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sábado, 4 de agosto de 2012

KAOS:Construções na Areia



Com as minhas férias quase a chegarem ao fim e enquanto outros começam as suas uma sugestão para construções na areia. Sempre podiam depois os veraneantes treinar atirar-lhes com uma bolas para treinar quando surgir a oportunidade de serem ovos e tomates (podres que a vida não está para desperdícios).

TAILÂNDIA: "EM CASA DE MANUEL CAMPOS A CRISE PASSA AO LARGO...!!!"


Perder uma almoçarada, à portuguesa e à maneira em casa de Manuel Campos poderia lá ser...!!! Ora sem contar, na sexta-feira e quando me encontrava no Rio Kwai o jovem Marcos do Vale (continua com a mania que destroça corações femininos) me telefonou de Banguecoque e entre a conversa, que ontem, sábado, iria almoçar a casa do patrício Manuel Campos, em Samut Songkran a 70 quilómetros da capital tailandesa e a poucos mais quilómetros de onde me encontrava. Fiz-me, desde logo, convidado e à hora do meio dia, depois de hora meia a conduzir, estou em casa de Manuel Campos, já afadigado, na cozinha, preparava um bacalhau à Gomes de Sá. O Marco do Vale chegou depois de uma meia hora.
Uma mesa farta de comida com os ingredientes, absolutamente portugueses e trazidos, da Mãe Pátria pelo amigo, patrício, Manuel Campos na ´sua última viagem há um mês. O patrício Campos é um exímio, amador, cozinheiro e bem o posso afirmar (sem ponta de poesia) que esta "alma lusitana" deveria abrir (apoiado pela "Diplomacia Económica do Paulo Portas) um restaurante, em Banguecoque, de especialidades, (incluindo o pastel de Belém) lusas onde nunca existiu um desde que esta grande cidade foi fundada em 1782.
Da esquerda para a direira: Marcos do Vale,  Pong filho do casal, anfitrião,  Pornpaná e Manuel Campos
E agora eu (ao fundo) com o chapéuzinho na cabeça, ao centro, com a esfera armilar, o escudo, os sete castelos e as cinco quinas, uma forma de manifestar, em terras tailandesas, a minha identidade nacional por onde caminho. Já fui reconhecido, assim há bem pouco tempo, pelo treinador de futebol, português, Mário Lemos dos juvenis do Muangthong  United da cidade de Banguecoque.
 
Antes e  a tradição, mantém-se, entrada de bom paio e presunto, às fatias, pata negra do Alentejo. 
E depois da almoçarada o pessoal sentou-se a tomar ar e a fazer a digestão com a dona de casa Pornpaná à entrada da porta (nota-se a posição, estranha, que não escapou ao registo da Nikon do Marcos do Vale procurando disfarçar o  alivio do ar intestinal que o apoquentaria, na altura, depois do almoço. Não foi registada poluição ambiental.
Pois,pois o anfitrião Manuel Campos, depois de chegadas as xícaras, pelas mãos e braços da Pornpaná, à `que juntar-lhe uns pinguinhos de boa aguardente, amarelinha, do Douro, envelhecida em casco de carvalho no café. Uma pomada de truz,truz, que depois de tomado o conteúdo das xícaras, nas mesmas continua a ser servida sem necessidade, da cerimónia, dos cálices de cristal. 
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Uma tarde bem passada e os meus agradecimentos ao hospitaleiro casal, tuga, Campos pelo rico almoço oferecido.
José Martins

EU, SOU POLÍCIA, ORGULHOSAMENTE! (Testemunho de um polícia)


Digno de se ler
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 Nota: 
 Parabéns ao polícia que escreveu este artigo; Repasso-o porque, além do seu inquestionável valor, ele reflete o mundo de imbecilidade que campeia no nosso país e o sistema onde prolifera a desonestidade, a incompetência e o oportunismo!
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A situação que propícia uma injustiça cada vez mais alargada, tornando os ricos mais ricos, os remediados pobres e os pobres em forçados gatunos! O sistema que premeia quem nunca fez sacrifícios e que, inexoràvelmente, enterra quem trabalhou honestamente esperando, com toda a legitimidade, uma velhice que não seja roubada e vilipendiada!
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Quem viveu, e se endividou, quem viveu acima das suas posses, irresponsávelmente, que pague a factura, não os velhos que já pagaram muito mais do que deviam!

