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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

As capas dos jornais e as principais notícias de Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2013. Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Chileno morre a fazer acrobacias em poste de alta tensão (C/ VÍDEO MUITO CHOCANTE)
Defesa vende F-16
84 sem trabalho
Despiste corta IP4
Queiró assume presidência
Duas granadas no Sado
Jornalista assasinado

Capa do Público Público

Prémio Jerusalém de Literatura 2013 atribuído ao escritor Antonio Muñoz Molina
Carlos Carreiras pede demissão de Carlos Moedas
Sorteio do Totoloto (3º/2013)
Tribunal de Coimbra considera que “palmada no rabo” pode ser medida correctiva
Polícia não pode por sua iniciativa ver as imagens não editadas das televisões
Ronaldo marca três no apuramento do Real Madrid
Belenenses vence Sporting B e reforça liderança

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Não há um FMI para cães perigosos?
Conheça a chave do Totoloto
PGR diz que é ilegal a Polícia pedir imagens à televisão
Verba dos terrenos do aeroporto fora do orçamento
Arguidos do caso Bragaparques recusaram falar
Funeral do bebé que foi atacado por cão é amanhã
Granadas e munição de morteiro encontradas no Sado

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Nick Cave & The Bad Seeds no Primavera Sound
PS/Cascais aprova candidatura de João Cordeiro
120 mil funcionários públicos em perigo
Chávez não precisa de tomar posse
Mulher morreu depois de três idas ao hospital
Irina mostra atributos em calendário alemão
STCP suspende decisão de acabar com passes gratuitos

Capa do i i

Brad Pitt no twitter chinês
FMI. Juízes portugueses refutam ter regalias e regime de aposentação privilegiado
Bienal Experimentadesign regressa a Lisboa a 07 de Novembro de 2013
“Amanhecer 2” com 11 nomeações e a estreia de Rihanna marcam os Razzie 2012
Não há salvaguarda dos postos de trabalho da ANA apesar de objetivo de os aumentar
Assunção Cristas diz que secretários de Estado a podem substituir na licença de maternidade
Sindicatos dos Quadros do Estado critica medidas propostas pelo FMI

Capa do Diário Económico Diário Económico

A melhor reforma do Estado é a reforma possível
Um país sem rei nem choque
Vale a pena ler o relatório do FMI
Privatizações podem financiar despedimentos na Função Pública
Cortes salariais permanentes de 3% a 7% na Função Pública
Trabalhadores do privado podem escolher como recebem os subsídios
PSD fecha Seara para Lisboa e Capucho para Mafra

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Instituto da Habitação com "saúde financeira" em 2015
Imobiliárias vão entrar no mercado social de arrendamento
Proposta de limites às comissões protege empresas
Há menos 15 mil professores do que há dois anos mas ainda são demais
FMI propõe nova vaga de fusões na máquina do Estado
Um relatório para cortar 4 mil milhões
Com ou sem adjectivos, propostas geram coro de críticas

Capa do Oje Oje

Fabricantes auto indianas revêem vendas em baixa
Baosteel sobe preços do aço pela terceira vez consecutiva
Nestlé prepara venda de ativos latino-americanos
Crise agrava exposição a riscos globais
CML recupera capacidade de endividamento
Menos 10% a 15% nas pensões e aumento para 66 anos idade da reforma, sugere FMI
Bulgária também quer comprar caças F16 a Portugal

Capa do Destak Destak

Pelo menos quatro alegados rebeldes mortos em ataque de 'drone' norte-americano no Paquistão
Procuradoria dos EUA acredita que Al-Qaida teve acesso a documentos divulgados pelo WikiLeaks
Japão vai investigar reservas de terras raras no Pacífico
Birmânia nega uso de armas químicas contra rebeldes
Registadas mais de 1.860 réplicas do sismo de março de 2011 no Japão ao longo do ano passado
Supremo Tribunal da Venezuela rejeita convocar junta médica para avaliar saúde de Chávez
Preços do petróleo em alta na Ásia, em reação a dados do comércio da China

