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quinta-feira, 20 de junho de 2013

O AUTARCA

PJ realizou buscou (foto ASF)
«Autarca engole papel em busca» - Correio da Manhã
Por Redação
«O vice-presidente da câmara de Portimão, Luís Carito, tirou um papel das mãos de um inspetor da PJ e engoliu-o durante a busca realizada anteontem de manhã na sua residência. O Correio da Manhã sabe que o episódio foi interpretado pelo Ministério Público como uma perturbação do inquérito e sustentou a argumentação a favor da prisão preventiva.»


As capas dos jornais e as principais notícias de Sexta-feira, 21 de Junho de 2013.



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Resende: Morre esmagado
Covilhã: Despiste fere mulheres
Ansião: Idosa atacada em casa
Centro: Médicos acusados
Óscar Cardozo a um passo da Turquia
Metro: Sem serviços dia 27
Moreira Rato: Paga meio milhão

Capa do Público Público

Interrogatório aos detidos em Portimão recomeça na manhã de sexta-feira
Um dos grandes problemas em Portugal é que "tudo é contestado", diz Poiares Maduro
A casa com que Aristides de Sousa Mendes sempre sonhou
Zona Euro já aprovou oitava tranche de 2,1 MME para Portugal
Espanha marcou dez golos ao Tahiti
Frederico Sousa é o novo seleccionador português de râguebi
Manifestantes enchem ruas em 80 cidades do Brasil

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Qual é coisa qual é ela
O professor da minha vida: Tony Soprano
A menina que sempre quis ensinar mais aos outros
"A professora Eva é a melhor que podíamos ter"
Verão chega hoje às 6h04 e traz calor e vento
Interrogatório aos detidos em Portimão prossegue amanhã
Jardim volta a defender limitação no direito à greve

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Sociólogo considera punk "um dos antepassados dos movimentos inorgânicos de hoje"
Mensagem em garrafa descoberta quase 100 anos depois
Uruguai bate Nigéria e está quase nas meias-finais da Taça das Confederações
Polícia reprime tentativa de invasão de edifício governamental no Brasil
"Botão de pânico" ajuda turistas no Porto e Norte
Aluno sequestra colegas, agride e ameaça professora de morte
Alunos apresentam queixa e querem ir a exame dia 2 de julho

Capa do i i

Capa do Diário Económico Diário Económico

Miami é bicampeão da NBA
Consoante a vogal
Para os políticos ainda vale tudo
O fim do ‘doping’ financeiro
Função Pública perde férias mas mantém mais dias que o privado
Concorrência faz investigação aprofundada à fusão Optimus/Zon
Seara mantém-se na corrida a Lisboa e abre guerra jurídica

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Brasil: Novos confrontos no Rio de Janeiro e Porto Alegre, foco de fogo em Brasília
Um morto e três feridos em atropelamento durante protestos no Brasil
O partido bipopular
Augusto Mateus: Principal problema de competitividade em Portugal não é salarial
Eurogrupo alcança acordo político sobre recapitalização directa dos bancos
Primeiro-ministro grego diz que Governo se mantém mesmo se coligação falhar
Rehn: Regresso de Irlanda e Portugal aos mercados importante para todo o euro

Capa do Oje Oje

Cinco bancos do Reino Unido precisam de mais 15,7 mil milhões
Magna prevê subida nas margens com procura de carros alemães nos EUA
Shanghai Electric quer 30% da eólica offshore na China
Maruti Suzuki procura fornecedores locais
América Latina: Potencial de negócio em crescendo
Brasil, Venezuela e México na linha da frente das trocas com Portugal
O Brasil não é para principiantes

Capa do Destak Destak

Primeiro-ministro de São Tomé sente-se "legitimado"
Judeu morto no Muro das Lamentações ao ser confundido com palestiniano - Polícia
TEPCO deteta fuga radioativa em tanque para dessalinizar da central de Fukushima
MNE do Equador diz que receios de Assange de detenção pelos EUA "têm fundamento"
Quase 85 mil alunos do secundário fazem hoje exames nacionais
Polícia australiana surpreende menino de sete anos a conduzir o pai embriagado
Poluição em Singapura atinge níveis críticos para doentes e idosos

