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terça-feira, 23 de abril de 2013

As capas dos jornais e as principais notícias de Quarta-feira, 24 de Abril de 2013.





Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã


Capa do Público Público

Euromilhões sem vencedores, próximo concurso tem jackpot de 32 milhões
39 anos do 25 de Abril: há festa em todo o país e começa já hoje
BES condenado em Espanha a pagar 500 mil euros a investidor
Conselho da Europa denuncia maus-tratos da polícia em Portugal
O Twitter ligou cidadãos ao Provedor de Justiça Europeu
Professor de Santa Maria quer "erradicar" sacos de plástico dos Açores
Barcelona humilhado em Munique e Bayern a um pequeno passo da final


Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Diretor pedagógico açoriano é exemplo de março
Guardas prisionais iniciaram primeiro período de greve
'Jackpot' de 32 milhões de euros na sexta-feira
O dia do milagre perfeito
Acho que isto é para a secção Desporto
Ministério Público acusa mulher que matou os dois filhos
Crato muda programa de matemática


Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Subsídios até 600 euros afinal vão ser pagos no verão
Homem acusado de enviar carta envenenada para Obama foi libertado
Euromilhões sem vencedores
Incidentes em Paris com manifestantes que se opõem ao casamento homossexual
Alerta em 2010 para buraco de milhões no Porto
Juros nos transportes disparam 855%
Ausência de empregos acelera despovoamento


Capa do i i

Conselho da Europa denuncia maus-tratos da polícia em Portugal
Portugal sem proposta para funcionária brasileira que ameaça penhorar avião da TAP
Direitos Humanos. Relatório pede medidas contra sobrelotação nas prisões
Famosos vivem menos 7 anos do que as pessoas "normais"
PS acusa Governo de fazer "propaganda" com dados da execução orçamental
Nova ministra venezuelana já posou nua
PCP diz que memorando de crescimento é “acto de propaganda e uma fraude”


Capa do Diário Económico Diário Económico

Álvaro ‘start-up’
Os riscos de acreditar numa teoria pouco sólida
Os ‘swaps’, a investigação e os culpados
Subsídios vão ser pagos em Julho para quem recebe até 600 euros
Empresas terão crédito fiscal extraordinário ainda este ano
Finanças identificam 57 contratos ‘swap’ especulativos
PSD e CDS querem repor viagens grátis para familiares e funcionários de empresas públicas


Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Moody's corta "ratings" no grupo Commerzbank
Conselho da Europa denuncia maus-tratos da polícia em Portugal
Conselho da Europa: "Há muito para fazer" em Portugal para melhorar condições nas prisões
Portugal sem proposta para funcionária brasileira que ameaça penhorar avião da TAP
Zeinal Bava: Portugal deve seguir exemplo de países como Israel e Singapura
Juros das empresas públicas disparam 86% no trimestre
Da largueza do reino de Deus


Capa do Oje Oje

PSA Peugeot Citroen regista 1.º trimestre recorde na China
Brasil comprou 4 milhões de euros de vinhos do Douro em 2012
Netflix sai do prejuízo e alcança 2,1 milhões no 1.º trimestre
Lucro da Portucel baixa 15% para 44,7 milhões
Safran compra parte da Rolls Royce na produção de motores de helicóptero
Suíça disponível para discutir intercâmbio automático de informações bancárias
Lucro do Bradesco sobe 3,4%


Capa do Destak Destak

00 de hoje primeiro período de greve
Quatro dias depois, balanço sobe para mais de 200 mortos e desaparecidos
Pelo menos quatro feridos e 14 casas danificadas em sismo de 4,7 nas Honduras
Tensão na península coreana diminuiu o envio de ajuda do Sul para o Norte - ONG
Nicolás Maduro diz que "fascistas" devem estar a pensar eliminá-lo fisicamente
Cinco alunas acusadas de blasfémia por rezarem com música pop na Indonésia
Metade dos presos em greve de fome em Guantánamo alimentada à força -- advogado


Capa do A Bola A Bola

Marcha: Campeão olímpico em Pequim suspenso três anos e meio por doping
Paul George eleito o jogador que mais evoluiu
Seedorf critica estratégia do Barcelona em Munique
Vieira quer garantir acordo verbal com Jesus
Mano Menezes associado ao Dragão
Benfica e FC Porto na pista de Santos
Mário Gomez com média de golos superior a Messi, Ronaldo e... Cardozo


Capa do Record Record

Maxi Pereira mantém lugar na lateral
Luta acesa até ao final da Liga
Leões sem direito de preferência por Ghilas
Sem público, TV e relatos
NHL: Islanders festejam apesar da derrota
Com Horta para o Dragão
«Este jogo na Madeira pode resolver a 1.ª Liga»


Capa do O Jogo O Jogo

A bandeira que enfureceu o Fenerbahçe
Jorge Rojas confirmado por cinco anos
Lição, festival... "Bailen Munique"
Cleveland negoceia Mike Brown
"Estamos a jogar um futebol extraordinário"
Messi: "Tentar a reviravolta"
"São mais rápidos, mais fortes e jogam melhor"

Parece a capa de um LP...dos anos 70 !!!!