Capa do A Bola A Bola

Internacional: Leandro Damião não sai em janeiro
Real: «Ninguém tem dúvidas de Ronaldo» – Karanka
Anelka mantém a forma no PSG
Real: Ronaldo bate novo recorde
Portugal goleia no segundo particular com a Polónia (5-0)
«Sinto-me bem no Real, mas no futebol tudo é possível» - Ronaldo
Elias: leão pede um milhão de euros, dizem brasileiros

Capa do Record Record

A sexta reviravolta das águias
Vítor Urbano troca Songo pelo Ferroviário
Rocha pode solicitar eleições antecipadas
Asneira com direito a perdão
Hugo Vieira interessa
Estreia com prémio especial
Pior a emenda que o... relvado

Capa do O Jogo O Jogo

Ao segundo jogo Portugal goleou
Leões estarão a pedir um milhão por Elias
"Tenho de pedir para pararem já"
Grande Vucinic na passagem da Juventus
Mourinho enervou-se, pegou na bola e...
Olhanense e Moreirense despedem-se com nulo
Que grande Cristiano Ronaldo!

"O CRÁPULA" COM 25 QUADROS - 10.01.2013




A ESPANHA SEM TROPA VAMOS CONQUISTAR OLIVENÇA





Será verdade?

Desta vez é que vamos conquistar a Espanha!!! Estes políticos endoidaram de todo!! Deixem lá a Primavera Árabe redundar num tempestuoso Inverno Árabe e depois quero ver como é quando essa gente sentir que tem campos abertos para entrar.

ESPANHA
Anuncia Dissolução das Forças Armadas

O Presidente do Gverno da Espanha Mariano Rajoy Brey, anunciou na sexta-feira (28 Dezembro), a dissolução das Forças Armadas como medida de economia

Agência
DefesaNet

O processo anunciado na última reunião do Conselho de Ministros  durará mais de uma década e culminará em 2023. O próprio Presidente do Governo da Espanha, Sr Mariano Rajoy, compareceu a uma coletiva de imprensa para avaliar o seu primeiro ano de governo, após uma reunião do Conselho de Ministros, e para anunciar a importante medida: a progressiva eliminação das “Fuerzas Armadas de España”.  Rajoy, que estava  acompanhado de Soraya Sainz de Santamaría, porta-voz e vice-presidente, e do  Ministro de Defesa Pedro Morenés, explicou que o  desmantelamento será progressivo e durará toda uma década, estando prevista sua conclusão para 2023.

Rajoy,  recordou que foi o seu próprio grupo político o Partido Popular (PP),  que propôs o fim do Serviço Militar Obrigatório, quando era governo o Sr.  José María Aznar,. Agora apresenta esta medida que está em estudo há vários meses, já discutida e em consenso com os parceiros europeus, como os  governos dos países participantes da OTAN. A eliminação das “Fuerzas Armadas”, terá que gerar uma reforma da constituição da Espanha, que também está acordada com os principais partidos presentes no parlamento espanhol.

"La falta de amenazas de tipo militar en la zona del mundo que ocupamos aconseja tomar esta medida, que es la mejor posible para la nación en estos momentos, y centrar los esfuerzos en la prevención y abordaje de amenazas más importantes e inmediatas que las bélicas, como puedan ser el desempleo o la crisis económica", afirmou Rajoy.

Afirmou que o processo não será traumático e que não há motivos para alarmes, pois a  "España se dispone a recorrer el mismo camino que antes han transitado pacíficamente otros países como Costa Rica, Islandia o uno con el que tenemos frontera: Andorra, los cuales no tienen ejército desde hace décadas", complementou Rajoy.

As ações da Espanha são uma experiência piloto que poderia ser imitada por outros países da região. Com esta medida o objetivo é obter uma importante economia de recursos do Tesouro Nacional, economia que vai aumentando até a meta de 40 Bilhões de Euros em 2023.  As economias nos primeiros anos serão pequenas, já que o Governo da Espanha deve fazer frente a uma dívida de cerca de 33 Bilhões de Euros contraída nos programas de aquisição e  modernização de armamentos.

Processo Complexo e Longo.
Fontes militares confirmaram que o desativação das Fuerzas Armadas será longo e difícil, mas que confiam que o dilatado prazo previsto, superior em mais do que uma década, resulte suficiente. Durante este tempo uma comissão interministerial que será criada, em  coordenação com o próprio Estado-Maior do Exército, deverá fechar as instalações militares de forma progressiva. Um problema a ser resolvido  é o que será feito do arsenal. A ideia inicial é dar baixa dos equipamentos mais antigos, processo que já está em curso com alguns navios: como o submarino S-72 Siroco, o navio de desembarque Pizarro e o emblemático porta-aviões Príncipe de Asturias.