Capa do A Bola A Bola

Renato Neto apresenta-se
Guru da robótica já é portista
Roderick e Sidnei em estudo
André Micael oferecido
Direção chama jogadores para reunião
Seejou King com acordo para três temporadas
Lisandro López já não foge

Capa do Record Record

O crepúsculo de Rolando
Fábio Vieira garantido para reforçar o Berço
Rui Costa lidera elite de luxo em Pataias
Nani viu vitória dos Heat
«Quero voltar a jogar na liga principal»
Ludovic a caminho do Créteil de França
Miami Heat revalidam título

Capa do O Jogo O Jogo

Maxi Pereira já vê as meias-finais
Sorteio da Lotaria Popular
FC Porto e Leça entram a ganhar
Pirlo é baixa contra o Brasil
Armando Silva na liderança e Valente no banco
Forlán faz história pelo Uruguai
"Herrera pode ser vendido por quatro vezes mais"

UM LAMENTÁVEL DIA 10 DE JUNHO



“Mouros em terra, Moradores às armas!”


Brado que se ouvia nas terras portuguesas desde o tempo do Rei D. Afonso II.O país está esquizofrénico. A esquizofrenia - cabe aqui lembrar - é uma doença mental que afecta o ser no seu todo. Infere-se, pois, que o País está doente (e vai a caminho de ficar ligado à máquina).Esta coisa de se comemorar o “Dia de Portugal” nunca teve grande brilho, nem foi devidamente organizada e sentida, apesar de já se terem ensaiado vários figurinos.Foi sempre algo sem uma tradição bem fundada.
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A razão maior - estamos em crer- tem a ver com o facto de não se haver determinado o dia em que devemos comemorar a nacionalidade, pois não há uma data fundacional definitiva.Poderia ser o dia 24/6/1128, data em que o Condado se autonomizou “de facto”;[1][1] o dia 25/7/1139, data em que Afonso Henriques foi alçado a Rei, na Batalha de Ourique; o dia 5/10/1143, data do Tratado de Zamora, que nos garantiu a independência da suserania regional, ou o dia 23/5/1179, data da Bula “Manifestis Probatum”, do Papa Alexandre III – a autoridade de Direito Internacional, da época – que reconhece a independência do reino de Portugal e o título de Rei a A. Henriques.
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Noutra perspectiva pode-se considerar a data de 1 de Dezembro de 1640, em que se restaurou a completa independência da Nação e se aclamou um novo Rei, natural do reino, fundador de uma nova dinastia nacional.[1][2]A ideia do dia 10 de Junho é de inspiração republicana e tomou forma aquando das comemorações do terceiro centenário da morte dessa grande figura lírica chamada Luís de Camões, que exaltou de uma maneira única e superior, a gesta histórica portuguesa.Como se desconhece quando o poeta nasceu fixou-se a data do seu passamento. 
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Não é que Camões não mereça a distinção – sendo de lamentar que, raramente, se refira a sua condição de soldado e combatente pela Fé e expansão portuguesa – mas as razões em que se fundou a homenagem, de luta política entre monárquicos e republicanos, não parece ter sido a mais feliz…Mas, enfim, medrou o 10 de Junho como dia em que os portugueses passaram a comemorar serem portugueses!  
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E esta constitui, já, a segunda reflexão: como poderemos comemorar ser portugueses se, desde o Tratado de Maastricht, passámos a tentar deixar de o ser, para sermos uma coisa qualquer indefinida, que tem a ver com o ser “europeu” e desde há dois anos a esta parte, nos visita um triunvirato que manda a gente fazer coisas que os Filipes nunca se atreveram a mandar? Por isso parece-me que devíamos ter posto a tónica nisto: o reganhar da independência e “armar-nos” para tal, sendo a alternativa estarmos de luto carregado, espiando os tremendos erros político – estratégicos (e morais), que fizemos nas últimas décadas e que uma nação antiga de 900 anos, jamais deveria ter feito ou deixado fazer. E não devíamos tirar o luto até ganharmos juízo.  

