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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

KAOS:Prostituição de luxo




paulo portas passos coelho amor prostituto
Hoje ouvi o Passos Coelho a dizer que dedicava mais tempo à coligação com o CDS que com o seu próprio partido e lembrei-me logo que fazer um par de namorados seria uma boa imagem para o retratar, mas rapidamente compreendi que estava errado, não são namorados, é prostituição. Como se não bastasse, ainda por cima é paga com o dinheiro, as empresas, o desemprego, os direitos laborais e sociais, a miséria e a vida de todos nós.

ANDA PAULINHO PORTAS VÊ E LÊ ISTO!!!



Esta a arrogância angolana que lamentavelmente nos está a cuspir em cima.
Com o governo com o rabo entre as pernas, como o anterior.
Com um Portas/MNE a olhar para o lado.
O texto é simplesmente abjecto, distorcido, manipulado, mentiroso, um pote de fel e ódio, mas que revela um profundo complexo de inferioridade.
E com uma fotografia, a dos electricos, escolhida a dedo para dar aquele ar de pobrezinhos.
Angola hoje é uma esterqueira politica, economica e social.
Mas que nos cospe na cara e nós nada dizemos ou fazemos.
Repulsivo este artiguelho.
Ao que Angola e os seus responsáveis chegaram!
Não passam de uns porcos mentais.
Tenho um profundo desprezo por aquela pandilha que se governa si e deixa o povo na miséria! 
(Texto que não é nosso mas de um leitor deste blogue)
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A "VIANDA" DOS HOMENS DE BEM (!!!) DESTE POBRE PAÍS!



Nem a Santa Casa da Misericórdia pratica estes preços para os funcionários… Estes rapazitos são, de facto, um exemplo a seguir!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Amigos
  
A partir de agora deixo de ir almoçar, ao João Leitão, ao Tavares Rico, ao Tavares Pobre, ao Gambrinos, ao Baco, à Tia Matilde, Confraria, Púcaro, Peixe na Linha, Alfaia, Casanostra e essas coisecas assim, agora  à hora de almoço, podem encontrar-me no

REFEITÓRIO DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

Lá vos espero


Menu Assembleia da República
Perdiz, porco preto alimentado a bolota e lebre, são alguns dos produtos exigidos pelo Caderno de Encargos do Concurso Público para fornecer refeições, e explorar as
cafetarias do Parlamento.
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Das exigências para a confecção das ementas de deputados e funcionários constam ainda pratos com bacalhau do Atlântico, pombo torcaz e rola, de acordo com o documento a que o CM teve ontem acesso. O café a fornecer deverá ser de "1ª qualidade" e os candidatos ao concurso têm ainda de oferecer quatro opções de whisky de 20 anos e oito de licores. No vinho, são exigidas 12 variedades de Verde, e 15 de tintos alentejanos e do Douro.
O Caderno de Encargos do concurso, que termina em Junho, estabelece que a qualidade dos produtos vale 50% o preço 30% e a manutenção 20%. 

Regulamento de Acesso ao Serviço de Refeitório da Assembleia da República
j) Pessoal que presta serviço na residência oficial do Primeiro-Ministro e no Gabinete do membro do Governo responsável pelos assuntos parlamentares, abrangido pelo acordo entre a Assembleia da República e os serviços sociais da Presidência do Conselho de Ministros;
k) Pessoal da Guarda Nacional Republicana que presta serviço na sala de segurança e no parque de estacionamento subterrâneo e pessoal da Polícia de Segurança Pública que presta serviço na esquadra da Assembleia da República;
VI
Gabinetes e da dotação dos Grupos Parlamentares e ainda requisitado e contratado que na Assembleia da República preste serviço - 3,80 €;
2. Pessoal da GNR que presta serviço na Sala de Segurança e no parque de estacionamento subterrâneo e pessoal da PSP que presta serviço na esquadra da Assembleia da República - 4,00 €;
3. Deputados e pessoal que presta assessoria transitoriamente aos Grupos Parlamentares - 4,90 €;

