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segunda-feira, 10 de junho de 2013

"Hitler encomendou um Mac - Legendado."





As capas dos jornais e as principais notícias de Terça-feira, 11 de Junho de 2013.



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Sintra: Assalto a supermercado
Olhão: Vento vira embarcação
Estudante morre no hospital
Tempo: Temperatura sobe 6 graus
São Paulo: Dois mortos em roubo
Gaia: Dois feridos em acidentes
Coimbra: Condutor encarcerado

Capa do Público Público

Cavaco diz que não é a ele que cabe vigiar o Governo
Para oposição único discurso bom é o que PR nunca faria, diz Marcelo
Paulo Bento: “A resposta foi extremamente positiva”
Sorteio da Lotaria Clássica
Dilma deseja fim da crise na Europa, Cavaco alerta para potencialidades de Portugal
Bastou um pouco da classe de Ronaldo e a seriedade dos outros para Portugal vencer a Croácia
Apple redesenha plataforma móvel e lança novo serviço de música

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Miguel Sousa Tavares, afinal, está safo!
10 de Junho, Dia do Sport de Portugal
Homenagear a água a torcer por vários bairros da cidade
Pregão desaparecido renasce com madrinha que é de todos
TAP cancela voos de e para França nos próximos 3 dias
Queda de 1,5% no investimento nas universidades
GNR detém 44 condutores por excesso de álcool

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Apple anuncia novidades para telefones e computadores
Segurança do Departamento de Estado dos EUA acusada de encobrir prostituição e narcotráfico
Pais de André pedem donativos em vez de flores
Circuito da Boavista deixa casas e acessos cercados dois meses
80 barracas vandalizadas em praia de Vila do Conde
Hospital Magalhães Lemos a rebentar pelas costuras
Três primas de Juan Carlos suspeitas de branquear dinheiro

Capa do i i

Capa do Diário Económico Diário Económico

Afronteira de Cavaco
O Presidente, a agricultura, os jovens e o País
“Estamos à espera da decisão em relação aos serviços mínimos”
Factura da água tem diferenças de mais de 450 euros/ano no país
Governo garante gozo dos feriados municipais à Função Pública
Auto-estradas da Brisa perdem até 8,8% do tráfego até Março
A quimera da soberania

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Cavaco recusa ser "actor político" e apela ao consenso no pós-troika
Chegou a hora de fazer negócios na língua de Camões
Carlos Frade: No limite, "podemos tirar as nossas poupanças dos bancos"
Banif negoceia reforço de capital com banco sul-americano
Caixa com administração menos política da última década
Jacqueline Weaver: "A Sonangol tem contratos petrolíferos muito sofisticados"
Jacqueline Weaver: "É preciso criar modelos de negócio novos para o petróleo e gás de xisto"

Capa do Oje Oje

Google reforça mapas com compra da Waze por 832 milhões de euros
AstraZeneca paga 870 milhões pela Pearl
SAP procura aquisições na China
Vue comprada por fundos canadianos
África é um continente resiliente perante os choques internos e externos
Profissões relacionadas com Web Marketing estão em crescimento
Rodrigo Albuquerque lidera Arena

Capa do Destak Destak

Mulher do PM japonês assume posição antinuclear
Filipinas vão destruir cinco toneladas de presas de elefante
Polícia turca entrou na praça Taksim para desocupar o local
Cinco mortos e oito feridos em ruina de prédio em Bombaim
Candidato às presidenciais iranianas Mohammad Reza Aref desistiu da corrida
China confirma que homem que incendiou autocarro comprou gasolina uns dias antes
Dois mortos e dois feridos graves após ingerirem bebida caseira na Austrália

Capa do A Bola A Bola

Sunderland confirma Roberge
Leixões conquista Taça de juniores
Wilfried Bony força saída do Vitesse
Sub-20: Edgar Borges divulga lista final para o Mundial
Atsu lamenta saída de Vítor Pereira
Okore novamente apontado às águias
Zidane prefere ser treinador adjunto no Real Madrid