O mesmo processo será adotado com o parque de veículos  do “Ejército de Tierra” e com algumas aeronaves de aviação que estão obsoletas. Não é  descartado vender parte do equipamento, que estão em melhor estado para  outros países para recuperar parte do investimento realizado, mas a  idéia principal é de adequar todo o material que seja possível ao emprego  civil como o parapúblico (Polícia, Bombeiros, Busca e Salvamento, etc). Neste sentido as brigadas de bombeiros e do meio ambiente, as de salvamento marítimo e as de ação em caso de catástrofes irão receber um importante reforço.
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Numerosas instalações ficarão disponíveis, atualmente em poder das Forças Armadas tais como: quartéis, academias, hospitais, polígonos de tiro e campos de treinamento, bases navais e aéreas, etc.. Todas estas propriedades ficarão disponíveis do uso militar em um prazo de dez anos e serão passados a outras funções ou administrações: central (governo), províncias ou municipais, as quais poderão destinar estes espaços para  usos sociais das mais variadas formas, incluindo atividades econômicas que criem empregos.

Mão de Obra será realocada
Uma questão que Mariano Rajoy insistiu em esclarecer é  que o  atual nível de  pessoal das Forças Armadas espanholas, umas 125.000 pessoas entre tropas e oficiais, não devem temer pelo seus empregos. Os contratos de curta e média duração serão mantidos durante o tempo que durar o processo de transição.
A redução dos efetivos será feita durante a convocação com a oferta para  preencher os postos faltantes.
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Aqueles que têm contratos assinados de longo até os 45 ou 58 anos serão mantidos em seus postos até 2023, e no caso  de seu contrato seguir em vigência
serão destinados a outros postos de caráter civil na própria administração central. 

Com respeito a oficialidade, serão incentivadas a passagem para a reserva antecipada, e para aqueles que permaneceram  nas Forças Armadas após 2023, serão  criados postos de caráter civil, do mesmo nível e salário, na administração do governo.
 
Ainda que se espere que os efetivos das Forças Armadas cheguem em 2023 bem reduzidos (reserva, fim de contratos, abandonos voluntários, etc.), a idéia é ter um contingente de profissionais bem preparados que possam  reforçar os serviços de logística e emergência de tipo civil. Estes tipos de serviços são precisamente os que o Governo espera melhorar com o dinheiro que antes era destinado ao uso militar. 

O pessoal do Exército que será transferido a estes serviços será reciclado, recebendo, com custo do próprio Estado, a formação profissional correspondente a sua nova função.

Nervosismo na indústria
militar Recebido com aparente tranquilidade mo meio militar, o comunicado presidencial,  também são ouvidas vozes críticas. Especialmente contundentestem sido as oriundas da principal associação de industrias espanholas do setor de defesa. Esta sem rodeios acusa de "traición"  a decisão  do governo de Mariano Rajoy e alerta ao  golpe recebido que muitas empresas deverão encerrar as suas atividades.

O Sr Pedro Argüelles, Secretário de Estado de Defesa, anunciou  a criação de plano de reconversão e realocação da mão de obra através de entidades governamentais  para aqueles oriundos de empresas de defesa em dificuldades.

Há uma declaração que mostra um  primarismo de análise pelo atual governo espanhol: "O pessoal será realocado na sua totalidade nos novos serviços novos serviços públicos que serão criados com a economia obtida na área militar",  completou Argüelles.

Porém, o que é proposto pelo governo espanhol é algo incrível. As perdas  econômicas que possam ser oriundas da falta de investimentos do governo espanhol neste tipo de indústria, terão de ser assumidas pelos proprietários das mesmas, na sua maior parte empresas multinacionais e bancos, que não socializaram seus ganhos em tempos de bonanza econômica.
 

O foco especial é a empresa estatal naval  "NAVANTIA", atualmente com fortes perdas, a será reconvertida em sua integralidade e orientada para a construção e reparos navais.