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sexta-feira, 14 de março de 2014

"TÁ QUIETINHO OU LEVAS NO FOCINHO",


A Frase

As reacções do governo e dos seus apoiantes ao manifesto dos 70 pela reestruturação da dívida são interessantes naquilo que revelam de uma coisa viscosa instalada na sociedade portuguesa desde a ditadura - e que a democracia removeu parcial mas nunca completamente. É o "tá quietinho ou levas no focinho", um medo estrutural português que a crise económica veio agravar, como também agravou o despotismo, a arrogância, a prepotência dos pequenos poderes que se inspiram nos grandes: governo, troika, etc.
Ana Sá Lopes, i

ACÁCIO CASIMIRO: BEM-VINDO À TAILÂNDIA

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PARA AQUILO QUE POSSA SERVIR


 NOTA: O texto a seguir não é deste blogue
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Coadoção: Isabel Moreira (PS) diz que Portugal não pode ficar com Rússia, Roménia e Ucrânia
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A Isabel Moreira precisa de ir apanhar no sítio onde apanham as galinhas...

Esta é mais um exemplo do fruto das "boas famílias" deste país...

É a nossa elite nacional, é isto, um antro de degenerados e snifadores de cocaína.

Chegou-me entretanto hoje aos ouvidos que o ilustre Dr. Miguel Relvas anda metido nuns negócios sujos que envolvem lavagem de dinheiro oriundo dos negócios da venda de cocaína no triângulo do Brasil, Angola Colômbia...

http://noticias.pt.msn.com/coado%C3%A7%C3%A3o-isabel-moreira-ps-diz-que-portugal-n%C3%A3o-pode-ficar-com-r%C3%BAssia-rom%C3%A9nia-e-ucr%C3%A2nia

Ramalho Eanes e a crise



ramalho eanes
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RÉQUIEM PARA O DOM JOSÉ POLICARPO


Tem sido muito bonito os elogios que tenho ouvido a D.José Policarpo... Ainda não ouvi, como de quando do falecimento do Eusébio, que os restos mortais de D.José deveriam, eternamente, se quedar no Panteão Nacional (para mim nos Jerónimos seria bem melhor...). Porém me desculpem aqueles que certamente irei ofender (com o meu teclar),  não ouvi o choro de carpideiras, mas presente a máfia, política deste país, da maçonaria e do Opus-Dei, a prestar a última homenagem ao cardeal que fumava (penso que também bebia os seus copitos e apanhava a sua "carrispana" eclesiástica), mais que um turco e que certamente, o excesso do fumo seria a causa de ir desta vida para a outra silenciosa. Há gente no meu país, através de séculos e séculos, amen, adoram estes cerimoniais que é uma ofensa à memória de Cristo que além de ser barbaramente morto viveu pobrezinho.José Martins


P.S. : E depois que não me acusem que eu sou um maus dedos a teclar. Como o cardel vivia neste mundo está AQUI

OLHA,OLHA QUE DOIS A SOPRAREM AO VENTO!!!...

O Pires da cerveja (aliás o bocas bacocas)


O ministro da Economia afirma que se o manifesto dos 70 fosse levado a sério seria um tiro na credibilidade de Portugal, porque quem fala permanentemente em reestruturação é a Grécia.


O Carlos da Goldman Sachs

Luís Ochôa, Bruxelas
O secretário de Estado Adjunto do primeiro-ministro, Carlos Moedas, considera que o manifesto “Preparar a reestruturação da dívida para crescer sustentadamente” assinado por 70 personalidades portuguesas “é triste”, não só pelo momento em que surge, mas também pela demonstração de pouco conhecimento em relação à estrutura da dívida portuguesa.

