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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

NÃO COMENTAMOS


As capas dos jornais e as principais notícias de Sábado, 15 de Fevereiro de 2014.


Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Queixa-crime contra o 'Dux' e a Lusófona
Mulheres sequestram homem em busca de amante
Manifestantes da Ucrânia libertados
Fotografia de emigrantes ganha World Press Photo
10 mortos em derrocada na Colômbia
Europa quer enviar mais mil soldados para África
Saiba a chave do Euromilhões

Capa do Público Público

Sente-se o cansaço. Precisamos de uma política de verdade
Um estatuto do juiz europeu
Perguntas que eu gostaria de fazer a propósito do "milagre económico"
O Estado e o financiamento das universidades públicas
EMEL: a mudança necessária
As galerias
Cartas à Directora

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Um negócio na CPLP
O Papa e o maldito sexo. 2
Capucho, os partidos e a democracia
Como se tira partido tabloide e cheio de bílis de um estudo rigoroso
Jorge Ritto prestes a sair da cadeia devido a doença
Pais de vítimas do Meco processam Dux e Lusófona
Mais de mil condutores por ano fogem a operações "stop"

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Cientistas alertam para "epidemia silenciosa" de perturbações neurológicas
Painel de Lanhas fica no Túnel da Ribeira
Assaltante é espancado e amarrado a um poste no Brasil
Fechou a namorada num buraco durante 60 horas
Lei trava novos tratamentos de cancro infantil
"Jackpot" do Euromilhões saiu a um único totalista estrangeiro
Marinha alerta para agravamento do estado do mar

Capa do i i

Europeias. Francisco Assis faz ultimato a Seguro
Os "sinais ténues" já eram. Chegou o tempo do "novo ciclo"
O calendário eleitoral aperta e o "milagre económico" aparece
BE aposta em Marisa Matias com a fasquia nos dois eurodeputados
Primeiro-ministro apela à "convergência" com o PS
Meco. Famílias das vítimas aguardam resposta a pedido para serem assistentes
Tribunal pode enviar perguntas a Duarte Lima antes do interrogatório

Capa do Diário Económico Diário Económico

S&P 500 a um passo de novo máximo histórico
UE planeia enviar mil soldados para a República Centro Africana
Retoma económica na Zona Euro
Mercado espera crescimento de 42% do lucro da PT
Caixa não prevê reembolsar ajuda estatal em 2014
Letão na corrida à presidência da Comissão Europeia
Governo de Merkel sofre primeira baixa

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Norges Bank reforça na EDP com compra de nove milhões de acções
O futuro do crescimento americano
Portas tem "simpatia" por Juncker para a presidência da Comissão Europeia
Seis maiores bancos agravam prejuízos para 2,13 mil milhões em 2013
S&P 500 perto de máximo histórico com bons dados da confiança nos EUA
Portas reitera que Governo procura condições para IRS mais amigo das famílias em 2015
O problema dos mercados emergentes

Capa do A Bola A Bola

Clubes reúnem-se na terça-feira
«Paulo Henrique vai dar o salto» - Horácio Gonçalves
Revista da FIFA destaca encarnados como o clube com mais sócios no mundo
Jaime operado ao tornozelo
Morreu a lenda Tom Finney (1922-2014)
«Ronaldo? Em ausências goleamos o Real Madrid», diz treinador do Getafe
Pellegrini mantém tática frente ao Chelsea

Capa do Record Record

Ataque à Champions
Bob Bradley: «Nada lhes irá faltar»
Fernando abaixo da cláusula
V. Guimarães B recebe Boavista com vista à 2.ª Liga
Um confronto inédito entre velhos amigos
João Pinto: «Só dependemos de nós...»
Montero e Maurício em risco de suspensão

Capa do O Jogo O Jogo

A foto de Rui Costa na apresentação da Lampre
Morreu uma referência do futebol inglês
Sporting regressa de garras afiadas
Tabarez roubado em 267 mil euros por empregada e... amante
David Stern nomeado para o Hall of Fame
Otamendi treinava à espera de sair
Elche-Osasuna: nem um penálti deu jeito

"SUBMARINADA COM TODOS INGREDIENTES"

...mas acertam na justiça portuguesa metendo-a no fundo, com um míssil bem afinado e melhor calibrado nos azimutes.

Quando na Alemanha já foram condenados dois gestores e ex-executivos da FERROSTAL, a dois anos de prisão com pena suspensa, e condenados a pagar uma coima por terem corrompido funcionários públicos estrangeiros, na venda de submarinos a Portugal e à Grécia.