MEMÓRIAS de um Outro PORTUGAL



Corria o ano da graça de 1962 (já lá vai meio século). A Embaixada de Portugal em Washington recebe pela mala diplomática um cheque de 3 milhões de dólares (em termos atuais algo parecido com 50 milhões) com instruções para o encaminhar ao State Department para pagamento da primeira tranche do empréstimo feito pelos EUA a Portugal, ao abrigo do Plano Marshall.
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O embaixador incumbiu-me (ao tempo era eu primeiro secretário da Embaixada) dessa missão.
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Aberto o expediente, estabeleci contacto telefónico com a desk portuguesa, pedi para ser recebido e, solicitado, disse ao que ia. O colega americano ficou algo perturbado e, contra o costume, pediu tempo para responder. Recebeu-me nessa tarde, no final do expediente. 
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Disse-me que certamente havia um mal-entendido da parte do governo português. Nada havia ficado estabelecido quanto ao pagamento do empréstimo e não seria aquele o momento adequado para criar precedentes ou estabelecer doutrina na matéria. Aconselhou a devolver o cheque a Lisboa, sugerindo que o mesmo fosse depositado numa conta a abrir para o efeito num Banco português, até que algo fosse decidido sobre o destino a dar a tal dinheiro. De qualquer maneira, o dinheiro ficaria em Portugal. Não estava previsto o seu regresso aos EUA.
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Transmiti imediatamente esta posição a Lisboa, pensando que a notícia seria bem recebida, sobretudo num altura em que o Tesouro Português estava a braços com os custos da guerra em África. Pensei mal. A resposta veio imediata e chispava lume. Não posso garantir a esta distância a exatidão dos termos mas era algo do tipo: "Pague já e exija recibo". Voltei à desk e comuniquei a posição de Lisboa.
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Lançada estava a confusão no Foggy Bottom: - não havia precedentes, nunca ninguém tinha pago empréstimos do Plano Marshall; muitos consideravam que empréstimo, no caso, era mera descrição; nem o State Department, nem qualquer outro órgão federal, estava autorizado a receber verbas provenientes de amortizações deste tipo. O colega americano ainda balbuciou uma sugestão de alteração da posição de Lisboa mas fiz-lhe ver que não era alternativa a considerar. A decisão do governo português era irrevogável.
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Reuniram-se então os cérebros da task force que estabelecia as práticas a seguir em casos sem precedentes e concluíram que o Secretário de Estado - ao tempo Dean Rusk - teria que pedir autorização ao Congresso para receber o pagamento português. E assim foi feito. Quando o pedido chegou ao Congresso atingiu implicitamente as mesas dos correspondentes dos meios de comunicação e fez manchete nos principais jornais. 
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"Portugal, o país mais pequeno da Europa, faz questão de pagar o empréstimo do Plano Marshall"; "Salazar não quer ficar a dever ao tio Sam" e outros títulos do mesmo teor anunciavam aos leitores americanos que na Europa havia um país (Portugal) que respeitava os seus compromissos.
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Anos mais tarde conheci o Dr. Aureliano Felismino, Diretor-Geral perpétuo da Contabilidade Pública durante o salazarismo (e autor de umas famosas circulares conhecidas ao tempo por "Ordenações Felismínicas" as quais produziam mais efeito do que os decretos do governo). Aproveitei para lhe perguntar por que razão fizemos tanta questão de pagar o empréstimo que mais ninguém pagou. Respondeu-me empertigado: - "Um país pequeno só tem uma maneira de se fazer respeitar: é nada dever a quem quer que seja".
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Lembrei-me desta gente e destas máximas quando há dias vi na televisão o nosso Presidente da República a ser enxovalhado pública e grosseiramente pelo seu congénere checo a propósito de dívidas acumuladas.
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Eu ainda me lembro de tais coisas, mas a grande maioria dos Portugueses de hoje nem esse consolo tem.
Estoril, 18 de Abril de 2010 - Luís Soares de Oliveira

Os cavalos também se abatem





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Este ano já foram abatidos em Portugal 2803 cavalos da raça puro sangue lusitano. 
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Não foram abatidos por doença, mas porque os seus criadores não conseguem vendê-los e também começam a não ter meios para os alimentar. Por isso, entre vê-los morrer à fome ou dar-lhes uma morte condigna, os criadores optam pela segunda via.

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O abate de cavalos de sangue lusitano é uma metáfora para o país. Estamos já a entrar na fase de começar a sacrificar os que nos estão mais próximos: animais de companhia, de estimação ou de criação - o que vai a par com o crescente aumento do número de idosos que são deixados nos hospitais pelas famílias ou de crianças abandonadas à porta de instituições de caridade ou dos sem-abrigo que começam a proliferar nas cidades.

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Estamos a evoluir da vida minimamente confortável para a pobreza e da pobreza para a indigência. 
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Estamos a ver o Estado passar do seu papel de prestador de apoios sociais para o assistencialismo. E estamos a assistir à emergência da caridade em detrimento dos direitos dos cidadãos que supunham viver num Estado de pleno direito.

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O próximo ano será o da morte da economia. E, como escreveu Pacheco Pereira, do não retorno para milhares de famílias, que estão a ver o seu rendimento cair drasticamente ou a ser lançadas no desemprego e que nunca mais conseguirão voltar a ter os padrões de vida que usufruíam até há muito pouco tempo ou mesmo a conseguir um emprego, por precário que seja.

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Se já chegámos ao ponto de abater cavalos puro sangue lusitano, temos de nos preparar para o tsunami social que vai devastar o país em 2013. 
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Será o ano da total desesperança, do desespero, da impotência - mas também da indignação e da revolta. Construir algo a partir deste quadro vai demorar décadas. 