O PR passeia-se pelo País. Melhor fora que permanecesse em Lisboa.  
Lisboa é a capital e só excepcionalmente as cerimónias a deviam abandonar. Todavia, em todas as cidades e vilas do antigo Reino se deveria festejar o dia que nos individualiza no concerto das Nações (agora mais “organizações”…). Porém o que se passa é que o PR se passeia aleatoriamente pelo Continente e Ilhas, acompanhado pela sua Corte – o que nem sequer é barato – enquanto o resto do país vai a banhos ou encolhe os ombros. Há qualquer coisa de errado nisto… O actual PR tem a seu crédito, ter recuperado as Forças Armadas para as cerimónias oficiais do 10 de Junho, de onde estiveram, inacreditavelmente, arredadas desde 1974 – uma prova insofismável do desvario em que caímos!  
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Contudo, a verdadeira homenagem aos combatentes mortos pela Pátria - sem o que Portugal não teria sobrevivido a 1128 – não é feita nas cerimónias oficiais do 10 de Junho, mas sim nos eventos junto ao monumento aos mortos do Ultramar, em Belém, organizados por um grupo de cidadãos e sem qualquer vínculo ou apoio do Estado.[1][3] A única cerimónia genuína e sã, que agora se realiza. Ou seja há dois 10 de Junho…[1][4] Entre muitas coisas inacreditáveis que se passaram este ano, desde que na mesma semana se inaugurou uma avenida com o nome de um traidor à Pátria, até haver um condecorado com a Ordem da Liberdade, que atentou contra ela (liberdade), ocorreu um episódio que se pode considerar o cúmulo do surrealismo político-diplomático.  

Ora meditem.  
No dia em que os órgãos de soberania comemoram o dia do país que andam a alienar a estranhos, entre assobios e apupos de parte dos populares presentes – o respeito esvaiu-se, mas também ninguém que não se dê ao respeito, pode esperar ser respeitado – aterrou em Lisboa a “Presidenta” do Brasil. Logo no dia em que se comemora um dos mais lídimos cultores da língua pátria, cai-nos em sorte um erro ortográfico… Bom, independentemente dos brasileiros gostarem de alçar a presidente pessoas menos recomendáveis para o cargo – como parece ser o caso – o facto é que a senhora aparece entre nós com esse título, e a título oficial. E pela primeira vez depois de ser eleita.  
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Eis pois uma situação esdrúxula de todo: sabe-se à última da hora; o PR, o Governo, a AR, etc., estão todos em Elvas;[1][5] a senhora em vez de ter o PR a recebê-la, tem o MNE; havendo a festividade maior do País, a Presidente do Brasil – e digamos que não será o mesmo que ter por cá a mais alta figura do Burkina Fasso – não comparece à mesma, uma gafe inexplicável e inconcebível, a todos os títulos! E nem se digna colocar uma coroa de flores no túmulo de Camões, nos Jerónimos! E não comparece em Elvas porquê? 
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A pergunta é mais que pertinente e óbvia e parece que ninguém se incomodou com isso. Não foi convidada? Não quis ir? Foi tudo feito em cima do joelho? Não tinha tempo para ir? Convenhamos que qualquer resposta é cada uma pior que a outra A piorar as coisas, Dona Dilma ainda resolve receber o ex-Presidente Mário Soares e o líder do principal partido da oposição, antes de se encontrar oficialmente com os PR e PM, à revelia do protocolo de Estado, quer nacional quer internacional, numa atitude de afronta inqualificável.  
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E a questão ainda se torna mais feia quando, aparentemente, a ex-revolucionária agora à frente de uma potência que virou capitalista, e a quem nunca se conheceu um gesto de simpatia por Portugal, fez um “tocar e andar” na Portela, para ir a uns saldos de empresas, que por cá se querem passar a trocos. Tudo selado em brindes sem lustre, entre o lustroso luxo da Ajuda! Pelos vistos estão todos bem uns para os outros.  
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Alienam tudo estes desgraçados políticos que nos calharam na rifa eleitoral, entremeados por “inoculações” de entidades estranhas ao país, que fazem o Cristóvão de Moura parecer um menino de coro! É a EDP TAP, a RTP, a RDP, os CTT (!), etc., já falam na água – na água, ó pessoas da minha terra! Será que também vão querer que ponhamos as nossas mães e mulheres á venda? Também estarão a pensar aderir ao “Banco de Sementes” que se anda a preparar em Bruxelas, e que a ir para a frente, constituirá um dos mais notáveis instrumentos de escravidão jamais inventado? 
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Infelizmente tudo o que descrevo dá bem o retrato em que caíu o nosso Portugal: uma verdadeira casa de passe política. Não é bonito de se dizer e é, seguramente, desagradável de ouvir. Sem embargo, representa a mais cristalina das verdades. Apetece dizer:
“Mouros em terra, moradores às armas”!