Quando o Ministério Público alemão já deu também por confirmado o pagamento de luvas ao ex-cônsul português em Munique...eis que, neste Torrão TUGA podre mafioso e corrupto, os nossos queridos Juízes e a nossa querida justiça, que nos custam os olhos da cara sem qualquer préstimo para o pobre Zé pagante, não viu nem suspeitou de qualquer indício de corrupção, por mais pequenininho que fosse, e resolve absolver todos os 10 arguidos.
A nossa querida justiça, deu um bailarico e uma cabazada de 10-2 à justiça germânica.
Alemanha que, como todos devem saber, é um País sem rei nem roque, um miserável povo onde reina a desordem e a corrupção anda a céu aberto de mãos dadas com a Máfia, sob o olhar desatento das suas autoridades... ao contrário de Portugal onde a justiça célere funciona e bem, como se pode verificar neste caso....Para que não haja dúvidas, este escriba está em condições de afirmar que foram até requisitados os serviços dos célebres detectives Patilhas & Ventoinha que, com os seus narizes de longo alcance e das super-lupas de última geração, nada detectaram nem podiam detectar, até porque neste torrão tuga não há ponta nem cheiro de corrupção, como disse, ainda há pouco tempo, uma das nossas SUPER-PROCURADORAS do Ministério Público.

Este nosso torrão Pátrio, está a tornar-se uma das maravilhas deste planeta!!!

Veja isto: Até na Roménia se prendem políticos por corrupção!

"A LAURINDINHA BARDAMERDA HOJE VEIO Á TONA"



Pedro Valador / António Limão

Paulo Portas garantiu que o governo não tomou qualquer decisão sobre o que irá fazer no fim do programa de ajustamento. O vice-Primeiro-Ministro disse que, entre um programa cautelar e uma saída directa para os mercados, o executivo não tem neste momento nenhuma preferência.

AS LUMINOSIDADES DE ASSUNÇÃO ESTEVES"


Peditório nacional em prol da vida e memória do 25 de Abril de 1974. Na imagem Assunção Esteves disfarçada de pobre na escadaria da Assembleia da República.

Um peditório na tasca


A presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, propôs que o órgão a que preside, que não é nenhuma mercearia, proceda à angariação de patrocínios de empresas para suportar os custos financeiros de iniciativas para assinalar o próximo 25 de Abril, que também não é nenhum aniversário de nenhuma padaria. O traço comum a todas as propostas a custear através dos patrocínios  a angariar por sugestão da gerente da loja é o fornecedor, a actual artista plástica do regime. Assunção Esteves começou por avançar com a ideia de Joana Vasconcelos poder fazer uma cobertura para a fachada do edifício da Assembleia da República, ideia que o seu próprio genuíno sentido de Estado, ciente dos custos de tal empresa, se encarregou de adaptar à “situação que o país atravessa”, acabando por propor a ornamentação de chaimites com cravos criados pela mesma Joana Vasconcelos, não existe mais nenhum artista plástico neste rectangulozinho à beira mar cravado. Aproveitar o 25 de Abril para pôr a Assembleia da República a organizar um peditório a favor de Joana Vasconcelos. Esta mulher é um génio. Mesmo a calhar: a Inconseguimentos, tasca de uma esquina nas imediações da AR, abriu vaga para nova gerente.
Vagamente relacionado (com poupanças, com artistas, etc): Para arrecadar uma receita adicional de 1277 milhões de euros em impostos e contribuições da segurança social que estavam em dívida ao Estado, o Governo perdoou 495 milhões de euros em juros, coimas e custas administrativas no final do ano passado. Os dados foram enviados ontem pelo Ministério das Finanças aos deputados da Comissão de Orçamento e Finanças da Assembleia da República.


"SUBMARINOS EM ÁGUAS DE BACALHAU!!!..."


