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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

KAOS:Isto dos pobrezinhos é uma chaaaatíiiisse




cristina espirito santo pobrezinhos

A Tia Cristina Espirito Santooo veio pedir desculpa a quem tinha ofendido com as suas declarações de que estar na Comporta era como brincar aso pobrezinhos e de que os mosquitos eram bons porque afastavam os pobres. "não posso deixar de admitir que fui infeliz na forma como me expressei"

Oh espirito maldito, não foi a forma como te expressaste que isso só podia ser mau vindo de quem vem, é o que disseste, ou pior o que pensas para poder dizer uma coisa dessas. É a mentalidade, a falta de respeito pelos seres humanos que são avaliados pela carteira e não pelo que são como gente. É por pertencer a uma qualidade de gente que apesar das carteiras bem reacheadas são nulidades como gente. Mesquinhos, estupidos e vazios de qualquer sentido da existência. Parasitas sem utilidade nenhuma. Porcaria, escarros de uma sociedade decente.

KAOS:O Parto da Refundação do Estado




paulo portas passos coelho cavaco silva antonio jose seguro parir a reforma do estado

O parto da Refundação do Estado. Eis um parto difícil de um aborto que era para nascer a 15 de Julho, mas como o seu pai se demitiu do governo irreversivelmente uns dias antes para depois voltar esquecido de tudo o que tinha dito ou feito acabou por por ficar adiado. Embora esse tal plano para a reforma do Estado não passe de mais  um embuste, a reforma está a ser feita todos os dias, com os cortes nos salários e direitos, com os despedimentos feitos e os anunciados e com as privatizações. Esta gente não está a fazer nascer nada de novo, o que esta gente está a fazer é matar o que havia, destruir a diteito carregando sobre os mais fracos, sobre os que vivem do seu salário e trabalho para depois ainda os condenarem à pobreza com os cortes na segurança social. O que esta gente está a parir é um povo de miseráveis sem futuro ou direitos. Para a puta que os pariu. 
PS: Como anunciei estou de férias e com isso com menos meios para manter este blog activo no formato habitual. Mas, acabei por encontrar mais problemas do que aqueles que previ. A internete é lentissima o que dificulta, tanto a busca de imagens como a sua própria publicação. Também o PC que estou a utilizar não possui todas as ferramentas de edição de imagem a que estou habituado o que complica um pouco, mas pior, quando lhe apetece bloqueia e só desligando volta a trabalhar. Já perdi muitos bonecos quase prontos o que me obrigou a recomeçar tudo de novo. Peço por isso desculpa pela irregularidade das publicações e se o estado do PC piorar de não poder publicar nada. Vamos ver como corre.

OS NEGÓCIOS DE CHICOS ESPERTOS

Façam, façam muitas chamadas...diz a Soninha Araújo.... Terá a linda menina comissão no negócio das chamadas?


" UNS FILHOS DE MULHERES CASADAS - OUTROS DE MULHERES SOLTEIRAS"






INACREDITÁVEL...... Os JUÍZES e a  CES!!!!
BARÕES !!!! 
Gente especial !!! 
Peritos em injustiça !!
JUSTIÇA !!!!!!?   
FEITA A PRECEITO. !!!!
A  CES (Contribuição Especial
Solidariedade) não se aplica aos juízes !
Agora percebemos porque deixaram passar!
Mais um capítulo para a grande história da pulhice
É inacreditável!!.......
-  Esta gente já beneficia (não sei por que razão?) com a indexação das suas pensões aos trabalhadores no activo!!
-  Regalia dos ?JUBILADOS?!!!!
-  E agora, outra benesse:
- não pagam CES!!!
-  Recebem as reformas por inteiro em caso de incapacidade por doença do foro psiquiátrico.
- Auferem subsídio de renda de casa, no valor mensal de 1000,00€ mesmo morando em casa própria.
E depois vêm falar de equidade, justiça social, etc.
E tal?
Isto só numa república das bananas!!
Espalhem pelos vossos contactos. 
Isto é serviço público!!
COMO É POSSÍVEL!!!
Que gente esta!!!
Eis a explicação para o "NÃO CHUMBO" da CES. Com o consentimento do Governo protegem-se a todos os azimutes e armadilham tudo à volta.
Os. Juízes e os diplomatas não pagam CES sobre pensões, escreveu  o Jornal de Negócios que nem todos os reformados com pensões elevadas saem a perder com a decisão do Tribunal Constitucional (TC).
Os juízes e os diplomatas jubilados não são afectados pela polémica contribuição extraordinária de solidariedade (CES), viabilizada pelos juízes do TC.
E com a decisão do TC passam também, como qualquer funcionário público, a ter direito a subsídio de férias.
Estes pensionistas estão teoricamente equiparados aos funcionários públicos.
A CES não se aplica às suas pensões devido a uma norma do Orçamento do Estado que abre uma excepção para as "pensões e subvenções automaticamente actualizadas por indexação à remuneração de trabalhadores no activo".
Claro,como água da fonte.
Se não fosse esta norma, oportunamente introduzida na Lei do Orçamento, a CES teria sido certamente chumbada.
Chamem-lhes o que quiserem, mas eles estão-se todos borrifando...
E certamente a rir da cambada!