Capa do Record Record

Baldé no Celtic vale cerca de 150 mil euros
Agente de Cardozo assume negociações
Atsu triste com mudança
Dinheiro e jogadores por Paulo Fonseca
Leilão por Renato Santos
Toni Nadal: «O melhor do Mundo é Novak Djokovic»
Fábio Espinho sai

Capa do O Jogo O Jogo

Zidane não quer ser diretor-desportivo, mas sim adjunto
Morte de adepto suspende jogo na Argentina
"Gostava de jogar num grande em Portugal"
"Continuo a trabalhar para ter a minha oportunidade"
Prémios da Lotaria Clássica
"Benfica? Não fui contactado por ninguém"
Sereno: "Entrei bem no jogo"

ATRIBUIÇÃO DA ORDEM DA LIBERDADE (GRAU DE COMENDADOR)


 

INDIGNAÇÃO DOS MILITARES DE ABRIL DA ESCOLA PRÁTICA DE CAVALARIA
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Em 10 de Junho de 2013 vai ser agraciado cm o grau de Comendador da Ordem da Lberdade o senhor Carlos Beato.

PARA QUE TODOS OS PORTUGUESES FIQUEM A SABER QUEM É:-

Carlos Beato foi militar (Alferes Miliciano) na Escola Prática de Cavalaria.

 Em 24 de Abril de 1974 foi nomeado por Salgueiro Maia, Comandante de um Pelotão de Atiradores do ESQUADRÃO DE ATIRADORES AUTO-Transportado comandado pelo então Capitão Tavares de Almeida.
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Nunca foi adjunto de Salgueiro Maia no Dia 25 de Abril  nas operações que decorreram no Terreiro do Paço e no Largo do Carmo, como disse em entrevista dada à Senhora Jornalista Maria Flor Pedroso em 25 de Abril deste ano (transmitida na Antena 1 e poateriormentena RTP2) e MUITO MENOS VIVEU OS FACTOS QUE DESCREVEU . OUVIU CONTAR PORQUE A POUCAS COISAS ASSISTIU DAS QUE NARRA.
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Na EPC pós 25 de Abril foi um elemento desestilizador (enfeudou-se políticamente) e fez conluio com o Major Tomé que acompanhou para Lanceiros 2 onde aderiu às FORÇAS ANTI-DEMOCRÁTICAS que em 25 de Novembro tentaram restabelecer NOVA DITADURA de sinal contrário à derrubada em 25 de Abril,contribuindo para a morte traiçoeira dos dois Comandos que ali pereceram na troca de tiros verificada neste aquartelamento da Ajuda.
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FOI PRESO POR JAIME NEVES E TRANSPORTADO PARA O REGIMENTO DE COMANDOS. OS MILITARES DA EPC QUE MARCHARAM PARA LISBOA BEM COMO OS QUE FICARAM SENTEM-SE REVOLTADOS E HUMILHADOS COM ESTA DISTINÇÃO.
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DIVULGUE-SE PARA QUE,PELO MENOS CONSTE E  SE  SAIBA  POR ONDE ANDA  A  VERGONHA  E  OS TRAIDORES  QUE TÊM AJUDADO A REBENTAR  COM  ESTE  DESGRAÇADO  PAÍS !!!

O «Corte nas Pensões»


Artigo de António Alves Caetano, irmão de Marcello Caetano, que os jornais se recusam a publicar
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Artigo de António Alves Caetano, irmão de Marcello Caetano, que os jornais se recusam a publicar, sobre as pensões dos reformados e pensionistas.

