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sexta-feira, 12 de julho de 2013

As capas dos jornais e as principais notícias de Sábado, 13 de Julho de 2013.


Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Edward Snowden acusa campanha ilegal dos EUA
Defesa: 4 milhões para navio
Paulo Portas desmarca congresso
Faro: Crise afasta motards
Cão salvo por bombeiros
"Tratamento inovador"
Strauss-Kahn em banco da Rússia

Capa do Público Público

Estado desvaloriza papel dos advogados em Portugal, diz Marinho Pinto
Tribunal quer esclarecer conversa sobre arquivamento de processo fiscal no Face Oculta
BE volta a favor na moção de censura do PEV
Agência do Ambiente desaconselha banhos nas praias da Torre e de Carcavelos
Euromilhões: jackpot de 22 milhões de euros na próxima terça-feira
Malala esteve na ONU e apelou à educação para todos e à tolerância
Aeroporto de Heathrow reabre após incêndio em avião Dreamliner

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Homem detido 20 minutos após violar uma mulher
A proposta do Presidente
A última encíclica de Bento XVI
Magistratura de vingança
Encapuzado assaltou supermercado e levou 200 euros
Saiba tudo sobre a proposta de Cavaco
Negociações com enfermeiros continuam dia 19

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Descobertos mais 4 corpos do acidente ferroviário no Canadá
Morreu mais um passageiro do avião da Asiana que se despenhou nos EUA
Cavaco assume riscos ao exigir um acordo rápido
Partidos querem futebol na RTP mas sem acréscimo de custos
Requalificação dos Clérigospronta no fim do ano que vem
Rita Pereira: "Faço questão de defender os meus ideias"
Levantam carro à mão para retirar criança atropelada

Capa do i i

Capa do Diário Económico Diário Económico

Wall Street fecha a semana com ganhos tímidos
Sonaecom admite vender rede de fibra óptica à Vodafone
Obrigações do Banif não compensam risco associado ao banco
França perde rating máximo em todas as agências de rating
"A bola vai passar para o Presidente da República na próxima semana"
Acordo sobre Provedor de Justiça demonstra maturidade democrático
Fundação Champalimaud tenta reproduzir cérebro humano em computador

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Congresso do CDS adiado para depois das eleições autárquicas
Bolsas americanas marcam novos máximos de fecho
Marinho Pinto: Estado desvaloriza papel dos advogados em Portugal
Cavaco põe de lado figura do mediador
Espanha: PP afirma que PSOE não reúne condições para uma moção de censura ao governo
Sonaecom aguarda por decisão da Concorrência sobre compromissos para fusão
Bolsa recua pela segunda semana seguida com crise política a centrar atenções

Capa do A Bola A Bola

Miguel Rosa quase fechado
Danilo Dias pode rumar à Coreia
Capela chega por empréstimo
Esperança por Pizzi em Alvalade
Oblak recusa voltar
Cinco milhões por Rolando
Catalães insistem em contratar Juan Mata ao Chelsea

Capa do Record Record

André Martins candidato ao lote de capitães
Rui Costa seguiu com a equipa
Castores seguram Tony para estabilizar grupo
Golos tardios salvam Paris SG
Betinho Gomes: «Jogos com a Áustria são um bom ensaio»
Imagens de vídeo vão levar a punição
Adán não guarda rancor a Mourinho

Capa do O Jogo O Jogo

Ponto "louco" em jogo de badminton
Portugal derrota Finlândia
Sporting B derrota Académico der Viseu nos penáltis
Espanha surpreende Inglaterra no Europeu feminino
Milionário americano compra Fulham
Corunha vai defrontar Arouca e Rio Ave
"Com Jesus o meu espaço seria quase nulo"

.... BEM AS ASNEIRAS CAIEM SOBRE A CABEÇA DOS PORTUGUESE!!!...



Sandra Sá Couto / Dores Queirós
O Primeiro Ministro admitiu divergências na coligação. No parlamento Pedro Passos Coelho garantiu que os problemas no governo não voltam a acontecer e reafirmou que não se demite. A oposição considera pelo contrário que o governo está no fim. O partido ecologista os verdes vai apresentar uma moção de censura na proxima semana.

Padre António Vieira, Sermão do Bom Ladrão



 Tão actual embora dito e escrito no reinado dD.João IV !...