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Voltei, voltei
 .
Voltei de lá
Ainda ontem estava em França
E agora já estou cá
.
Vale mais um mês aqui
Do que um ano inteiro lá
.
Ainda ontem eu pensava
E sonhava cá voltar
Ai, eu já não suportava
Ficar longe do meu lar
.
Agora já estou aqui
Já me passou esta dor
Tanto, tanto que eu pedi
Este milagre ao Senhor
.


"Decidi-vos a não servir mais, e sereis livres."

O MEU 25 DE ABRIL

Há 10 anos, neste mesmo dia, escrevemos e publicamos aqui.
Alguma coisa, em Portugal, mudou? Não! Piorou! Amanhã vai haver festa na Assembleia da República a comemorar a desgraça e eu daqui, mando os presentes, na festarola, à bardamerda.

O MEU 25 DE ABRIL
Digo o meu  25 de Abril (igual a outros tópicos, que escrevo, em artigos que se referem aquilo que considero muito  meus), que festeja os 29 anos da chamada revolução dos cravos de alegria e da liberdade em Portugal. Estou a 15 mil quilómetros de Portugal e, ali hoje, como é óbvio, se festeja a Revolução que deu a liberdade aos portugueses, a livre expressão do pensamento, o fim da polícia política e da ditadura em Portugal.
Certamente vai haver cerimónia militar, na Avenida da Liberdade, onde estarão presentes as individualidades mais gradas do país, pessoas, nos passeios a ver a parada a passar, venda de cravos vermelhos ( o simbolo do 25 de Abril de 1974) e na avenida a rolar o material, circulante que serviu na guerra do ultramar (é feia para mim a palavra colónial) e, a obsoleta metralhadora ligeira G3 a quem os soldados portugueses, na giría, chamavam , na guerra: “ a costureirinha”. 

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Nasci debaixo da ditadura de António de Oliveira Salazar e muito me honro de ter sido meu comprovinciano. Tive a felicidade de ter pernoitado numa casa, um pouco mais acima da do apelidado ditador, casa que possuia, no Rojão Grande, no distrito de Santa Comba Dão. Era casa modesta, constituída por um rés-do-chão e pelas paredes teimava em subir uma frondoso hera.   
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Da estrada eram visíveis as ramadas de videiras que existiam nas traseiras da moradia. Já lá vão (como o tempo passa numa fona!), uns 44 anos, eu era um rapaz cheio de ambições e servi, por uns 8 dias, como motorista, o director de compras, da Companhia Resineira, para a recolha da seiva dos pinheiros das matas da Beira Alta                
Era uma Beira rural, onde as pessoas se ocupavam do amanho das terras, havia rebanhos de ovelhas e cabras a pastar nos montados e lameiros de onde  som das campaínhas e dos chocalhos nos penetrava e sensibilizava os tímpanos. Searas de centeio, douradas, que ondolavam quando o vento suão lhes batia.  Homens, honrados, onde a palavra valia mais num empréstimo contraído que  uma letra bancária. Rezava-se, na lareira, depois da ceia da família. 
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Em minha casa, era o meu Pai (se fosse, hoje, vivo teria 96 anos), que encomendava os Padres Nossos ás almas da família que tinham partido para o céu ou o purgatório. Os quatro da família de mãos postas e a rezar.  As orações eram demoradas, isto porque o meu pai designava os nomes, dos tios, avós, bisavós, os primos, amigos e, nos meus oito anos, uma noite, no meio daquela cerimónia, solene, religiosa, caseira, olhei para a minha irmã Emilia e ri-me. 
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O meu pai, com a velocidade de um relâmpago, disparou, o braço direito e deu-me uma cota-de-mão na face que me doeu mesmo. A reza continuou e, o sermão do velhote ficou para depois da cerimónia. Para sempre me ficou na memória e, abençoada cota-de-mão do meu saudoso pai. 
 