Estimados Amigos,
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Como os jornais não publicam as cartas que lhes remeto e preciso de desabafar, recorro aos meus correspondentes "Internéticos", todos os amigos que constam da minha lista de endereços.  Ainda que alguns não liguem ao que escrevo.
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Não sei a que se refere o Senhor Primeiro-Ministro quando afirma ser a penalização fiscal dos pensionistas resultante de todos aqueles que, em Portugal, "descontaram para ter reformas, mas não para terem estas reformas".
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Pela fala do Senhor Primeiro-Ministro fica-se a saber da existência de
pensões de aposentadoria que estão acima daquilo que resultaria da correta aplicação do Cálculo Actuarial aos descontos que fizeram. Sendo assim - e não há razões para admitir que o Senhor Primeiro-Ministro não sabe o que diz - estamos perante situações de corrupção.
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Porque o Centro Nacional de Pensões e a Caixa Geral de Aposentações só podem atribuir pensões que resultem da estrita aplicação daqueles princípios actuariais aos descontos feitos por cada cidadão, em conformidade com as normas legais.
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Portanto, o Estado tem condições de identificar cada uma dessas situações e de sancioná-las, em conformidade com a legislação de um Estado de Direito, como tem de sancionar os agentes prevaricadores, que atribuíram pensões excessivas.
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Mas, é completamente diferente a situação face aos cidadãos que celebraram contratos com o Estado. Esse contrato consistia em que, ano após ano, e por catorze vezes em cada ano, o cidadão entregava ao Estado uma quota das suas poupanças, para que o mesmo Estado, ao fim dos quarenta anos de desconto lhe devolvesse essa massa de poupança em parcelas mensais, havendo dois meses em que era a dobrar, como acontecera com os descontos.
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E tem de ser assim durante o tempo em que o cidadão estiver vivo e, em parte mais reduzida, mas tirada, ainda, da mesma massa de poupança individual, enquanto houver cônjuge sobrevivo. E esta pensão tem o valor que o Estado, em determinado momento, comunicou ao cidadão que passava a receber. Não tem o valor que o cidadão tivesse querido atribuir-lhe.
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Portanto, o Estado Português, pessoa de bem, que sempre foi tido como modelo de virtudes, exemplar no comportamento, tem de continuar a honrar esse estatuto. Para agradar a quem quer que seja que lhe emprestou dinheiro para fazer despesas faraónicas, que permitiram fazer inumeráveis fortunas e deram aos políticos que assim se comportaram votos que os aconchegaram no poder, o Estado Português não pode deixar de honrar os compromissos assumidos com esses cidadãos que, na mais completa confiança, lhe confiaram as suas poupanças e orientaram a sua vida para viver com a pensão que o Estado calculou ser a devida.
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As pensões que correspondem aos descontos que cada qual fez durante a vida ativa nunca poderão ser consideradas excessivas. Esses Pensionistas têm de merecer o maior respeito do Estado. Têm as pensões  que podem ter, não aquelas que resultariam do seu arbítrio. E é este o raciocínio de pessoas honestas.
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Esperam que o Estado sempre lhes entregue aquilo que corresponde à pensão que em determinado momento esse mesmo Estado, sem ser coagido, lhes comunicou passariam a receber na sua nova condição de desligados do serviço ativo. Ou seja, a partir do momento em que era suposto não mais poderem angariar outro meio de sustento que não fosse a devolução, em fatias mensais, do que haviam confiado ao Estado para esse efeito.
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Os prevaricadores têm de ser punidos, onde quer que se situem todos quantos permitiram que, quem quer que seja, auferisse pensão desproporcionada