Sonhos de vellhos





Clique em baixo no pontinho vermelho

VENDEMOS AO PREÇO ADQUIRIDO



Caros subscritores do Manifesto para a reestruturação da dívida pública, desculpem a franqueza: a vossa geração está errada.
Caros João Cravinho, Manuela Ferreira Leite, Bagão Félix, Ferro Rodrigues, Sevinate Pinto, Vitor Martins e demais subscritores do manifesto pela reestruturação da divida publica: Que tal deixarem para a geração seguinte a tarefa de resolver os problemas gravíssimos que vocês lhes deixaram? É que as vossas propostas já não resolvem, só agravam os problemas. Que tal darem lugar aos mais novos?
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Vi, ouvi, li, e não queria acreditar. 70 das mais importantes personalidades do país, parte substancial da nossa elite, veio propor que se diga aos credores internacionais o seguinte:
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– Desculpem lá qualquer coisinha mas nós não conseguimos pagar tudo o que vos devemos, não conseguimos sequer cumprir as condições que nós próprios assinámos, tanto em juros como em prazos de amortizações!
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Permitam-me uma pergunta simples e direta: Vocês pensaram bem no momento e nas consequências da vossa proposta, feita a menos de dois meses do anúncio do modo de saída do programa de assistência internacional?
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Imaginaram que, se os investidores internacionais levarem mesmo a sério a vossa proposta, poderão começar a duvidar da capacidade e da vontade de Portugal em honrar os seus compromissos e poderão voltar a exigir já nos próximos dias um prémio de risco muito mais elevado pela compra de nova dívida e pela posse das obrigações que já detêm?
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Conseguem perceber que, na hipótese absurda de o Governo pedir agora uma reestruturação da nossa dívida, os juros no mercado secundário iriam aumentar imediatamente e deitar a perder mais de três anos de austeridade necessária e incontornável para recuperar a confiança dos investidores, obrigando, isso sim, a um novo programa de resgate e ainda a mais austeridade, precisamente aquilo que vocês dizem querer evitar?
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Conseguem perceber que, mesmo na hipótese absurda de os credores oficiais internacionais FMI, BCE e Comissão Europeia aceitarem a proposta, só o fariam contra a aceitação de uma ainda mais dura condicionalidade, ainda mais austeridade?
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Conseguem perceber que os credores externos, nomeadamente os alemães, iriam imediatamente responder – Porque é que não começam por vocês próprios? Os vossos bancos não têm mais de 25 por cento da vossa dívida pública nos seus balanços, mais de 40 mil milhões de euros, e o vosso Fundo de Capitalização da Segurança Social não tem mais de 8 mil milhões de euros de obrigações do Tesouro? Peçam-lhes um perdão parcial de capital e de juros.
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Conseguem perceber que, neste caso, os bancos portugueses ficariam à beira da falência e a Segurança Social ficaria descapitalizada? Nenhum de vós, subscritores do manifesto pela reestruturação da dívida pública, faria tal proposta se fosse Ministro das Finanças. E sobretudo não a faria neste delicadíssimo momento da vida financeira do país. Mesmo sendo uma proposta feita por cidadãos livres e independentes, pela sua projeção social poderá ter impacto externo e levar a uma degradação da perceção dos investidores, pela qual vos devemos responsabilizar desde já. Se isso acontecer, digo-vos que como cidadão contribuinte vou exigir publicamente que reparem o dano causado ao Estado.
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Conseguem perceber porque é que o partido que pode ser Governo em breve, liderado por António José Seguro, reagiu dizendo apenas que se deve garantir uma gestão responsável da dívida pública e nunca falando de reestruturação?
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Pergunto-vos também se não sabem que uma reestruturação de dívida pública não se pede, nunca se anuncia publicamente. Se é preciso fazer-se, faz-se. Discretamente, nos sóbrios gabinetes da alta finança internacional.
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Aliás, vocês não sabem que Portugal já fez e continua a fazer uma reestruturação discreta da nossa dívida pública? Vitor Gaspar como ministro das Finanças e Maria Luís Albuquerque como Secretária de Estado do Tesouro negociaram com o BCE e a Comissão Europeia uma baixa das taxas de juro do dinheiro da assistência, de cerca de 5 por cento para 3,5 por cento.
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Negociaram a redistribuição das maturidades de 52 mil milhões de euros dos respetivos créditos para o período entre 2022 e 2035, quando os pagamentos estavam previstos para os anos entre 2015 e 2022, esse sim um calendário que era insustentável.
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Ao mesmo tempo, juntamente com o IGCP dirigido por João Moreira Rato, negociaram com os credores privados Ofertas Públicas de Troca que consistem basicamente em convencê-los a receber o dinheiro mais tarde.
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A isto chama-se um “light restructuring”, uma reestruturação suave e discreta da nossa dívida, que continua a ser feita mas nunca pode ser anunciada ao mundo como uma declaração de incapacidade de pagarmos as nossas responsabilidades.
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Sabem que em consequência destas iniciativas, e sobretudo da correção dos défices do Estado, dos cortes de despesa pública, da correção das contas externas do país que já vai em quase 3 por cento do PIB, quase cinco mil milhões de euros de saldo positivo, os credores internacionais voltaram a acreditar em nós. De tal forma que os juros das obrigações do Tesouro a 10 anos no mercado secundário já estão abaixo dos 4,5 por cento.