FERNANDO SEARA: "GOZAR O PAGODE"

O Tribunal da Relação de Lisboa chumbou ao Seara a candidatura à Câmara Municipal de Lisboa e sem se conhecer o parecer do Tribunal Constitucional o Seara vai mesmo, hoje, apresentar-se como candidato, certamente, oferecendo uma pinga e uma mastiga a seus convidados...Assim se entende que para o Seara o pelouro de Lisboa são favas contadas! Vicios de poder em procura de viver fácil.



DURÃO BARROSO - O MOÇO DE RECADOS


Um moço de recados?!

Roubado ao Luis Menezes Leitão, que o postou no Delito de Opinião, aqui fica o seu texto com o qual concordo plenamente:
"Parece que o Primeiro-Ministro francês diz que Durão Barroso "só tem que aplicar as decisões" do Conselho, "mais nada". Durão Barroso é assim visto pelos membros do Conselho como um simples moço de recados. A independência da Comissão e o seu papel de guardiã dos Tratados foram desta forma reduzidos a zero.
O balanço de Durão Barroso à frente da Comissão Europeia não podia ter sido mais negativo: a independência da Comissão ficou em cacos, a Europa teve uma década de recessão e corremos o risco de ter o colapso do euro ou mesmo da própria União Europeia. Se há coisa que a Europa tem que resolver de vez, se se quiser manter, é a situação da Comissão Europeia. Ou a Comissão volta a ter a independência que teve no tempo de Delors ou a União Europeia pura e simplesmente acaba".  
HSC
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Um rapazinho na altura que um dia viria a ser grande... FOI E É!

KAOS: PAULO MACEDO


Eis uma notícia que nem necessita que se diga mais nada. Está lá a verdade deste sistema e a desumanidade desta gente. Criminosos
 
Saúde para todos ou só para quem pode pagar?
Observatório Português dos Sistemas de Saúde admite que há sinais de uma «agenda não universalista» no acesso à saúde, mas lembra que esta opção carece de «legitimação política explícita»

O relatório do Observatório  coloca o dedo numa das várias «feridas» do Sistema Nacional de Saúde: a visão política que gere actualmente a saúde em Portugal. O relatório assume que existem «sinais de uma agenda não universalista» no acesso aos cuidados de saúde. O documento, conhecido esta terça-feira, aponta ainda o dedo ao Governo por não avaliar o impacto da crise na saúde dos portugueses e considera que as «taxas moderadoras» são «falsas».

O Relatório Primavera 2013 foi apresentado na Fundação Gulbenkian, numa cerimónia a que o ministro Paulo Macedo faltou. A presença estava prevista, mas não foi confirmada. Esta é a primeira vez, em 14 anos, que o ministério da Saúde não marca presença. As críticas do relatório, nomeadamente, aos «cortes violentos» que foram «além da troika» no sector, podem ser a causa do «desconforto» do Executivo. Mas o documento aponta ainda uma critica mais profunda.

O sistema de saúde português assenta na concepção universalista (constitucional), ou seja, «nos princípios de um seguro público de saúde: pagar enquanto se pode, de acordo com os rendimentos de cada um, para receber mais tarde quando se precisa», lê-se no relatório que explica: «Isto significa precisamente estar protegido de pagar na pior altura, quando se está doente».

A esta visão contrapõe-se uma outra alternativa política, não universalista, que consiste no recusar de um seguro público universal, ou seja, «quem pode paga, quem não pode é "assistido" pelo Estado. O relatório alerta precisamente para os sinais de existência de uma «agenda não universalista», que defende o relatório, «requer legitimação política explícita». Este é um dos factores que está a ameaçar a sustentabilidade política do SNS que sofre ainda da «ausência de uma linha clara de orientação no investimento em saúde», da «desmotivação dos profissionais» e da «insatisfação de uma população mais vulnerável com a resposta do SNS». Ainda assim, o relatório reconhece que no campo da sustentabilidade financeira, o ministério tomou diversas medidas que contribuíram para o objectivo.