OPINIÃO

Salazar, a pobreza, o pó e o ouro 
Os portugueses iludiram-se culturalmente: julgaram que o dinheiro fácil que chegou durante três décadas comprava a solidez da educação e o espírito da invenção e inovação. E do risco. É uma tónica portuguesa: prefere-se a renda ao risco.  O resultado está à vista.
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Em 1962, António Oliveira Salazar sintetizou de forma clara a visão que tinha do seu Portugal: "Um país, um povo que tiverem a coragem de ser pobres são invencíveis". Este mundo pobre, ou remediado, acabou após a entrada na União Europeia.
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Em cima da nossa pobreza caíram toneladas de dinheiro. O país ficou sulcado por auto-estradas e rotundas. As mercearias de bairro  fecharam e nasceram hipermercados. Os portugueses passaram a preferir ir passear para os centros comerciais do que para os jardins. A democracia de consumo chegou como se fosse um milagre redentor. Todos acharam que faziam parte da classe média, alimentada pelo crédito fácil. 
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O paraíso tinha também construído na sombra o purgatório, feito de cumplicidades: do BPN à Parque Escolar foi um mundo de oportunidades de "negócio" para muitos. Deixando de ter a coragem de ser remediado o povo português tornou-se uma presa fácil de uma crise que não percebesse.
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Destruída a base industrial, agrícola e piscatória do país, com fundos comunitários para abater tudo isso e  trazer a "modernidade", Portugal ficou indefeso quando chegou a grande crise de 2008. Já antes era visível mas todos se recusavam a ver: o Estado  continuava a ser a mãe de todas as batalhas e de todas as rendas. 
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A própria sociedade civil e iniciativa privada viviam de bem com o Estado, fosse ele guiado pelo PS ou pelo PSD. A mais breve nota de suicídio da história portuguesa foi escrita por José Sócrates, o último da linhagem de destruidores de um país que poderia ser remediado mas inteligente.
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Tudo se desvaneceu no ar. O crédito fácil foi substituído pela amarga austeridade. António de Oliveira Salazar, em 1963, dizia: "Quero este país pobre, se for necessário, mas independente - e não o quero colonizado pelo capital americano".  
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A colonização é hoje exercida pela Comissão Europeia e pela troika, numa Europa que parece cada vez mais dividida cultural e moralmente, entre um norte protestante e um sul católico. A moral calvinista é uma forma demolidora de salvação (salvamo-nos pelo trabalho), face à forma como se perdoam os pecados, no confessionário, a sul.
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Tudo nos divide. A forma como os protestantes criaram o capitalismo moderno enquanto nós víamos as naus carregadas de pimenta e ouro irem directas para Amesterdão e Londres para pagar os nossos prazeres ao sol diz muito do que são formas diferentes de olhar para a civilização.
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Mas, ainda assim, os portugueses iludiram-se culturalmente: julgaram que o dinheiro fácil que chegou durante três décadas comprava a solidez da educação e o espírito da  invenção e inovação. E do risco. É uma tónica portuguesa: prefere-se a renda ao risco. O regime atolou-se e o BPN representa-o perfeitamente nas suas ligações pouco transparentes a tudo e a todos. Se quisermos estudar este regime estudemos o BPN. Antes e depois da nacionalização. Está lá tudo o que se andou a fazer desde a entrada na União Europeia.  
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Maquilhou-se a pobreza com um falso riquismo que só encheu os bolsos e a estima de alguns. Que hoje vivem acima dos dramas dos comuns portugueses que só acreditaram no cartão de crédito, na casa acima das suas possibilidades, nas férias nos  "resorts" mais aprazíveis, no carro do último modelo e no telemóvel 3G. 
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Esse mundo ruiu para a maioria. Mas na sombra da crise há quem continue a viver de rendas, escudado nos invencíveis contratos com que o Estado prometeu dar tudo sem receber nada. Voltamos assim aos anos de 1960, como se tudo não tivesse passado de uma ilusão.
Com uma diferença: em Agosto de 1968, Oliveira Salazar dizia: "No dia em que eu abandonar o poder, quem voltar os meus bolsos do avesso, só encontrará pó". 

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Hoje, nos bolsos de alguns que nasceram, cresceram e singraram com este regime, só se encontrará ouro.
M.Fernanda

ORA VAMOS LÁ APRECIADORES DE MASSAGENS A UMA DE 5 ESTRELAS



O ENORME “GAMANÇO”



AVAAZ

Neste final de semana, os governos do mundo vão discutir sobre a possibilidade de tapar um buraco gigantesco de 1 trilhão de dólares anuais em evasão de impostos por grandes empresas. É dinheiro suficiente para acabar com a pobreza, colocar todas as crianças do mundo em escolas e duplicar os investimentos em tecnologias verdes! A maioria dos governos quer que as multinacionais poderosas paguem estes impostos, mas os EUA e o Canadá estão em cima do muro. Para conseguirmos um acordo, precisamos garantir que eles sintam a nossa pressão.

