, que parafraseio: não há entendimento possível entre nós; separa-nos um fosso da largura da verdade; ouvir-vos é ouvir papagaios insinceros.
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Para o Governo a que o senhor pertence, a Educação é uma inevitabilidade, que não uma necessidade. Ao mesmo tempo que a OCDE nos arruma na cauda dos países com maiores desigualdades sociais, lembrando-nos que só o investimento precoce nas pessoas promove o desenvolvimento das sociedades, Passos Coelho encarregou-o, e o senhor aceitou, de recuperar o horizonte de Salazar e de a reduzir a uma lógica melhorada do aprender a ler, escrever e contar.  Sob a visão estreita de ambos, estamos hoje, em relação a ela, com a mais baixa taxa de esforço do país em 38 anos de democracia.
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O conflito insanável entre Crato crítico e Crato ministro foi eloquentemente explicado no último domingo de Julho de 2011, no programa do seu amigo, professor Marcelo. Sujeito a perguntas indigentes, o senhor só falou, sem nada dizer, com uma excepção: estabeleceu bem a diferença entre estar no Governo e estar de fora.
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Quando se está no Governo, afirmou, “tem de se saber fazer as coisas”; quando se está de fora, esclareceu, apresentam-se “críticas e sugestões, independentemente da oportunidade”. Fiquei esclarecido e acedi ao seu pedido, implícito, para arquivarmos o crítico.
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Mas é tempo de recordar algumas coisas que tem sabido fazer e que relações adultas estabeleceu connosco.
A sua pérola maior é o prolixo documento com que vai provocar a desorganização do próximo ano lectivo, marcado pela obsessão de despedir professores.
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Autocraticamente, o senhor aumentou o horário de trabalho dos professores, redefinindo o que se entende por tempos lectivos; reduziu brutalmente as horas disponíveis para gerir as escolas, efeito que será ampliado pela loucura dos giga-agrupamentos; cortou o tempo, que já era exíguo, para os professores exercerem as direcções das turmas; amputou um tempo ao desporto escolar; e determinou que os docentes passem a poder leccionar qualquer disciplina, de ciclos ou níveis diferentes, independentemente do grupo de recrutamento, desde que exista “certificação de idoneidade”, forma prosaica de dizer que vale tudo logo que os directores alinhem. Consegue dormir tranquilo, desalmado que se apresenta, perante um cenário de despedimento de milhares de professores?
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O despacho em apreço bolsa autonomia de cada artigo. Mas é uma autonomia cínica, como todas as suas políticas. Uma autonomia decretada, envenenada por normas, disposições, critérios e limites.
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Uma autonomia centralizadora, reguladora, castradora, afinal tão ao jeito do marxismo-leninismo em que o senhor debutou politicamente. Poupe-nos ao disfarce de transferir para o director (que não é a escola), competências blindadas por uma burocracia refinada, que dizia querer implodir e que chega ao supino da cretinice com a fórmula com que passará à imortalidade kafkiana: CT=K x CAP + EFI + T, em que K é um factor inerente às características da escola, CAP um indicador da capacidade de gestão de recursos humanos, EFI um indicador de eficácia educativa (pergunte-se ao diabo ou ao Tiririca o que isso é) e T um parâmetro resultante do número de turmas da escola ou agrupamento. Por menos, mentes sãs foram exiladas em manicómios.
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Senhor ministro, vai adiantada esta carta, mas a sua “reorganização curricular” não passará por entre as minhas linhas como tem passado de fininho pela bonomia da comunicação social.
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O rigor que apregoa mas não pratica, teria imposto o único processo sério que todos conhecem: primeiro ter-se-iam definido as metas de chegada para os diferentes ciclos do sistema de ensino; depois, ter-se-ia desenhado a matriz das disciplinas adequadas e os programas respectivos; e só no fim nos ocuparíamos das cargas horárias que os cumprissem.