Prepare-se, vem aí um terramoto da Europa


01/08/13 00:35 | Bruno Proença
http://economico.sapo.pt/

Depois de aprovada a moção de confiança, o Parlamento prepara-se para fechar para as férias grandes. As notícias já falam de reforço policial no Algarve para garantir que ninguém incomoda o Presidente da República, o primeiro-ministro e os outros políticos nos seus banhos retemperadores.
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Depois de dois anos de ‘troika', com muita austeridade e dificuldades para os portugueses, os políticos preparam-se para uma ‘silly season' à antiga.
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Não quero ser desmancha-prazeres, mas o período de tranquilidade poderá ser curto. Em Setembro chega a ‘troika' e há um Orçamento do Estado para 2014 para fazer, além disto, o mundo não pára.
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Um artigo do Financial Times citava ontem um relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre a Grécia e as notícias são más. O Fundo confirma as piores análises: o dinheiro do segundo resgate para a Grécia não chega.
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Os gregos beneficiam actualmente de um envelope financeiro de 172 mil milhões de euros. No entanto, para o FMI é claro que os países da zona euro vão ter de transferir mais 11 mil milhões para Atenas e, adicionalmente, assumir um novo perdão de dívida de 7,4 mil milhões (4% do PIB) para que o governo grego consiga gerir minimamente um endividamento público que passa os 176% do produto. 
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O relatório do FMI é de tal forma negro que admite que a Grécia não consiga pagar as próximas prestações aos credores institucionais, o que significaria a falência real do país. Perante isto, os países da América Latina não aprovaram que o FMI transferisse a próxima tranche de fundos para Atenas.
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É claro que a Grécia está por um fio. Os alemães vão enterrar a cabeça na areia como a avestruz até às eleições a 22 de Setembro. Porém, os problemas não desaparecem porque os negamos.
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Adivinha-se um novo terramoto com epicentro em Atenas e ondas de choque que atingirão Lisboa depois de arrasarem Roma e Madrid. Com um ‘default' na Grécia ou uma nova reestruturação de dívida, os mercados vão ficar com os nervos à flor da pele. 
Muitos bancos europeus podem ficar à beira da falência, reclamando mais ajuda. Os investidores vão fugir da dívida pública europeia, nomeadamente de países como Espanha, Portugal e mesmo Irlanda.
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Neste cenário, a economia nacional não regressará aos mercados no Verão do próximo ano e também necessitará de mais ajuda internacional - um segundo resgate -, numa altura em que o FMI já saltou do barco, recusando novas ajudas aos Estados europeus. Assim, os portugueses vão sofrer com mais austeridade. 
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Qual será a reacção do novo Governo de Merkel perante uma
Europa novamente em crise aguda? Finalmente avançará para a reforma do modelo europeu? Estará disposto a novos resgates para os países periféricos?
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Na verdade, ninguém tem resposta para estas questões. Vá gozando o Sol e a praia, mas prepare-se: há tempos conturbados no caminho.