Mais de que um diagnóstico das políticas do Governo em matéria de saúde, o relatório retrata também o país que temos hoje. Perante um SNS que em parte se «degrada», mas que ainda resiste, é preciso lembrar que a pobreza e o desemprego, a experiência real das pessoas, têm efeitos na saúde. Algumas das principais conclusões revelam que a crise provocou um aumento dos suicídios e das depressões e levou a que muitos portugueses [inclusive um terço dos idosos] não tenham dinheiro para comprar medicamentos, óculos ou aparelhos auditivos.

As falhas apontadas ao Governo, juntam-se também críticas ao Memorando de Entendimento. Apesar de fazerem parte da troika instituições europeias, um dos princípios do Tratado de Maastricht foi ignorado. «Um dos maiores progressos, a nível internacional, da concepção e posicionamento das políticas de saúde no conjunto das políticas públicas, foi a inscrição no Tratado de Maastricht, do princípio segundo o qual a adopção de qualquer outra política devia tomar em consideração a análise prévia dos seus impactes sobre a saúde», lembra-se.

Em 2012, o Governo introduziu um aumento nas taxas moderadoras. Uma medida que previa reduzir a utilização desnecessária dos serviços de saúde, mas que, para o Observatório, se transformou numa barreira, para muitos cidadãos no acesso à saúde.

«Há múltiplos indícios de que o empobrecimento dos portugueses, associado à extensão e aumento substancial das falsas taxas moderadoras e a dificuldades crescentes com os transportes (para além da evolução dos tempos de espera), dificultam o acesso aos cuidados de saúde de muitos portugueses», lê-se no documento que acusa: «as designadas taxas moderadoras não o são. São pagamentos no ato da prestação dos cuidados».

Uma rumba para variar


FERNANDO SEARA IMPEDIDO.....



NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORA



As televisões estão a difundir esta notícia fantástica para os portugueses (sejam cristãos ou magrebinos): Sua Santidade o Papa Francisco I vem muito brevemente ao Porto. Deseja conhecer o lugar onde Jesus se ajoelhou.