Em minha casa, graças a Deus, havia muito pão para a boca e, liberdade racionada, nada de pisar o risco, porque se isso acontecesse havia uma vide seca, com nós, a cair, com alguma crueldade nas nádegas do infringedor ( era eu, amante da liberdade e sempre irreverente às imposições e leis da Casa da Fonte).
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Aldeias tranquilas, onde se ouvia o som dos sinos, ao alvorecer e ao escurecer o toque das Trindades.  Quando principiava a badalar o sino, na torre da igreja,  anunciando o toque das Avés Marias, ao escurecer, era ver a miudagem, da rua, a bater com os calcanhares no traseiro; a correr para casa e, se o toque já tivesse terminado antes de chegar a casa, esperava por ele a vide ou uma varinha de marmeleiro, rastiço, que maguava. Mãos calejadas de homens que arranhavam quando comprimentavam com uma mansada as mãos mimosas do  amigo vindo da cidade que visitava a sua terra. 
 .
Mulheres vestidas de negro, com lenço preto na cabeça e com a saia a roçar os tornozelos caminhavam pelas calçadas do povoado. Moçoilas de faces rosadas a bambolear as ancas, apetitosas, no caminhar e crianças, de ranho no nariz, calças de cotim arremendadas nos fundilhos, despreocupadamente, a jogar com uma bola de trapos num descampado relvado.
Comboios, ronceiros, de passageiros e de mercadorias, arrastavam-se pelos carris, entre as cordilheiras rasgadas,  a levante do rio Mondego, lançando fumo negro pela chaminé cujo o som do apito ouvia-se a uma dezena de quilómetros. Hoje,penso, que já assim não é... deixei a minha aldeia com 10 anos e fui, até hoje, pegar o mundo pelos “cornos”. 
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Na generalidade toda a gente, na Beira Alta e praticamente nos meios rurais portugueses vivia assim. Havia pão, meia sardinha, como conduto e muito caldinho da horta temperado com untinho de porco da salgadeira. Liberdade condicionada e muito respeito pela gente velha.  Claro que não havia a droga, as discotecas, na beira das estradas, com mulheres de várias nacionalidades a alternar. 
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Roubos da propriedade alheia não existia e as chaves de portas, das cortes e de casa, havia anos, de permanecerem no mesmo sitio que era um prego, batido, um pouco a cima da gateira, na parte de trás da porta.Mas quem serei eu, agora, para ir contra aqueles que amam o Dia da Liberdade,que lutaram ou não por ela e, que passado 29 anos andam a “baladar” o 25 de Abril, a nomear os nomes daqueles que partiram para a eternidade?
Quanto ao Prof. Oliveira Salazar não se conheceram casos de corrupção e, até penso, poucos dos membros do seu Governo. Não se constou que o velho governante tivesse contas na Suiça e casas de férias no Algarve. O caso mais falado e aproveitado para o “sussurro” político foi o “Ballet Rose” em Lisboa.
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O Prof. Marcelo Caetano, proeminente figura que respeito muito, sabia que quando substituiu o Prof. Salazar se desse muita liberdade, política, certamente não tardaria a ser implantado, em Portugal, um sistema semelhante ao do Fidel de Castro e o nosso país ser a Cuba da Europa. 
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Com isso se seguia a ocupação de fábricas, (algumas foram) despedir os exploradores dos patrões, erigir nas praças, principais, públicas, de Portugal bronzes com a esfinge do Lenine, bandeiras vermelhas com a foice e o martelo a flutuar por todos os cantos.
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Bancas de venda de livros com tópicos  politiqueiros baratos e, ainda cassetes com os discursos e palavras de ordem dos líderes cuja demagogia, apenas servia, para destruir Portugal e não o fazer progredir. Vejamos por exemplo a tão falada “Reforma Agrária” no Alentejo, onde algumas propriedades foram tomadas de “rompante”, camaradas que para ali se deslocaram e, segundo tive conhecimento, eram necessárias 15 pessoas, por dia, para apanhar um alqueire chícharos. 
Se essas propriedades não voltassem aos seus legítimos proprietários, certamente que até as varas dos porcos teriam deixado de existir e apenas ficava por lá a bolota caída junto ao toro das azinheiras.A Revolução dos Cravos partiu das Forças Armadas Portuguesas, mas tive sempre dúvidas se esta foi mesmo para restituir a liberdade aos portugueses, acabar com a guerra em Angola, Moçambique e Guiné ou se intenção seria a de fazer valer determinados interesses.
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Conhecedor que fui do palco das operações militares, em Moçambique, sabia que havia oficiais militares que já tinham feito mais do que uma comissão de serviços e até, não estavam mal instalados no território.  
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No mato as picadas eram percorridas pelos militares, normalmente, de alferes até ao soldado raso.Esquecendo o passado e voltando à realidade do presente, o que mais me tem surpreendido é que de facto o 25 de Abril de 1974, aconteceu, há 29 anos (uma meia vida), e Portugal não passou da cepa-torta.
 