Absolvidos todos os dez arguidos no processo dos submarinos

Tribunal considerou que Estado português “dispunha de meios de controlo” do contrato de contrapartidas e “podia renunciar à transacção”.
Winfried Hotten e Horst Weretecki, dois dos arguidos alemães no processo Daniel Rocha
Absolvidos. Foi este o veredicto a que chegou nesta sexta-feira o colectivo de juízes das Varas Criminais de Lisboa na leitura do acórdão do processo das contrapartidas dos submarinos, que ilibou todos os dez arguidos — três alemães e sete portugueses — no caso.
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Para o colectivo, o Estado português “dispunha de meios de controlo” do contrato de contrapartidas assinado com um consórcio alemão pela venda dos dois submarinos a Portugal e “podia renunciar à transacção”. Falar de burla neste caso por parte dos empresários portugueses do ramo automóvel beneficiários das contrapartidas dos submarinos é “quase absurdo”, refere o acórdão lido esta manhã no Campus da Justiça, em Lisboa. 
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Isto porque participarem num esquema que lesaria os seus ganhos, ao simularem terem entrado em novos negócios que de facto não existiam, significaria “terem agido com intenção de beneficiarem e ao mesmo tempo prejudicarem” as suas próprias empresas.
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“Falta o ardil ou a encenação engenhosa” neste caso para que possa ser considerado uma burla, refere o acórdão.
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As perícias feitas pela consultora Inteli aos contratos das contrapartidas foram todas invalidadas por contrariarem vários princípios legais, o que contribuiu para o desfecho do caso. Os juízes entenderam, aliás, que a Inteli ultrapassou as suas atribuições ao ter efectuado, com esta perícia, “um pré-juízo de culpa extrajudicial” relativamente aos arguidos, uma vez que esse papel cabia à justiça e não a um centro de inovação como este. 
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Os advogados dos arguidos já tinham, no decurso deste processo, afirmado que a acusação deduzida pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal havia sido decalcada do relatório de perícia da Inteli.
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Para os juízes, este foi um processo "desnecessário e até desproporcional", uma vez que este tipo de diferendos contratuais pode ser dirimido através da arbitragem ou da renegociação.
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A juíza que preside ao colectivo que julgou o processo já tinha deixado a porta aberta à absolvição dos dez arguidos acusados de burla qualificada e falsificação de documento, num despacho em que recusou o pedido do Ministério Público (MP) para ouvir cinco novas testemunhas de acusação. Já o MP pedira nas alegações finais pena suspensa para todos os arguidos e a devolução ao Estado português de 104 mil euros.
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No final da sessão desta sexta-feira, o advogado dos três alemães arguidos no processo declarou ter "gostado muito do acórdão" e elogiou o “imenso rigor intelectual” da juíza presidente, Judite Fonseca, e dos restantes membros do colectivo de juízes que com ela votaram o texto da decisão. Já o Ministério Público anunciou recurso para instâncias judiciais superiores. O caso começou a ser julgado começou em Novembro de 2012.
Contrapartidas, sim ou não?
No centro do processo está se a Man Ferrostaal — uma poderosa multinacional que integrava o consórcio alemão que vendeu dois submarinos a Portugal e era responsável pelo programa de contrapartidas — teve intervenção na captação de dez negócios com sociedades portuguesas que fabricam componentes para a indústria automóvel, como garantiram ao Estado português.
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O MP sustentava que muitas destas contrapartidas foram fictícias, porque as encomendas de componentes de automóveis, pela indústria alemã, a fabricantes portugueses resultaram de negócios que já existiam antes da compra dos submarinos — e não da intervenção do consórcio alemão, nomeadamente da Man Ferrostaal, que ficou responsável pela apresentação e execução das contrapartidas. 
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Não terá, por isso, havido qualquer mais-valia proporcionada pelo consórcio alemão à economia nacional — o objectivo das contrapartidas —, ficando o Estado português lesado em quase 34 milhões de euros.
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O negócio da compra dos dois submarinos ao German Submarine Consortium foi fechado ao tempo em que Durão Barroso era primeiro-ministro e Paulo Portas ministro da Defesa Nacional. De um investimento inicial estimado em 769 milhões de euros, Portugal acabou por gastar cerca de mil milhões com a aquisição daqueles equipamentos, devido aos custos financeiros da operação.
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Eram arguidos neste processo três administradores alemães da Man Ferrostal — Horst Weretecki, Antje Malinowski e Winfried Hotten — e sete empresários portugueses ligados à ACECIA, um grupo de empresas de componentes para a indústria automóvel: José Pedro Sá Ramalho, Filipe Mesquita Soares Moutinho, António Parreira Holterman Roquete, Rui Moura Santos, Fernando Jorge da Costa Gonçalves, António Lavrador Alves Jacinto e José Mendes Medeiros.
Novo investimento em avaliação
Já depois da acusação, que imputava o crime de burla qualificada a vários dirigentes do Agrupamento Complementar de Empresas de Componentes Integrados para a Indústria Automóvel (ACECIA) envolvidos no contrato das contrapartidas, a Ferrostal fez chegar ao Governo português uma proposta alternativa, que passava pela reconstrução do Hotel Alfamar, no Algarve.
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Com base nesta proposta, a defesa dos arguidos alemães chegou a pedir aos juízes que declarassem a extinção do procedimento criminal e cancelassem o julgamento, uma vez que o Estado português — ao ser compensado através do Hotel Alfamar, que iria liquidar a maioria das contrapartidas em falta, com um investimento directo de 150 milhões na recuperação da unidade — já não podia alegar ter sido lesado. O Ministério Público opôs-se e o pedido foi recusado pelo tribunal.
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Já em Setembro do ano passado, o consórcio desistiu do projecto e apresentou uma proposta alternativa ao Ministério da Economia (ME). Fonte do ministério confirmou ao PÚBLICO que a “Direcção-Geral das Actividades Económicas já está a analisar um projecto de substituição apresentado pelo consórcio alemão”, mas sem precisar que tipo de negócio está em causa e acrescentando apenas que não é um investimento na mesma área de actividade.
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Esta semana, os submarinos foram novamente notícia por ter sido publicado no Diário da República um ajuste directo assinado pelo ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, a contratar a manutenção do submarino Tridente à empresa alemã que o construiu, permitindo que esta gaste até cinco milhões de euros, sem impostos, numa “pequena revisão”, que terá de ser realizada no primeiro semestre deste ano.