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O senhor inverteu levianamente o processo e actuou como um sapateiro a quem obrigassem a decidir sobre currículo: fixou as horas lectivas e anunciou que ia pensar nas metas, sem tocar nos programas.
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Lamento a crueza mas o senhor, que sobranceiramente chamou ocultas às ciências da educação, perdeu a face e virou bruxo no momento de actuar: simplesmente achou. O que a propósito disse foi vago e inaceitavelmente simplista.
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O que são “disciplinas estruturantes” e por que são as que o senhor decretou e não outras? Quais são os “conhecimentos fundamentais”?
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O que são o “ensino moderno e exigente” ou a “redução do controlo central do sistema educativo”, senão versões novas do “eduquês”, agora em dialecto “cratês”? Mas o seu fito não escapa, naturalmente, aos que estão atentos: despedir e subtrair à Educação para adicionar à banca.
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Duas palavras, senhor ministro, sobre o Estatuto do Aluno. É preciso topete para lhe acrescentar a Ética Escolar. Lembra-se da sua primeira medida, visando alunos? Eu recordo-lha: foi abolir o prémio para os melhores, instituído pelo Governo anterior.
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Quando o senhor revogou, já os factos que obrigavam ao cumprimento do prometido se tinham verificado. O senhor podia revogar para futuro. Mas não podia deixar de cumprir o que estava vencido.
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Que aconteceu à ética quando retirou, na véspera de serem recebidos, os prémios prometidos aos alunos? Que ética lhe permitiu que a solidariedade fosse imposta por decreto e assente na espoliação?
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Que imagem da justiça e do rigor terão retirado os alunos, os melhores e os seus colegas, do comportamento de que os primeiros foram vítimas?
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Terão ou não sobeja razão para não acreditarem nos que governam e para lamentarem a confiança que dispensaram aos professores que, durante 12 anos, lhes ensinaram que a primeira obrigação das pessoas sérias é honrar os compromissos assumidos?
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Não é isso o que os senhores hoje invocam quando reverenciam Sua Santidade a Troika? Da sua ética voltámos a dar nota quando obrigou jovens com necessidades educativas especiais a sujeitarem-se a exames nacionais, em circunstâncias que não respeitam o seu perfil de funcionalidade, com o cinismo cauteloso de os retirar depois do tratamento estatístico dos resultados.
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Ou quando, dias antes das inscrições nos exames do 12º ano, mudou as respectivas regras, ferindo de morte a confiança que qualquer estudante devia ter no Estado. Ou, ainda, quando, por mais acertada que fosse a mudança, ela ocorreu a mais de meio do ano-lectivo (condições de acesso ao ensino superior por parte de alunos do ensino recorrente).
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Compreenderá que sorria ironicamente quando acrescenta a Ética Escolar a um Estatuto do Aluno assente no castigo, forma populista de banir os sintomas sem a mínima preocupação de identificar as causas.
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Reconheço, todavia, a sua coerência neste campo: retirar os livros escolares a quem falta em excesso ou multar quem não quer ir à escola e não tem dinheiro para pagar a multa, fará tanto pela qualidade da Educação como dar mais meios às escolas que tiverem melhores resultados e retirá-los às que exibam dificuldades.
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Perdoar-me-á a franqueza, mas vejo-o como um relapso preguiçoso político, que não sabe o que é uma escola nem procurou aprender algo útil neste ano de funções.