Por exemplo para 2003 a taxa, económica, de crescimento de Portugal é de 0,3%. E para o ano 2004 não se pode advinhar se ficam, apenas zeros à esquerda.Vão se ouvindo muitas promessas (as palavras também confortam...) que Portugal está no caminho certo para a recuperação económica, um país atractivo para o investimento estrangeiro e, infelizmente me chegam notícias, através da RTPi, de fábricas a encerrar e mandar as pessoas para o fundo do desemprego. 
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A essas palavras de consolação seguem-se outras, que devemos aumentar as exportações; melhorar a produção para entrarmos na competitividade dos mercados internacionais.
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Mas quando será que isso vai acontecer se Portugal não pode competir com os mercados asiáticos, devido à mão de obra barata e às novas tecnologias de produçao, implantadas, pelos investidores estrangeiros naqueles paises?Agora pergunto aos que me queirar responder: “O que fizeram os políticos portugueses que governaram Portugal durante 29 anos, que continuam a falar na vitória das liberdades alcançadas no 25 de Abril de 1974 e, o porquê que Portugal se situar na cauda das nações inseridas na União Europeia”? 
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Porque será que os portugueses, no limiar do século XXI, cada vez mais estão a encontrar dificuldades e com menos poder de compra? 

E não ficamos por aqui... as cadeias vai continuar a encher-se, os assaltos vão continuar a ser um facto corrente do dia-a-dia dos portugueses e vai-se gerando um reino do medo; a droga a destruir corpos e famílias, a homogeneidade lusa a perder as suas raizes tradicionais, dado ao êxodo migratório de há anos nas aldeias onde só ficaram os velhos e, depois de partirem para o outro mundo, são espaços rurais que antigamente tiveram vida e, serão e, não tarda, ocupados por outras pessoas, alheias à cultura e tradições lusas oriundas de países agora inseridos na União Europeia.Portugal vai ficar a porta aberta para a Europa onde, todas a boa gente se movimenta livremente, tão livremente que é ver a “escória” internacional a procurar abrigo no nosso querido Portugal,  dado a sua hospitalidade e liberdade de movimentos.

Portugal, demográficamente, foi composto de mestiçagem e vai continuar e no futuro a raça lusitana (aquela que me orgulho e a escassos quilómetros de Folgosinho, onde dizem ter nascido Viriato), ficará um passado histórico.Faço votos que os filhos dos meus netos ainda vejam um Portugal, forte económicamente e com políticos que o saibam levar ao destino certo. 
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No meu tempo e no dos meus comtemporâneos não prevejo futuro brilhante, porque os políticos que governaram Portugal desde o 25 de Abril de 1974, mais procuraram satisfazer as suas ambições pessoais que servir os portugueses.
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Já que para Portugal o século XX foi padrasto, oxalá que o XXI lhe traga mais sorte e imensa prosperidade e, (claro sem eles nada pode acontecer) politicos modernos  que olhem mais para o povo português e parem de andar, nas campanhas eleitorais, de mercado em mercado mercado  a promoverem-se, a “beijocar” e a enganar as tias Marias e os tios Maneis com promessas que depois não cumprem.
José Martins
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Dois comentários recebidos por e-mail:

Bravo, agora temos a ditadura de Bruxelas e a pouca vergonha dos negocios impunes…..
Havia agricultura, pesca, bancos serios, industria e  postos de trabalho agora temos grandes gabinetes de advogados, institutos e tachos…. nem tudo e mau mas esta falsa liberdade obriga milhares a sopa dos pobres, porque assim quer a UE, que não elegemos ! Não há censura mas os "media"estão nas mãos de um pequeno grupo que so autoriza o que  lhe interessa !
etc, etc.
cumprimentos de um realista céptico
 .
Caro Amigo
Antes de mais,o meu reconhecimento,como simples cidadão,pela sua coragem e frontalidade-concorde-se ou não com o tipo de linguagem-com que denuncia situações e comportamentos,muitas vezes politicamente,e não só,criminosos,tão frequentes no Portugal  actual e dos últimos anos.
 .
Mas desejo,no dia de hoje,referir, especificamente,o artigo respeitante ao 25 de Abril,com cujo teor me identifico na sua quase totalidade.
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Muito embora já na situação de Reserva,na sequência de um acidente em serviço sofrido algum tempo antes,dei a minha modesta colaboração,no que,e desta opinião não abdico,foi um golpe militar,pois que a revolução,com todas as suas consequências,muitas delas negativas,mas também com outras de sinal contrário,se iniciou a 26...
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Sobre tudo que esteve na base do golpe militar e das sua consequências,muito se tem dito e afirmado,mas poucas foram as situações em que a isenção e a honestidade intelectual estiveram presentes.Uma coisa é indiscutível e fui estemunho,muito embora e talvez que tal me permitisse uma melhor obervação da realidade,já afastado do serviço activo: o oportunismo político imperou e ainda hoje muitas "ilustres personagens"usufruem de benesses e regalias que tal oportunismo lhes proporcionou!
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E também ainda hoje os desvarios e autênticos crimes de natureza política e não só,que se seguiram ao 25 de Abril,se fazem sentir...
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E não se pode tentar camuflar ter sido apenas a classe civil a responsável pelos desvarios cometidos e por todas as suas consequências;não, e a muito assisti,militares houve que foram coniventes ou mesmo agentes activos em muito de negativo que se seguiu ao dia que amanhã se comemora.
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E é por tudo isso,que,mesmo desempenhando presentemente funções politicas,como independente,ao nível do poder local,me nego,desde há vários anos,em estar presente em qualquer cerimónia comemorativa do 25 de Abril,pois que a minha consciência me não permite correr o risco de me misturar com personalidades que do mesmo só conhecem o aproveitamento que dele fizeram ou a falsa democracia de que se dizem defensores... E,face ao que aqui fica registado, penso que as felicitações que lhe envio ficam justificadas...
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Grande Abraço e continue a lutar,principalmente denunciando,os erros,por vezes de lesa pátria, que muitos aprendizes de feiticeiro, a nível político, frequentemente praticam.Mas os portugueses acabarão por acordar da letargia em que parecem mergulhados;o que pode suceder é que já seja um pouco tarde...
Campos de Barros.
(Cap./Exº/Ref.)