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Para os mais distraídos, este é o valor médio dos juros a pagar pela República desde que aderimos ao Euro em 1999. O valor factual já está abaixo. Basta consultar a série longa das Estatísticas do Banco de Portugal.
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E sim, Eng.º João Cravinho, é bom lembrar-lhe que a 1 de janeiro de 1999, a taxa das obrigações a 10 anos estava nos 3,9 por cento mas quando o seu Governo saiu, em Outubro desse ano, já estava nos 5,5 por cento, bem acima do valor atual.
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É bom lembra-lhe que fazia parte de um Governo que decidiu a candidatura ao Euro 2004 com 10 estádios novos, quando a UEFA exigia só seis. E que decidiu lançar os ruinosos projetos de SCUT, sem custos para o utilizador, afinal tão caros para os contribuintes. O resultado aí está, a pesar na nossa dívida pública.
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É bom lembrar aos subscritores do manifesto pela reestruturação da dívida pública que muitos de vós participaram nos Conselhos de Ministros que aumentaram objetivamente a dívida pública direta e indireta.
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Foram corresponsáveis pela passagem dos cheques da nossa desgraça atual. Negócios de Estado ruinosos, negócios com privados que afinal eram da responsabilidade do contribuinte. O resultado aí está, a pesar direta e indiretamente nos nossos bolsos.
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Sim, todos sabemos que quem pôs o acelerador da dívida pública no máximo foi José Sócrates, Teixeira dos Santos, Costa Pina, Mário Lino, Paulo Campos, Maria de Lurdes Rodrigues com as suas escolas de luxo que foram uma festa para a arquitetura e agora queimam as nossas finanças.
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Mas em geral, todos foram responsáveis pela maneira errada de fazer política, de fazer negócios sem mercado, de misturar política com negócios, de garantir rendas para alguns em prejuízo de todos.
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Sabem perfeitamente que em todas as crises de finanças públicas a única saída foi o Estado parar de fazer nova dívida e começar a pagar a que tinha sido acumulada. A única saída foi a austeridade.
Com o vosso manifesto, o que pretendem? Voltar a fazer negócios de Estado como até aqui? Voltar a um modelo de gastos públicos ruinosos com o dinheiro dos outros?
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Porque é que em vez de dizerem que a dívida é impagável, agravando ainda mais a vida financeira das gerações seguintes, não ajudam a resolver os gravíssimos problemas que a economia e o Estado enfrentam e que o Governo não tem coragem nem vontade de resolver ao contrário do que diz aos portugueses?
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Porque é que não contribuem para que se faça uma reforma profunda do Estado, no qual se continuam a gastar recursos que não temos para produzir bens e serviços inúteis, ou para muitos departamentos públicos não produzirem nada e ainda por cima impedirem os empresários de investir com burocracias economicamente criminosas?
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Porque não canalizam as vossas energias para ajudar a uma mudança profunda de uma economia que protege setores inteiros da verdadeira concorrência prejudicando as famílias, as PME, as empresas exportadoras e todos os que querem produzir para substituir importações em condições de igualdade com outros empresários europeus?
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Porque não combatem as práticas de uma banca que cobra os spreads e as comissões mais caros da Europa? Um setor elétrico que recebe demais para não produzir eletricidade na produção clássica e para produzir em regime especial altamente subsidiado à custa de todos nós?
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Um setor das telecomunicações que, apesar de parcialmente concorrencial, ainda cobra 20, 30 e até 40 por cento acima da média europeia em certos pacotes de serviços?
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Porque não ajudam a cortar a sério nas rendas das PPP e da Energia? Nos autênticos passadouros de dinheiros públicos que são as listas de subvenções do Estado e de isenções fiscais a tudo o que é Fundações e Associações, algumas bem duvidosas?
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Acham que tudo está bem nestes setores? Ou será que alguns de vós beneficiam direta ou indiretamente com a velha maneira de fazer negócios em Portugal e não querem mudar de atitude? Estará a vossa iniciativa relacionada com alguns cortes nas vossas generosas pensões?
Pois no meu caso eu já estou a pagar IRS a 45 por cento, mais uma sobretaxa de 3,5 por cento, mais 11 por cento de Segurança Social, o que eleva o meu contributo para 59,5 por cento nominais e não me estou a queixar.
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Sabem, a minha reforma já foi mais cortada que a vossa. Quando comecei a trabalhar, tinha uma expectativa de receber a primeira pensão no valor de mais de 90 por cento do último salário. Agora tenho uma certeza: a minha primeira pensão vai ser de 55 por cento do último salário. E não me estou a queixar, todos temos de contribuir.
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Caros subscritores do Manifesto para a reestruturação da dívida pública, desculpem a franqueza: a vossa geração está errada. Não agravem ainda mais os problemas que deixaram para a geração seguinte. Façam um favor ao país – não criem mais problemas. Deixem os mais novos trabalhar."
 .
(José Gomes ferreira: In “Carta a uma geração perdida”)