1 trilhão de dólares é mais do que todos os países do mundo gastam com forças armadas. É um valor maior que o orçamento de 176 nações.São 1.000 dólares para cada família que habita neste planeta. E, acreditem ou não, é a quantidade de dinheiro que as maiores empresas e as pessoas mais ricas do mundo sonegam anualmente.

Não há o que discutir! Para aumentar nossas finanças públicas em uma era de cortes dolorosos e dívidas, tudo o que precisamos fazer é garantir que todos paguem seus devidos impostos. Mas grandes empresas dos EUA estão fazendo um forte lobby para proteger suas práticas suspeitas. Uma enorme campanha pública vai ajudar a identificar e responsabilizar Obama e Harper, primeiro ministro canadense, que consideram se aliar com a corrupção ao invés de dar esse gigante passo para o avanço do planeta. Vamos unir 1 milhão de vozes -- então a Avaaz entregará nosso apelo aos líderes de governo e à imprensa presente no local das negociações:

http://www.avaaz.org/po/g8_tax_havens_p/?bVXNscb&v=25611

A Apple, uma das empresas mais ricas do mundo, pagou basicamente 0 de imposto, dos 78 bilhões de dólares que eles ganharam nos últimos anos, por meio da criação de empresas de fachada em países com uma carga de imposto leve e enviando os lucros para o exterior. Esse tipo de sonegação de impostos em escala global dá às firmas multinacionais uma grande vantagem sobre as empresas nacionais. Isso é ruim para a saúde do mercado econômico, para a democracia e para a estabilidade financeira mundial.

Mas, em questão de dias, os governos vão considerar um plano que poderá tornar mais difícil para empresas e indivíduos sonegarem impostos usando paraísos fiscais ou "abrigos fiscais", onde a carga de impostos é mais baixa. O plano exigiria que países compartilhassem informações para expor onde o dinheiro está escondido e que as empresas "falsas" revelassem quem realmente está por trás delas. Se as negociações correrem bem nesta semana, o G8 pode chegar a um acordo sobre o tema até o final do mês.

Em tempos difíceis, quando governos de todas as partes do mundo estão cortando os gastos com prioridades sociais vitais, é bastante revoltante que os mais ricos tenham passe livre para não pagar os seus impostos. (Ainda mais quando os tempos difíceis foram causados por enormes repasses financeiros para resgatar os bancos, cujos donos são essas mesmas pessoas que sonegam impostos). Os governos finalmente estão levando a sério a opção de tapar esses buracos existentes em nossas finanças, mas os EUA e o Canadá estão caindo nas mãos dos poderosos lobistas do mundo dos negócios.

Uma petição pública com uma cobertura gigante da mídia vai ajudar a dar destaque aos países que estão bloqueando o acordo, e transformar isso em uma questão política para Obama e Harper. Um forte clamor de pessoas de todos os cantos do mundo em busca de melhores condições de vida em nosso planeta, ao invés da manutenção de brechas de corrupção, também vai ajudar estes líderes a consultar suas consciências e chegar ao bom senso. Não podemos deixar que os lobistas nos derrotem! Vamos chamar a atenção da opinião pública para essa decisão que pode mudar o rumo do nosso planeta:

http://www.avaaz.org/po/g8_tax_havens_p/?bVXNscb&v=25611

Todas as semanas, nossa comunidade se esforça e, com frequência, obtém a vitória em muitas das lutas pelos direitos humanos, democracia, conservação do meio ambiente e muito mais. Mas algumas das decisões têm o poder de afetar milhares de causas de uma única só vez, muitas vezes impedindo que os problemas sequer cheguem a existir. 1 trilhão de dólares por ano em investimentos públicos faria uma diferença gigante nas vidas de crianças, vidas que podem ser salvas, a paz que pode ser construída, e ecossistemas que podem ser protegidos. E não para por aí! Por todas as lutas que podemos evitar, precisamos vencer esta.