KAOS:Está na hora de lavar secretários-de-estado.

passos coelho lavar roupa suja




Há muita gente a passar pelos governos que deixa um rasto de pestilência e corrupção. Pelo BPN já pagámos 9 mil milhões e agora mais uns milhares de milhões para somar às dificuldades porque estamos todos a passar. Ex-Secretários de Estado do PSD então é um fartote.

UM CLÁSSICO DA PUTA DA VIDA!

Remodelar e pagar favores a um jornalista






Daniel Oliveira



A remodelação a prestações continua. E esta semana foi-nos dado a conhecer o estado em que se encontra este governo. Para secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação entrou Francisco Almeida Leite. O leitor é capaz de não conhecer a figura, mas trata-se de um ex-jornalista do "Diário de Notícias" conhecido pelos pouco discretos, muito comentados e embaraçosos fretes ao então líder da oposição Pedro Passos Coelho.
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A fama vinha de longe, ainda Passos fazia oposição interna a Ferreira Leite.O que levou, a 4 de Março de 2009, Pacheco Pereira a referir-se a este jornalista como "especialista na intriga interna do PSD" e a integra-lo num grupo de bloggers (quase todos do DN) que frequentemente "atacam Manuela Ferreira Leite e apoiam Passos Coelho".
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Com Passos já no governo, os fretes continuaram, o que lhe valeu, há um ano, uma reprimenda do então Provedor do Leitor, por publicar informações dadas pelo governo (sobre as férias dos motoristas da Carris) sem cuidar de ouvir mais ninguém. E tendo, coisa inédita, como única fonte um "relatório interno que funciona como uma espécie de argumentário do Governo de resposta à greve" (palavras do jornalista). O moço de recados já nem disfarçava.
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Não sendo este currículo jornalístico merecedor de grande orgulho, sobra o currículo político e técnico. Político? Tirando estes favores, zero. Currículo técnico para o cargo? Não se lhe conhece nenhum. A não ser ter aterrado, em junho do ano passado, pela mão de Passos Coelho, no Instituto Camões, diretamente vindo do DN. 
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Uma queda para a política externa ou política cultural que surpreendeu todos. Talvez tivesse sido por causa da sua passagem pela "Guia TV Cabo". Sem rodriguinhos: esta subida meteórica não é mais do que um vergonhoso pagamento de favores a um jornalista pouco escrupuloso que ajudou o candidato à liderança do PSD, o candidato a primeiro-ministro e o primeiro-ministro. Ponto final, parágrafo.
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Ainda assim, esta assombrosa escolha revela três boas notícias. Primeira: o PSD respeita a independência da comunicação social. Se noutros tempos os partidos que estavam no poder punham pessoas da sua confiança no "Diário de Notícias", o PSD vai tirando de lá os seus mais fiéis amigos. 
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Dá-lhes lugares de assessores, administradores de institutos e, para o mais dedicado, guardou um lugar de secretário de Estado. Carla Aguiar, Eva Cabral, Francisco Almeida Leite, João Baptista, Licínio Lima, Luís Naves, Maria de Lurdes Vale, Paula Cordeiro, Pedro Correia e Rudolfo Rebelo. São estes os 10 jornalistas que passaram do DN para o governo. 
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Alguns conheço pessoalmente e até trabalhei com eles. Alguns eram, antes abandonarem a profissão, bons jornalistas e nunca fizeram favores a ninguém. Mudaram de vida e têm direito a isso. Não é, definitivamente, o caso de Francisco Almeida Leite. Esta é a segunda boa notícia: o PSD não é ingrato e lembra-se dos serviços prestados, dando os melhores lugares aos mais empenhados.
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A terceira boa notícia é que um governo que convida Francisco Almeida Leite para secretário de Estado só pode estar no fim da linha. Ou seja, está em estado de desintegração. Recordo que este lugar foi ocupado por Durão Barroso e Luís