EU, SOU POLÍCIA, ORGULHOSAMENTE!
  ... No passado dia 11 de Fevereiro, decorreu um pouco por todo o país, uma marcha/concentração de cidadãos devidamente enquadrados por uma frente sindical, que a plenos pulmões gritavam contra o fantasma do endividamento, a famosa crise e suas maleitas.

A mim, foi-me confiada a missão de zelar por estas mesmas pessoas e ao mesmo tempo fazer por que tudo corresse dentro daquilo que tantas vezes se ouve falar, a liberdade democrática.
Acompanhando a malta Tuga, lá fomos indo desaguar na Praça do Povo, outrora conhecida por Praça do Comércio, que cantava, berrava e cuspia umas asneiradas, enquanto pelo canto do olho, alguns davam uma mirada, a uma ou outra menina, enquanto emborcavam uma imperial à pressa, porque não podiam largar o cartaz por muito tempo.
Tudo dentro daquilo considerado normal.
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Discursos, apupos, vaias e aplausos, termina a parte oficial.
Eis senão quando, foi-me dada a ordem de recolher o pessoal, visto que o evento estaria na sua fase de rescaldo. Assim, juntei a malta e devidamente formados, deslocámo-nos para a nossa viatura para que pudéssemos trincar uma bucha. Neste reagrupamento, há um gajo que, encoberto pela multidão, grita:

Vão trabalhar seus chulos! Parasitas! Filhos da puta!    Fascistas! Cabrões!

Ignorei e dei ordem para ignorar, fomos à bucha. Devia haver qualquer problema, com a minha sande, porque caiu-me mal!

Eu sei que agora é tarde, mas mesmo assim a esse covarde e outros que para aí andam, tenho duas ou três coisas para dizer:
Vão mas é trabalhar!
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Aqueles a que chamam chulos, ganham 780? por mês, trabalham 45 horas por semana e que se somarmos os gratificados passam para 60, pois, 60 horas semanais.
 
Os parasitas, trabalham os feriados todos, sim, todos sem direito a compensação, as noites e os fins de semana sem direito a quaisquer subsídios ou pagamento de horas nocturnas, faça chuva ou faça Sol, frio ou calor...

 Os Filhos da puta, depois de saírem de serviço, vão para tribunal com o bêbado que podia muito bem atropelar a tua família toda quando saíste para ir jantar e celebrar uma merda qualquer que te tenha acontecido.
   Ficam na esquadra a acabar o expediente que segue de manhã para o Tribunal, com o bando que assaltou à mão armada, ou com o que roubou, matou, assaltou a farmácia, a ourivesaria, o carro, o puto que vinha da escola, a velha no autocarro, o 'camone' no eléctrico e por aí fora, que, por mim, bem podias ser tu, a tua mãe, o teu filho ou o teu irmão, que seriam todos tratados de igual forma.

  Os fascistas, chamam o reboque quando não consegues sair com o carro, quando um como tu, abusa da sua liberdade e deixa o carro mesmo na saída da garagem. Entendes este conceito de liberdade. Penso que sim.
   
Os chulos abrigam e protegem a mulher, as crianças que levam porrada de um esterco qualquer, só porque lhe apetece e leva-o a tribunal,  muitas vezes, na hora de folga.
   
Os parasitas, entram em casas em chamas, enfrentam armas de fogo, embrulham-se á facada, perseguem a grandes velocidades, lidam com todo o tipo de doenças, inúmeras vezes contagiosas e correm de frente para o perigo, quando todos os outros fogem dali para fora.