Com esperança e determinação,

Alex, Jeremy, Christoph, Marie, Ian, David, Paul, Ricken e toda a equipe da Avaaz

PS - Muitas das campanhas da Avaaz foram iniciadas pelos membros de nossa comunidade! Inicie sua própria campanha sobre qualquer questão – local, nacional ou global – e obtenha a vitória:


Em poucos dias, os líderes mundiais vão decidir se tapam ou não um buraco de 1 trilhão de dólares anuais em evasão de impostos por parte de grandes empresas -- dinheiro suficiente para acabar com a pobreza, colocar crianças na escola e duplicar o investimento em tecnologias verdes. Um acordo está quase fechado, mas a pressão do lobby contrário sobre Obama e o primeiro-ministro canadense, Stephen Harper, é grande. Eles estão em cima do muro! Vamos pressioná-los para acabar com essa corrupção e este assalto aos nossos cofres: 

Marginais de colarinho branco


Álvaro Domingos | - Jornal de Angola
9 de Junho, 2013
Alguns portugueses ressabiados são incapazes de olhar para si. São de tal forma infelizes que tocam no ouro e ele transforma-se imediatamente em lata. Estão convencidos de que são gigantes mas para lhes vermos a inteligência e a dimensão, precisamos de um telescópio potente, daqueles que descobrem estrelas e planetas a milhões de anos-luz.
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Vivem de expedientes mas quando as coisas dão para o torto avançam para a chantagem e a extorsão. Em alguns órgãos de comunicação social estas actividades criminosas são bem visíveis.
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Um desses marginais tem banca no império em ruínas de Pinto Balsemão. O grande capitão merecia melhor sorte. Ele, que foi um príncipe do jornalismo português, hoje tem de sustentar madraços que tratam a Língua Portuguesa como os inquisidores tratavam os hereges. 
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Usam a carteira de jornalista como se fosse uma licença para matar. Pobres diabos sem ofício nem oficina, foram guindados a líderes de opinião. É por isso que os portugueses estão mergulhados na mais humilhante pobreza. Por obra e graça de palhaços, bobos, violadores da gramática e chantagistas,
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Portugal definha e já perdeu a sua soberania. Um desses pelintras mentais dá pelo nome de Daniel Oliveira. Filho de ninguém, foi subindo a corda a impulsos de vigarices e sacanices. Hoje diz que é jornalista e a sua opinião conta. Aqueles que o ouvem ficam pobres, os que acreditam nele, indigentes. Um país que tem esta alimária no topo do comentário político, caminha rapidamente para o fim. 
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Para fazer pela vida, decidiu dizer mal de Angola, dos seus dirigentes políticos eleitos democraticamernte, dos seus empresários e até dos jornalistas que, através da escrita, provam à puridade que o rei da “SIC” e do “Expresso” vai em pelota. Nu como o diabo o lançou ao mundo. A ele e outros analfabetos encartados que ganham a vidinha atacando o Presidente  José Eduardo dos Santos, os seus familiares e colaboradores.
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O solípede lazarento enche os bolsos sempre que chama corruptos aos empresários honrados que com a sua iniciativa e inteligência puxam Angola para a frente. E também Portugal. E esse foi o seu pecado. Os racistas portugueses que têm espaço na comunicação social não conseguem engolir o sucesso dos nossos empresários. Morrem de inveja porque os angolanos fazem compras em Portugal.
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Rebentam de maldade quando eles escolhem o país irmão para fazer os seus investimentos. Daniel Oliveira ultrapassa todas as linhas vermelhas (o Portas vai despedi-lo!) e arroga-se o direito de espreitar capciosamente para dentro da esfera pessoal de familiares de pessoas que têm o inalienável direito à reserva da intimidade da vida privada. Claro que para o esquerdista fingido, isso não conta. 
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O racismo faz-lhe saltar o verniz de democrata. A inveja mostra o seu verdadeiro ser: um filho de ninguém, sem honra nem princípios. Foram estes nazis de fachada democrática que assassinaram a Revolução dos Cravos e lançaram os portugueses na pobreza, enquanto os seus amigos e mentores banqueiros, esfregam as mãos de contentes. Daniel Oliveira está entre os grandes piratas da política. 