OS COICES A DUAS PATAS DO PAULINHO PORTAS...!!!




  Número de Documento: 15468646

  Lisboa, Portugal 14/12/2012 14:02 (LUSA)
  Temas: Política, Parlamento
 
Aprovado novo regime jurídico-laboral para funcionários externos do MNE
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Lisboa, 14 dez (Lusa) - PSD e CDS aprovaram hoje o novo regime jurídico-laboral dos trabalhadores dos serviços periféricos externos do Ministério dos Negócios Estrangeiros que, entre outras coisas, prevê mudanças no gozo de feriados.
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Toda a oposição votou contra esta proposta do Governo que estabelece que apenas dois feriados nacionais seriam fixos, o 25 de Dezembro e o 10 de Junho para estes trabalhadores.
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Os restantes sete feriados serão decididos pelo chefe do posto diplomático, podendo ser feriados portugueses ou do país em que os funcionários estão a trabalhar.
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A proposta tem como objetivo igualar o número de feriados entre trabalhadores consulares e os restantes funcionários públicos.
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Esta proposta de lei também engloba mudanças noutros domínios, como na progressão na carreira, na mudança das tabelas salariais, na proteção social e da saúde, a criação de um regime especial para os funcionários das residências oficiais do Estado, entre outros assuntos.

MP (CSR) // SMA
                          Lusa/fim

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E CONTINUA O "CRÁPULA" SEM APARECER QUEM LHE PARTA O FOCINHO...!!!



Este anda a brincar com o que é nosso


by Kaos
miguel relvas todo poderoso
Um "amigo" enviou-me a imagem e a ideia. Gostei, foi só criar o boneco e publicar. Esta nem necessita de texto a acompanhar.

MISS TURISMO PORTUGAL 2012 NA TAILÂNDIA

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Primeira parte a segunda sai amanhã

O concurso para eleição da Miss Turismo Mundo 2012, teve lugar na Tailândia. Dois dias antes da grande final lugar, ontem Domingo, na cidade de Banguecoque, tive conhecimento que Susana Nogueira uma jovem portuguesa se encontrava entre várias beldades na Tailândia. Ora Miss Portuguesa (1992) à eleição da mais bela do Mundo, antes de Susana Nogueira a Miss Turismo, só houve uma, a Fernanda Silva AQUI

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Contactei com João Vale, seu representante em Lisboa e consegui, poucas horas depois, pelo telefone, chegar a Susana, conhece-la pessoalmente, antes de 24 horas do dia do Juizo
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Telefonei ao meu compadre Marcos do Vale (com uma gripe que dava para uma casa de família), funcionário da Embaixada de Portugal na capital tailandesa e fomos ao encontro de Susana Nogueira no gigantesco e moderno hotel onde se hospedava 51 Misses de diversos países do Mundo.

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Encontrei na Susana, um sorriso, franco e genuinamente lusitano. Uma jovem mulher, de 21 anos, lindíssima.
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Imagem a corpo inteiro. Bonito uma faixa onde o nome de Portugal está designado
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Susana Nogueira no banco dos "réus" a enfrentar o júri. Portou-se lindamente e sempre com o sorriso a saltitar-lhe dos lábios.
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No salão, enorme e luxuouso hotel Grand Foruwings, havia beldades espalhadas em pé ou sentadas. Aqui ao lado esquerdo a Miss Singapura e ao lado direito a Miss Russa que viria a ser a vencedora e a Miss Turismo Mundo para o ano 2012. Durante o ano 2013 vai estar muito ocupado a viajar pelo Globo.
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Individualidades, parte do Júri, que iria avaliar, preliminarmente, as conconcorrentes para a Grande Final
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Miss Lebano, não esteve com mais medidas, deixou o assento de cadeira e descansa no chão

Na cavaqueira Susana Nogueira e Marcos do Vale, enquanto outras misses sentadas nos sofás. A jovem do lado esquerdo, Miss Chipre, cavaqueava com o seu namorado (ele revelou-me) através do telefone móvel e de quando em quando chegava os lábios ao "ecran" e beijava um rapaz de pera e bigode.

Susana Nogueira cavaqueando com Marcos do Vale. A miss portuguesa, sem ponta de dúvida é uma excelente comunicadora e óptima para a profissão de "Public Relations".
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Três misses no banco dos réus, do Canadá, China e Croácia. Ainda vacticinamos que a bela e esbelta concorrente chinesa Li Zhang de 20 anos seria uma séria vencedora... ficou pelo caminho...!!!
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As concorrentes numa pose fotográfica. Publicidade a vários produtos que serão depois transmitidos pelos canais de televisão, revistas e jornais.

Na imagem Marcos do Vale, junto à bela Miss Tailandesa, Sasima Surasapmani de 22 anos.