"OS TOXINAS DO NOSSO RINCÃO"




Secretário de Estado do Tesouro propôs a Sócrates “swaps” tóxicos escondidos das estatísticas
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01 Agosto 2013, 13:45 por Jornal de Negócios | jng@negocios.pt
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Joaquim Pais Jorge, que subiu a secretário de Estado do Tesouro quando Maria Luís Albuquerque transitou para ministra das Finanças, terá sugerido ao Governo de José Sócrates, em nome do Citigroup, a compra de três contratos de “swap” que ficariam de fora do balanço do Estado, escreve a revista “Visão”.
O actual secretário de Estado do Tesouro terá, enquanto funcionário do Citigroup, sugerido ao Governo de José Sócrates a contratação de produtos de “swap” que não seriam incluídos no cálculo do défice orçamental e da dívida pública.
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Joaquim Pais Jorge, em Julho de 2005, à data director do Citibank Coverage Portugal, terá proposto ao gabinete de José Sócrates “uma solução para melhorar o 'ratio' dívida/PIB em cerca de 370 milhões de euros em 2005 e 450 milhões de euros em 2006”, conforme cita a revista “Visão”.
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Essa solução passaria pela subscrição do Estado português de três contratos de “swap” ao Citigroup, com base em derivados financeiros. “Os Estados geralmente não providenciam [ao Eurostat] informação sobre o uso de derivados”, dizia o documento entregue no gabinete do então primeiro-ministro. “Os ‘swaps’ serão, efectivamente, mantidos, fora do balanço”. O Eurostat é o gabinete de estatísticas europeu que calcula o défice orçamental e a dívida pública dos Estados-membros.
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Os detalhes dos contratos são descritos pela revista: o Estado ganhava receitas com a venda de cupões de taxa fixa com um preço inflacionado no primeiro ano. Depois, seriam vendidos cupões a taxa variável e comprados a taxa fixa. A partir de 2011, o banco recebia sempre uma taxa não inferior a 3,7%. O Estado teria de pagar um sobrecusto de 1% sobre o valor original da dívida pública.
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Pais Jorge terá sugerido ao gabinete do primeiro-ministro esses produtos financeiros ao lado de Paulo Gray, o então director-executivo para Portugal do Citi e que é actualmente responsável na consultora financeira StormHarbour. A StormHarbour foi contratada pelo IGCP para o assessorar, do ponto de vista financeiro, no processo de análise e solução dos contratos de “swap” subscritos por empresas públicas como a Metro de Lisboa, Metro do Porto e CP e que se revelavam possivelmente onerosos para as suas contas.
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Além da proposta entregue pelo agora secretário de Estado e por Paulo Gray ao gabinete de Sócrates, terá sido ainda entregue o mesmo documento ao IGCP, o organismo que gere a dívida pública, e ao Ministério das Finanças. O mês de Julho foi o de transição da pasta de Campos e Cunha para Teixeira dos Santos. A proposta feita pelo Citigroup foi recusada pelo Executivo liderado por José Sócrates.
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Joaquim Pais Jorge era o presidente da Parpública, entidade que gere as participações do Estado em várias empresas, e subiu a secretário de Estado do Tesouro na sequência da demissão de Vítor Gaspar. O ministro foi substituído por Maria Luís Albuquerque e, com esta alteração, Joaquim Pais Jorge ocupou o seu lugar na secretaria de Estado.
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O “Diário de Notícias” escreve que o Bloco de Esquerda vai pedir a demissão de Pais Jorge esta tarde, pela voz do seu coordenador João Semedo. O argumento é o de que o secretário de Estado propôs a maquilhagem das contas públicas em Portugal, à semelhança do que foi feito na Grécia, quando os helénicos escondaram o défice público.
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Maria Luís Albuquerque – numa opinião subscrita pelo antecessor Vítor Gaspar – tem dito, na comissão parlamentar de inquérito à celebração de contratos de cobertura do risco financeiro nas empresas públicas, que a subscrição de produtos derivados que melhoravam as contas públicas no curto prazo com a contrapartida de riscos incertos no futuro faz parte de “um padrão de comportamento” do Governo de José Sócrates. 
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Ainda não foi possível obter uma posição oficial do Ministério das Finanças e de Joaquim Pais Jorge.
(Correcção: Por lapso foi colocada, inicialmente, uma fotografia de Joaquim Reis. Aos visados e aos leitores apresentamos as nossas desculpas

"Pobrezinhos" de Cristina Espírito Santo geram polémica

Fizeram fortuna à conta dos "pobrezinhos" e depois ainda os gozam!