Os chulos saíram do seu seio familiar e social e deslocaram-se, alguns para mais de 400km de casa, deixando tudo para trás, para fazer vida de forma honrada sem pedir nada a ninguém. Sem pedir nada a ninguém, sabes o que isso é?
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Os parasitas, vivem num estatuto aprovado há mais de dois anos e regem-se pelo estatuto antigo, não conseguem passar um fim-de-semana inteiro com a família, esperam 12 anos por uma promoção (única na carreira de 36 anos) e se quiserem algo mais, concorrem 1300 para 50 vagas.

Aqueles que insultaste, têm família, trabalham duro, são esforçados e honrados e são só os montes de merda como tu que colocam isso em causa!
  
Não! Definitivamente não! Estes mesmos Homens e Mulheres apoiam os idosos que alguém como tu abandonou ao consumo do esquecimento, levam-lhes as compras, mudam-lhes a garrafa do gás e dão-lhes a medicação, apenas em troca de um olhar grato, que justifica tudo.
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Tu apareces quando tudo acaba, para vir buscar o ouro e ficar com as chaves de casa.

 E nós é que somos os chulos!
  
Aqueles que olhas com desprezo sabem um pouco de tudo, são Padres, Juízes, Médicos, Socorristas, Bombeiros, Rambos, Psicólogos, Professores, Mecânicos, e se somares isto tudo e mais qualquer coisa tens um Polícia.

Quando é que vais perceber que só podes falar em liberdade, porque nós existimos?
  
Quando é que vais entender que tipos como tu são a razão da minha existência, enquanto profissional? 
  
Se nós não existíssemos, ias à praia? Ao futebol? Jantar fora? Deixavas os teus filhos ir à escola? Quer-me parecer que não.
Será que não entendes que ao insultares-me, estás a insultar aquilo que és, um homem livre?

Tudo isto funciona com o combustível que, com certeza encontrarás em abundância num qualquer Homem ou Mulher de farda: 'Googla' estas palavras e saberás a definição e bom seria que aprendesses o conceito.

Já hasteei a minha Bandeira à chuva, já a arreei ao som do clarim, já representei a minha Mui Nobre Nação e já chorei a cantar: A Portuguesa!
Caso não saibas, é o título do nosso hino, conheço muitos Homens e Mulheres que cozeram a nossa Bandeira no braço e que fazem de ti uma cabeça de alfinete num mundo de cabeçudos.

 A minha farda é rica em sangue suor e lágrimas, minhas e de tipos como tu, que quando precisam, ao ver-me, encontram refúgio e protecção.

Olha, o meu Pai nunca me deu um carro, nem me pagou a Universidade, mas em contrapartida deu-me coisas sem preço, entre elas, o valor de um Não, da Educação, da Humildade e do Espírito de Luta.
  
EU, SOU POLÍCIA, ORGULHOSAMENTE! E TU, O QUE É QUE TU JÁ FIZESTE PELO TEU PAÍS?
   (Texto a circular na Internet, com autor desconhecido

Um dia diferente no Bar da Assembleia da República...

  
 Uma vez mais afirmo que em vez dos 230 (sem contar com os das "elhas"), 75 deputados chegavam e sobejavam !!!! Divulguem isto a todos os vossos amigos, para ver se se acaba com esta pouca vergonha  e senreduz com urgência este numero de parasitas!!!!!

Quanto a mim, aqui há duas partes distintas:
1ª.    a introdução ao tema que segue abaixo é, penso eu, facilmente subscrita por qualquer um;

2ª.    que credibilidade poderá ter um escrito da autoria de um jornalista que, segundo afirma, emborca antes almoço 10 (dez) cervejas mini; mais uns copos de Famous Grouse, Aristoff, Bombay Sapphire (não específica as quantidades ingeridas), ao almoço empanturra-se alarvemente (tirou a barriga de misérias...) e afoga-me em tinto Palácio da Bacalhoa. Finalmente, arremata o assunto com champanhe Krug???? Com todo este álcool no buxo nem distingue a deputada Drago da ponte Vasco da Gama. E, desconfio, vai começar a trabalhar um lugarzinho de deputado nas próximas eleições....