HUMOR



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OS NOVOS RICOS ANGOLANOS


  
Realidade, triste.. SÃO TÃO POBRES, QUE SÓ TÊM DINHEIRO...  by Edson Vieira Dias Neto (adaptado de um texto de Cristovam Buarque que assenta que nem uma luva a esta Angola, ainda em plena "Acumulação Capitalista Primitiva" )
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"Em nenhum outro país os ricos demonstram mais ostentação que em Angola. Apesar disso, os Angolanos ricos são pobres. São pobres porque compram sofisticados automóveis importados, com todos os exagerados equipamentos da modernidade, mas ficam horas engarrafados ao lado dos autocarros e candongueiros do subúrbio. 
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E, às vezes, são assaltados, sequestrados, abusados e violentados no trânsito. Presenteiam belos carros a seus filhos e não voltam a dormir tranqüilos enquanto eles não chegam à casa. Pagam fortunas para construir modernas mansões, desenhadas por arquitetos de renome, e são obrigados a escondê-las atrás de muralhas, como se vivessem nos tempos dos castelos medievais, dependendo de guardas que se revezam em turnos. 
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Os ricos angolanos, usufruem privadamente tudo o que a riqueza lhes oferece, mas vivem encalacrados na pobreza social. Na sexta-feira, saem de noite para jantar em restaurantes tão caros que os ricos da Europa não conseguiriam freqüentar, mas perdem o apetite diante da pobreza que ali por perto arregala os olhos pedindo um pouco de pão; ou são obrigados a restaurantes fechados, cercados e protegidos por policiais privados. 
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Quando terminam de comer escondidos, são obrigados a tomar o carro à porta, trazido por um manobrista, sem o prazer de caminhar pela rua, ir a um cinema ou teatro, depois continuar até um bar para conversar sobre o que viram. Mesmo assim, não é raro que o pobre rico seja assaltado antes de terminar o jantar, ou depois, na estrada a caminho de casa. 
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Felizmente isso nem sempre acontece, mas certamente, a viagem é um susto durante todo o caminho. E, às vezes, o sobressalto continua, mesmo dentro de casa. Os ricos Angolanos são pobres de tanto medo. Por mais riquezas que acumulem no presente, são pobres na falta de segurança para usufruir o patrimônio no futuro. E vivem no susto permanente diante das incertezas em que os filhos crescerão. 
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Os ricos angolanos continuam pobres de tanto gastar dinheiro apenas para corrigir os desacertos criados pela desigualdade que suas riquezas provocam: em insegurança e ineficiência. No lugar de usufruir tudo aquilo com que gastam, uma parte considerável do dinheiro nada adquire, serve apenas para evitar perdas. 
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Por causa da pobreza ao redor, os angolanos ricos vivem um paradoxo: para ficarem mais ricos têm de perder dinheiro, gastando cada vez mais apenas para se proteger da realidade hostil e ineficiente.
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Quando viajam ao exterior, os ricos sabem que no hotel onde se hospedarão serão vistos como assassinos de crianças na lunda, destruidores da Floresta do maiombe em Cabinda, usurpadores da maior concentração de renda do planeta, portadores de malária, de paludismo e de filaria.. São ricos empobrecidos pela vergonha que sentem ao serem vistos pelos olhos estrangeiros.
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Na verdade, a maior pobreza dos ricos angolanos, está na incapacidade de verem a riqueza que há nos pobres. A pobreza de visão dos ricos impediu também de verem a riqueza que há na cabeça de um povo educado. 
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Ao longo de toda a nossa história, os nossos ricos abandonaram a educação do povo, desviaram os recursos para criar a riqueza que seria só deles, e ficaram pobres: contratam trabalhadores com baixa produtividade, investem em modernos equipamentos e não encontram quem os saiba manejar, vivem rodeados de compatriotas que não sabem ler o mundo ao redor, não sabem mudar o mundo, não sabem construir um novo país que beneficie a todos. 
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Muito mais ricos seriam os ricos se vivessem em uma sociedade onde todos fossem educados. Para poderem usar os seus caros automóveis, os ricos construíram viadutos com dinheiro de colocar água e esgoto nas cidades, achando que, ao comprar água mineral, se protegiam das doenças dos pobres..........................   

OPINIÃO: A. MARINHO PINTO






O elo mais fraco (2)