* Professor do ensino superior (s.castilho@netcabo.pt)

CORTES ORÇAMENTAIS PÕEM EM CAUSA FUNCIONAMENTO DE EMBAIXADAS E CONSULADOS....

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Consulados: Funcionários de Estugarda "exaustos" com aumento de trabalho - Deputado PS



 
  Número de Documento: 14555016

  Lisboa, Portugal 25/06/2012 19:21 (LUSA)
  Temas: Política, Diplomacia
 
Lisboa, 25 jun (Lusa) – O deputado Paulo Pisco (PS) disse hoje que os funcionários do consulado de Estugarda estão “exaustos” pelo aumento de trabalho e pela distância que alguns deles têm de percorrer entre as suas residências e os locais de trabalho.
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Paulo Pisco, deputado pela Emigração pelo círculo da Europa, deslocou-se à Alemanha entre sexta-feira e sábado, mantendo contacto com a comunidade e autoridades portuguesas naquele país.
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“Aquilo que pude constatar é que os funcionários do consulado estão exaustos, porque estão com grandes dificuldades em dar vazão ao atendimento no consulado, às solicitações (…)”, disse o parlamentar socialista.
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Paulo Pisco referiu que no consulado de Estugarda “o movimento está próximo de ter dobrado” e isto aconteceu depois do encerramento do vice-consulado de Frankfurt, pois estão a receber as pessoas que pertenciam a aquela área consular.
Segundo o deputado, “metade dos funcionários que agora estão a atender no consulado de Estugarda vieram do extinto vice-consulado de Frankfurt” e, todos os dias, “têm de fazer uma viagem de duas horas e meia em cada sentido”.
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“Esta é uma situação que deveria ser olhada pelo Governo para dar uma solução, para que houvesse um bom atendimento no consulado de Estugarda”, referiu.
“Isso vem confirmar que a decisão de encerrar o vice-consulado de Frankfurt foi disparatada, que a poupança é nula e os transtornos para os portugueses, em todos os níveis, são imensos”, sublinhou ainda.
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O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, anunciou a 16 de novembro o encerramento de sete embaixadas de postos consulares em França (Nantes, Clermont-Ferrand, Lille) e na Alemanha (Frankfurt e Osnabrück). Segundo o MNE, a reforma consular vai permitir poupar 12 milhões de euros em 2012.
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O deputado também se encontrou com membros da associação de pais da Escola Portuguesa de Estugarda, que demonstraram receio por um recuo do número de crianças nos cursos de língua portuguesa devido à aplicação da propina de 120 euros no Ensino do Português no Estrangeiro (EPE).
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De acordo com a associação, cerca de metade dos alunos que fizeram a pré-inscrição no EPE, cerca de 300, não pretendem fazer a inscrição definitiva.
O governo determinou a cobrança de uma propina de 120 euros nos cursos paralelos do EPE, que entrará em vigor a partir do próximo ano letivo (2012-2013) ainda com um valor reduzido (a ser determinado pelo Governo) e em pleno no ano escolar 2012-2014.
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A Lusa contactou o Ministério dos Negócios Estrangeiros e aguarda uma reação oficial às questões levantadas pelo deputado.
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Paulo Pisco também divulgou hoje a carta que enviou ao Ministério da Educação francês, pedindo especial atenção ao ensino do português nas escolas francesas, que está a sofrer com a falta de professores.
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O deputado referiu que, devido a falta de recrutamento de professores de português, há dificuldades crescentes na formação de classes para o ensino da língua e cultura portuguesa, que acaba por contrastar com o aumento de alunos portugueses até ao 12º ano.
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O parlamentar lembrou ainda as autoridades francesas de um acordo de cooperação assinado em 2006, que garante a promoção do ensino da língua e da cultura portuguesa naquele país.
CSR.
        Lusa/fim

Kaos: A bomba da austeridade by Kaos


Mais medidas de austeridade? "Se for necessário". Renegociar e reestruturar a dívida? "Não e não". As respostas do primeiro-ministro, Passos Coelho,
O ministro das Finanças afirmou que o Governo não está "neste momento" a contemplar mais medidas de austeridade, mas poderá recorrer a medidas adicionais "que se revelem necessárias".
Com o descalabro da execução orçamental e a recusa do governo em pedir à Troika que alivie o garrote não é muito difícil imaginar que brevemente a bomba relógio que o governo colocou sobre os nossos pés rebente e sejamos atingidos por mais medidas de austeridade. Descansados podem ficar os que lucram com as PPP, com as privatizações, os amigos e os que se alimentam das gorduras do Estado pois esses estão bem protegidos contra esse mal.

PARA QUE A HISTÓRIA NÃO FIQUE ESQUECIDA - BANGUECOQUE



P.S. Estamos envolvidos na história de Portugal na Tailândia há mais de 30 anos. Não somo académicos, professores ou históriadores, somos o que somos com a 4ª classe do ensino primário elementar. Porém não nos assusta os académidos, portugueses, de oportunidades que de tempos a tempos surgem por aqui. A minha fonte está aberta para mergulharem e saciarem a sede os historiadores/académicos de ocasião.
 - José Martins

As capas dos jornais e as principais notícias de Quarta-feira, 27 de Junho de 2012.



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Nadal: "Portugal tem equipa completa"
Queda de avião mata dois
Rochas ferem nove turistas
João Moutinho: Prioridade para o PSG
Mota Soares: 400 são despedidos
Adrien Silva: Cluj faz proposta
C. Branco: Explosivos em campo

Capa do Público Público

Tenha acesso a mais informação. Torne-se assinante Público.
Reista de imprensa: destaques do "Diário de Notícias"
Dois mortos em queda de aeronave em Matarraque, concelho de Cascais
BE interroga Governo sobre perda de receita fiscal com venda da Cimpor
Rui Moreira reeleito presidente da ACP, com olhos na atracção de empresas internacionais
“Cal Center” da Segurança Social de Castelo Branco despede todos os 400 funcionários
O que é que os insectos canibais nos ensinam sobre a escolha do que comemos e a obesidade?