HISTÓRIA DO PASSADO E VIVA NO PRESENTE


JÁ QUE ANDAM A CORTAR TUDO, TB VÃO CORTAR NA FUNDAÇÃO ?
 (QUEM SE LIXA É O ZÉ POVINHO, ELES QUANDO SE APANHAM NO POLEIRO, PODER, PULEIRO,  PUDER.......SÃO UNS MER....SÃO UNS  FDP...... )
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É preciso que se leia um pouco da história recente, para se perceber, agora, onde chegou  Portugal...
O verdadeiro Mário Soares

Agora que todos devemos pensar um pouco na escolha dos que nos devem governar, vai sendo tempo de ler e meditar sobre quem já nos governou, GOVERNANDO-SE.
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Só espero que quem receba estes escritos e não os deixem morrer na memória do vosso computador. E mais ainda, que não deixem de os fazer chegar ao maior número possível de pessoas.
 
*Mário Soares*
Outra faceta distingue a candidatura de Mário Soares a Belém das anteriores, surge após a edição de Contos Proibidos - Memórias de um PS desconhecido, do seu ex-companheiro de partido Rui Mateus.

O livro, que noutra democracia europeia daria escândalo e inquérito judicial veio a público nos últimos meses do segundo mandato presidencial de Soares e foi ignorado pelos poderes da República.
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Em síntese, que diz Mateus ?
Que, após ganhar as primeiras presidenciais, 1986, Soares fundou com alguns amigos políticos um grupo empresarial destinado a usar os fundos financeiros remanescentes da campanha.
 
Que a esse grupo competia canalizar apoios monetários antes dirigidos ao PS, tanto mais que Soares detestava quem lhe sucedeu no partido, Vítor Constâncio (um anti-soarista), e procurava uma dócil alternativa a essa liderança. Que um dos objectivos da recolha de dinheiros era para financiar a reeleição de Soares.
 .
Que, não podendo presidir ao grupo por razões óbvias, Soares colocou os amigos como testas-de-ferro, embora reunisse amiúde com eles para orientar a estratégia das empresas, tanto em Belém como nas suas residências particulares.
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Que, no exercício do seu "magistério de influência" (palavras suas noutro contexto), convocou alguns magnatas internacionais - Rupert Murdoch, Sílvio Berlusconi, Robert Maxwell e Stanley Ho - para o visitarem na Presidência da República e se associarem ao grupo, a troco de avultadas quantias que pagariam para facilitação dos seus investimentos em Portugal.
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Note-se que o "Presidente de todos os portugueses" não convidou os empresários a investir na economia nacional, mas apenas no seu grupo, apesar dos contribuintes suportarem despesas de estada.
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Que moral tem um país para criticar Avelino Ferreira Torres, Isaltino Morais, Valentim Loureiro ou Fátima Felgueiras se acha normal uma candidatura presidencial manchada por estas revelações ?
E que foi feito dos negócios do Presidente Soares ?
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Pela relevância do tema, ficará para próximo desenvolvimento.

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(Tou com piolhito na cabeça)

*Parte 2*Publicado a 10 de Setembro de 2005, na Grande Reportagem nº 244
.A rede de negócios que Soares dirigiu enquanto Presidente foi sedeada na empresa Emaudio, agrupando um núcleo de próximos seus, dos quais António Almeida Santos eterna ponte entre política e vida económica, Carlos Melancia seu ex-ministro, e o próprio filho, João.
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A figura central era Rui Mateus, que detinha 60 mil acções da Fundação de Relações Internacionais (subtraída por Soares à influência do PS após abandonar a sua liderança), as quais eram do Presidente mas de que fizera o outro fiel depositário na sua permanência em Belém, relata Mateus em Contos Proibidos.
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Soares controlaria assim a Emaudio pelo seu principal testa-de-ferro no grupo empresarial. Diz Mateus que o Presidente queria investir nos média: daí o convite inicial para Sílvio Berlusconi (o grande senhor da TV italiana, mas ainda longe de conquistar o governo) visitar Belém.

Acordou-se a sua entrada com 40% numa empresa em que o grupo de Soares reteria o resto, mas tudo se gorou por divergências no investimento.
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Soares tentou então a sorte com Rupert Murdoch, que chegou a Lisboa munido de um memorando interno sobre a associação a "amigos íntimos e apoiantes do Presidente Soares", com vista a "garantir o controlo de interesses nos média favoráveis ao Presidente Soares e, assumimos, apoiar a sua reeleição".
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Interpôs-se porém outro magnata, Robert Maxwell, arqui-rival de Murdoch, que invocou em Belém credenciais socialistas. Soares daria ordem para se fazer o negócio com este. O empresário inglês passou a enviar à Emaudio 30 mil euros mensais. Apesar de os projectos tardarem, a equipa de Soares garantira o seu "mensalão".
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Só há quatro anos foi criminalizado o tráfico de influências em Portugal, com a adesão à Convenção Penal Europeia contra a Corrupção.
Mas a ética política é um valor permanente, e as suas violações não prescrevem.
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Daí a actualidade destes factos, com a recandidatura de Soares.
O então Presidente ficaria aliás nervoso com a entrada em cena das autoridades judiciais, episódio a merecer análise própria.

