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terça-feira, 11 de setembro de 2012

As capas dos jornais e as principais notícias de Quarta-feira, 12 de Setembro de 2012.



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Vereador perde cargos
Prostituta morta
Protestos contra Vítor Gaspar
Levava droga na vagina
Cadáver em praia fluvial
Siga em directo a festa do Sexy 20
Portugal goleia Azerbaijão por 3-0

Capa do Público Público

Tenha acesso a mais informação. Torne-se assinante Público.
Portugal vence Itália no Europeu
Euromilhões com jackpot de 26 milhões na sexta-feira
Ucrânia travou Inglaterra e Espanha sofreu na Geórgia
Paulo Bento: “Resultado peca nitidamente por escasso”
James e Falcao dão vitória à Colômbia sobre o Chile
Marcar três golos num jogo em que o mais difícil foi não golear

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

A sexta-feira negra
Primeiro prémio com 'jackpot' de 26 milhões na sexta-feira
Vereador acusado de agredir GNR perde dois pelouros
Cadáver resgatado da água na praia fluvial de Adaúfe
Denunciado recrutamento de três euros por hora
Trânsito condicionado no túnel da Av. João XXI
Em Portugal há a sensação de viver de novo em ditadura

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Portugal de gala vence Itália em hóquei em patins
Hugo Sequeira já saiu do hospital
Estudantes veteranos da UMinho contestam proibição de praxar caloiros
Estudantes mantêm desconto no Andante
Colégios privados sentem a crise mas de forma desigual
Autópsias confirmam que cinco homens morreram intoxicados por monóxido de carbono
Aeroporto une Porto contra o governo

Capa do i i

Açores: grupos Central e Oriental em aviso laranja e amarelo devido a chuva e trovoadas
Empresa oferecia sexo grátis com a décima lavagem do carro
Compras de automóveis são, em 70% , decididas por mulheres
Prazo de concretização e montante do programa não foram alterados
CIP apaude alargamento das metas e reclama medidas de redução da despesa
RTP. Portas destaca "importante serviço público" aos emigrantes e países de língua portuguesa
Berta Cabral insiste na revisão do memorando para minimizar impacto da austeridade nos Açores

Capa do Diário Económico Diário Económico

PS exige demissão de Nogueira Leite da Caixa Geral de Depósitos
Portugal ganha mais um ano e mais austeridade
Reformados levam corte na pensão entre 3,5% e 10%
Governo não renova contratos a prazo que terminem em 2013
Subsídio de desemprego volta a sofrer alterações
Recibos verdes descontam 30,7% para a Segurança Social
Contribuintes pagam mais IRS a partir do próximo ano

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

A primeira página do Negócios da edição de hoje
Barroso apresenta a União Bancária
Le Golf de l?Empereur
Carácter de excepção da Europa
Burla colossal
O Pedro e a Thatcher
O crepúsculo dos cristãos do Levante

Capa do Oje Oje

Prometida luz sem interrupções em Bissau
Recibos verdes também vão pagar mais para a Segurança Social
Autarquias algarvias vão recorrer a linha de crédito
China certa de alcançar estabilidade
BCP dispara e impulsiona PSI20
Nova plataforma da Petrobras inicia produção em Espírito Santo
Pensões sofrem corte entre 3,5% e 10% em 2013

Capa do Destak Destak

Número de turistas vai superar os mil milhões este ano -- OMT
Governo prepara-se para anunciar abandono do nuclear até 2030 -- Imprensa
Al-Qaida alega em vídeo que EUA estão em guerra com o Islão
Sismo de magnitude 5,5 registado na ilha de Creta
Presidente dos EUA falou ao telefone com PM israelita sobre "ameaça nuclear"
Presidente do BESI considera que medidas eram inevitáveis
Pelo menos 63 mortos em incêndio numa fábrica em Karachi