Raquel Costa

As declarações da filha de Jorge e Kiki Espírito Santo à "Revista" do semanário "Expresso" foram replicadas dezenas de vezes nas redes sociais e geraram indignação.
foto Paulo Spranger/Global Imagens
"Pobrezinhos" de Cristina Espírito Santo geram polémica
Praia da Comporta

"É como brincar aos pobrezinhos". A frase da filha de Jorge Espírito Santo, inserida numa reportagem da "Revista", publicação do semanário "Expresso", sobre a zona da Comporta, está a gerar polémica nas redes sociais, tendo sido partilhada e criticada inúmeras vezes.
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Cristina Espírito Santo Toscano Rico, membro da família proprietária do Banco Espírito Santo, comentava o facto de ter casa de férias naquela zona e de ali adotar um estilo de vida mais desprendido.
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A zona da Comporta, freguesia do concelho de Álcacer do Sal, é muito procurada na época balnear e frequentada maioritariamente pela classe alta.

A CORJA QUE TEM "DESGOVERNADO E ROUBADO ESTE DESGRAÇADO PAIS!




Caros Amigos

Soube na passada semana: Será melhor sentarem-se para não cairem de costas !

Já ouviram falar do famoso "ferry" que foi fabricado nos estaleiros de Viana do Castelo para fazer a interligação das ilhas dos Açores, e que o Governo do Sr. César & Cª Lda., rejeitou porque, em vez de dar 20 Knots de velocidade, só dava 18,5Knots? 
Ora, inicialmente projectou-se um "ferry" para transportar uns 12 carros e dois camiões e ainda 80 passageiros, que é o normal para estas viagens inter ilhas de rotina.


Eis quando um "expert" da política, com grande visão, lembrou que uma vez por ano há as "Festas do Senhor Santo Cristo" e, nesse dia, com a vinda dos emigrantes, a lotação poderá subir para 600 passageiros.
Aí, decidiu-se fazer um navio para 700 lugares para dar 20 knots de velocidade, com uma dada quota de casco!

Acontece que, depois do desenho "final",o Governo do Sr. César mandou introduzir algumas alterações estilo camarotes de luxo que, quem já fez cruzeiros, ficou de boca aberta e isso criou mais peso em relação ao projecto inicial e afundou o casco mais uns centímetros, retirando obviamente velocidade!

Em resumo: Este "famoso" ferry está actualmente no Alfeite e a sua manutenção (para que não apodreça) custa a todos nós €400.000/mês!
O Governo dos Açores (por votação da AR, onde estava a Senhora Secretária de Estado da Defesa, que agora tem este tabuleiro quente nas mãos), rejeitou o navio porque em vez de 20 Knots, só dá 18,5Knots, mas foi alugar um "ferry" que só dá 14Knots, repito 14 Knots, e custa a todos nós uns milhões de Euros/ano
E esta gente continua à solta?
O Senhor Presidente da República não sabe disto?
Será que isto não é razão para declarar o Estado de Sítio até se arrumar a casa destes casos vergonhosos e até que a economia cresça a 3% e formar um Governo de iniciativa Presidencial para atingir este objectivo e para reformar o Estado?


Um abraço
José Armando Vizela Cardoso (General)

"SWAP: "TROCAS E BALDROCAS"


O atual secretário de Estado do Tesouro terá tentado vender ao Governo anterior contratos de "swap" para mascarar as contas públicas.

A Frase



 
A economia nacional não regressará aos mercados no Verão do próximo ano e também necessitará de mais ajuda internacional - um segundo resgate -, numa altura em que o FMI já saltou do barco, recusando novas ajudas aos Estados europeus. Assim, os portugueses vão sofrer com mais austeridade. Qual será a reacção do novo Governo de Merkel perante uma Europa novamente em crise aguda? Finalmente avançará para a reforma do modelo europeu? Estará disposto a novos resgates para os países periféricos? Na verdade, ninguém tem resposta para estas questões. Vá gozando o Sol e a praia, mas prepare-se: há tempos conturbados no caminho.
Bruno Proença