BANGUECOQUE - TAILÂNDIA - CASAMENTOS DE SÃO VALENTIM

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Desde há pouco mais de uma dúzia de anos os casamentos de São Valentim, padroeiro dos namorados, entrou e arreigou-se na gente jovem tailandesa que pretende dar o nó no dia 14 de Fevereiro de cada ano. 
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Ano para ano o número de registo de matrimónios tem aumentado e de uma centena, que seriam há uma década, a celebração atingiu, hoje, umas centenas largas. 
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Passados uns anos esqueci o Dia dos Namorados deixando de passar no local onde se realizam, porém hoje, pelas 5 horas da manhã leio no matutino de Banguecoque o "The Nation" que a celebração dos casamentos de São Valentim teria lugar no edificio dos Correios Gerais, na Rua Chalerm Krung e pegado (apenas uma viela por meio) à Embaixada de Portugal, onde neste local se encontra há 194 anos.
 Quando cheguei, pelas 7 horas da manhã, ao novo imponente edifício, sede dos correios gerais da Tailândia, a bicha composta de noivos de São Valentim já levava uns bons metros de comprimento. Mas dentro do enorme salão do rés-do-chão já por lá se quedavam umas dezenas de pessoas à espera de serem atendidas...
 Um batalhão de funcionários do registo cívil iam distribuindo impressos aos nubentes mediante os cartões de identidade electrónicos....
Duas queridas tomam conta da mesa para a acreditação da "malta" da imprensa. Uma simpatia de amores que depois de me inscrever me ofertaram uma caixa de sortidos rebuçados de mentolados cuja oferta foi da empresa internacional Jason´s.
A bicha do interior do grande salão e do nó final alonga-se em direcção à uma das diversas mesas do Registo Cívil...
Há o amor, amor não tem barreiras, altura ou nacionalidade... O amor foi internacionalizado, na Tailândia, pelos portugueses há 514 anos e de quando aqui aportaram na longínqua data de 1511....Sangue português diluiu-se e formou uma comunidade, que seria, no século VXII, umas três mil almas.
Noivos vestidos com elegância... Gostei imenso de ver o noivo, carinhosamente, a pegar na cauda do vestido da sua amada...
 Andei por ali de lado para outro em procura de imagens, sugestivas e aqui encontro mais um casamento multiracial. Pois que sejam muito felizes que bem o merecem...
 O cordão do amor lhe chamo a esta imagem...
Absolutamente lindo! A noiva vestida, tradicionalmente, à tailandesa e o noivo com o uniforme, de suas atribuições oficiais, ao serviço de Sua Majestade o Rei da Tailândia.
 Outro ângulo de imagem do cordão do amor no Dia de São Valentim...
 No exterior e junto ao jardim há mesas de atendimento, distribuição de impressos e outras, preliminares, informações inerentes ao enlace....
Na imagem mais um farangue (nome dado a um estrangeiro na Tailândia) cuja seta do amor do "malandro" do Cupido o atingiu...
Absolutamente os dois um para outro...
Alguns casais levam, com eles o rebento, fruto do amor enquanto outras noivas transpontam-no na barriga... Que o Lorde Buda lhes conceda uma boa horinha...
No exterior trabalha-se afanosamente nas cozinhas ambulantes debaixo de guarda-sois...
Os nubentes da imagem mereceram-me uma certa atenção... primeira pela juventude e segundo pela beleza e simpatia do sorriso da noiva. Os fotógrafos, por norma concentram-se na expressão do rosto da pessoa focada e na beleza e acabei, por diversas vezes, premir o botão da Nikon 5 vezes...
 Não me devo enganar... estou perante o casal ideal....
 Aprecie-se a ternura dos jovens e a candidez da noiva.
E mais tarde voltei a encontrar o par enlevado no amor....