Capa do A Bola A Bola

Polga com estreia à vista no Corinthians
Rondón derrota Cardozo
Sporting e Benfica dominam convocatória
André Gomes ganha espaço no plantel
«Se Espanha venceu a Inglaterra por 21, nós temos de ganhar por 22» - Rui Neto
Ester Satorova, a musa de Berdych, eleita a mais sexy dos «courts»
Uruguai, com Maxi Pereira, empata com o Equador (1-1)

Capa do Record Record

Grupo ansioso pelo regresso à competição
Peyroteo estreou-se há 75 anos
Contrato de Ricardo no prolongamento
Danilo Dias: «A minha hora vai voltar»
A nova vida de Fernando Couto
Postiga ultrapassa CR7 no capítulo da eficácia
O melhor é ir à bruxa

Capa do O Jogo O Jogo

Tropeção inglês em noite sem grandes surpresas
Três jogos, três vitórias
"Temos Varela, James, Atsu..."
Espanha "esmagou" Inglaterra por 21-1
Eder é o oitavo estreante com Paulo Bento
Moçambique perde com a África do Sul
James marca na vitória colombiana


GOVERNO DE PASSOS COELHO:"GENTE SEM HONRA E DIGNIDADE"


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CARTA ABERTA AO PRIMEIRO MINISTRO DE PORTUGAL
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Exmo. Senhor Primeiro Ministro
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Hesitei muito em dirigir-lhe estas palavras, que mais não dão do que uma pálida ideia da onda de indignação que varre o país, de norte a sul, e de leste a oeste. 
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Além do mais, não é meu costume nem vocação escrever coisas de cariz político, mais me inclinando para o pelouro cultural. Mas há momentos em que, mesmo que não vamos nós ao encontro da política, vem ela, irresistivelmente, ao nosso encontro. E, então, não há que fugir-lhe.
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Para ser inteiramente franco, escrevo-lhe, não tanto por acreditar que vá ter em V. Exa. qualquer efeito – todo o vosso comportamento, neste primeiro ano de governo, traindo, inescrupulosamente, todas as promessas feitas em campanha eleitoral, não convida à esperança numa reviravolta! – mas, antes, para ficar de bem com a minha consciência.
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Tenho 82 anos e pouco me restará de vida, o que significa que, a mim, já pouco mal poderá infligir V. Exa. e o algum que me inflija será sempre de curta duração. É aquilo a que costumo chamar “as vantagens do túmulo” ou, se preferir, a coragem que dá a proximidade do túmulo. 
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Tanto o que me dê como o que me tire será sempre de curta duração. Não será, pois, de mim que falo, mesmo quando use, na frase, o “odioso eu”, a que aludia Pascal.
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Mas tenho, como disse, 82 anos e, portanto, uma alongada e bem vivida experiência da velhice – da minha e da dos meus amigos e familiares. 
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A velhice é um pouco – ou é muito – a experiência de uma contínua e ininterrupta perda de poderes. “Desistir é a derradeira tragédia”, disse um escritor pouco conhecido. Desistir é aquilo que vão fazendo, sem cessar, os que envelhecem.
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Desistir, palavra horrível. Estamos no verão, no momento em que escrevo isto, e acorrem-me as palavras tremendas de um grande poeta inglês do século XX (Eliot): “Um velho, num mês de secura”... 
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A velhice, encarquilhando-se, no meio da desolação e da secura. É para isto que servem os poetas: para encontrarem, em poucas palavras, a medalha eficaz e definitiva para uma situação, uma visão, uma emoção ou uma ideia.
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A velhice, Senhor Primeiro Ministro, é, com as dores que arrasta – as físicas, as emotivas e as morais – um período bem difícil de atravessar. Já alguém a definiu como o departamento dos doentes externos do Purgatório. 
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E uma grande contista da Nova Zelândia, que dava pelo nome de Katherine Mansfield, com a afinada sensibilidade e sabedoria da vida, de que V. Exa. e o seu governo parecem ter défice, observou, num dos contos singulares do seu belíssimo livro intitulado “The Garden Party”: “O velho Sr. Neave achava-se demasiado velho para a primavera.” 
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Ser velho é também isto: acharmos que a primavera já não é para nós, que não temos direito a ela, que estamos a mais, dentro dela... Já foi nossa, já, de certo modo, nos definiu. Hoje, não. Hoje, sentimos que já não interessamos, que, até, incomodamos.
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Todo o discurso político de V. Exas., os do governo, todas as vossas decisões apontam na mesma direcção: mandar-nos para o cimo da montanha, embrulhados em metade de uma velha manta, à espera de que o urso lendário (ou o frio) venha tomar conta de nós. 
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Cortam-nos tudo, o conforto, o direito de nos sentirmos, não digo amados (seria muito), mas, de algum modo, utilizáveis: sempre temos umas pitadas de sabedoria caseira a propiciar aos mais estouvados e impulsivos da nova casta que nos assola. 