 Um dia diferente no Bar da Assembleia da República...
-E DEPOIS DIGAM-ME. COMO POSSO EU ACREDITAR NESTA CAMBADA. ISTO SÓ À CACHAPORRA. E AINDA FAÇO OUTRA PERGUNTA , PORQUE É QUE OS JORNALISTAS QUANDO VÃO ENTREVISTAR ESTA CANALHA , NÃO LHES PÕEM ESTAS QUESTÕES?
QUANDO A SRA DONA ANA DRAGO FAZ AQUELAS INTERVENÇÕES RAIVOSAS ?
!!!!!!!!!! 

E AINDA OUTRA PERGUNTA. ONDE ESTÃO OS ARAUTOS E CRÍTICOS MORDAZES DE TUDO O QUE DE MAL ( ou até nem) QUE O GOVERNO FAZ ? POR ÚLTIMO DEIXEM-ME DIZER QUE ACHO QUE TEMOS O QUE MERECEMOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Os deputados tanto se queixaram, que agora já podem abancar o dia todo na cantina da Assembleia da República...

O Rio é um FdP



A polémica estalou há alguns meses, quando o guia de restauração Porto Menu, uma distribuição gratuita, lançou uma edição onde, na capa, se podia ler «Rio és um FDP». 
 
O presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Rio, sentindo que esta era uma crítica dirigida à sua pessoa, instaurou um processo contra a revista em causa e retirou-a de todos os espaços municipais. «FDP» pode ser interpretado como a abreviatura de uma injúria popular, bastante ofensiva.
 
Na altura o editor da publicação, Manuel Leitão, disse que «ali não se falava em presidente do Porto nenhum». «Que eu saiba «Rio» é um substantivo próprio que significa um curso de água e o resto são três iniciais, um verbo e um artigo», afirmou.
 
Manuel Leitão esclareceu agora, no entanto, que com aquelas iniciais queria apenas dizer que Rui Rio era um «Fanático dos Popós».
 
A propósito de tudo isto o presidente da CM do Porto esteve hoje no Palácio da Justiça, para prestar esclarecimentos sobre o processo. A juíza Lina Baptista perguntou ao autarca se tinha «uma paixão profunda por automóveis», ao que Rio respondeu simplesmente com um «Não», garantindo que nunca tinha ouvido «esse disparate».
 
À saída do tribunal o líder da Câmara da Invicta mostrou-se agastado com o processo e desiludido com o «estado da justiça portuguesa». «Estou triste pela forma como o tribunal está a tratar disto. É um exemplo da justiça portuguesa. Há três ou quatro anos, este tribunal considerou que chamar energúmeno ao presidente da Câmara era um ato de liberdade de expressão. Por isso, hoje, vem aqui um energúmeno dizer se é um fanático dos popós», afirmou.
 
Acabaram-se as duvidas, o Rui Rio não é um F(anático) D(os) P(ópós). Agora só falta saber se o FDP seria de Filho do Povo ou Filho da Puta. Se já houve quem lhe chamasse de energúmeno, se nos lembrarmos do caso da Escola da Fontinha, do Bairro do Aleixo, do Coliseu do Porto, etc., então o Povo não deve ser quem é para aqui chamado.

Com as férias a correr para o fim

Uma das coisas boas de se estar de férias sem televisão é a de não termos as "fuças" destes bandalhos que nos desgovernam a vida e o país e os sons que emitem, a entrar-nos constantemente pela casa dentro. Não temos a necessidade de vociferar tantas vezes e a linguagem torna-se mais "educada".
Mas estar de férias também tem a vantagem  de nos dar mais tempo para dedicarmos a coisas que normalmente ficam para trás na azafama do dia a dia de trabalho. Ver filmes, ler livros e também, no meu caso, de fazer alguns bonecos para amigos de blogs com quem estou em divida. O DemoCrato é um deles pelo que aqui fica mais um boneco dedicado à minha amiga Moriae.