Montou tenda no Bloco de Esquerda mas acabou por revelar a sua verdadeira face. Agora anda à procura de quem lhe dê cobertura partidária para continuar a facturar à custa da política.
 
 Os 30 dinheiros que recebe desse lado são reforçados com uns restos dos diamantes de sangue e o magano faz uma vida faustosa, enquanto aqueles que engana estão cada vez mais pobres.

KAOS:Blá blá Portugal, blá blá dificuldades, blá blá bla blá




cavaco silva passos coelho paulo portas 10jun2013
Por mais que eu tente não ouvir o que este personagem diz, foram tantas as vezes que repetiram o que disse e em tantos lugares que não o pude evitar. De todo aquela quantidade de vacuidade e lugares comuns quero no entanto realçar algo que poderia ser bom para todos; que nenhum de nós está dispensado de ajudar o país a sair da crise. Pois então que comece ela a fazê-lo, demitindo-se imediatamente após demitir este governo. Vá-se embora para longe e leve o resto da canalha com ele. O país agradece.

Pum Katrapum

passos coelho vitor gaspar carlos moedas paulo portas alvaro santos pereira pedro mota soares portugal end

BRASILINO GODINHO




KAOS:O big brother americano



obama big brother
O director dos serviços secretos dos Estados Unidos, James Clapper, criticou os meios de comunicação social por «revelações irresponsáveis» sobre os programas de escuta de comunicações privadas ordenados pelo governo. 
Clapper, director da Agência Nacional de Segurança (NSA), disse também que a monitorização de comunicações digitais estrangeiras se realizam com o «conhecimento» das empresas de internet envolvidas.
«Durante a semana passada, assistimos à revelação irresponsável de medidas tomadas pelos serviços secretos para assegurar a segurança dos americanos», afirma James Clapper num comunicado.
 
As revelações trouxeram ao conhecimento público dois programas secretos da NSA, um relativo à recolha de dados das chamadas telefónicas nos Estados Unidos pelo operador Verizon, e outro denominado PRISM, que visava intercetar as comunicações de estrangeiros fora dos Estados Unidos em nove grandes redes sociais como o Facebook. 
O programa PRISM «é legal», assegurou o responsável, sublinhando que tinha sido debatido no Congresso e que é «vital» para garantir a segurança dos Estados Unidos e dos seus aliados.
Este mundo está mesmo virado de pernas para o ar. O animal critica a comunicação social por revelar aquilo que é uma ilegalidade, um abuso e uma intromissão na vida privada dos cidadãos. Não que seja novidade que os Americanos se considerem os donos do mundo e que estão acima de qualquer legalidade.
Fazem o que considerariam inaceitável se outros o fizessem, o que seria considerado como razão suficiente para considerarem esse estado como terrorista.
As escutas e a monitorização, em nome da sua segurança e dos seus aliados não iliba nem justifica a ilegalidade e o desrespeito total pela liberdade e independência de outros povos, assim como os seus assassinatos sem mandato nem julgamento não deixa de ser um crime e uma prática terrorista que deveria ser condenado por todos.
Mas já estamos habituados e o que custa mais é ver o silêncio e o colaboracionismo dos nossos governantes e os de outros países tão ciosos em falar de direitos humanos, justiça e liberdade. Tenho vergonha desta gente e da sua sabuja reverência ao dono americano.

ANA PAULA MUITO MELHOR QUE O PEDRO PROENÇA




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CARREGA BENFICA



Para quem ainda não percebeu o significado de CARREGA BENFICA, aqui vai uma ilustração para compreenderem bem
 

O JUDEU E O BUSTO