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Mas não. Pessoas, como eu, estiveram, até depois dos 65 anos, sem gastar um tostão ao Estado, com a sua saúde ou com a falta dela. Sempre, no entanto, descontando uma fatia pesada do seu salário, para uma ADSE, que talvez nos fosse útil, num período de necessidade, que se foi desejando longínquo. 
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Chegado, já sobre o tarde, o momento de alguma necessidade, tudo nos é retirado, sem uma atenção, pequena que fosse, ao contrato anteriormente firmado. 
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É quando mais necessitamos, para lutar contra a doença, contra a dor e contra o isolamento gradativamente crescente, que nos constituímos em alvo favorito do tiroteio fiscal: subsídios (que não passavam de uma forma de disfarçar a incompetência salarial), comparticipações nos custos da saúde, actualizações salariais – tudo pela borda fora. Incluindo, também, esse papel embaraçoso que é a Constituição, particularmente odiada por estes novos fundibulários.
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O que é preciso é salvar os ricos, os bancos, que andaram a brincar à Dona Branca com o nosso dinheiro e as empresas de tubarões, que enriquecem sem arriscar um cabelo, em simbiose sinistra com um Estado que dá o que não é dele e paga o que diz não ter,para que eles enriqueçam mais, passando a fruir o que também não é deles, porque até é nosso. 
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Já alguém, aludindo à mesma falta de sensibilidade de que V. Exa. dá provas, em relação à velhice e aos seus poderes decrescentes e mal apoiados, sugeriu, com humor ferino, que se atirassem os velhos e os reformados para asilos desguarnecidos , situados, de preferência, em andares altos de prédios muito altos: de um 14.º andar, explicava, a desolação que se contempla até passa por paisagem. 
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V. Exa. e os do seu governo exibem uma sensibilidade muito, mas mesmo muito, neste gosto. V. Exas. transformam a velhice num crime punível pela medida grande. 
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As políticas radicais de V. Exa. e do seu robótico Ministro das Finanças - sim, porque a Troika informou que as políticas são vossas e não deles... – têm levado a isto: a uma total anestesia das antenas sociais ou simplesmente humanas, que caracterizam aqueles grandes políticos e estadistas que a História não confina a míseras notas de pé de página.
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Falei da velhice porque é o pelouro que, de momento, tenho mais à mão. Mas o sofrimento devastador, que o fundamentalismo ideológico de V. Exa. está desencadear pelo país fora, afecta muito mais do que a fatia dos velhos e reformados. 
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Jovens sem emprego e sem futuro à vista, homens e mulheres de todas as idades e de todos os caminhos da vida – tudo é queimado no altar ideológico onde arde a chama de um dogma cego à fria realidade dos factos e dos resultados.
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Dizia Joan Ruddock não acreditar que radicalismo e bom senso fossem incompatíveis. V. Exa. e o seu governo provam que o são: não há forma de conviverem pacificamente. Nisto, estou muito de acordo com a sensatez do antigo ministro conservador inglês, Francis Pym, que teve a ousadia de avisar a Primeira Ministra Margaret Thatcher (uma expoente do extremismo neoliberal), nestes  termos: “Extremismo e conservantismo são termos contraditórios”.
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Pym pagou, é claro, a factura: se a memória me não engana, foi o primeiro membro do primeiro governo de Thatcher a ser despedido, sem apelo nem agravo. A “conservadora” Margaret Thatcher – como o “conservador” Passos Coelho – quis misturar água com azeite, isto é, conservantismo e extremismo. Claro que não dá.
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Alguém observava que os americanos ficavam muito admirados quando se sabiam odiados. É possível que, no governo e no partido a que V. Exa. preside, a maior parte dos seus constituintes não se aperceba bem (ou, apercebendo-se, não compreenda), de que lavra, no país, um grande incêndio de ressentimento e ódio. 
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Darei a V. Exa. – e com isto termino – uma pista para um bom entendimento do que se está a passar. Atribuíram-se ao Papa Gregório VII estas palavras: ”Eu amei a justiça e odiei a iniquidade: por isso, morro no exílio.” 
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Uma grande parte da população portuguesa, hoje, sente-se exilada no seu próprio país, pelo delito de pedir mais justiça e mais equidade. Tanto uma como outra se fazem, cada dia, mais invisíveis. Há nisto, é claro, um perigo.
 De V. Exa., atentamente,
Eugénio Lisboa