As capas dos jornais e as principais notícias de Sexta-feira, 14 de Março de 2014.


Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Benfica vence Tottenham (3-1)
Bruno Schiappa: "Portugal não é o melhor País para se ser ator"
Atriz da Globo é feita refém durante assalto a sua casa no Rio
Princesa Diana entregou agenda de telefones da família real a jornalista
FC Porto vence Nápoles
Peça de teatro 'Ernesto' promete fazer rir
Cristina Ferreira lança nova linha de sapatos

Capa do Público Público

Não há ensino superior a mais!
Cartas à Directora
PSD + CDS + PS em luta com RTP + SIC +TVI
A força das coisas
O banho falhado
Serviços mínimos para greve dos trabalhadores da Valorsul
Mergulhadores entram sexta-feira no pesqueiro português que naufragou

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Setenta mais um
Policarpo sepultado esta tarde em São Vicente de Fora
Portugueses compraram rins no Paquistão e China
Livro de Reclamações tem mais queixas e vai estar 'online'
Jardim pede: "Não confundam autonomia com separatismo"
Ministro diz que problemas serão culpa dos municípios
Cerimónias fúnebres em honra de D. Policarpo

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

EUA "estudam" pedido de assistência militar do Governo de Kiev
Paris vai ter transportes públicos gratuitos 3 dias para combater poluição
Everything is New no "Vilar de Mouros"
Jesus considera que o "Tottenham fica mais perigoso a jogar fora"
Luís Castro considera que o F.C. Porto podia "ter ganho por 2-0"
Xutos no Marés Vivas para para celebrar 35 anos
Rolling Stones podem vir ao Rock in Rio

Capa do i i

Homeland. Suspeita de fraude fiscal dá origem a novo inquérito
Co-adopção. Futuro da lei definido por margem mínima
Co-adopção. "Estamos cansados que opinem sobre a nossa vida"
Partidos preparam lei "cirúrgica e de urgência" para as europeias
MP pede penas de prisão efectivas para Armando Vara e José Penedos
Tribunal de Paredes evacuado devido a ameaça de bomba
Contribuições ADSE. Veja aqui as reacções ao veto de Cavaco Silva

Capa do Diário Económico Diário Económico

A Administração, os cidadãos e os tribunais
Notáveis sem bom senso
O plano P, de Parlamento
Passos sem alternativa a mexidas na ADSE para cumprir défice
Justiça acelera aprovação de grandes planos de investimento
Futuro do terminal de Alcântara está em aberto
Berlim descarta "opção militar" na região da Crimeia

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Zuckerberg telefona a Obama para se queixar da "vigilância" da NSA
Trocar fornecedor de gás ainda demora mais tempo do que na electricidade
Zuckerberg telefona a Obama para se queixar de efeitos da espionagem na Internet
As 10 acções em destaque na sessão de 13 de Março
Bónus aos gestores de Wall Street aumentaram 15% em 2013
Paris vai ter transportes públicos gratuitos durante três dias para combater poluição do ar
O que levou ao movimento de venda na sessão de 13 de Março em Wall Street?