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*Parte 3*
publicado a 17 de Setembro de 2005, na Grande Reportagem nº 245

A empresa Emaudio, dirigida na sombra pelo Presidente Soares, arrancou pouco após a sua eleição e, segundo Rui Mateus em Contos Proibidos, contava "com muitas dezenas de milhares de contos "oferecidos" por (Robert) Maxwell (...) consideráveis valores oriundos do "ex-MASP" e uma importante contribuição de uma empresa próxima de Almeida Santos."

Ao nomear governador de Macau um homem da Emaudio, Carlos Melancia, Soares permite juntar no território administração pública e negócios privados. Acena-se a Maxwell a entrega da estação pública de TV local, com a promessa de fabulosas receitas publicitárias. Mas, face a dificuldades técnicas, o inglês, tido por Mateus como "um dos grandes vigaristas internacionais", recua.

O esquema vem a público, e Soares acusa os gestores da Emaudio de lhe causarem perda de popularidade, anuncia-lhes alterações ao projecto e exige a Mateus as acções de que é depositário e permitem controlar a empresa. O testa-de-ferro, fiel soarista, será cilindrado - tal como há semanas sucedeu noutro contexto a Manuel Alegre. Mas antes resiste, recusando devolver as acções e esperando a reformulação do negócio.

E, quando uma empresa reclama por não ter contrapartida dos 50 mil contos (250 mil euros) pago para obter um contrato na construção do novo aeroporto de Macau, Mateus propõe o envio do fax a Melancia exigindo a devolução da verba.
 
O Governador cala-se. Almeida Santos leva a mensagem a Soares, que também se cala. Então Mateus dá o documento a 'O Independente, daqui nascendo o escândalo do fax de Macau". Em plena visita de Estado a Marrocos, ao saber que o Ministério Público está a revistar a sede da Emaudio, o Presidente envia de urgência a Lisboa Almeida Santos (membro da sua comitiva) para minimizar os estragos. Mas o processo é inevitável. Se Melancia acaba absolvido, Mateus e colegas são condenados como corruptores.
 
Uma das revelações mais curiosas do seu livro é que o suborno (sob o eufemismo de dádiva pública") não se destinou de facto a Melancia mas "à Emaudio ou a quem o Presidente da República decidisse". Quem afinal devia ser réu ?

Os factos nem parecem muito difíceis de confirmar, ou desmentir, e no entanto é mais fácil, mais confortável, ignorá-los, não se confia na justiça ou porque não se acredita que funcione em tempo útil, ou por que se tem medo que funcione, em vida, e as dúvidas, os boatos, os rumores, a 'fama  persistem.

E é assim, passo a passo, que lentamente se vai destruindo de vez
a confiança dos portugueses nas instituições. Por incúria, por medo, por desleixo, até por arrogância, porventura de fantasmas e até... da própria sombra.

N.A. Como adenda, e perdoem-me o sarcasmo que é preciso por as coisas no seu devido lugar, talvez conviesse meditar no generoso silêncio dedicado ao conteúdo destes artigos de Vieira, e ao livro de Mateus, por parte de alguns dos e (ste) ticistas do regime quando comparado com a, também ela generosa, campanha em curso contra alguns 'antros' 'anônimos de pensamento livre e desalinhado...
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Ou, será que as coisas já evoluíram tanto, tanto, que agora só existem depois de serem tratadas em blog ? É que a Grande Reportagem tem uma tiragem superior a 100000 exemplares, nós ainda não... Entretanto, por essas e por outras, do Brasil até gozam...

Como adenda suplementar convém frisar que o problema não é novo, ou sequer isolado, antes é estrutural e crónico. Atente-se na GALP e nas maravilhas que por lá se passa (ra) m. No mínimo, os factos - 'estranhos - mereceriam uma investigação apurada, judicial e jornalística, no entanto...


*O Polvo, Parte 4*
publicado a 24 de Setembro de 2005, na Grande Reportagem nº 246.
por Joaquim Vieira.


Ao investigar o caso de corrupção na base do "fax de Macau", o Ministério Público entreviu a dimensão da rede dos negócios então dirigidos pelo Presidente Soares desde Belém. A investigação foi encabeçada por António Rodrigues Maximiano, Procurador-geral adjunto da República, que a dada altura se confrontou com a eventualidade de inquirir o próprio Soares.