AS VAIAS AO GOVERNO

Enquanto houver só vaias vá que não vá... o pior é se os vaiados começam a levar sapatadas e baldadas de merda. Nunca antes tal coisa foi vista em Portugal o que denota que este Governo não vale e não presta para nada!

Manifestação à porta da SIC vaia ministro das Finanças

Gaspar vai ter de encontar uma alternativa aos subsídios
Vítor Gaspar, ministro das Finanças
D.R.
11/09/2012 | 19:35 | Dinheiro Vivo .
O ministro das Finanças acaba de entrar nas instalações da SIC, em  Carnaxide, para uma entrevista onde voltará a falar de austeridade. À sua espera estavam dezenas de manifestantes, que não tardaram em contestar as medidas anunciadas esta tarde.
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A entrevista do ministro das Finanças passa hoje no Jornal da Noite.
O Dinheiro Vivo sabe que estava a ser organizado um protesto para contestar as medidas de austeridade anunciadas na passada sexta-feira. A organização de manifestantes ganhou agora força com o novo anúncio desta tarde.
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Já estão na porta do canal de Carnaxide vários manifestantes com palavras de ordem contra o governo e contra as medidas de austeridade.

DR. BRANQUINHO LOBO: "HÁ DOIDOS COM JUIZO"


A RTP: "ASSUNTO RESOLVIDO"



Dois pequenos textos, a seguir, não são deste blogue, mas de um leitor que nos enviou a peça.
 
Afinal quem gastava o dinheiro todo e deixava a empresa na bancarrota era o Guilherme Costa, o malandro
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E lá teremos de continuar a pagar o Malato, o paneleiro aos saltos e o gordo dos preços e mais uns chulos com uns programas indescritíveis onde se bolsam palavrões dignos de carroceiro


RTP é um assunto 'resolvido', diz Miguel Relvas
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11 de Setembro, 2012

O ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, afirmou na segunda-feira, no Rio de Janeiro, que o assunto da RTP está «resolvido» e a televisão pública tem agora toda capacidade para resolver os seus problemas.
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«O assunto da RTP está resolvido. A RTP tem hoje um dos melhores gestores à sua frente, tem uma excelente equipa de profissionais e vai deixar de ser notícia, porque passa a ter a partir de hoje todas as condições para resolver todos os seus problemas»,
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Miguel Relvas fez a afirmação quando foi questionado sobre as críticas à nova administração da RTP, liderada por Alberto da Ponte.
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A emissora pública portuguesa tem gerado polémica desde que anterior administração, liderada por Guilherme Costa, pediu demissão do cargo, em 1 de Setembro.
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O pedido de demissão surgiu na sequência do anúncio feito pelo consultor do Governo para as privatizações, António Borges, de que em cima da mesa está uma proposta de concessão da RTP1 a privados e de eventual encerramento da RTP2, ao contrário da indicação anterior de que seria privatizado um canal.
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O novo nome indicado para a presidência da RTP, o gestor Alberto da Ponte, que nos últimos anos fez carreira no sector das bebidas, também tem gerado fortes críticas, devido à sua falta de experiência na área da comunicação social.
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Alberto da Ponte deixou em Abril o cargo de presidente da Sociedade Central de Cervejas (SCC), que exerceu durante oito anos, tendo rumado à Holanda para assumir funções na cervejeira Heineken.
Lusa/SOL

ROBBIALAC E SUAS ESPAMPANANTES CORES!