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

O PS afasta-se da nossa vida
Respeito pelo adversário
Combinação vencedora do Euromilhões
Eurocidades do Norte juntam autarcas
Carlos Martins lança amanhã associação
BIC: "Estado vai pagar contrato nos próximos 10 anos"
"Quadros Miró não são do Estado"

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Incêndio devastou oliveiras, pasto e resíduos em Extremoz
Disparam tempos de espera para consultas e cirurgias
Um cantinho aromático no Norte plantado
De Gaia a Lisboa por Francisco e "Esgazeada"
As mulheres de "La roja"
Instrutor e aluno morrem em queda de aeronave
FIFA sugere uso de bases militares para desafogar aeroportos brasileiros

Capa do i i

Portaria com novas tabelas remuneratórias para gratificados da PSP concluída em Julho
Dois mortos em queda de aeronave em Cascais
Cimpor: BE interroga Governo sobre perda de receita fiscal com venda da cimenteira
Castelo Branco: call center da Segurança Social despede todos os 400 funcionários na sexta-feira
Estudante inventa gel para tomar banho sem precisar de água
Soros: falta autoridade orçamental europeia que trabalhe em conjunto com BCE
Seguro apreensivo por falta de entendimento dos líderes a 48 horas da cimeira

Capa do Diário Económico Diário Económico

A crise do futuro
OPA da Brisa trava negociação das concessões com Governo
Conheça os apoios para as empresas em dificuldade
Portugal, o paraíso da austeridade
Técnicos da troika chegam hoje para falar das contas públicas
Portugal-Espanha: rivais no futebol, aliados na economia
Só os produtos de marca própria aumentaram as vendas

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Camargo e Votorantim oficializam troca de activos da Cimpor
EUA: Obama e Romney continuam empatados nas intenções de voto
Camargo confirma que não pode avançar com OPA potestativa sobre a Cimpor
Irlanda quer que a responsabilidade pela dívida bancária seja partilhada em toda a UE (act.)
Itália vai emprestar até dois mil milhões de euros ao Banca Monte dei Paschi di Siena (act.)
Aguiar-Branco: Governo deve fazer o que o País precisa mesmo que seja impopular
A primeira página do Negócios da edição de hoje

Capa do Oje Oje

SAP expande com a Jones Lang LaSalle
CBRE coloca eggNEST no edifício Burgo
Colocação de escritórios em Lisboa sobe 100% em maio
Grupo Centros Empresariais inaugura na Maia
Sonae Sierra reforça presença em Marrocos
Mercado imobiliário português pouco dinâmico no 1.º trimestre
Beja Amaro: “Factoring permite às PME diversificar fontes de financiamento”

Capa do Destak Destak

Parque Escolar diz não haver condições para mais de 20 empreitadas por ano
Parque Escolar sem capacidade para liquidar faturas - Relatório
Chipre diz-se preparado para receber refugiados
Mitt Romney venceu as últimas primárias no Estado do Utah
Liga reúne-se no Ministério da Saúde para debater questões que afetam "sustentabilidade"
Três mortos em ataque contra televisão oficial em Damasco
OEA vai enviar missão para avaliar situação depois da destituição do presidente

Capa do A Bola A Bola

«Giroud vem dar outra dimensão ao nosso ataque» - Wenger
Real Madrid renovará com Albiol e Arbeloa
AEK aposta em Vangelis Vlachos
Paula Labaredas: estrela de Hollywood a torcer por Portugal (com fotos)
«Tenho interesse em jogar em Inglaterra» - Pato
«Continuaremos a ter uma equipa competitiva» - José Eduardo Simões
Orçamento aprovado por larga maioria

Capa do Record Record

Rojo continua a ser a prioridade
Jackson ainda mais perto
Alex vai ser o capitão com adeus de João Paulo
Expectativas moderadas
Direito de preferência sobre Melgarejo
Atentos mas em silêncio
Carlos Oliveira: «Alto risco»

Capa do O Jogo O Jogo

"Amanhã estamos todos juntos!"
Contestação à candidatura de Madrid'2020
Hulk não está fora dos Jogos Olímpicos
Números estão contra Portugal
Comissão de Inquérito iliba Conselho Diretivo
Presidente diz que não há dívidas
John McGlynn sucede a Paulo Sérgio no Hearts