Publicado em 2013-06-03

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O que se está a passar em Portugal com o debate sobre a coadoção revela a anomia cívica da nossa sociedade e, sobretudo, a degradação a que chegou o nosso regime democrático. 
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Um setor ultraminoritário da sociedade, que age como uma seita, impõe arrogantemente a suas certezas e insulta e escarnece dos que exprimem opiniões diferentes. O fanatismo heterofóbico dos seus prosélitos leva-os a apelidar de "ignorantes", "trogloditas" ou "homens das cavernas" todos os que ousam pôr em causa as suas certezas.
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O que se viu no programa Prós e Contras da RTP, na semana passada, foi a atuação de um grupo bem organizado de pessoas lideradas por um fanático que, no intervalo do programa, subiu ao palco e se dirigiu a mim para me dizer que eu estava a usar no debate os mesmos métodos que os nazis tinham usado contra os judeus (!!!). Esse delírio injurioso foi depois retomado em alguns órgãos de comunicação social, blogues e redes sociais, por outras pessoas imbuídas do mesmo fanatismo e da mesma desonestidade intelectual. Já, em tempos, uma das próceres da seita, a dra. Isabel Moreira, me chamara PIDE, para assim "vingar" a atual ministra da Justiça das críticas certeiras que eu lhe dirigia.
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Afinal, parece que é nazi dizer que o movimento LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) atua como um lobby que influencia os centros de decisão política devido à preponderância que muitos dos seus elementos têm no Governo, no Parlamento, na Comunicação Social, nas empresas e nos partidos políticos. 
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Sublinhe-se que os partidos de Esquerda aprovaram a lei sobre a coadoção exatamente no momento em que o povo mais preocupado (distraído) está com a austeridade que lhe é imposta pelo Governo e pelo presidente da República. Foi, portanto, assim, à sorrelfa, com a ajuda cirúrgica da Direita, que se aprovou uma lei que ofende a consciência da esmagadora maioria da população.
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O que se viu naquele programa da RTP foram exercícios de manipulação, de intolerância e de vitimização por parte dos defensores dessa lei e quem manifestou opiniões contrárias foi sumariamente apelidado de "ignorante" ou então brindado com estridentes risadas de escárnio. Eu próprio fui, no final do programa, veementemente apelidado de ignorante pelo líder da seita e por algumas histéricas seguidoras que o rodeavam.
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O casal de lésbicas que ali foi exibir triunfantemente a gravidez de uma delas e proclamar o seu orgulho por a futura criança ser órfão de pai é bem o exemplo da heterofobia que domina a seita. 
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Que direito tem uma mulher de gerar, deliberadamente, por fanatismo heterofóbico, uma criança duplamente órfã de pai (sem pai e sem nunca poderem vir a saber sequer a identidade dele)? 
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Com que fundamento o Estado se prepara para entregar a essas pessoas crianças que, por tragédias familiares, perderam os seus verdadeiros pais? 
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É para que sejam destruídas (ou impedidas de nascer), no imaginário dessas crianças, todas as representações que elas têm (ou possam fazer) do pai ou da mãe que perderam?
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Esse fanatismo mostra bem o que essas pessoas são capazes de fazer em matéria de manipulação genética com fins reprodutivos - como, aliás, uma das lésbicas deixou subtilmente anunciado no Prós e Contras. Mas isso será mais tarde. 
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Para já o que importa é garantir que, em nome da felicidade onanística de alguns adultos, se possam entregar crianças a "casais" em que o lugar e o papel da mãe são desempenhados por um homem e os do pai por uma mulher. 
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Seguidamente, para não discriminar os gays e as lésbicas, substituir-se-ão nos documentos oficiais as palavras "mãe" e "pai" pelo termo "progenitores" tal como já se substituíram as palavras "paternidade" e "maternidade" pela neutra "parentalidade".
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E quando estiver concluído o processo de "engenharia social" em curso, então passar-se-á à engenharia reprodutiva com vista a permitir que duas mulheres possam gerar filhos sem o repugnante contributo de um homem ou então que dois homens o possam fazer também sem a horrorosa participação de uma mulher. 
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Estarão, então, finalmente, corrigidos dois "erros grosseiros" da evolução: o de ter dividido os seres humanos em dois géneros e o de exigir o contributo de ambos para a fecundação e para a criação dos seus filhos.

Uma mãe infeliz, Escrito por Helena Sacadura Cabral


"Ontem tive o azar de apanhar o PM do país onde nasci, a explicar das suas razões para uma mais que certa retroactividade de cortes aos pensionistas "que estão a receber".(sic)
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Fui educada numa família de gente séria que trabalhava para sustentar os seus e que considerava ser essa a obrigação de todos aqueles que tinham decidido constitui-la.
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Trabalho para viver do modo que sempre vivi, pois a reforma que recebo e o que este Estado me tira - estou a ser educada - não me permitiriam viver apenas dela. E tenho a sorte de ainda haver quem prefira comprar um livro meu a uma camisola básica.Essa é que é essa.
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Dito isto, desliguei a televisão irritadíssima. Pronunciei alto umas palavras que não costumo usar e deitei-me. Tive uma noite de insónia, revoltada com o que ouvira e decidi que ninguém me poria a vista em cima nesta fim de semana. Era a minha única forma de evitar eventuais desaguisados.
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Hoje levantei-me e fui à missa pela minha Mãe, que faria anos se fosse viva. E sabem que mais? Fui comer sardinhas assadas lá para as bandas do Tejo, beber sangria e caminhar ao sol. Desanuviei
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O Dr Gaspar e a reforma do Estado podem levar-me a pensão, podem levar-me o pouco que tenho no banco para uma doença, mas não hão-de conseguir nem levar-me a voz, nem levar-me a alegria de estar viva. Porque eu não quero e porque eu não deixo!"
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À MARGEM: Helena Sacadura Cabral a dar um "jeitinho" político a seu filho, princezinho, Paulo Portas. Não me acredito na seriedade desta missiva se seu filho faz parte do Governo de Passos Coelho....

KAOS:Só porque sim