Translator

segunda-feira, 10 de março de 2014

UM RONALDO PODRE DE RICO...

... e qua saiba guardar o cacau, porque quase todos os famosos do futebol acabam tesos ou na merda!


Segundo a publicação eletrónica goal.com, Cristiano Ronaldo tem agora um património estimado de 148 milhões de euros - um valor apurado depois da renegociação do contrato, de cinco anos, com o Real Madrid. Na mesma tabela Messi é segundo, com menos dois milhões de euros.

HOUVE UM GRANDE DESASTRE MILITAR EM INHAMINGA - MOÇAMBIQUE

Inhaminga há 50 anos uma vila de enorme progresso... Hoje o desenvolvimento estagnou...
(O conteúdo a seguir não é deste blogue)

Fez-se a descolonização para isto...

40 anos depois ainda andam a matar-se uns aos outros e a coisa parece não ter fim...
A culpa disto tudo é da esquerda e da comunada que se armou em esperta.
E o Estado Novo também tem a sua parte da culpa, pois deviam de ter dado mais poder político aos negros e educado mais a população negra para não dar argumentos aos comunas.
Sei que há quem não concorde, mas porque é que em vez do Salazar ter designado as colónias como "províncias ultramarinas", porque é que em vez disso não lhes deu o estatuto de "estados federais", com parlamento e leis próprias numa hipotética Federação Lusófona à semelhança do modelo federal americano?
O federalismo era a única solução viável para o ultramar, não consigo ver outra.
Mas pronto, agora já se perdeu e destruiu tudo, paciência...

Clique a seguir para o resto  

http://macua.blogs.com/moambique_para_todos/2014/03/houve-um-grande-desastre-militar-em-inhaminga.html

Manifestação de apoio a Passos Coelho !


 

BLOGUE APODRECETUGA PUBLICOU



Ex Presidente de associação e esposa, acusados de desviar 8,7 milhões de fundos da UE. 


Portugal sufoca, moribundo, nas mãos dos mais impiedosos sacanas, imorais que insistem no saque constante.  
- Ex-presidente da Associação das Pequenas e Médias Empresas (PME Portugal), Joaquim da Rocha Cunha, mais a esposa Lurdes Mota Campos e Paulo Lima Peixoto, acusados de desviar 8,7 milhões de euros de fundos comunitários, sendo que deste valor, mais de um milhão foi enviado para 60 offshore, um deles localizado nas Caraíbas, conta o Jornal de Notícias.
 .

De 11 milhões de euros vindos do Fundo Social Europeu, não foi justificado o gasto destes 8,7 milhões. (2008) Noticia completa,fonte
.

O mais escandaloso é que, já em 2005 foi denunciado, e continuamos na mesma?
 .

Mota Campos&Cunha apelidos do casal. Autoridades alertam...  No relatório pode ler-se que em Dezembro de 2005 já tinham sido feitos alertas pela estrutura de controlo de primeiro nível "para a necessidade de dar atenção redobrada aos projectos desenvolvidos por esta entidade [PME Portugal] devido ao eventual relacionamento com a empresa Mota Campos & Cunha ou com alguns dos seus outros fornecedores". 
.
Segundo este alerta, referido no relatório, a Mota Campos & Cunha adopta, para a realização das acções de formação, a denominação social IPME, SA, cuja morada coincidia na altura com a morada pessoal e de trabalho da presidente da assembleia geral da associação, Maria de Lurdes Mota Campos. 
.
São também enumerados exemplos de "facturação à associação das PME por parte de entidades que ou se situam na mesma morada, ou são sua propriedade, ou têm responsáveis comuns.
" Noticia na fonte

EMPREGADA DE LIMPEZA PORTUGUESA....


.
À margem: Infelizmente assim tem sido há muitos anos e certamente por muitos mais, no futuro, as mulheres portuguesas a continuar a limpar as casas, o rabo às crianças filhas de pais de países ricos da Europa e guardiãs das retretes dos aeroportos do Reino Unido, Alemanha, Suiça e de outros países.

.
Bem me lembro na década de 70/80, do século passado, fiz escala em vários aeroportos da Europa e nas retretes lá estavam as mulherzinhas portuguesas a tomar conta desses espaços de alivio e junto aos lavabos um pratinho para os servidores  ali deixarem umas moedas de gorjeta. Isto foi há cerca de 40 anos e nada, até hoje, haja mudado no meu país!!!...

LAURINDINHA BORRADA: "O FIM DO PROTECTORADO".

"...estragou a festa,..."

A Frase

Estavam PSD, CDS e PS postos em sossego - a prometer melhoras da economia para breve ("os sinais de recuperação", na versão do governo e uma redução da austeridade na versão PS) - e apareceu um texto de Cavaco Silva a estragar a festa, em vésperas de eleições europeias e da data marcada para aquilo que o vice-primeiro-ministro Paulo Portas chama "o fim do protectorado".
Ana Sá Lopes, i

A Tragédia do Socialismo do Século XXI



O fracasso da "revolução bolivariana" é uma boa forma de recordar que o socialismo utópico do século XXI é tão nefasto quanto o do século XX.

O regime nascido da revolução bolivariana faliu. Algum dia tinha de acontecer. Até porque, como se costuma dizer, a história é repetição. Na Venezuela repetiu-se mesmo. Assim, o ano de 2014 marca o fim das ilusões. As dos venezuelanos, que durante mais de uma década se deixaram governar pelo populismo de Chávez. E as dos socialistas europeus, que viram no regime venezuelano um oásis de resistência contra a economia de mercado. Com fome nas ruas, com escassez de bens de primeira necessidade nas mercearias, com falta de medicamentos e com falhas sucessivas na rede eléctrica, o povo saiu à rua. E disse basta. 