Questão demasiado sensível, que Maximiano colocou ao então Procurador-geral da República, Narciso da Cunha Rodrigues. Dar esse passo era abrir a Caixa de Pandora, implicando uma investigação ao financiamento dos partidos políticos, não só do PS mas também do PSD - há quase uma década repartindo os governos entre si. A previsão era catastrófica: operação "mãos limpas" à italiana, colapso do regime, república dos Juízes.
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Cunha Rodrigues, envolvido em conciliábulos com Soares em Belém, optou pela versão mínima: deixar de fora o Presidente e limitar o caso a apurar se o governador de Macau, Carlos Melancia, recebera um suborno de 250 mil euros.
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Entretanto, já Robert Maxwel abandonara a parceria com o grupo empresarial de Soares, explicando a decisão em carta ao próprio Presidente.
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Mas logo a seguir surge Stanley Ho a querer associar-se ao grupo soarista, intenção que segundo relata Rui Mateus em Contos Proibidos, o magnata dos casinos de Macau lhe comunica "após consulta ao Presidente da República, que ele sintomaticamente apelida de boss.

Só que Mateus cai em desgraça, e Ho negociará o seu apoio com o próprio Soares, durante uma "presidência aberta" que este efectua na Guarda.
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Acrescenta Mateus no livro que o grupo de Soares queria ligar-se a Ho e à Interfina (uma empresa portuguesa arregimentada por Almeida Santos) no gigantesco projecto de assoreamento e desenvolvimento urbanístico da baía da Praia Grande, em Macau, lançado ainda por Melancia, e onde estavam previstos lucros de milhões de contos".

Com estas operações, esclarece ainda Mateus, o Presidente fortalecia uma nova instituição: a Fundação Mário Soares. Inverosímil ?
Nada foi desmentido pelos envolvidos, nem nunca será.


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*O Polvo, Parte 5, conclusão*
publicado a 1 de Outubro de 2005, na Grande Reportagem nº 247
Por Joaquim Vieira.

As revelações de Rui Mateus sobre os negócios do Presidente Soares, em Contos Proibidos, tiveram impacto político nulo e nenhuns efeitos. Em vez de investigar práticas porventura ilícitas de um Chefe de Estado, os jornalistas preferiram crucificar o autor pela "traição" a Soares (uma tese académica elaborada por Estrela Serrano, ex-assessora de imprensa em Belém, revelou as estratégias de sedução do Presidente sobre uma comunicação social que sempre o tratou com indulgência.)

Da parte dos soaristas, imperou a lei do silêncio: comentar o tema era dar o flanco a uma fragilidade imprevisível. Quando o livro saiu, a RTP procurou um dos visados para um frente-a-frente com Mateus - todos recusaram.
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A omertá mantém-se: o desejo dos apoiantes de Soares é varrer para debaixo do tapete esta história (i) moral da III República, e o próprio, se interrogado sobre o assunto, dirá que não fala sobre minudências, mas sobre os grandes problemas da Nação.
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Com a questão esquecida, Soares terminou em glória uma histórica carreira política, mas o anúncio da sua recandidatura veio acordar velhos fantasmas.
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O mandatário, Vasco Vieira de Almeida, foi o autor do acordo entre a Emaudio e Robert Maxwell. Na cerimónia do Altis, viram-se figuras centrais dos negócios soaristas, como Almeida Santos ou Ilídio Pinho, que o Presidente fizera aliar a Maxwell.
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Dos notáveis próximos da candidatura do "pai da pátria", há também homens da administração de Macau sob a tutela de Soares, como António Vitorino e Jorge Coelho, actuais eminências pardas do PS, ou Carlos Monjardino, conselheiro para a gestão dos fundos soaristas e presidente de uma fundação formada com os dinheiros de Stanley Ho.
 
Outros ex-"macaenses" influentes são o ministro da Justiça Alberto Costa, que, como director do Gabinete da Justiça do território, interveio para minorar os estragos entre o soarismo e a Emaudio, ou o presidente da CGD por nomeação de Sócrates, que o Governador Melancia pôs à frente das obras do aeroporto de Macau. Será o Polvo apenas uma teoria de conspiração ?

E depois, Macau, sempre Macau...

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2005-10-27 - 02  2005-10-27 - 02 :45:00 Joaquim Vieira, despedido Joaquim Vieira, director da 'Grande Reportagem',
detida pelo grupo Controlinveste, foi despedido. 
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O jornalista foi igualmente informado de que a revista será fechada. As razões de tais medidas são desconhecidas. Recorde-se que Vieira tem vindo a escrever sobre o polémico livro de Rui Mateus, onde se aludia a ligações do PS de Soares ao caso Emáudio.