Agora nesta imagem os noivos estão a oficializar o casamento. Mas quando me preparava para abandonar o espaço da oficialização dos matrimónios de São Valentim, o casal aproximou-se de mim e num inglês entendível pediu-me se lhe enviava as fotografias que eu lhes tinha tirado. Claro que sim e dei-lhes o meu e-mail para depoiss me indicarem o deles... Foi então que nessa altura a noiva me perguntou qual a minha nacionalidade, Portugal lhe respondi. Ela diz-me o meu bisavô era português. Voltarei ao assunto depois quando receber o e-mail e lhes enviar as fotografias...
 Na recta final... depois desta mesa oficialmente casados...e isento de emolumentos!!!...
Na espera para a recta final...
De branco vai a noiva... o noivo segura na cauda do vestido...
Os dois vestidos de branco...
Muita gente jovem a dar o nó....
Muitos dispensaram flores outros de não...
E lá segue o miúdo, ao colo da mãe, para o casamento dos pais....
 E um V de vitória para a objectiva da Nikon
E nesta torre de vidro e no rés-do-chão se realizaram os casamentos de São Valentim
O vento pela manhã não era o bastante para fazer flutuar a bandeira das quinas, de três panos, arvorada no pau de 20 e tal metros no Jardim da Residência dos embaixadores de Portugal acreditados no Reino da Tailândia...
Na imagem mais um "farangue" que vai celebrar o seu casamento com uma jovem tailandesa...
Lindos e amorosos como seguem...Ele estrangeiro e delicadinho com um ramo de flores, naturais, não mão direita...
Um "rapagão" que me disse ser australiano quando lhe perguntei pela sua nacionalidade...
 Um pouco atrasados... mas mais vale tarde que nunca!
Os noivos esperam no grande salão pela hora...
As pastas, comemorativas, que vão guardar os certificados dos casamentos de São Valentim
 Um automóvel, Toyota Vio, para sortear entre os milhares de noivos...
O novo casal compra, mesmo ali, um ramos de flores...
Três anjos, dois asas e um sem elas, andam por ali a distribuir presentes aos noivos 
Um casal que se distingue na camisola: Super pai e super mãe. 
Os primeiros noivos a chegar ao local são contemplados com um certificado em ouro e um prémio em dinheiro...
E de momento para outro voltam famosos... entrevistados e focados pelos canais de televisão da Tailândia
E orgulhosamente os noivos acabados de dar o nó, mostram os certificados para a objectiva da Nikon...
Perguntei a esta linda se era casada ou solteira e respondeu-me: SINGLE! (Solteira). Pensei cá para mim: nasci numa data errada....
O último casal a chegar...
Não é nada o leito do amor e da lua de mel... apenas para a fotografia...
Ternura em honra de São Valentim
Depois de três horas de emissão de certificados, de casamento, o salão ainda se encontrava apinhado...
Lá seguem depois de casados e o noivo a segurar a cauda do vestido do seu  Valentim...
Ali mesmo, depois do registo do casamento, uma pequena revisão médica...
A fotografia de família...
O certificados e a bicicleta do amor...
Um beijo na face... ou na boca ficará para mais tarde em privado...
 Mais um casal no vale dos lencois, do amor e dos segredos...
O amor é lindo!
O processo corre morosamente... há muita gente para casar!
Não são noivas do mesmo sexo... foi apenas para a fotografia....Não vi ali disso...
Mais um casamento (foram muitos) entre jovens tailandesas e estrangeiros....
Quase no fim de abandonar o local dos casamentos do Dia de São Valentim fui dar uma olhadela ao Rio Chao Prya... A que lhe chamo: "O meu Rio e da Minha Poesia".
A real fotografia de família...
Um beijo na face... para selar o contrato matrimonial...
Um restaurante ao ar-livre onde se cosinhava e depois servia-se comida....
Cerca das 10:30 da manhã parti do local... Porém a cerimónia ir-se-ia prolongar pelo dia todo. Dei uma vista de olhos ao pau de bandeira, no Jardim da Embaixada de Portugal e no alto flutuava o símbolo da minha identidade, na Tailândia. Para o ano se ainda por cá andar, voltarei aos casamentos no dia de São Valentim, o Dia dos Namorados.
José Martins