Associar a falência do regime venezuelano à substituição de Hugo Chávez por Nicolás Maduro, nomeadamente pela falta de carisma do segundo, é um erro grave. Subestima a degradação social e política dos últimos anos. É que, embora tenha morrido com o estatuto de herói popular, foi Chávez quem trilhou o caminho para a ruína. Atropelou as regras institucionais do regime, tornando-o dependente na sua pessoa. Estrangulou a iniciativa privada. E apostou cegamente num modelo de investimento público insustentável, suspenso numa produção petrolífera em declínio. Quando chegou a sua vez, Maduro deu continuidade ao delírio. E fê-lo com uma obstinação invejável. Mal assumiu a presidência, em substituição de Chávez, Maduro ordenou ao banco central a impressão de mais dinheiro, para com ele financiar novos programas de investimento público. Entre outros, o da atribuição de um tablet a cada aluno venezuelano. A inflação atingiu os 56%.

Entretanto, acabou com a liberdade política, impondo uma forma de ditadura (suspensão da Constituição): o parlamento concedeu-lhe poderes executivos especiais para alterar leis sem fiscalização política. Acabou com a (pouca) liberdade económica: promulgou uma lei que define os preços dos produtos e limita o lucro das empresas, prendendo os comerciantes que resistissem. E acabou com a liberdade individual, através de uma crescente repressão policial e militar, que provocou dezenas de mortes, para assim travar aqueles que "querem destruir a nação".

É claro que, perante este descalabro político e social na Venezuela, podemos fechar os olhos. Ou acreditar que a resistência nas ruas não é de origem popular, mas sim de "grupos de cariz neofascista". Ou achar que essas manifestações são operações "apoiadas pelo imperialismo norte-americano". Ou ainda alegar que o governo venezuelano está a ser alvo de uma "guerra económica que visa destabilizar o país". No fundo, podemos subscrever o incrível comunicado do PCP (14/02/2014) e, através dele, negar a realidade. Mas a realidade é o que é. E a história, que se repete, já mostrou que negá-la não a altera.

A distante Venezuela está a ferro e fogo. E isso interessa-nos a nós, portugueses? Sim, interessa. Num momento em que tanto se discutem alternativas políticas, em Portugal e na Europa, o fracasso da "revolução bolivariana" na Venezuela é uma boa forma de recordar que o socialismo utópico do século xxi é tão nefasto para as populações quanto o do século xx. Confiar que é nessa doutrina ideológica, partilhada em Portugal por PCP e BE, que está o futuro não é, portanto, mais do que condenar-nos ao passado. 

Alexandre Homem Cristo,
Investigador
03 de Março de 2014

PULIDO VALENTE ESCREVEU


O empobrecimento

Os sinais que o país começa a voltar atrás são claros.

O primeiro-ministro anunciou que Portugal não voltará tão cedo, se voltar, à relativa prosperidade de 2011. Outras personagens que o apoiam e o aprovam prevêem tranquilamente o empobrecimento progressivo do país. Nenhuma delas parece ter vivido os tempos de fome e desespero que duraram muito mais de 40 anos, durante a República, Salazar e Caetano.
.
Com 30 anos no “25 de Abril”, não me esqueci depressa do que era a vida nessa altura. Não falo da esquálida miséria do campo, que numa região rica a uns quilómetros de Lisboa, em que as pessoas trabalhavam o dia inteiro, envelheciam depressa e morriam de qualquer maneira, sem diagnóstico e sem assistência. Como não falo da província – do Minho ao Algarve – onde o horror se tinha tornado a normalidade. Na falta de uma experiência directa, seria um impudor.
.
Mas não me importo de falar da classe média (de resto privilegiada) em que nasci: e posso dizer que a pobreza contaminava tudo. O que se vestia, o que se comia, o que se fazia, o que se pensava. Mais do que na gente que mandava no Estado e no cidadão comum, a tirania estava, como dizia o outro, na necessidade de poupar, na privação perpétua da frivolidade e do prazer, no mundo imóvel e sem saída, que pouco a pouco se tornava numa prisão a céu aberto. As dores de crescimento num liceu de crianças caladas, que muito manifestamente esperavam o pior e, a seguir, numa Faculdade, que se destinava a premiar os filhos de família e a submissão, não levavam a uma descoberta ou sequer a uma aprendizagem, no seu melhor levavam a uma espécie de punição que moía e predispunha à desistência e ao cansaço.
.
O Portugal de hoje não conseguiria nunca perceber o Portugal de 1950 ou de 1960. Agora, até se glorifica o crescimento da economia e a estabilidade financeira do regime. O primeiro-ministro com certeza nunca se deu ao trabalho de imaginar aquilo a que a pobreza haveria condenado um rapazinho de Trás-os-Montes com uma mediana boa voz. Nem lhe descreveram o deserto que foi Lisboa nessa época de chumbo, onde ir ao café ou a um cinema de “reposição” tomavam as proporções de um acontecimento. Os sinais que o país começa a voltar atrás são claros. Verdade que a civilização que entretanto se criou não vai desaparecer. Mas nada disso consola se imitações substituírem o que existia antes e acabarmos na mediocridade e na tristeza de uma simples sobrevivência sem destino.