Capa do Oje Oje

Lufthansa revela queda de 74,5% no lucro de 2013
Seat ainda no prejuízo reduz em 2,5%
Bouygues sobe oferta pela SFR em 800 milhões
DouroAzul atinge melhor ano de sempre
TACV e TAAG juntas para a África ocidental
LAM quer chegar aos países da SADC
Volvo V60 Plug-IN Hybrid: a dupla força do diesel e do elétrico

Capa do Destak Destak

Consumidores deixam de ter um limite de mudanças de fornecedor de gás
Sobe para três número de mortos em ataque com facas na China
Número de mortos em desabamento de dois edifícios em Nova Iorque sobe para oito
Pelo menos um morto em novo ataque coletivo com facas na China
Detido suspeito de danificar centenas de cópias d' "O diário de Anne Frank" em Tóquio
Presidente brasileira anuncia mudanças em seis Ministérios
Informação de satélites reforça tese de que avião voou mais cinco horas

Capa do A Bola A Bola

Paulo Baptista bastante crítico com o Conselho de Arbitragem da FPF
Erciyesspor pode comprar passe de Edinho até 15 de maio
Júlio Mendes diz talvez à Liga...
«Estou muito feliz no clube e ficaria encantado se renovasse» - Van Persie
Atraso nas obras na Academia
Ela promete levantar o ânimo ao Man. United...
Auditoria de Gestão com prazo alargado

Capa do Record Record

Gonçalo Brandão muito provável no eixo defensivo
Vertonghen e Sílvio de castigo
Benfica-Sporting na versão curta
Vencer final do Restelo
Galderisi igual a Abel Xavier
Renovação avança
A última grande montra

Capa do O Jogo O Jogo

Málaga pinta camisola do Real Madrid
Um penálti fez a diferença
A dança de Jorge Jesus
"Jorge Jesus não tem classe"
Benfica também nas meias-finais
Sevilha derrotado em casa pelo Bétis
Fiorentina deixa Turim d

ESTE BLOGUE BATE PALMAS AO SENHOR SILVA


 
Esquerda 
O presidente da República anunciou esta quinta feira que vetou o aumento dos descontos dos funcionários públicos, militares e forças de segurança para os respetivos subsistemas de saúde. O líder parlamentar do Bloco, Pedro Filipe Soares, congratulou a ...

Veto a novos descontos na ADSE cria buraco de 160 milhões

 
A Bola 
O Presidente da República chumbou o diploma que aumentava o valor dos descontos para a ADSE, SAD e ADM para os beneficiários desses subsistemas de saúde, o que deverá provocar um buraco de 160 milhões de euros nas contas do Governo para ...
...
 

Frente Comum considera veto trava "ilegalidade"

 
Jornal de Notícias -
A coordenadora da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública considerou esta quinta-feira "bem feito" o veto do presidente da República ao aumento dos descontos para a ADSE, reiterando que o diploma do Governo "passa os limites da ...  
...

«Governo terá de fazer reflexão», diz líder parlamentar do PSD ...

 
A Bola -
O líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, disse que o partido respeita o chumbo do presidente ao aumento dos descontos para a ADSE, ADM e SAD e disse que o Governo tem de fazer «nova reflexão» sobre as opções tomadas. «Não é a primeira vez ...

Sintap defende manutenção da ADSE «ao serviço dos trabalhadores»

TVI24 -
O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (Sintap) congratulou-se esta quinta-feira com a decisão do Presidente da República, que vetou o aumento dos descontos da ADSE, defendendo «a manutenção da ADSE ao serviço dos ...

Cavaco Silva veta aumento dos descontos de funcionários da ...

Portugal Digital -
O presidente de Portugal, Cavaco Silva, decidiu vetar o diploma do governo que aumentava os descontos dos funcionários públicos, militares e forças de segurança para os sistemas de saúde pública. Palácio de Belém rejeita diploma governamental.

Oposição aplaude veto ao agravamento dos descontos para a ADSE

Renascença -
Na mesma linha, também diversos representantes sindicais consideram que a decisão do Presidente da República foi a mais acertada. 13-03-2014 14:39. Tweet · Comentar 0. Imprimir, Enviar por E-mail, Fonte, Aumentar Letra, Diminuir Letra. SAIBA MAIS.