E a este junto outro, que passados 341 anos se mantém pleno de oportunidade nesta república asfixiada pelo latrocínio estatal:

" O maior jugo de um reino, a mais pesada carga de uma república , são os imoderados tributos.
Se queremos que  sejam leves, se queremos que sejam suaves, repartam-se por todos!
Não há tributo mais pesado que o da morte, e contudo todos o pagam e ninguém se queixa, porque é tributo de todos"

               ( Sermão na Igreja das Chagas, Lisboa, 1642 )

Abraços e bom fim de semana

Democracia em Portugal?: O Presidente das Falácias





O Presidente das Falácias

Portugal é uma sociedade que vive na mentira e da mentira numa corrupção contínua onde quem melhor mente é quem ganha por o povo desmiolado nem se dar conta e em lugar de reflectir pelos seus próprios meios se limitar a papaguear o que os que o usam lhe impingem. As falácias deste mostrengo já vêm de há décadas. Os desmiolados papam-nas e querem mais. Ele dá.

Coelho e Seguro, dois imbecis saídos da escória formada pelos Jotas, agarrados e capazes de pôr as mães numa casa de passe para acudir aos interesses partidários. Dos interesses nacionais nem se fala.

Claro que eleições agora, ao contrário do que o Coveiro Cavaco ladra, seriam úteis porque acabariam com a instabilidade do governo e com a crise política que criou no seu seio, mas que estava escrita na sina deste governo e que jamais conseguirá ultrapassar. 

Pelo que se observa é este um constato inegável, pelo que os que afirmam o contrário só o podem fazer na clara intenção de salvar o partido em prejuízo do país e dos seus cerca de 10.000.000 de habitantes. Uma oligarquia contra 10.00.000. Daí, o discurso desse miserável energúmeno que afundou Portugal só poder ter sido uma orquestração da mais ordinária qualidade mentirosa com a sua conhecida baixeza e vil falsidade.

Não é provável, mas certo, que qualquer outro governo, independentemente da sua política, acabaria com a instabilidade que este gerou. Qualquer governo capaz e que não estivesse apenas obcecado para se aproveitar da situação para aplicar os seus princípios neoliberais, que superam de longe as exigências da Tróica, como um dos seus membros contestou às inculpações do Cavaco no ano passado (também foi abafado pela desinformação jornaleira e anti-social), desenvolveria o país em lugar de lhe cortar as pernas para mais facilmente alcançar os seus objectivos neoliberais. 

Não são incompetentes, mas muito capazes e preferem que assim os julguem para evitarem uma oposição muito mais forte às suas obras. Ainda ouvimos de novo o psicopata a falar de si na terceira pessoa, e manter a crise política! Perguntem de que sintoma se trata a qualquer psicólogo ou psiquiatra.

Por outro lado, os portugueses esforçam-se em dar razão à ideia que que psiquiatras e os outros europeus têm deles: atrasados mentais. Choram, lamentam-se, reclamam, mas em lugar de tomarem as medidas necessárias para a exterminação da corrupção, do roubo e da impunidade dos políticos, aprovam a escumalha votando nela, convencidos de que a substituição de um governo por outro poderá melhorar alguma coisa ao descalabro a que chegámos. Chegaram a um ponto que nem nisso acreditam, mas como atrasados mentais que são, continuam a insistir em perpetuar aquilo de que se queixam e reclamam. 

[Este facto é independente da necessária substituição do presente governo pela instabilidade interna que ele próprio gerou e pela sua política neoliberal em aumentar desmesuradamente o já maior foço entre mais ricos e mais pobres da UE]

Dizer que Portugal é uma democracia representativa é outra causa de sermos tomados por atrasados mentais. As eleições são burlas, tão conhecidas que se auto-explicam pelo tão conhecido uso das listas e de promessas até contrárias à doutrina ou crença daqueles que as fazem, como se viu no burlão do Coelho, prometer tudo aquilo que sempre renegara. Aliás, foi a única ocasião em que mentiu a esse propósito, tendo até então, a esse propósito, sido sempre honesto aos seus pruncípios.

Não há representação em que os representantes (mandatários) façam o contrário do que querem aqueles que representam (os seus mandantes) e eles propuseram durante as eleições em forma de burla, pois que foi nessas bases que neles votaram e os elegeram. 

Pode, pois, afirmar-se como provado que Portugal não pode ser, deste modo, uma democracia representativa. Os eleitos não representam os eleitores Crer que sim é outra razão a juntar às que nos fazem ser tomados por atrasados mentais.

Para acabar com a corrupção, a ladroagem e a impunidade politicas só há um caminho: aquele que seguiram os países que conseguiram obter resultados positivos nesse sentido. Se se copia tudo o que está errado, porque não copiar o que está comprovado como certo? 

Resposta fácil: só se copia aquilo que não seja contra os interesses partidários, e a adopção deste caminho certo iria matar a galinha dos ovos de ouro dos políticos, acabando-lhes com a impunidade garantida no roubo, decisões tomadas às escondidas da nação e só conhecidas depois, etc. 