Já têm o novo catálogo de tintas da ROBBIALAC? Com a gentil participação de Ângela Merkel

No 15 de SETEMBRO, onde vais estar?



Há algum tempo, 30 pessoas juntaram-se e resolveram convocar mais uma manifestação de protesto contra as politicas da Troika exigindo a nossa vida de volta.
Dessas trinta pessoas conheço o nome de algumas e pessoalmente só uma ou duas.
Parecia poder ser só mais uma manifestação mas quem sabe não será "a manifestação".
A indignação começa a tornar-se em revolta, que se não é tão boa conselheira tem pelo menos a virtude de poder ser mais eficaz.
Não sei como vai ser, se vai ser só mais uma manifestação, mas uma coisa sei, a que será mais uma oportunidade para nos juntarmos todos e procurarmos em conjunto encontrar soluções e preparar o futuro.
Eu acredito que será numa nova forma de viver a democracia, da troca de ideias e soluções e na rua que é nossa que podemos fazer a diferença e construir a mudança.
Não acredito que seja dentro deste sistema de alterne politico entre dois partidos que obedecem a ordens do mesmo dono e dos outros que lhe acabam por dar o "colorido" e a ilusão de uma verdadeira democracia que esteja a solução.
Ela está, como sempre esteve quando isso se mostrou necessário, nas pessoas. Somos nós, todos juntos nas nossas diferenças, trocando-as em busca de um consenso que nos una numa acção comum. ocupando ruas e praças que poderemos instituir uma democracia em que a nossa palavra tenha peso e seja não só ouvida mas finalmente escutada.
No sábado, dia 15 de Setembro pelas 17 horas lá estarei na Praça Fontana, (em frente ao Liceu Camões). E tu, onde vais estar?

O GORGULHO DE UMA NAÇÃO


NENHUM GOVERNANTE, FALA NISTO... PUDERA...
O que a Troika queria aprovar e não conseguiu!!!!!!-
1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros atestados, motoristas, etc.) dos ex-Presidentes da República.

2. Redução do número de deputados da Assembleia da República
 para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas
 que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.

4. Acabar com as empresas Municipais,
 com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê?
 E
os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados*?


6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais
, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia.
 Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos,
 que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc
, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;.

10. Acabar com os motoristas particulares
 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado
 e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado.
 Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira
 e
respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.


14. Controlar o pessoal da Função Pública
 (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA.

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos
 que
servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.


16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos,
 caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.

17. Acabar com as várias reformas por pessoa,
 de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos
 dos contribuintes ao BPN e BPP.

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos
, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP
 e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP
 que custam milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP
, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).

23. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP
 (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem".

24. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito,
 perseguindo,
confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;


25. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária
 por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise".

26. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune,
 fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.

27. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores
 de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

28. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.


29. Pôr os Bancos a pagar impostos.

Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa  a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros o Estado.
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Ao "povo", pede-se o reencaminhamento deste e-mail, até percorrer todo o País.

POR TODOS NÓS, NOSSOS FILHOS E NETOS.

O Rendimento dos calhordas




O Prof. Paulo Morais é o convidado de Medina Carreira no programa Olhos nos Olhos, TVI24 dia 17 de Setembro depois do Jornal da Noite. Tema: "Em Portugal não há corrupção?" Agendem!

O Rendimento Máximo!! 

Texto do Paulo Morais, na sua crónica no CM.


AS TRETAS DO VITOR - 11.09.2012