Controlo dos políticos, julgamentos pelos seus crimes e responsabilizá-los pelas suas acções e crimes? Jamais eles o admitirão! Só à força. Sobretudo por estarmos num país de autênticos atrasados mentais, em que os eleitores votam incondicionalmente porque «é democrático votar» e votam estupidamente convencidos que substituir um governo por outro pior trará melhoras ao país. 

É realmente estupidez crassa que após tantos governos que votaram, os novos são geralmente piores do que os anteriores. Desta última vez, após o indesejável e arrogante Sócrates veio um bem pior ao lado do qual o próprio Sócrates parece um santo. Por este caminho, que se seguirá ao Cavaco e ao Cadastrado?

Sem controlo dos governantes pelo povo não há, nunca houve nem pode haver democracia, pois que é isso que a palavra significa. O que temos é um sistema oligárquico em que associações de malfeitores organizados em famílias mafiosas sob a forma de oligarquias políticas controlam o país. 

Como não o vemos nem compreendemos, é outra causa de sermos atrasados mentais. Um povo a quem o marketing político em defesa duma classe criada ao arrepio da democracia — a dos políticos — sugou a pouca capacidade de reflexão que ainda havia nos seus cérebros já atrofiados, amplamente demonstrado pelos seus gritos de liberdade, não deles mas dos que se preparavam para lhes pôr a grilheta. 

Porque quem viveu anos no regime anterior conheceu e sabe que havia muito mais liberdade, excepto para uma minoria de políticos e jornalistas. Ora são precisamente os que agora mais nos prejudicam usando da sua liberdade para nos tirar a nossa, os segundos entregando-nos nas mãos dos primeiros por nos ocultarem como funciona uma verdadeira democracia e nos fazerem crer que democracia é o que a nova classe nos dá. 

Um povo de cobardes dos mais fáceis de domar com a mais simples grilheta mental. «Cada povo tem o governo que merece» e «quem morre porque quer não se lhe reza por alma». Sofrerão pela sua cobardia profundamente na carne e por gerações. Se esta classe não que abdicar a bem terá que que ser a mal.
Discurso integral do Coveiro da Nação

Estranhamente, ou talvez não, algum miserável servente da presidência colocou, na página de entrada, um link para esta página com o seguinte texto: «Comunicação ao País do Presidente da República». Iletrado ou a querer dizer que o pais era propriedade do PR (ao País do Presidente da República)?


António d'Almeida

A Guerra do trono


Fiz este boneco há alguns dias quando parecia que o Paulo Portas se tinha finalmente sentado no trono do poder. Depois veio a confusão lançada pelo Sr. Silva e ele acabou por ficar perdido por aqui. Hoje, ao ouvi-lo falar num discurso carregado de hipocrisia, demagogia, e todas as ias que desejem, lembrei-me de o repescar. Como na série onde fui buscar esta imagem, todos os que se sentam no trono acabam mal. Este também me parece que não vai ser muito diferente.

CITAÇÃO, 451




KAOS:Ai o povo carrasco

assuncao esteves cavaco silva povo carrasco
Não que eu aprecie a prosa ou melhor as ideias do Nicolau Santos, mas ao procurar as afirmações da Assunção Esteves  encontrei este seu texto que serve muito bem para ilustrar o meu boneco.
A presidente da Assembleia da República lida muito mal com contrariedades. Lida pior com desafios ao seu autoritarismo. E não suporta as manifestações de descontentamento popular que, volta e meia, acontecem na hemiciclo de São Bento.
Esta tarde, 11 de Julho, perante um numeroso grupo que nas galerias gritava "demissão!", Assunção Esteves não se enervou apenas. Fez uma sugestão, uma declaração e uma citação.
A sugestão foi que se repensasse a possibilidade do público deixar de ter acesso à casa da democracia. A declaração foi a de que "não fomos eleitos para sermos amedrontados, desrespeitados". E a citação foi de Simone de Beauvoir: "Não podemos deixar que os nossos carrascos nos criem maus costumes".
Beauvoir escreveu esta frase a propósito da opressão nazi sobre os franceses durante a II Guerra Mundial. Equiparar cidadãos portugueses que se manifestavam na casa da democracia a torturadores e carrascos nazis é inadmissível - e é totalmente inaceitável que seja a presidente da Assembleia da República a fazer essa comparação.
O povo português merece seguramente um pedido de desculpas por parte de Assunção Esteves. E quem em democracia tem medo do povo, não merece seguramente ocupar o segundo cargo na hierarquia de um Estado democrático.